Amanhã segunda feira será comemorado o dia da mulher. Muitos anos passaram e ainda tem muitos marmanjos que não vê o papel essencial que representa no lar, no trabalho e na sociedade. Vinicius de Moraes comentou: “Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas”. Compreendidas como conseguem administrar seus negócios, funcionários, família, volta para casa, faz faxina, cuida dos filhos, lava e passa roupa, vai no supermercado, põe os filhos para dormir, e ainda acha um tempo para pintar as unhas, arrumar o cabelo e fazer uma leitura ou ficar na frente na TV. Isso sem contar os minutos no fone para uma boa fofoca. E aquela mulher aposentada que fica na fila do banco para sacar sua pequena aposentadoria, fazendo milagres para sustentar a família. No comportamento sexual os marmanjos dizem ter a fantasia de fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo. Elas concordam num ponto; pelo menos teriam com quem conversar depois que ele pegasse no sono. Passar a mulher para trás, traí-la é fácil, o difícil é o que vem depois, igual ao tsunami, vem uma onda que leva tudo: carro, dinheiro, casa, divórcio, pensão. Comece a entender as mulheres antes que seja tarde. Quando falamos em mulher, vem a mente aquela loira siliconada de 1,80 altura, seios fartos, toda reboleixon, tipo Sandra Bullock, Adriana Galisteu, mas esquecemos das mulheres que ficam nas filas nas madrugadas para matricular seus filhos, ou nos postinhos de saúde com seu filho doente. Mulheres, como entendê-las essa força mágica? E aquelas mulheres que varrem nossas ruas debaixo de um Sol de 40 graus e que Boris Casoy expressou preconceito com a infeliz declaração: “Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”. Um estudo britânico aponta que pessoas que trabalham fazendo faxina em hospitais, vias públicas, têm mais valor para a sociedade do que os funcionários de alto escalão de um banco, concluiu. Portanto você ai que esta esparramado no sofá tomando sua cervejinha enquanto sua esposa, irmã, filha, amiga, ou avó esta nas tarefas, encontre um tempo e paciência, por que elas tem até de mais, e transmita o mínimo de seu apreço. Uma flor, mesmo que seja virtual, será certamente bem recebido e acredito que nunca faltará tua “cerva” na sua geladeira. “Doni Cia”
Para uma grande mulher
mar 7th, 2010 by admin
Mal olhado e feitiçaria
mar 6th, 2010 by admin
Entrevistado:
Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos: RedeTV
Nicolas Winton
mar 5th, 2010 by admin
Grande relato de um herói com atitudes de um
anjo. Protegeu as crianças vitimas da guerra.
O final é surpreendente. Vale a pena divulgar
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Colaboração:Cila Casati
Peça para um homem descrever um mulherão.
Ele imediatamente vai falar no tamanho dos
seios, na medida da cintura, no volume dos lábios,
nas pernas, e cor dos olhos…
Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,
1.80m, siliconada e com um lindo sorriso.
Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:
Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu,
Letícia Spiller, Lumas e Brunas.
Agora, pergunte para uma mulher o que ela considera
um mulherão você vai descobrir que tem uma em cada esquina…
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir ao trabalho
e mais dois para voltar e,
quando chega em casa, encontra um tanque lotado de roupa
e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir
matrícula na escola e
aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco
para buscar uma pensão abaixo do salário mínimo.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários
de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias
sacolas depois de ter
pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia,
que faz dietas, que malha, que usa
salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma,
mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola,
leva os filhos na natação,
busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama, conta histórias,
dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme
enquanto ele não chega.
É quem,
de manhã bem cedo, já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,
é quem faz serviços voluntários,
é quem colhe uva, é quem opera pacientes é quem lava a roupa para fora,
é quem bota a mesa, cozinha
o feijão e, à tarde, trabalha atrás de balcão.
Mulherão é quem cria os filhos sozinha, é quem dá expediente
de 8 horas e enfrenta
menopausa, TPM e menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,
fecha a cortina
para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia
e os cinzeiros vazios.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está,
o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.
Lumas, Brunas, Carlas, Luanas e Sheilas: mulheres nota
10 no quesito linda de morrer,
mas mulherão mesmo é quem mata um leão por dia!
Passe a todas suas amigas que você considera um mulherão…
E aos amigos pra que fique claro o quanto é importante que seja
dado o devido valor as suas mães, esposas, irmãs, namoradas, amigas, filhas…
Recebido de: Rosely Pedro
Reflexão sobre a vida!
fev 28th, 2009 by luzespirita
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As 5 lições
abr 12th, 2009 by luzespirita
Primeira:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
“Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito.
Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado!
Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”
Terceira:
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- “Quanto custa um Sundae?” -ele perguntou.
- “50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- “Bem, quanto custa o sorvete simples?” -perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência…
- “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: – “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas… – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
“Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
Quinta:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo… Se é para salvá-la…”
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu… Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- “Eu vou começar a morrer logo?”
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”
Compreensão e atitude
Desconheço o autor
Enviado por: Rosely Pedro
Mãe nota 1.000
ago 29th, 2009 by admin
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Video recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues
Esquizofrenia
set 7th, 2009 by admin
Qual a atitude da família nos casos de esquizofrenia, distúrbios ou transtornos
mentais ?
Programa Transição
Convidado: João Lourenço.
Direitos autorais: RedeTV
Divaldo responde
set 27th, 2009 by admin
Com:Divaldo Franco é exibido pela Tv Mundo Maior.
Direitos: www.tvmundomaior.com.br
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NUNCA DEVEMOS JULGAR ALGUEM ANTES DE SABER O SEU VERDADEIRO POTENCIAL PROFISSIONAL E ESPIRITUAL. JULGAMENTOS PRECIPITADOS É UM PERIGO.
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A necessidade da existência da família espiritual – 27/09/2009
out 1st, 2009 by admin
Programa Transição, transmitido pela Rede TV, 27 de set, 2009. Tema: A necessidade da existência da família espiritual. Convidado: Prof. Wladimyr Sanchez.
Direitos: RedeTV
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O Crescimento do Espiritismo – 04/10/2009
out 11th, 2009 by admin
Programa Transição, transmitido pela Rede TV, 04 de out, 2009. Tema: O Crescimento do Espiritismo. Convidado: Raul Teixeira.
Direitos: RedeTV
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Médicos ingleses não salvam suicida
out 12th, 2009 by admin
Kerrie Wooltorton tinha 26 anos e uma depressão grave. Morava sozinha em um flat na cidade de Norwich, na Inglaterra. Tentou se matar nove vezes em menos de um ano. Era salva no hospital, depois de uma diálise para retirar toxinas do seu corpo. Na décima tentativa, tomou um álcool que evita o congelamento de parabrisas dos carros, como revelou o inquérito policial esta semana. Escreveu uma carta para os médicos dizendo que não queria ser salva por eles e que “estava 100% consciente das consequências do seu ato”. Seu pedido foi respeitado. Os médicos consideraram que salvá-la poderia ser uma violação do seu desejo.
A carta escrita por Kerrie tem valor legal na Inglaterra e respalda a decisão dos médicos. Ela escreveu um documento chamado lá de “living will” em que os pacientes deixam instruções para os médicos quando não são capazes de decidir ou opinar nos rumos de seus tratamentos. É um documento muito usado por pacientes terminais que não querem ser ressuscitados.
Kerrie morreu em2007, mas sua morte ainda gera polêmica. Entidades inglesas que se opõem à eutanásia se manifestaram contra a decisão dos médicos ingleses. Afirmam que Kerrie não tinha saúde mental para decidir sobre o fim de sua vida. O psiquiatra que acompanhou Kerrie nos últimos meses disse ao Daily Mail que ela tinha total noção do que estava fazendo.
Você acha que as pessoas podem optar pelo fim de suas vidas?
por: Maria Laura Neves
Médiuns: O que a ciência tem a dizer sobre a mediunidade?
nov 1st, 2009 by admin
Médiuns: O que a ciência tem a dizer sobre a mediunidade?
Os cientistas acreditam que o cérebro explica a mediunidade, mas não sabem dizer como.
De repente, coisas estranhas ocorrem. A pessoa vê vultos inexplicáveis, ouve vozes de gente que não aparece ou faz previsões que, de tão acertadas, não parecem ser apenas coincidência.
Depois dos momentos de susto, chega a hora de deixar de negar o fenômeno e tentar conviver com ele.
Os brasileiros que acreditam ter dons mediúnicos geralmente procuram centros espíritas – há 14 mil deles no país – e acabam conhecendo gente com histórias parecidas. “Mas, quando a mediunidade é exuberante, você não pode evitá-la” , diz Marta Antunes, diretora da Federação Espírita Brasileira.
As imagens de espíritos ou a inspiração para escrever uma carta costumam aparecer do nada, como um déjà vu, na hora em que a pessoa menos espera. É como dizia o médium Chico Xavier: “O telefone toca sempre de lá para cá”.
Na tentativa de ligar daqui para lá, muitas religiões do planeta criam rituais e provocam um momento de êxtase: o transe. Para os médiuns, o transe é o ponto alto de sua habilidade, quando conseguem incorporar um espírito.
Já para os psiquiatras, é um estado alterado de consciência, assim como a hipnose, que se atinge após um longo processo de concentração. Rituais com danças frenéticas, mantras, estímulos luminosos, jejum prolongado e até plantas alucinógenas fariam o participante sair de si.
Uma boa forma de desvendar a mediunidade é entender como rituais levam ao transe e como o transe resulta nos relatos de contato com os espíritos. Por isso, os cientistas tentam estudar o que acontece no cérebro durante esse momento único.
A busca tem duas frentes. Numa delas há espíritas que tentam explicar e comprovar cientificamente a mediunidade. É o caso do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da USP e membro da Associação Médico-Espírita de São Paulo.
Segundo ele, a glândula pineal é a responsável pela interatividade com o mundo dos espíritos. Do tamanho de uma ervilha, a pineal fica no centro do cérebro e produz a melatonina, hormônio que regula o sono. “É um órgão sensorial capaz de converter ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos”, diz. Oliveira acredita que as pessoas que dizem sofrer possessões têm na pineal uma quantidade maior de cristais de apatita, um mineral parecido com o esmalte dentário. Quanto mais cristais, maior seria a sensibilidade espiritual.
Na outra frente estão neuropsicólogos que usam exames de ressonância magnética e tomografias para tentar entender que mecanismos o cérebro aciona durante os rituais religiosos.
O neurocientista Mario Beauregard, da Universidade de Montreal, no Canadá, estudou o cérebro de 15 freiras carmelitas enquanto elas rezavam. Achou uma dezena de pontos ativados, especialmente nas áreas relacionadas à emoção, orientação corporal e consciência de si próprio.
Já o radiologista Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, mapeou a ativação cerebral de monges budistas. Analisando tomografias dos religiosos durante a meditação, Newberg notou que a área relacionada à orientação corporal é quase toda desativada, o que pode justificar a sensação relatada de desligamento do corpo.
Ele também estudou freiras franciscanas durante longas preces. Descobriu que o fluxo sanguíneo do lóbulo parietal esquerdo, parte responsável pela orientação, caía bruscamente. Para Newberg, as irmãs franciscanas experimentavam a sensação de união com Deus porque o cérebro delas deixava de fazer a separação do próprio corpo com o mundo.
Mas nenhuma das duas frentes de pesquisa tem explicações definitivas para os efeitos do transe. Por isso, as origens fisiológicas da mediunidade seguem sendo um mistério. “A grande pergunta é: há uma base única para todos os transes? O que a neuropsicologia tem indicado é que não”, afirma Paulo Dalgalarrondo.
Matéria publicada na Revista Superinteressante, 05/2008.
Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes
nov 1st, 2009 by admin
Hoje de manhã mais precisamente às 11h00min horas assistindo o Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes fiquei impressionado com tamanho investimento de bilhões de euros utilizados neste circuito. O que quero dizer realmente neste tópico é que aproximadamente 1.500 Km esta a Índia ao qual existem milhares de analfabetos ou cidadãos que mal aprenderão a escrever o próprio nome , país cheio de problemas sociais, onde a fome e saúde beira ao caos total em algumas regiões, pobreza rural, corrupção, etc. Muitas perguntas surgem: O porquê de uns com fartura e outros destinados ao fracasso. Esses príncipes das arábias não poderiam ajudar com um mínimo de suas riquezas para esta ajuda humanitária ? Surgem sempre perguntas sem respostas. Vivemos um momento de transição em que talvez não sejam encontradas as soluções ideais para este problema e para outros, igualmente cruciais, mas temos de lutar com de modo para encontrar as melhores soluções possíveis. Somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Voltaremos a reencarnar quantas vezes forem necessárias seja por expiação ou missão.
Sabemos do alto investimento pelos países desenvolvidos para fomentar as guerras, mas esses governantes dão as costas para erradicar a pobreza humana. Como acertar a balança da desigualdade ? De que forma diminuir a violência nas mais diversas nuanças ? Quando ocorrerá um Ministério da Fraternidade para conquista da paz ?
Estamos sempre igual à mariposa, rodamos em volta dos velhos e eternos problemas sem solução pela ganância, vaidade e orgulho dos nossos governantes. A população faminta na Somália é dispersa a tiros na rua. Na Indonésia quase 100 milhões são de extrema pobreza.
Isso sem contar o que ocorre no Paquistão, Gana, Bangladesh, Mianmar. Há fome pelo planeta todo.
Que mundo deixaremos para aqueles que irão reencarnar ?
Portanto, na bandeirada final desta corrida a melhor direção é lembrar-se das mensagens do Cristo e torcer que os futuros políticos e governantes possam incluir em suas agendas de trabalho a palavra “fraternidade”.
“Donicia”
Finados – Dia da melancia
nov 2nd, 2009 by admin
Hoje, dia de finados, meu falecido pai, dizia “dia da melancia”. E não é que ele tinha razão. Quando morávamos em um sitio, um dia antes desta data, ele colhia as melancias e as colocava na carroça para serem vendidas próximo ao cemitério de minha cidade. Era bem vindo o dinheiro que entrava para sustento da família. Mas, pelo lado espiritual será que nos lembramos de nossos entes queridos que partiram somente nesta data ou nas nossas orações no dia a dia lembramos ? É comum, neste dia, a intensa visitação aos túmulos, podendo-se observar cenas interessantes. Alguns passam o dia, para lhes fazer companhia, como se eles estivessem ai, uns levam comidas e bebidas, para que se alimentem, como se o espírito disso necessitasse. Outros gastam verdadeiras fortunas em flores raras e ornamentações vistosas. Lavam o tumulo ,decoram, enceram, como se fosse à moradia eterna. Nossos mortos não estão mortos, nem dormem. As vibrações que eles sentem neste dia acredito que riem do que fazemos. Muitos ficam 364 dias sem lembrar em suas orações (se orar…) e de repente lá estão chorando, demonstrando todo afeto como se o “falecido” estivesse olhando a postura amorosa no local. Para os nossos entes que partiram para o mundo espiritual, a melhor conduta é a lembrança das suas virtudes, dos seus atos bons, dos momentos de alegria juntos vividos. A prece é o melhor remédio. Isso sim eles gostam. São dos nossos sentimentos que comungamos nossos pensamentos de dor. Não precisamos de dinheiro para atrair os laços fluídicos, e nem a necessidade de estar ao lado do tumulo. Eles não estão lá, já foram conduzidos e orientados do outro lado que vivem. A vida não termina no tumulo e nem inicia no berço. Abraços e uma melancia com esse calor é ideal.
A lição da borboleta
nov 4th, 2009 by admin
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo
Um homem sentou e observou por várias horas
A borboleta se esforçava para fazer com que o seu corpo passasse através daquele pequeno buraco
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais
Então o homem decidiu ajudar a borboleta
Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo
A borboleta então saiu facilmente
Mas o seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas
O homem continuou a observar a borboleta
Ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o tempo de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar
O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar
Eu pedi força…
E Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte
Eu pedi sabedoria…
E Deus deu-me problemas para resolver
Eu pedi prosperidade…
E Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar
Eu pedi coragem…
E Deus deu-me obstáculos para superar
Eu pedi amor…
E Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar
Eu pedi favores…
E Deus deu-me oportunidades
Eu não recebi nada do que pedi…
Mas eu recebi tudo de que precisava!!!
Recebido de: Edileni Pinelli Beraldo
A arte de confiar
nov 7th, 2009 by admin
As pessoas vivem de uma maneira que não gostam e fazem o que não querem para chegar a um lugar que não faz sentido para elas.
Mude a sua vida quando ela não estiver do jeito que você quer. Viver angustiado é uma escolha que você pode deixar de fazer.
Quando acontece uma crise, as pessoas ficam se perguntando quando ela passará, na esperança de que a situação volte a ficar como era antes dela surgir.
Contudo, as coisas nunca voltam ao que eram antes de uma crise, pois esta cria uma nova realidade, e cada um de nós tem de evoluir para atuar nessa nova condição.
Quando as soluções parecerem impossíveis, olhe para o céu e lembre que Deus cuida de você, pense nas pessoas com quem você pode contar, por mais distantes que elas possam estar, e olhe para dentro de si mesmo.
Substitua sua preocupação por fé,preencha sua sensação de vazio com paz de espírito e transforme seu desespero em esperança.
Quando a alma não é ouvida, você fica doente. A preocupação, a angústia e a depressão acontecem quando você não respeita sua alma.
A pessoa espiritualizada tem sempre a consciência de que realizar sua missão de vida, servir ao próximo e estar em paz consigo mesma são fundamentais para viver.
Quando temos fé, compreendemos que a vitória não vem de ganhar sempre o jogo, mas, sim, da consciência de realizar sua missão de vida.
Texto extraído do livro de Roberto Shinyashiki
Francisco e o Lobo
nov 10th, 2009 by admin
Gúbio, uma cidade na Úmbria,
estava tomada de grande medo.
Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz,
o qual não somente devorava os animais como os homens,
de modo que todos do povoado estavam apavorados!
E todos andavam armados quando saíam da cidade,
como se fossem para um combate.
Por isso,cercaram a cidade com altas muralhas
e reforçaram as portas.
Certa vez, quando Francisco chegou naquela cidade,
estranhou muito o medo do povo.
Percebeu que a culpa não podia ser unicamente
do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa
que era tão destrutiva
Como parecia ser a causa do lobo.
Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar.
Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado,
mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e como dizia às pessoas,
na força da “Cruz”.
O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco,
raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo!
Mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco
e ouviu como este se dirigia a ele como a um “ irmão”, cessou de correr
e ficou muito surpreendido.
As boas vibrações de Francisco de Assis
anularam a vilolência que havia no “irmãozinho”
lobo.
De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade.
Francisco então falou para o lobo: “Irmãozinho Lobo”,
quero somente conversar com você,
“meu irmão” …
E caso você esteja me entendendo,
levante, por favor, a sua patinha para mim!
O “irmãozinho lobo”, então, perante
“tão forte vibração de amor e carinho”,
perdeu toda a sua maldade.
Levantou confiante, a pata da frente,
e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco..
Então, Francisco disse-lhe amorosamente:
Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas
desta cidade, pois de agora em diante
você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais
matar nem agredir ninguém, para sobreviver…”
Querido “irmãozinho lobo”,vou fazer um trato com você!
De hoje em diante, vou cuidar de você
meu irmão!Você vai morar em minha casa,
vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar
e seremos sempre amigos!
Com a promessa de nunca mais lesar nem homem
nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade.
Também o povo da cidade abandonou sua raiva e
começou a chamar o lobo de “irmão”.
Prometeram dar-lhe cada dia o alimento necessário.
Finalmente, o “irmão lobo” morreu de velhice,
pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar.
Ainda hoje se mostra em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados
com grande carinho e respeito durante séculos.
Amigo , a história do Lobo de Gúbio, chama-nos, sem dúvida, à reflexão.
Quantas vezes deparamo-nos com “irmãozinhos” um tanto agressivos, nervosos, impacientes, chegando mesmo a nos agredir com palavras ásperas, levando-nos à decepções e amarguras… Quantas vezes!
Se pararmos para pensar e refletir, talvez cheguemos a triste conclusão, de que esteja ocorrendo com eles,
o mesmo acontecido com o lobo de Gúbio…
Ele, o lobo, acuado, com fome, sem receber compreensão e carinho, respondia também da mesma forma,
com medo ódio e agressividade.
Quando encontrou-se frente a frente com o Amor e a Paz, defendidas por Jesus em Seu Evangelho,e personificada, vivida e exemplificada por Francisco de Assis,
o lobo não teve outra reação senão a de recuar em suas agressões e respondeu também com carinho e compreensão, passando de inimigo à companheiro e amigo de todos.
Assim acontece em nossas vidas!
Se oferecermos aos nossos semelhantes azedume,
palavras de pessimismo, rancor, ódio e intolerância,
receberemos indubitávelmente, na mesma dose,
tudo aquilo que semearmos …
Pois como dizia São Francisco, “é dando que recebemos…”
Recebido de: Alfred Trautmanis
Se amar fosse fácil…
nov 12th, 2009 by admin
se amar fosse fácil…
não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
se amar fosse fácil…
não haveria tanta fome
nem tantas guerras
nem gente sem sobrenome.
se amar fosse fácil…
não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém
nem haveria orfanatos
porque as famílias serenas adotariam mais filhos
não haveria esposas mal amadas
se amar fosse fácil…
e nunca ninguém negaria o que jurou num altar
nem haveria divórcio e nem desquite, jamais…
se amar fosse fácil…
não haveria assaltantes
e as mulheres gestantes não tirariam seu feto
nem haveria assassinos…
mas o amor é um sentimento que depende
de um “eu quero”
seguido de um “eu espero” …
Mas a vontade é rebelde,
o homem, um egoísta que maximiza seu “eu”
por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava
quando nos mandou amar.
e, quando morreu amando
deu a suprema lição…
Não se ama por ser fácil,
ama-se porque é preciso!
Recebido de: Aline Pagliuco
Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita.
O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo a banca de jornal.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu o jornal que foi atirado em sua direção.
O amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós somos nossos “próprios donos”.
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
“Os tristes acham que o vento geme.
Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta”.
O mundo é Como um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida faz toda a diferença!
Recebido de: Ivani Bagarollo Riedo
Toque de elegancia
nov 14th, 2009 by admin
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez , por isso, esteja cada vez mais rara e fora de moda: é a elegância do comportamento… … É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples “obrigado” diante de uma gentileza… …
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma, nem fotógrafos por perto… … É uma elegância desobrigada ……
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam , n as pessoas que escutam mais do que falam… … E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldad es ampliadas no boca a boca… …
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas ….. . Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros ….. .
É possível detectá-la em pessoas pontuais… … Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte , antes , quem está falando e só depois manda dizer se está ou se não está… …
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais… … É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o quanto você teve que se desdobrar para o fazer ….. .
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. “ É elegante o silêncio, diante de uma rejeição ” …… É elegante não mudar seu estilo , apenas para se adaptar ao outro… …
Sobrenome, jóias e nariz empinado , não substituem a elegância do Gesto… … Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante ….. .
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.… .. … a brir a porta para alguém…é muito elegante…… … dar o lugar para alguém se sentar…é muito elegante.… ..
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem imenso para a alma.… . … o ferecer ajuda… é muito elegante.… .. … o lhar nos olhos, ao conversar, é essencialmente elegante… …
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas , tentar imitá-la , é improdutivo… … A saída é desenvolver , em si mesmo , a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigos”….. não tem que ter estas coisas… …
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la… … Educação enferruja por falta de uso … . E … , um detalhe: não é frescura.
Autor desconhecido
As coisas nem sempre são o que parecem
nov 15th, 2009 by admin
Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa.
À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu: “As coisas nem sempre são o que parecem”.
Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso.
Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: “como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou”; o Anjo mais jovem o acusava. “A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse”.
“As coisas nem sempre são o que parecem,” respondeu o anjo mais velho. “Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.”
“Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem.”
Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que seja quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…
Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente…
Algumas pessoas se convertem em amigos e permanecem por algum tempo…
deixando lindas marcas em nossos corações…
e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!
O ontem é história.
O amanhã um mistério.
O hoje é uma dádiva.
E é por isto que se chama Presente!
Acredito que esta vida é especial…viva e saboreie cada momento… Isto não faz parte da apresentação de um show!
Recebido de: Elizabeth F. Rodrigues
O Rei e a frase
nov 15th, 2009 by admin
Conta a velha lenda que um rei muito poderoso
ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto
ele, quase perdeu tudo.
Foram anos de batalhas onde muitos soldados
perderam a vida, e muito ouro foi consumido.
A guerra só acabou com a morte do rei inimigo,
mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu
o peso da miséria na sua própria vida.
Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos
e a conquista de outros lugares.
Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza
e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores
e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos…
…e que desse força para que ele superasse a falta
de recursos, os problemas e dificuldades, e quando
na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das
dificuldades do povo que ele comandava.
Essa frase vencedora, daria honras e
glórias ao seu criador e seria escrita na
bandeira daquele reino, e seria inserida no
brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias.
Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou
perto de um casebre na estrada e um
dos seus soldados bateu palmas.
Um senhor bem sorridente o atendeu e
logo trouxe água para o rei em uma caneca
simples mas muito limpa, o que impressionou
o rei, que também ficou impressionado com a
pureza e o frescor da água.
Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no
casebre e se surpreendeu com a paz do
ambiente, com a limpeza e as pequenas flores
em cada canto daquele cômodo humilde.
O rei então perguntou ao camponês como ele
conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de
tudo e vivendo em tamanha simplicidade.
O camponês contou que no passado tivera
bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande
freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas
perdeu tudo com o ataque de um rei muito
poderoso naquela região e ele teve que
mendigar pelas ruas para comer .
Andou muito, conheceu muitas vidas e
muitas realidades, até encontrar esse lugar
que hoje ele chama de “pedacinho do céu”,
e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele
mandou gravar a frase da sua vida…
…para que ele se lembrasse sempre, na alegria
ou na tristeza, na saúde ou na doença, na
pobreza ou na riqueza que ele podia superar
tudo, desde que se lembrasse dessa verdade
escrita na tabuleta.
Lá estava a frase que o rei tanto buscava,
lá estava escrito em apenas uma linha toda
a filosofia que seus sábios não souberam
explicar, lá estava escrito:
“Tudo passa!”
E agora eu te ofereço essa tabuleta,
leve-a com você por onde for, na certeza
de que esse momento que você vive,
seja ele de muita alegria ou de dor..
…vai passar e você deverá seguir em frente, sem olhar para trás, rumo a felicidade, na conquista
do seu “pedacinho de céu”, porque tudo
passa, mas você é eterno.
Recebido de: Rosely Pedro
Amigos pra sempre
nov 15th, 2009 by admin
Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai.. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos.
Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles…
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa…
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
MAS… os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
Recebido de: Vanderlei – Depto. Juridico
vanderlei@covolan.com.br
O meu objetivo é…
nov 15th, 2009 by admin
Aqui estão algumas dicas que podem lhe trazer uma bela vida!
Caminhe uns 10/30 minutos todos os dias e, enquanto estiver caminhando, sorria.
Sente-se em silêncio por, pelo menos, 10 minutos a cada dia.
Quando você acordar de manhã complete a seguinte afirmação,
“O meu objetivo hoje é …….. “
Viva com os 3 E… Energia, Entusiasmo, Empatia,
e os 3 F… Fé, Família, Friends/Amigos.
Gaste mais tempo com pessoas que tem mais de 70 anos e menos de seis.
Sonhe mais enquanto está acordado.
Tente fazer, pelo menos, três pessoas rirem a cada dia.
Perceba que a vida é uma escola e que você está aqui para aprender, passar por todos os testes. Problemas são apenas parte do currículo, aparecem e desaparecem como aulas de álgebra, mas as lições que você aprende irão durar uma vida inteira.
Sorria e ria mais.Isso irá manter distantes os vampiros de energia.
A vida não é justa mas, mesmo assim, é boa.
A vida é muito curta para se perder tempo odiando alguem.
Não se leve tão a sério. Nenhuma outra pessoa faz isso.
Você não tem que vencer todas as discussões. Aceite as divergências.
Reconcilie-se com seu passado, assim você não confundirá seu presente.
Não compare sua vida com a de outros.
Você não tem ideia acerca de como são suas jornadas.
Acenda as velas, use os bonitos lençóis.Não os guarde para uma ocasião especial.Hoje é um dia especial.
Ninguém é responsável por sua felicidade, exceto você.
Perdoe a todos por tudo.
O que as outras pessoas pensam de você,não é da sua conta.
O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
Por mais que uma situação seja boa ou ruim, ela vai mudar.
Seu trabalho não vai cuidar de você quando estiver doente. Seus amigos vão estar em contato.
Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonita ou alegre.
O melhor ainda está por vir.
Não importa como você se sente, levante-se, vista-se e se mostre.
Faça a coisa certa!
Ligue para sua família com frequência.
Todas as noites, antes de ir para cama, complete as seguintes afirmações:
“Eu sou agradecido por…”
“Hoje eu realizei…”
Lembre-se de que você é muito abençoado para se estressar.
Aproveite o passeio. Lembre-se de que isso não é Disney World e você, certamente, não quer uma passagem rápida.
Aproveite ao máximo e desfrute do percurso.
Recebido de: Elizabeth Flausino Rodrigues
A última pedra
nov 20th, 2009 by admin
“GOSTO DE UMA MÚSICA QUE FRANCK SINATRA COSTUMAVA CANTAR, MY WAY. O CURIOSO É QUE SÓ FUI PRESTAR ATENÇÃO NA LETRA DESSA CANÇÃO QUANDO ESCREVIA ESTE TEXTO. ELA DIZ MAIS OU MENOS ASSIM: ‘SE EU ACERTEI OU SE ERREI, FIZ ISSO DA MINHA MANEIRA”.
(Livro Tudo ou Nada, página 141)
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.
É impossível acertar sempre.
Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando.
A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz com que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece de presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou porque eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou a praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
- Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.
Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!
De: Roberto Shinyashiki
Recebido de: Alfred Trautmanis
Já estamos no clima de Natal
nov 22nd, 2009 by admin
Amigos, estamos na reta final de novembro e, o clima de Natal já vemos nas ruas, no comércio, nas pessoas. Mas o que é festa, fraternidade, reunião de amigos, parentes, para uns torna-se uma data triste por não ter amigos, companhia e entram em depressão. Outros fazem aniversário próximo da data natalina e nem são lembrados. Repetem-se as mesmas tendências e comportamentos na virada do ano. Para alguns é um dia normal como qualquer outro, tem suas obrigações trabalhistas, enviam e-mails para os amigos, abrem o Orkut para bisbilhotar seus amigos, enviam recados, lêem os jornais locais para ver as matérias políticas, de cinema, policial, social, horóscopo e outros. Às vezes, a nossa cabeça fica tão embaralhada quanto à do menino Jesus da história. O grande aniversariante é ele e como festejar ? Necessitamos observar que Jesus veio trazer para nós a possibilidade de vivermos com harmonia, paz e sem conflitos e especialmente nesta data devemos repensar, analisar nossos comportamentos, atos e ações. Fazer um balanço do que fizemos de errado e certo em 2009, corrigir nossas falhas, (que é difícil), mas vamos fazer um esforço. Diante de nossos defeitos veja o quanto já caminhamos. Volte no tempo e veja as grandes mudanças que foram feitas de conduzir a vida.
Natal é um momento mágico. Não pela ceia, presentes, troca de presentes de amigo secreto, brindar, cantar, mas pelo que sentimos.
Natal é um exercício diário de acolher, amparar, compreender, perdoar, amar, como Jesus faz diariamente conosco.
Natal é agradecer o ar que respiramos, não vemos, mas está ai.
Natal é a luz do sol que queima nossa pele mas não enxergamos.
Natal é a rotação da Terra em um sincronismo de um relógio suíço.
Natal é a chuva que refresca nosso ambiente.
Natal é dia de reencontro daqueles indivíduos que a tempo não víamos.
Natal é não se importar com as diferenças sociais, religiosas, culturais: somos todos filhos de um mesmo Deus.
Natal é a auto-analise em nossos atos e relacionamentos.
Natal é uma simples palavra de: olá, oi, tudo bem ? Não é preciso quantidade e sim qualidade
Natal é preciso saber ouvir o que as pessoas têm a dizer mesmo que seja criticas.
Natal é o papai Noel que esta dentro de cada um de nós, sempre alegre nos momentos tristes.
Natal é a renovação de nossa fé. Acreditar. Ser perseverante que tudo mudará.
Um bom Natal a todos e que Deus e Jesus possam iluminar e abençoar a todos nós
Esta é a verdadeira lição que Ele nos deixou
“Doni e Rose”
Morrer é preciso
nov 26th, 2009 by admin
Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto, pós-graduado em marketing, dizia mais ou menos o seguinte:
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas a ausência de vida e isso é um erro existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia
a morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio
a morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo a fronteira entre o passado e o futuro se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo. mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência.
Respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior e qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc. mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o “egoísmo” é o “egocentrismo”, para que nasça o ser que você tanto deseja ser pense nisso e morra.
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda o valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis
F e r n a n d o P e s s o a
Recebido de: Aline Pagliuco
Anjo da guarda
nov 28th, 2009 by admin
Programa Transição – Entrevistado: do Divaldo P. Franco-Tema: Anjo da Guarda.
Direitos autorais: RedeTV
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Amor incondicional
dez 6th, 2009 by admin
As vezes nos queixamos por coisas tão bobas e insignificantes, e se a gente esquece de agradecer tudo o que DEUS nos deu…um corpo sadio, saúde perfeita, filhos perfeitos e maravilhosos, um marido excepcional.
Esta mulher ela pode até ter deficiência, mas ela tem alegria de viver, tem garra e ânimo…coisa que as vezes bor bobagem a gente se irrita e esquece de muitas coisas boas. É…como diz o ditado, que amor de mãe é incondicional e eu acredito muito nisso e que se agente colocar o ingrediente mais importante em tudo…..que é o amor…tudo se torna doce e suave !!!
Precisamos agradecer muito mais do que pedir !!!!!
O amor é maior que qualquer problema, cor ou tamanho…
Recebido de: Lourdes Gimenez
Direitos autorais das imagens: ritemail.blogspot.com.
Controle do computador pelo pensamento?
dez 9th, 2009 by admin
Cientistas da empresa Intel em Pittsburgh, Estados Unidos dizem que há grandes possibilidades por volta dos anos 2020 de navegar na internet, fazer uma ligação telefônica, trocarem o canal da sua TV, tudo pela força do teu pensamento. Como ? As chances serão muitas instalando um chip dentro no cérebro para aqueles que querem ter mordomia de acessar toda essa rede. Atualmente estão trabalhando para decodificar as atividades do cérebro humano. Deixando um pouco a noticia de lado, atualmente, não precisamos implantar chips para perceber as variadas e diversas ondas ou fluidos que emitimos e recebemos. Já percebemos que se emitimos uma forma de pensamento negativa direcionada a outra pessoa toda carga voltará para nós mesmos. Se emitimos bons fluidos, ira depender também do estado moral do receptor, ou seja, não adiantará nada se do outro lado o a pessoa esta irada, revoltada, criticando a todos e inclusive ela com total fase de negativismo. É como se o fio estaria cortado e não sabemos onde consertá-lo. O bom pensamento inicia no cérebro, vai até o coração, volta para o cérebro e aparece em forma de sentimento. Por isso nosso mestre Jesus disse que o nosso tesouro está onde está nosso coração. Vejamos um exemplo pratico aqui nesse portal, sempre estamos recebendo boas mensagens e de alguma forma esta confortando alguém que esteja sofrendo, precisando de um apoio ou de preces. Jesus definiu claramente as qualidades da prece.
…“Não orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. “…
Aí está um campo imenso para o estudo e observação, mas do qual não podemos perceber ainda senão o conjunto; o estudo dos detalhes será a conseqüência de um conhecimento mais completo das leis que regem a ação dos fluidos uns sobre os outros. Uma ótima quinta a todos com bons pensamentos.
A oração que causou controvérsia
dez 12th, 2009 by admin
Oração de abertura no senado de Kansas.
Talvez queiras ler esta oração que foi feita em Kansas na sessão de inauguração da ‘Kansas House of Representatives.’
Quando solicitaram ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:
“Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direção.
Sabemos que a tua Palavra disse: ‘Maldição àqueles que chamam “bem” ao que está “mal“, e é exatamente o que temos feito.
Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.
Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.
Temos recompensado a preguiça e chamámo-la de “Ajuda Social”.
Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha”.
Temos abatido os nossos condenados e chamámo-lo de “justiça”.
Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamámo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.
Temos abusado do poder e temos chamado a isso: “Política”.
Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado “ter ambição”.
Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado “liberdade de expressão”.
Temos ridicularizado os valores establecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de “obsoleto e passado”.
Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifíca-nos e livra-nos dos nossos pecados.
Amém.
……………………A reação foi imediata.
Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Padre classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.
.
Durante as seis semanas seguintes, a Igreja ~‘ onde trabalha o sacerdote Wright recebeu mais de 5.000 chamadas telefónicas, das quais só 47 foram desfavoráveis.
Esta Igreja recebe agora petições do mundo inteiro, da Índia, África, Ásia, para que o pároco Wright ore por eles.
O comentarista Paul Harvey difundiu esta oração na sua emissão de rádio ‘ The Rest of the Story ‘, (O Resto da História), e recebeu um acolhimento muito mais favorável por esta emissão, que por qualquer outra.
Com a ajuda de Deus, gostaríamos que esta oração se derramasse sobre a nossa nação, e que nasça em nossos corações o desejo de chegar a ser uma ”Nação debaixo do olhar de Deus”.
Curas espirituais
dez 15th, 2009 by admin
Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevista com: João Berdel
Auto obsessão
dez 15th, 2009 by admin
Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevistado: Mario Mas
O fenômeno da morte
dez 15th, 2009 by admin
Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevistado: Divaldo P.Franco
Divaldo P.Franco respondendo perguntas
dez 16th, 2009 by admin
Programa Transição – Direitos autorais REDETV – Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Quem tem medo da morte?
dez 18th, 2009 by admin
Qian HongYan – Menina perseverante !!!
dez 19th, 2009 by admin
Você poderá estar se perguntando: Porque a menina chinesa Qian HongYan esta passando por esta dificuldade? No senso comum, chamamos a isso sofrimento ou dor? Do ponto de vista espiritual, ela esta sem esperança? Para uns decorrem a revolta ou a procura de um culpado. Muitos compreendem que as forças que governam nossa vida não são cegas, fenômenos que chamamos de “ação e reação”. Geralmente é nesse momento que Deus entra na história dessas pessoas, em meio a tanto sofrimento. Vemos nas fotos abaixo a perseverança, à vontade, a esperança no caso da menina Qian. Ela perdeu as pernas em um acidente, sua família é pobre e não tinha condições de adquirir próteses para as pernas, assim optaram a usar uma bola de basquete para ajudar nos seus movimentos. Qian usa dois apoios para as mãos, e nunca reclama, mesmo após já ter utilizado umas 06 bolas de basquete… ela vai ás aulas como tantas outras colegas, sai para passear, sorri sempre na frente de uma máquina, sempre alegre, e com a ajuda da solidariedade humana Qian consegue próteses para as pernas. As fotos apresentam uma grande lição para todos nós, portanto vamos combinar que, ao sentir alguma dor, física ou moral, vamos compreendê-la no seu real significado e dimensão de aprendizado para as nossas vidas. Assim, conseguiremos superar sem a distorção do sofrimento ou do sacrifício.






Porque adoecemos?
dez 20th, 2009 by admin
Entrevistado: Orson Peter Carrara
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Significado do Natal
dez 22nd, 2009 by admin
Entrevistado: Raul Teixeira – Programa Transição – Direitos autorais: REDETV
Vença a depressão e o medo
dez 25th, 2009 by admin
Gostamos muito de reparar nas pessoas seus gestos, comportamentos, na roupa que usa. Enxergamos defeitos dos outros com uma precisão incrível, mas não vemos os nossos. Mas notadamente vemos pessoas que se queixam de estarem deprimidas em dias especiais como hoje Natal e festas do final do ano. Vemos pessoas que se sentem frustradas profissionalmente. Vemos pessoas alegres de mais sem beber e outras que bebem e ficam chatas, arrogantes e até violentas. Vemos pessoas reclamando da vida, que é muito estressante. Vemos pessoas que tem pouco dinheiro e são felizes, outras estão bem financeiramente e reclamam por picuinhas.
Li uma vez uma lenda chinesa onde um homem de meia idade tinha duas esposas. Ao visitar a mais jovem ela disse: Eu sou jovem é vós velho, não quero morar convosco. Vá habitar com sua esposa mais velha. O maridão para ficar mais jovem arrancou os cabelos brancos. Quando foi visitar a mais velha esta lhe disse: Eu sou velha e tenho a cabeça branca, arrancai os cabelos pretos que tendes. Daí o homem arrancou os cabelos pretos para ficar com os cabelos brancos. Com o tempo o maridão ficou calvo sem cabelos brancos e pretos e ambas as esposas o abandonaram. Em suma. Estamos sempre reclamando, exigindo, modificando os nossos gestos, comportamentos.
Nosso planeta turbulento e imediatista dos dias atuais em que a buscamos pelos bens materiais prevalece sobre os valores morais, como a lenda, tentamos agradar uns e outros ao mesmo tempo. Somos galhos fracos emocionalmente, estamos sempre com sensações de insegurança. Muitas vezes vem à tona o medo, a ansiedade, o estress, e com isso aparece à depressão aliada aos problemas financeiros, sociais, profissionais e familiares. E esse mal não escolhe se você é branco, amarelo, negro, mulato, católico, espírita, evangélico, crente, ateu, etc. Você lembra-se dos contos de terror quando éramos crianças que, o vampiro só entra em casa se a janela ficar aberta ? Então, a realidade da depressão é mais ou menos este conto. Nossa vida é uma luta de “boxe” diariamente onde precisamos sempre estar com a guarda levantada em defesa para não tomar murros. Se nossos pensamentos forem desequilibrados, de desanimo, estamos convidando a depressão para entrar na nossa casa. Uma vez esta visita dentro de nossa casa como vamos mandá-la embora? Lembrem que o aniversariante de hoje sempre nos advertiu: “Orai e vigiai”.
Em nossa caminhada encontramos numerosos amigos e inimigos de vidas passadas e devemos estar sempre em sintonia e orar é um grande recurso. O importante não é a quantidade de palavras e sim a qualidade da prece. Não sou da área médica, mas o que leio sobre depressão pode-se desenvolver ansiedade, crises de choro, desinteresse sexual, vontade de sumir, isolamento, idéias de suicídio, hipertensão, gastrite, insônia e tantos outros sintomas prejudiciais. Portanto nestas datas comemorativas freie a sua ansiedade, faça uma caminhada, envie e-mails para seus amigos, leia um livro, ou melhor, você já pensou no seu potencial de escrever um livro? Tudo tem um inicio não é? Lembre-se que muitas das grandes empresas nasceram de uma garagem e hoje são potenciais que faturam bilhões de dólares. Escreva um pouco por dia, invente uma estória maluca, ou a vida de sua família, de uma pessoa, do seu patrão, etc. Nada de afirmar que seu dia começou mal, ou levantou com o pé esquerdo. Todo problema tem solução. Não deixe sua mente vazia. Lembre-se do dito popular: quanto mais vazia a carroça mais barulho faz.
Então …beleza….comece a pensar no assunto e xô depressão.
A transição do planeta
dez 29th, 2009 by admin
Programa Transição – Entrevistado: André Luiz Ruiz -
Direitos autorais: REDETV
Dependência química
dez 31st, 2009 by admin
Entrevistado: João Lourenço
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Ciência e espiritualidade
jan 3rd, 2010 by admin
Entrevistado: Dr Sérgio Felipe de Oliveira
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Quem são os verdadeiros espíritas?
jan 9th, 2010 by admin
*Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos
esforços que faz para domar suas más inclinações. *
(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)
Ponderando com Allan Kardec, torna-se simples definir quem é verdadeiro
Espírita, afinal podemos reconhecer pelos esforços que fazem em
transformar-se em pessoas moralmente melhores e em domar suas más
inclinações, geradas pelas imperfeições milenares que todos carregamos na
alma imortal.
No entanto, embora o desejássemos, a temática é mais complexa do que podemos
pensar inicialmente. Observando com um pouco de atenção, podemos facilmente
reconhecer muitos “*espíritas*” ainda adormecidos perante suas
responsabilidades, adquiridas através dos esclarecimentos que a Codificação
oferta a 152 anos.
Vemos pessoas que se intitulam “*espíritas*” apenas porque são ávidas
leitoras de Zíbia Gasparetto, apreciam o seriado *“Médium”*, assistiram a
novela *“A Viagem”*, ou acreditam que viveram como Faraós ou Rainhas no
Egito. Aliás, quando se designam de “*espíritas*” pode-se até respirar
feliz, pois há quem se auto-intitule de *kardecista*, como se o
*Espírita*seguisse a pessoa Kardec e não a obra dos Espíritos que ele
codificou.
Há quem se diga “*espírita*” sem jamais ter lido *O Livro dos Espíritos*(LE) e
*O Evangelho Segundo o Espiritismo* (ESE) – a Codificação toda, então, nem
se comenta! -, e sem nunca ter se comprometido com o Evangelho no Lar,
porque “esquece”, “algo dá errado” ou parece que está “falando sozinho”.
Há quem se afirme “*espírita*” mas ainda faz o “sinal da cruz”, diz “amém”
ao final de suas preces, repete orações decoradas, chama Maria de virgem,
bate cartão no cemitério em dia de Finados, batiza seus filhos em outra
religião, por apego ao rito ou medo dele ser considerado “pagão”, e casa-se
na igreja com a justificativa de que Deus está em todo lugar – e Ele está,
mas é ilógico caminhar por duas estradas ao mesmo tempo, especialmente
quando se contradizem no trajeto.
Há quem se diga “*espírita*” porque vai ao Centro Espírita buscar o passe e
a água fluidificada, e de boa vontade, ouve a palestra esclarecedora sobre
valores morais imprescindíveis à transformação íntima. E na saída compra ou
empresta um romance, retornando ao lar certo de que fez tudo o que podia.
Mas continua sendo assistido em vez de servidor.
Há “*espíritas*” que fazem de Bezerra de Menezes um Espírito santo, em vez
de reconhecê-lo um incansável trabalhador do Bem que todos podemos imitar;
que garantem que Chico Xavier foi Kardec; que fazem tietagem a Divaldo
Pereira Franco; que pensam que André Luiz é Espírito superior e não vai mais
encarnar na Terra; que lêem admirados obras de autores que dizem que
Espírito engravida; que se preocupam em saber se seus filhos são índigo ou
cristal; que conseguem justificar sua ânsia por um bom filé mal passado
através de *O Livro dos Espíritos*.
Há alguns pobres “*espíritas*” que se deixam levar pela vaidade, achando que
são privilegiados por serem médiuns ou expositores, dirigentes de trabalhos
ou de Centros Espíritas; que não saem do Centro sem uma psicografia do seu
mentor, que usam o ESE como bíblia, e para o qual a assinatura de nome nobre
em uma obra é garantia de verdade e por isso não precisa ser questionada.
O verdadeiro *Espírita* realmente o é, repetindo ainda uma vez a Kardec,
reconhecido por sua transformação moral e pelos esforços em domar as más
inclinações que ainda carrega. Mas também o é porque estuda a Codificação
inteira e, além dela, busca completar seu conhecimento estudando outras
obras sérias, discutindo, comparando, usando a razão, nada aceitando sem
refletir a respeito.
O verdadeiro *Espírita* não deseja continuar a utilizar os apoios milenares
que hoje chamamos (por sua função) de “muletas”, e que por séculos
sustentaram-nos a fé cega, frágil e inconstante, muitas vezes manifestada
apenas porque foi gerada pelo medo, não pela compreensão da Vida e amor ao
Criador.
O verdadeiro *Espírita* não faz do passe uma necessidade, nem da água
fluidificada uma vitamina diária. Não faz cara de ingênuo enquanto coloca o
mesmo nome nos pedidos de vibrações de vários Centros, pensando que várias
equipes de Espírito irão ajudar, em vez de uma só. E ele não é feito de
açúcar, se está comprometido com o trabalho, não teme a chuva e o frio,
cumprindo sempre com sua parte.
O verdadeiro *Espírita* não julga todas as dores como atestado de
culpabilidade, porque sabe que além de expiações, também vivemos em provas.
E ele sabe que é preciso confiar que não existem acasos, e sempre será o que
deve ser, mas que neste contexto temos que agir com precaução,
responsabilidade, resignação e coragem.
O verdadeiro *Espírita* não diz que não lê Ramatís porque alguém que também
não leu lhe disse que ele é um Espírito pseudo-sábio, mas se concordar com
essa ideia foi porque tirou suas próprias conclusões, da mesma forma que o
faz com outros autores encarnados ou não. E não esquece da objetiva mensagem
de Paulo de Tarso, em I Tessalonicenses 5:21, que diz “*Examinai tudo.
Retende o que é bom*”.
O verdadeiro *Espírita* não se considera dono da verdade, e por isso não
tenta convencer ninguém a lhe aceitar as opiniões (*aliás, não precisam
aceitar as minhas!*), não se melindra porque seus alvitres não são aceitos,
não se exclui de um grupo porque não foi atendido em sugestão que ofertou
para a resolução de um problema ou organização de um evento. Ele trabalha em
grupo, democraticamente, ocioso de fazer o melhor pelo Espiritismo, pelos
Assistidos, pelos Espíritos, pela Causa Social, e não pelo seu Ego.
O verdadeiro *Espírita* não faz de conta que já vive de bônus-hora,
reconhece que permanece encarnado, cumpre com as responsabilidades para com
“César” (coisas do mundo) sem deixar de lado as coisas de Deus
(espirituais). Ele vota, se candidata, contribui financeiramente com o
sustento da Casa a que se vinculou, sem fingir que despesas se pagam com
preces.
O verdadeiro *Espírita* lerá este texto até o final e reconhecerá que
algumas realidades podem ter sido ditas; verificará se lhe servem,
ponderando nos motivos que ainda o prendem a rituais de outras religiões,
satisfação egoística, fanatismo e cegueira. E se admitir que realmente está
se desviando do sentimento original do Espiritismo, ele procurará domar
estas inclinações, estimuladas pelo mundo competitivo em que vivemos, bem
como por falanges de espíritos inferiores que há muito desistiram de nos
afastar da preciosa Doutrina de Luz, e focam atenção em perverter seus
nobres ideais.
Este é o *ESPÍRITA* que fará diferença no mundo *sob este título*. Aqueles
que se dizem “*espíritas*” mas ainda caminham paralelamente ao Espiritismo,
também são excelentes cristãos, pessoas boníssimas, fazem toda a diferença,
mas não são *Espíritas*, são *simpatizantes* da Doutrina dos Espíritos.
Fraternais abraços!
Vania Mugnato de Vasconcelos
http://espiritismosemmelindres.blog.terra.com.br
O ano novo
jan 12th, 2010 by admin
Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
As coisas que aprendi na vida
jan 22nd, 2010 by admin
05 Anos
Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina.
06 Anos
Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite.
08 Anos
Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso.
09 Anos
Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.
11 Anos
Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão.
12 Anos
Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa.
13 Anos
Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo.
14 Anos
Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada.
25 Anos
Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.
29 Anos
Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda.
35 Anos
Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas.
37 Anos
Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus.
40 Anos
Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles.
42 Anos
Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum.
43 Anos
Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada.
44 Anos
Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.
45 Anos
Aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas.
46 Anos
Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor.
47 Anos
Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles.
48 Anos
Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.
49 Anos
Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.
50 Anos
Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas.
51 Anos
Aprendi que crianças e avós são aliados naturais.
52 Anos
Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo.
54 Anos
Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo.
57 Anos
Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.
63 Anos
Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá.
64 Anos
Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupei nunca acontecem.
66 Anos
Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito.
67 Anos
Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.
72 Anos
Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas.
88 Anos
Aprendi que amei menos do que deveria.
90 anos
Aprendi que tenho muito a aprender.
Pense nisso e viva cada minuto como se fosse o último de sua vida …
©Copyright Esse texto chegou a mim por e-mail e desconheço o autor. Se for você, entre em contato comigo, que eu coloco os créditos. Mas, não vale inventar só pra aparecer
Recebido de: Aline Pagliuco
Definição de saudade
jan 23rd, 2010 by admin
De: Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista
Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (…) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional… Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.
Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!
Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção..
— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores… Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Indaguei:
— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei “entupigaitado”, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela.
Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo “meu anjo”, que brilha e resplandece no céu.
Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.
Rogério Brandão
Médico oncologista clinico
RC Recife Boa Vista D4500
Recebido de: Ana Paula Brandão Ferreira
Sindrome do pânico e outras sindromes
jan 24th, 2010 by admin
Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
O que fizeram com o Chico Xavier
jan 27th, 2010 by admin
Consta que no início de abril do ano de 1969, veio ao Brasil um grupo de empresários americanos, de uma mega editora dos Estados Unidos, para ter um encontro com o Chico Xavier, objetivando informá-lo que eles queriam traduzir todos os seus livros para o inglês, além de todos os outros livros espíritas que ele recomendasse, editá-los nos Estados Unidos e lançar as obras no mundo inteiro. Queriam saber se ele concordava com a idéia e se autorizaria.
Ao fazerem a proposta em Uberaba, o Chico emocionou-se tanto e deu mil graças a Deus por aquilo que ele chamou de “uma bênção”.
- “Claro, meus irmãos, que eu concordo! Quanta alegria vocês me trazem, como um verdadeiro presente de aniversário! Isto é uma benção, mas acontece que os direitos das obras foram todos doados à Federação Espírita Brasileira, que certamente autorizará.”
Consta que o velho mineiro ficou tão feliz, os convidou para almoçar, eles ficaram três dias em Uberaba, conheceram os trabalhos e um deles até recebeu uma mensagem psicografada, em inglês, de um parente desencarnado.
De lá os homens partiram para Belo Horizonte e em seguida para Brasília, para um encontro com a diretoria da FEB.
A reunião aconteceu, a proposta foi feita a então diretoria e, pasmem senhoras e senhores, vejam a resposta:
- “Nós não autorizamos. O problema de tradução é muito sério, vocês vão adulterar as obras e o prejuízo para o Espiritismo vai ser muito grande. Lamentamos, mas não autorizamos”.
De fato, não restam dúvidas de que a tradução de obras literárias de um idioma para outro geralmente causa problemas sérios de interpretação de orações, porque os tradutores não podem se limitar apenas a traduzirem as frases como elas aparecem, mesmo com as colocações verbais e gramaticais corretas, porque existe um fator indispensável a considerar que é “como as pessoas do País de origem da língua da obra entendem determinada frase ou determinada colocação”. Este é um problema muito sério e, por incrível que pareça, até mesmo em traduções das obras básicas, do Francês para o Português, existem contradições ao pensamento de Allan Kardec e aos pensamentos dos Espíritos, conforme está no original. As traduções da Bíblia, por exemplo, trazem absurdos terríveis, por causa disto. Mas não é esta a questão que estamos analisando agora.
Concordando com a preocupação da FEB, pertinente com certeza, os editores americanos propuseram o seguinte:
- “Então os senhores indicam uma equipe de tradutores juramentados para acompanharem todo o trabalho de tradução, que nós bancamos todas as despesas e honorários. Só publicaremos cada obra, após o de acordo da FEB, para manter a integridade da mesma”.
Mesmo assim a FEB não autorizou.
Consta que os homens ficaram uma semana em Brasília, voltando lá diversas vezes, solicitando serem atendidos, foram atendidos apenas uma vez, do lado de fora, com todos em pé, e não mais foram recebidos, quando ouviram um funcionário lhes transmitir um recado da diretoria que dizia que o assunto estava encerrado.
Consta que o Chico estava num clima parecido de “lua de mel”, tamanha a sua felicidade, com aquela nova idéia, que só poderia ser trabalho da espiritualidade maior, até que lhe veio a notícia:
A FEB NÃO AUTORIZOU!
Quase o Chico desencarna quando soube daquilo. Custou a acreditar no que estava ouvindo. Tentou falar com alguém da diretoria da FEB, mas consta que não encontrou ninguém que pudesse atendê-lo para falar sobre o assunto.
O notável médium entrou num processo de ira tão grande, chegando a passar mal e até a ser levado a um hospital.
A partir daí decidiu a nunca mais doar os direitos e muito menos autorizar que a FEB publicasse qualquer livro escrito sob a sua psicografia.
Se todos procurarem checar o assunto e observarem a relação de livros psicografados pelo Chico, notará que, de fato, a partir de uma determinada época não consta mais livro nenhum do Chico editado pela FEB.
Existem alguns livros editados, inclusive no ano de 1971, pela FEB, que são, se não me engano, o “Rumo Certo”, que é um livro de mensagens do Emmanuel, e o “Antologia da Espiritualidade”, um livro de poesias de Maria Dolores. Acontece que o Chico havia doado esses direitos antes do acontecido, já que nem sempre os livros eram publicados no ano que o direito foi cedido.
A partir daí, podem observar, os livros começaram a ser editados apenas pelas editoras Clarim, CEC, Edicel, GEEM, FEESP, IDE, LAKE, CEU etc.
No ano de 1992, voltando a São Paulo, já amigo do Teodoro Lausi Sacco, voltei à FEESP para conversar sobre o assunto, indignado ainda com aquilo, e lhe pedi maiores detalhes e informações sobre o acontecido. Ele me disse que pouca gente, do movimento espírita, sabia daquilo e que a lembrança do fato fazia o Chico muito triste.
Tendo que retornar à Belém do Pará, pedi à VARIG que desdobrasse a minha passagem, parando por uns dois dias em Brasília.
Eu já tinha uma certa amizade com o Nestor João Masotti, que hoje é presidente da FEB mas na época (1992) era um dos seus vice-presidentes (a FEB tem mais de um vice-presidente). Ele sempre me tratou muito bem, com muita atenção… aliás, o Nestor sempre trata bem a todo mundo, é um “gentleman”, um espírita do mais alto nível, um homem digno de estar onde está hoje. Não é um espírita de rótulo.
Do aeroporto fui direto à FEB e começamos a conversar a respeito do fato. Eu imaginava que o Nestor soubesse daquilo, por ser um espírita muito influente no País e até no exterior, inclusive ex-presidente da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo). Hoje ele é presidente do Conselho Espírita Internacional. Cheguei até a perguntar a mim mesmo: “Puxa vida, como é que pode, o Nestor um homem de São Paulo, atuante no movimento espírita paulista, não saber disto que me foi informado pelo presidente da FEESP, também grande nome do espiritismo paulista?”. Mas são coisas da vida, ou melhor, coisas de movimento espírita.
Conversamos muito, relatei para ele tudo o que o Lausi Sacco havia me dito e ele manifestou-se surpreso com a notícia.
Saímos para almoçar, juntos, num restaurante de Brasília, a bordo de um Del Rey cinza ou azul que ele tinha e prosseguimos na conversa no restaurante. O assunto tem bem mais detalhes, mas eu tenho que resumir aqui, já que o pessoal reclama que eu escrevo demais.
De volta ao seu gabinete o Nestor me disse que iria procurar ver se existiam registros acerca do fato nos livros de atas da FEB, arquivados desde a sua fundação. Entraria em contato comigo e me diria alguma coisa, caso existisse ou caso não existisse nada registrado.
Um mês depois, mais ou menos, ele me ligou para Belém e me disse o seguinte:
- “De fato o episódio aconteceu. Há registros, sim. Mas aconteceu em uma época em que a FEB atravessou um dos momentos mais difíceis da sua história, momento este em que quase há um rompimento até mesmo com as federativas estaduais…”.
Na oportunidade questionamos, eu e ele:
- “Que tal a idéia de tentarmos descobrir quem são essas editoras americanas hoje, esses homens e vermos se eles ainda existem e estão dispostos a darem continuidade à idéia.”.
Pela cabeça do Nestor Masotti, tenho certeza de que uma idéia desta jamais seria reprovada. Mas será que todos os outros dirigentes espíritas, mesmo os atuais, pensariam como ele?
Será que, pela coisa ser grande demais, não seria reprovada mais uma vez pelos espíritas donos da “pureza” doutrinária que, em nome da “humildade”, continuam a reprovar tudo o que é grande, na concepção equivocada de que pelo Espiritismo só se podem fazer coisas pequenas?
Será que a pessoa espírita brasileira, indicada para acompanhar os americanos no processo das traduções, pessoa esta que certamente seria bem remunerada, obviamente pelas poderosas editoras, não seria acusada de ganhar dinheiro às custas do Espiritismo?
Fica aí a história para a reflexão de todos.
De: Alamar Régis
Nada acontece por acaso!!
jan 30th, 2010 by admin
Ricardinho
não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
- Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência….
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente…
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho…
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo…
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua…
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá….
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada…
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades…
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:
- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer…
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho…
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas…
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório…
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada…
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias…
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho…
Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso…
Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores…
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho…
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando…
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa…
E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres…
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar…
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta…
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula…
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro…
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno…
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço…
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista…
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um…
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido…
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:
‘Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!’
(História verídica)
Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!
Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da fé e da caridade. Fazer obras de caridade não nos garante a salvação, isso é nossa obrigação como cristãos.
Recebido de: Laira Vieira
TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO O LOUVOR PERTENCEM A DEUS. AMÉM.
O momento da transição
jan 31st, 2010 by admin
Entrevistado: André Luiz Ruiz
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Animais na espiritualidade
jan 31st, 2010 by admin
Entrevistado: Marcel Benedeti
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Morte não é castigo
fev 6th, 2010 by admin
Maria Helena Bromberg
A psicóloga Maria Helena Bromberg desvenda os tipos de perdas e diz que a cultura ocidental estimula a idéia do fim da vida como punição
Primeira brasileira a tornar-se mestra e doutora em psicoterapia de pessoas enlutadas, a psicóloga Maria Helena Bromberg, 48 anos, até há pouco tempo era vista por pacientes e até colegas como uma espécie de “Mortícia Adams”. Ela se dedica há uma década à pesquisa sobre a morte e suas consequências nos vivos. Professora da disciplina Luto e Morte na Família e orientadora do pós-graduação de Psicologia da PUC de São Paulo, ela dirigiu a clínica Ana Maria Popovic, também da PUC, onde criou o Laboratório de Estudos e Intervenções Sobre o Luto (LELu). Para ela, não é somente a morte que causa a dor do luto. “Nos enlutamos diante de pequenas perdas ao longo da vida, a começar pelo desmame de nossa mãe”, explica. Maria Helena é discípula do terapeuta inglês Colin Murray Parkes, a maior autoridade em pesquisas sobre luto no mundo, cujos livros só podem ser traduzidos para o português por ela. Autora de A psicoterapia em situações de perdas e luto, Maria Helena também trata “lutos” por aposentadoria, imigração, amputação e aborto. Hoje dedica-se também à pesquisa sobre o luto coletivo, seja por morte de ídolos ou pela violência que vem tornando os cidadãos cada vez mais enlutados. Ela reconhece que não é fácil, mas há saídas. “É possível conviver com os lutos e ser feliz”, acredita.
ISTOÉ – Por que a sra. se especializou nesse assunto?
Maria Helena Bromberg – Comecei a me perguntar por que as pessoas são tão apegadas a ponto de não sobreviver à morte ou à perda de alguém. Perdi minha mãe quando era pequena, um irmão já adulta, a quem eu era muito apegada. E, recentemente, minha irmã. Tenho um histórico respeitável.
ISTOÉ – Estudar a morte lhe deu preparo para enfrentar as perdas?
Maria Helena – A saudade dói do mesmo jeito, mas tenho um conforto porque, quando enfrentamos a morte, aprendemos a aproveitar melhor a convivência em vida.
ISTOÉ – Por que as pessoas temem esse assunto?
Maria Helena – É a única certeza que se tem, mas nossa cultura não incorpora a morte como parte da vida. Pensa-se nela como castigo e é comum ouvirmos comentários como: “Ele era tão bom, por que morreu?” Morte é afastamento, silêncio, nunca mais.
ISTOÉ – Em que idade nos damos conta de que a morte é inexorável?
Maria Helena – Desde que nascemos sofremos perdas e lutos, não necessariamente ligados a mortes. A psicanálise acredita que a criança vive seu primeiro luto ao ser desmamada pela mãe. Depois, ouve ameaças de perdas como “Mamãe vai embora”, “Você vai ficar de castigo”. Há semelhança da ausência, da falta, com o final da vida.
ISTOÉ – Somos ensinados a não considerar a morte como fato?
Maria Helena – Na cultura ocidental sim. Talvez por conta do pecado original. Pressupõe-se que se fez algo horrível e a morte é a punição. Adão e Eva, depois de cederem ao pecado, foram castigados tornando-se mortais. Há ainda o medo do desconhecido. Pacientes terminais querem saber o que vai acontecer quando a vida acabar. Os que se apóiam em alguma crença se sentem de alguma forma amparados.
ISTOÉ – Quais são as outras perdas que geram o luto?
Maria Helena – Toda perda gera luto. O divórcio, a aposentadoria, a imigração, a mutilação, o aborto, a menopausa, a impotência.
ISTOÉ – Por que a imigração?
Maria Helena – As pessoas chegam a um novo lugar, perdem suas raízes, sua identidade e sua independência. Estamos estudando o comportamento dos dekasseguis, quando voltam ao Brasil. Há muitos traumas.
ISTOÉ – Que tipo de luto gera a aposentadoria?
Maria Helena – A perda da identidade. O aposentado perde a área de influência. A casa funcionou durante 30 anos sem que ele desse palpites. No começo é uma lua-de-mel. A pessoa fica exultante e diz que agora vai viver. Engana-se. Atuava no trabalho, não atua mais. Em casa, ninguém o ouve. Então vai jogar dominó. É comum adoecer.
ISTOÉ – E por amputação?
Maria Helena – Causa reações variadas. No amputado falta literalmente uma parte. Ele tem que fazer uma transição para se aceitar sem aquele pedaço.
ISTOÉ – O velejador Lars Grael, que sofreu a amputação de uma perna, evitou o luto?
Maria Helena – Pela imprensa, notei que a coisa mais importante no processo dele foi a luta pela sobrevivência. Ele permanece ativo, que é uma forma de não ficar velando a perda. Avaliamos uma tese sobre amputação, que concluiu que o desafio é se adaptar à prótese. Há lutos complicados em acidentados que não podem usar próteses ou que ficam paraplégicos.
ISTOÉ – Qual é o medo maior, morrer ou perder alguém?
Maria Helena – Difícil dizer. Quando uma mãe diz que morreria no lugar do filho, não pensa que se fosse ela o filho sofreria. Além do temor, há culpas, ressentimentos, medo do futuro sem a pessoa. São emoções ambíguas, impasses.
ISTOÉ – Por que muita gente adoece por luto?
Maria Helena – Por conta das ocorrências psicossomáticas. As manifestações mais frequentes são os distúrbios de sono e de alimentação. Depende do grau de enlutamento. Do que afeta no cotidiano. Alguns enlutados não conseguem mais trabalhar. Outros, apresentam distúrbios de atenção e memória. Há pessoas que ficam suscetíveis a acidentes. Crianças podem apresentar problemas na escola.
ISTOÉ – O temor da morte tem idade?
Maria Helena – Não. Todos tentam evitar o assunto, até discriminam. Inúmeras vezes pessoas me olharam como se eu fosse uma pessoa nefasta. Pensam que sou gótica, dark. Mas não sou nada disso. Sou uma pessoa normal.
ISTOÉ – Criança lida melhor com o luto?
Maria Helena – Pode ser, mas é necessário que ela conceitue o que é morte. Absorva aspectos como universalidade. Ou seja, todos vamos morrer. Também a irreversibilidade: quando morre, não “desmorre”. E por último a causalidade. Isto é, morreu porque aconteceu alguma coisa. A criança consegue integrar isso no começo da adolescência. Antes, ela pode achar que rezando a pessoa desmorre. Ela tem exemplos nos desenhos animados ou joguinhos virtuais. Seus heróis têm muitas vidas. É importante dizer à criança que o jogo é legal, mas não é real. Os adultos não favorecem essa percepção e preferem evitar o assunto.
ISTOÉ – Por que o adulto faz isso?
Maria Helena – Muitas vezes por medo ou por não saber o que dizer. Ele pode estar enlutado também. Se há uma perda na família, a criança tem que ser comunicada. Para o adulto fragilizado, falar é difícil. Na percepção global, morte é uma coisa não cotidiana, e o adulto tende a achar que não é assunto de criança. Mas ela quer esclarecimentos.
ISTOÉ – Esclarecer torna a criança mais preparada?
Maria Helena – Sim. O adulto tende a subestimar as perdas infantis. A queda do sorvete ou a quebra do brinquedo, em termos de dor, é incomparavelmente menor frente à perda de alguém querido, mas é uma situação que faz a criança pensar sobre limites, frustração e reversão de expectativa.
ISTOÉ – Qual o pior tipo de luto?
Maria Helena – Há quatro aspectos: a pessoa que morreu, o tipo de morte, o suporte psicossocial que o enlutado tem e a sua estrutura psíquica. Se tem histórico de perdas, os problemas psíquicos podem incapacitá-lo para enfrentar mais essa. Julga-se que o luto mais difícil é o da morte de filho por suicídio. Mas como diz a música de Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.
ISTOÉ – A morte de um bicho de estimação pode ser tão devastadora?
Maria Helena – Pode, só que aí entra na categoria de luto não franqueado. Esse luto espanta. “Onde já se viu chorar tanto por um cachorro. Se ainda fosse um filho vá lá”, costumam dizer.
ISTOÉ – Há outros lutos assim?
Maria Helena – A perda do parceiro por Aids também não tem receptividade. Morte do ou da amante. O aborto (provocado ou não), que é visto como um não evento.
ISTOÉ – Como assim?
Maria Helena – No aborto não aconteceu o nascimento nem a morte convencional. A reação das pessoas é minimizar a perda. Falam: “Não se preocupe, logo você tem outro.” Fizemos uma pesquisa com 60 mulheres adultas que tinham abortado na adolescência. Isso redundou até em esterilidade. A mulher pode ter um trauma psicológico e não engravidar novamente.
ISTOÉ – O luto não autorizado influencia a futura mãe?
Maria Helena – Sem dúvida. Atendi uma família que trouxe a filha adolescente para a terapia por achar que ela estava rebelde. Na entrevista com mãe e filha ficou clara a dificuldade de relação entre elas. A mãe não se sentia confortável. Superficialmente, pareciam conflitos típicos de adolescente, mas havia algo mais. O segredo era um aborto que a mãe fizera antes de a menina nascer, um luto que a mãe carregava ainda.
ISTOÉ – E como tratar isso?
Maria Helena – Mais profundamente com a mãe. Ao fim ela resolveu revelar o segredo e livrou-se do peso. Parece mágico, mas não é. Foi um processo longo e doloroso para ambas, o que dá para dimensionar como a coisa se arrasta.
ISTOÉ – Existe um tempo padrão para superar o luto?
Maria Helena – Essa é uma questão temerária. Pode-se achar que morrer ou perder alguém acontece numa boa porque o tempo é o melhor remédio.
ISTOÉ – E não é?
Maria Helena – O tempo ameniza a dor, mas também é capaz de gerar um luto crônico. O que poderia ser uma passagem de um estado para outro, pode permanecer na tristeza. No luto crônico, quanto mais o tempo passa, pior fica. É também chamado de luto complicado.
ISTOÉ – Há mais tipos de luto complicado?
Maria Helena – Tem o adiado, aquele que a pessoa diz que está bem, não encara o sofrimento, chega a ficar eufórico. Um dia morre o peixinho da irmã da vizinha e ela desaba.
ISTOÉ – Não existe o luto adiado para sempre?
Maria Helena – Não. As pessoas têm que realizar suas perdas. Há um estudo feito na Inglaterra, a partir dos prontuários de pacientes psiquiátricos, em que se pesquisou a vida deles. Havia uma alta incidência de perda de pai ou mãe na infância. Eram pacientes com quadros psiquiátricos severos. Este é um exemplo de que o luto não realizado pode se manifestar não só na tristeza padrão, mas em doenças psiquiátricas. É diferente do luto distorcido, em que a pessoa aparenta estar bem, mas não está. Tem filhos para criar, trabalho e não consegue dar conta de tudo. Então disfarça.
ISTOÉ – E sobre o tempo de duração do luto?
Maria Helena – Trabalhamos por um parâmetro de um ano, mas não é regra. Há datas marcantes como o primeiro aniversário da pessoa que morreu. O primeiro Natal, etc. São situações de celebração que, depois da perda, marcam a ausência. Isto é positivo porque faz com que a pessoa se dê conta da realidade da perda. É importante que essas datas não sejam negadas. Quando completa um ano da morte, acontece um fenômeno chamado “reação de aniversário”. Revive-se o ano que passou, a dor. Se perguntam por que estavam melhor e a dor voltou com tudo?
ISTOÉ – E a partir daí muda a relação com a perda?
Maria Helena – Do ponto de vista da terapia, é muito importante que se possa trabalhar o enlutado durante o primeiro ano da perda para o terapeuta estar junto nesses momentos. Do ponto de vista clínico, é muito mais complicado quando o enlutado chega ao consultório depois de cinco, dez anos da perda. As coisas estão mais cristalizadas. Quando entra no segundo ano, faz um certo platô emocional, sem que tudo tenha sido elaborado.
ISTOÉ – Então, depois de uma grande perda, é possível ser feliz?
Maria Helena – É claro, mas precisa ressaltar que o enlutado odeia pensar que vai esquecer o ente que morreu. Ele não pode nem quer esquecer. A terapia trabalha na transformação dessa ausência numa memória. Porque o morto vive na memória de quem conviveu com ele. Esquecer é aterrorizante porque é não ter mais. A memória é saudável.
ISTOÉ – E por que algumas pessoas não se recuperam? Há quem tenha morrido de tristeza. A terapia pode reverter isso?
Maria Helena – Depende do tipo de relacionamento que a pessoa tinha com o morto. Tem dependência que se manifesta em coisas sutis do cotidiano, que no dia-a-dia não se percebe. Há viúvas, por exemplo, que não sabem sequer que roupa usar, que nunca tomaram decisões com relação à família. Era sempre o marido quem fazia. Muitas vezes tem um lado fraco e um forte. Se o fraco morre, o outro vai precisar de alguém que substitua aquela dependência que classificamos de cuidadora.
ISTOÉ – E as pessoas que desabrocham depois de enviuvar?
Maria Helena – A sociedade é muito crítica em relação à viúva bem mais do que ao viúvo. Pode ser um luto bem-resolvido ou nos levar a pensar no que aquele casamento representava. Podia representar opressão. Ela solta seus grilhões. Atendi muitas mulheres que floresceram depois de enviuvar. Elas constroem uma nova identidade. É saudável perceber que depois de uma perda a pessoa fica diferente. Quando ela busca ser como era antes, se coloca num caminho impossível.
ISTOÉ – E os lutos coletivos, como foram os de Ayrton Senna e Lady Di?
Maria Helena – Há dois aspectos. Um é o do papel da mídia na intensificação desses lutos. O outro é a dor da perda do ídolo refletida na vida de cada um. Quando o Senna morreu, choramos nossas perdas, pequenas e grandes. Perdas relacionadas ao orgulho de ser brasileiro, aos fracassos de cada um. A perda do filho que tinha a mesma idade dele. Fui à Inglaterra para os funerais da princesa Diana. O choro daquela gente não era só porque a princesa era querida. Mulheres choraram seus lutos pela princesa e por maridos inoperantes, traidores, jovens choraram por pais omissos. Cada um deságua seus lutos quando um ídolo se vai. Ainda que inconscientemente.
Extraído do site da revista Isto É: N° Edição: 1541
http://www.terra.com.br/istoe/vermelha/154102.htm
Aquarelas das idades
fev 11th, 2010 by admin
Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.
A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.
O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido… é sim não poder voltar a cometê-las.
Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.
Muitas pessoas não chegam nos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.
Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.
O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinqüenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…
Quando se passa dos sessenta são poucas as coisas que nos parecem absurdas.
Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.
A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.
Nada passa mais depressa que os anos.
Quando era jovem dizia: “verás quando tiver cinqüenta anos”. Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.
Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.
A iniciativa da juventude vale tanto quanto a experiência dos velhos.
Sempre há um menino em todos os homens.
A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.
Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.
Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.
Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.
NÃO ENTENDO ISSO DOS ANOS: QUE, TODAVIA, É BOM VIVE-LOS, NÃO TÊ-LOS…
Autor Desconhecido
Recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues
A era da insensatez
fev 13th, 2010 by admin
O Reverso da Mídia – (ou… A Era da Insensatez)
Troque de carro. Troque de tevê.
Mude para nossa operadora, temos os melhores planos.
Beba mais cerveja.Troque de celular.(24 horas por dia,07 dias por semana)
Etc., etc., etc…
pois vivemos na Era da Insensatez.
Não estranhe se amanhã, na abertura do Jornal Nacional, anunciarem o velório da coerência, “Consumo, logo existo.”
Na sociedade consumista, quem não consome não existe.
William Bonner equiparou o telespectador do Jornal Nacional a Homer Simpson,
- um sujeito preguiçoso, burro, que adora ficar no sofá, assistindo tevê, comendo rosquinhas e bebendo cerveja, e que só dá mancadas na vida.
O mais preocupante, porém, não é o fato de termos como editor-chefe e apresentador do maior telejornal do país alguém que nivela milhões de telespectadores com “Homer Simpson”…
A pergunta que devemos nos fazer é:
- E se William Bonner tiver razão?
Como foi que alcançamos tal condição,
e a quem interessa que continuemos assim…?
A televisão amolece o corpo,
a televisão amolece o espírito.
No Brasil, segundo o Ibope, as pessoas vêem, em média, cinco horas de tevê por dia.
O sonho dos atuais diretores televisivos é ter como audiência uma imensa massa acrítica, sem uma real capacidade de análise.
Um público que não pensa que não questiona, que é facilmente manipulado,
que compra quando e o que lhe mandam comprar…
Propagandas…Propagandas…Propagandas
Compre…Beba…Consuma…Exista
E chega mais um domingo, e o que já era ruim consegue a proeza de piorar ainda mais…
O que dizer do Domingão do Faustão?
E o que dizer das vídeo-cassetadas do Faustão?
Pancadas que ferem, tombos que machucam…
“O ser humano ainda não tinha aprendido a amar o próximo e já tinha inventado a televisão,
que ensina a desprezar o distante.”
Millôr Fernandes
Esta apresentação será interrompida por alguns minutos.
Voltaremos logo após os “Reclames do Plim-Plim”…
Beba com moderação…
“Uma série de estudos demonstra que, no Brasil, os jovens bebem cada vez mais e, ainda por cima, começam mais cedo.
É simplesmente risível imaginar que eles teriam mais cautela apenas ouvindo aquela rápida frase de alerta depois do sensualíssimo anúncio com mulheres estupendas.”
Gilberto Dimenstein
Embriague-se com moderação…
E o que dizer de Pedro Bial,
quando se dirige aos participantes do Big Brother
chamando-os de “nossos heróis” e “nossos mártires”?
(Quão deturpados os conceitos de heroísmo e martírio transmitidos. A que ponto chegamos…)
Escola pública localizada no sertão pernambucano.
Não há acabamento nas paredes.
O banheiro está interditado.
Há um ano sem merenda escolar.
Não seria mais sensato qualificar de heróis e mártires os nossos professores…?
Eles que, quase sem nenhum reconhecimento, e em condições tão adversas, tentam manter acesa a chama do saber e do conhecimento.
muitas vezes obrigados a percorrer longas distâncias a pé para chegar à sala de aula…
Heróis e heroínas são também os pequeninos alunos com seus chinelos gastos,
Bial, junte a produção do BBB, e vão assistir ao documentário “Pro Dia Nascer Feliz”, do diretor João Jardim, que aborda a situação da educação no Brasil.
(é o mínimo que formadores de opinião deveriam fazer…)
seja no sertão nordestino,
seja nas periferias de qualquer capital…
Quem sabe o próximo “reality show” possa mostrar a dura realidade de muitos professores e alunos da rede pública,
Aí sim teríamos um show de realidade…
E o que dizer das festas promovidas pela produção do Big Brother?
Que belo exemplo são para os nossos jovens:
“Bebam para serem felizes, para promoverem farras sexuais”.
Obrigado, Rede Globo.
Enquanto professores e escolas se esforçam para formar cidadãos,
a televisão fabrica consumidores.
Em outubro, mês das crianças, o valor gasto no Brasil em publicidade dirigida ao público infantil foi de aproximadamente R$ 210 milhões.
Neste mesmo período, foram investidos no Programa Federal de Desenvolvimento da Educação Infantil (FNDE) cerca de R$ 28 milhões.
A televisão transforma crianças da mais tenra idade em consumidores.
Especialistas em comportamento infantil têm constatado mudanças significativas provocadas pela exposição massiva e precoce à publicidade.
*****
Segundo constatado, dentre as primeiras palavras pronunciadas, as primeiras intenções de transmitir uma mensagem verbal, já aparece a palavra “compra”…
Diante da tevê, o telespectador está fisicamente inativo. Dos seus sentidos, trabalham somente a visão e a audição, mas de maneira extremamente parcial.
Os olhos, por exemplo, praticamente não se mexem.
Os pensamentos estão praticamente inativos:
não há tempo para raciocínio consciente e para fazer associações mentais, já que a atividade cognitiva está muito lenta.
Isso ficou evidenciado em pesquisas sobre os efeitos neurofisiológicos da tevê.
O eletro encefalograma e a falta de movimento dos olhos de uma pessoa vendo televisão indicam um estado de desatenção, de sonolência, de semi-hipnose.
O piscar da imagem, os estímulos visuais exagerados e contínuos, e a passividade física do telespectador, especialmente seu olhar fixo,
fazem com que o cenário seja semelhante a uma sessão de hipnose.
Na leitura, é preciso produzir uma intensa atividade interior:
num romance, imaginar o ambiente e os personagens;
num texto filosófico ou científico, associar constantemente os conceitos descritos.
A tevê, pelo contrário, não exige nenhuma atividade mental:
- as imagens chegam prontas, não há nada para associar. Não há possibilidade de pensar sobre o que está sendo transmitido…,
…porque as velocidades das mudanças de imagem, de som e de assunto impedem que o telespectador se concentre e acompanhe a transmissão conscientemente.
Infelizmente, a televisão vem ocupando um crescente papel na transmissão dos caminhos da infância.
As emissoras e os anunciantes assumiram tal incumbência pensando no seu próprio lucro imediato,
e não nas crianças ou no futuro da nação.
Troque de carro,…troque de celular,…mude de operadora, temos os melhores planos,
beba mais cerveja…
Compre!…Beba!
E agora, os gols de Tuna Luso e Itumbiara pela “série C” do campeonato brasileiro.
Deborah Secco de calcinha e sutiã
(Fonte: Folha de SP)
dá recorde de audiência à novela ”Paraíso Tropical”
E no horário nobre:
Com a “Dança do Poste” de Flávia Alessandra,
“Duas Caras” alcança 40 pontos no ibope pela primeira vez.
E no nobre horário:
“Zorra Total”
O segundo programa mais assistido pelo público infantil…
Propagandas…Propagandas…Propagandas
Compre…Consuma…Possua…aquela espiadinha…
E agora,…vamos dar…..“Se vc quer eliminar fulaninho, ligue…
(maldade tirar assim o dinheiro dos pobres e dos pouco instruídos…)
É dia de paredão:
Se vc quer eliminar fulaninha, ligue…”
“Passarinho quer dançar,
Tchu tchu tchu…”
O rabicho balançar
Porque acaba de nascer
…
Quão vazia uma vida pode se tornar…
Que infância
estamos construindo?
Que juventude
estamos formando?
Recebido de: um_peregrino@hotmail.com
Colaboração: Elisabeth Flausino Rodrigues
Medicina e Espiritualidade
fev 20th, 2010 by admin
Convidado: Dr Rubens Cascapera
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV
Elton John: “Jesus era gay”
fev 21st, 2010 by admin
O cantor inglês Elton John em entrevista à revista “Parade” afirmou que Jesus era “gay” e “super inteligente”. Ora, que poder paranormal tem esse cantor para afirmar com tamanha precisão? Daqui a pouco ele falara de Judas, Maomé, São Pedro, São Lucas, São Mateus, e outros. Se Elton queria voltar na mídia conseguiu, pois Michael Jackson estava ofuscando sua carreira. Ser “gay” ou não ser, o que mudaria ? O que vale é o caráter de uma pessoa super especial que passou por este planeta e nos deixou tantos ensinamentos : Diz ele ainda, ” que devemos amar a todos, na cruz, Jesus perdoou aqueles que o crucificaram. Jesus queria que nos amássemos e nos perdoássemos. Não sei o que torna as pessoas tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Médio Oriente… é morta”.
John faz uma critica muito séria às religiões que por milênios enfiaram em nossas cabeças muitos preconceitos e ódios injustificáveis.
Na prática continua até hoje a condenação de adúlteros (homens e mulheres), homossexualismo, e tantos outros preconceitos sociais e religiosos de várias doutrinas.
É bom lembrar que Elton não foi o único a proferir considerações não muito cristãs. Outro John, o “Lennon” declarou que os Beatles eram mais populares que Jesus. Madonna também causou polêmica ao beijar um santo no videoclipe da música “Like a Prayer”. Essas comparações servem somente para aparecerem na mídia.
John deveria comentar nesta revista, os principais problemas no mundo atual: fome, miséria, aquecimento global e guerras e agir. Assim, receberia aplausos de todas as nações e seria reconhecido com mais seriedade, pois “um dos maiores vícios do homem não é o que entra pela boca e sim o que sai”. (Palavras de Jesus)
Quando me tornei invisível
fev 25th, 2010 by admin
Já não sei em que data estamos. Lá em casa não há calendários e na minha memória as datas estão todas misturadas. Me recordo daquelas folhinhas grandes, uns primores, ilustradas com imagens dos santos que colocávamos no lado da penteadeira. Já não há nada disso. Todas as coisas antigas foram desaparecendo. E sem que ninguém desse conta, eu me fui apagando também…
Primeiro me trocaram de quarto, pois a família cresceu. Depois me passaram para outro menor ainda com a companhia de minhas bisnetas.
Agora ocupo um desvão, que está no pátio de trás. Prometeram trocar o vidro quebrado da janela, porém se esqueceram, e todas as noites por ali circula um ar gelado que aumenta minhas dores reumáticas.
Mas tudo bem…
Desde há muito tempo tinha intenção de escrever, porém passava semanas procurando um lápis. E quando o encontrava, eu mesma voltava a esquecer onde o tinha posto. Na minha idade as coisas se perdem facilmente: claro, não é uma enfermidade delas, das coisas, porque estou segura de tê-las, porém sempre desaparecem.
Noutra tarde dei-me conta que minha voz também tinha desaparecido. Quando eu falo com meus netos ou com meus filhos não me respondem. Todos falam sem me olhar, como se eu não estivesse com eles, escutando atenta o que dizem. As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer não ocorrera a nenhum deles, e de que lhes vai ser de grande utilidade.
Porém não me ouvem, não me olham, não me respondem. Então cheia de tristeza me retiro para meu quarto e vou beber minha xícara de café.
E faço assim, de propósito, para que compreendam que estou aborrecida, para que se dêem conta que me entristecem e venham buscar-me e me peçam perdão …Porém ninguém vem…
Quando meu genro ficou doente, pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil, lhe levei um chá especial que eu mesma preparei. Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse, só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento me indicou que se dera conta da minha presença. O chá pouco a pouco foi esfriando…e junto com ele, meu coração…
Então noutro dia lhes disse que quando eu morresse todos iriam se arrepender. Meu neto menor disse: “Ainda estás viva vovó? “. Eles acharam tanta graça, que não pararam de rir. Três dias estive chorando no meu quarto, até que numa manhã entrou um dos rapazes para retirar umas rodas velhas e nem o bom dia me deu.
Foi então quando me convenci de que sou invisível… Parei no meio da sala para ver, se me tornando um estorvo me olhavam. Porém minha filha seguiu varrendo sem me tocar, os meninos correram em minha volta, de um lado para o outro, sem tropeçar em mim.
Um dia se agitaram os meninos, e me vieram dizer que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo. Fiquei muito contente. Fazia tanto tempo que não saía e mais ainda ia ao campo!
No sábado fui a primeira a levantar-me. Quis arrumar as coisas com calma. Nós os velhos tardamos muito em fazer qualquer coisa, assim que adiantei meu tempo para não atrazá-los. Rápido entravam e saíam da casa correndo e levavam as bolsas e brinquedos para o carro. Eu já estava pronta e muito alegre, permaneci no saguão a esperá-los.
Quando me dei conta eles já tinham partido e o carro desapareceu envolto em algazarra, compreendi que eu não estava convidada, talvez porque não coubesse no carro,ou porque meus passos tão lentos impediriam que todos os demais caminhassem a seu gosto pelo bosque. Senti claro como meu coração se encolheu e a minha face ficou tremendo como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar.
Eu os entendo, eles vivem o mundo deles. Riem, gritam, sonham, choram, se abraçam, se beijam. E eu, já nem sinto mais o gosto de um beijo.
Antes beijava os pequeninos, era um prazer enorme tê-los em meus braços, como se fossem meus.
Sentia sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim. A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade de cantar canções que nunca acreditara me lembrar.
Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê disse que não era bom que os anciãos beijassem aos bebês, por questões de saúde…
Desde então já não me aproximo deles, não quero lhes passar algo mal por minhas imprudências. Tenho tanto medo de contagiá-los!
Eu os bendigo a todos e lhes perdôo, porque…
“QUE CULPA EU TENHO DE TER ME TORNADO INVISÍVEL?”
Colaborou: Alfred J Trautmanis
Reunião de desobsessão fechada e pública
mar 5th, 2010 by admin
De:Eduardo Augusto
Americana,SP
Envio a vcs. uma pesquisa sobre alguns aspectos do espiritismo. Nesta pesquisa tem alguns assuntos como: reunião de desobsessão, sessão mediúnica aberta ou fechada ao público e passe magnético. O srs. analisarão que alguns autores de renome possuem opiniões diferentes Herculano e Divaldo.
- Reunião de Desobsessão:
Há uma recomendação difundida no movimento espírita brasileiro para que não se permita a presença de assistidos em reuniões de desobsessão realizadas nas casas espíritas e muito menos exercitar a mediunidade fora do centro espírita. E o que se observa é que essa sugestão é, amiúde, fundamentada nalgumas obras psicografadas, principalmente em livros do espírito André Luiz, através das mediunidades de Francisco Xavier e de Waldo Vieira, e nalgumas psicografias do médium Divaldo Franco. A própria Federação Espírita Brasileira (FEB), em seus textos e manuais, também recomenda essa diretriz para tais reuniões.
Kardec, trata deste assunto completamente diferente na Revista espírita descrevendo os procedimentos do grupo a qual pertencia o Sr. Dombre em processos de desobsessão em Marmande. A passagem citada, contida na Revista espírita de fevereiro de 1866, não é a única que relata os fatos ocorridos em Marmande, há ainda outras cinco citações, respectivamente em fevereiro, março e junho de 1864, janeiro de 1865 e em junho de 1867. Todas essas descrições do Sr. Dombre sobre os fatos ocorridos em Marmande e circunvizinhança trazem os procedimentos de seu grupo no acompanhamento e cura de processos obsessivos. Um dos casos mais interessantes é, sem dúvida, o da jovem Thérèse B., que tinha crises regulares, todas as tardes, havia mais de oito meses, narrado nos textos de 1864. Ao entrar em contato com o guia espiritual do médium, Sr. L., que acompanhara o Sr. Dombre, foram instados a evocar todas as noites o espírito obsessor e a moralizá-lo, chamando-o pelo nome de Jules. Do dia 11 de janeiro, dia da primeira reunião, ao dia 18, os procedimentos foram feitos regularmente na casa da jovem vitimada pela grave obsessão, com as presenças de parentes e da própria menina. É no dia 16 de janeiro que Jules, o espírito obsessor, vira-se para a jovem e diz: “Terna criança (se dirige à sua vítima presente à sessão), tu que escolhi por minha presa, como o abutre a doce pomba, ora por mim, e que o nome de condenado se apague de tua memória. Recebi o batismo de amor das mãos do anjo do Senhor, e hoje visto a roupa da inocência. Pobre criança, desejo que tuas preces dirigidas por mim ao Senhor me livrem logo do remorso que vai-me seguir como uma expiação justamente merecida” (Kardec, 1993a, p.176). Ao final do relato do Sr. Dombre, Kardec tece alguns comentários: “Devemos um justo tributo de elogio aos nossos irmãos de Marmande, pelo tato, a prudência e o devotamento esclarecido dos quais deram prova nessa circunstância. Por este brilhante sucesso, Deus recompensou sua fé, sua perseverança e seu desinteresse moral, porque nisso não procuraram nenhuma satisfação de amor-próprio; provavelmente, não teria ali ocorrido o mesmo se o orgulho tivesse deslustrado a sua boa ação” (p.178). Os textos falam por si, não seriam necessários comentários adicionais, mas por conta da evidência, ressalta-se o procedimento do Sr. Dombre nesse caso, que mantém a presença da menina (de apenas treze anos!) durante a evocação do espírito que a atormenta; e, mais importante, os comentários gravemente elogiosos de Kardec aos procedimentos corretos do grupo de Marmande, refutando qualquer hipótese de fundamentar a ausência do assistido nas reuniões de desobsessão através de textos kardecistas.
Já no texto de janeiro de 1865, num novo relato de cura de obsessão feita pelo círculo espírita de Marmande, vê-se outra jovem, também de treze anos, Valentine Laurent, ter crises convulsivas que se renovavam várias vezes por dia. Após o uso de recursos vários, médicos e párocos, o grupo resolveu evocar seus guias espirituais e receberam a recomendação de evocar o espírito obsessor, nomeando-o Germaine. Convidando o pai da jovem, realizaram uma primeira sessão em 16 de setembro de 1864, com a finalidade de iniciar o trabalho de moralização de Germaine e de mostrar ao pai da vítima a verdadeira razão do problema de sua filha. A partir do dia 17 de setembro, o Sr. Dombre freqüentou a casa da família diariamente para testemunhar as crises e conhecer melhor o problema. No dia 21 de setembro, convidou pai e filha, a menina Valentine, para estarem presentes à reunião (Kardec, 1993b, p.10), e, lá, o grupo recebeu de seus guias uma mensagem a ser passada ao espírito: “Germaine, sois nossa irmã; esta jovem é também nossa irmã e a vossa. Se outrora alguma ação funesta vos ligou, e fez pesar sobre vós duas a justiça divina, não podeis dobrar o Juiz supremo. [...] Nesta família onde provocais a maldição, não será falado de vós senão o bem; haverá ali reconhecimento; essa criança pedirá também por vós, e se o ódio vos desuniu, o amor um dia vos reunirá” (p.10-11). Continua mais adiante o Sr. Dombre: “O dia 23 passou sem crise, como o da véspera. À noite a jovem vai com seu pai à sessão, para ouvir Germaine por quem ela já levava muito interesse” (p.16). E ainda no mesmo texto, após o processo de moralização de Germaine já ter resultados, lê-se o diálogo entre a menina e o espírito: “‘Dizei-me todos, tu sobretudo, pobre jovem, que me perdoais. Tenho necessidade de ouvir esta palavra sair de teu coração. Dai-me, se vos apraz, essa consolação’. A jovem Valentine lhe disse: ‘Sim, Germaine, eu vos perdôo; muito mais, vos amo!’” (p.17). Aqui, mais uma vez, os textos citados são límpidos, não restando qualquer argumentação contrária quanto ao fato da presença da jovem nas reuniões, e mais, participando inclusive dos diálogos com o espírito obsessor.
Só os fatos relatados nos casos de Marmande já seriam bastante suficientes para rechaçar qualquer argumentação contrária à presença dos assistidos nas reuniões de desobsessão. Todavia, não se limitará a eles, para não haver qualquer possibilidade de dúvidas sobre esse ponto. Visita-se agora um caso relatado pelo Sr. Delanne, no número de maio de 1865, no qual conta: “Numa outra sessão, fez-se a evocação do espírito que obsidiava, há dez anos, um operário chamado Joseph, agora em vias de cura. Jamais fiquei tão penosamente emocionado quanto em presença das dores do paciente no momento da evocação; calmo de início, foi tomado de repente de sobressaltos, de espasmos e de tremores nervosos; assim tomado por seu inimigo invisível e se agitou em convulsões terríveis; o peito se enche, sufoca, depois, retomando sua respiração, se contorce como uma serpente, rola na terra, se levanta de um pulo, se bate na cabeça. Não pronunciava senão palavras entrecortadas, sobretudo a palavra: Não! Não! O médium, que é uma senhora, estava em prece; ela tomou a pena, e eis que o invisível deixando sua presa por um instante, se apoderou de sua mão, e o teria assassinado se o deixasse fazê-lo” (Kardec, 1993b, p.143). Aqui Delanne relata curas através de seu grupo espírita, com a presença do assistido.
Ainda outro caso, relatado no número de junho de 1865, de uma cura realizada pelo grupo de espíritas de Barcelona, na Espanha, informa que a Sra. Rose N., atingida muitos anos “por ataques espasmódicos que se repetiam muito freqüentemente e com violência” (Kardec, 1993b, p.173), recorreu a vários recursos médicos e religiosos, sem qualquer resultado. Em julho de 1864 o grupo teve notícias do fato e se propôs a auxiliar a pobre senhora, afirmando o relato: “Aceitamos com zelo essa ocasião de fazer uma boa obra; reunimos vários adeptos sinceros, e fizemos vir a doente. Alguns minutos bastaram para reconhecer a causa da doença de Rose; era, com efeito, uma obsessão das mais terríveis. Tivemos muita dificuldade em fazer o obsessor vir ao nosso chamado. Ele foi muito violento, nos respondeu algumas palavras sem nexo, e logo se lançou com uma fúria sobre sua vítima, à qual deu uma crise violenta que foi, no entanto, logo acalmada pelo magnetizador” (p.174). O relato afirma que depois de algumas reuniões mediúnicas de moralização do espírito, sempre com a presença da vítima, essa estava completamente curada. Após o caso exposto, Kardec faz algumas considerações e afirma: “Os fatos de curas como este, como os de Marmande e outros não menos meritórios, sem dúvida, são um encorajamento; são também excelentes lições práticas que mostram a quais resultados se podem chegar pela fé, pela perseverança, e uma sábia e inteligente direção” (p.177). Aqui cabem alguns comentários adicionais, além de Kardec elogiar peremptoriamente o trabalho realizado pelo grupo de Barcelona.
Se ainda restar um mínimo de dúvida sobre esse ponto, cita-se ainda o caso relatado na Revista espírita de junho de 1867, no artigo Nova sociedade espírita de Bordeaux, no qual o seu presidente, Sr. Peyranne, descreve as atividades desse grupo espírita no seu relatório anual, e dentre essas atividades fala da desobsessão: “Há de resto, em Bordeaux, muitos casos de obsessão, e uma sessão por semana especialmente consagrada à evocação e à moralização dos obsessores está longe de ser suficiente, uma vez que o médium curador, acompanhado de um médium escrevente, de um evocador e, freqüentemente, de certos de nossos irmãos, vai ao domicílio dos doentes, a fim de treinar os obsessores e ali virem mais facilmente, lado a lado” (Kardec, 1993d, p.178). Após esse e outros relatos, Kardec comenta: “Não podemos senão aplaudir o programa da Sociedade de Bordeaux e felicitá-la por seu devotamento e a inteligente direção de seus trabalhos. [...] A maneira pela qual ela procede para o tratamento das obsessões é ao mesmo tempo notável e instrutiva, e melhor prova de que essa maneira é boa, é de que ela triunfa” (p.181). Aqui se vê Kardec, mais uma vez, elogiando a direção da casa pela forma como conduz seus trabalhos, e sobre a reunião de desobsessão, especificamente, é contundente, adjetivando-a de “notável e instrutiva”.
Como já dito no início desse estudo, e demonstrado pelas citações da Revista espírita, Kardec dá preferência à presença dos assistidos nas reuniões de acompanhamento mediúnico de desobsessão, não obstante não invalidar a possibilidade do atendimento à distância. Inclusive, na região de Marmande, no artigo de fevereiro de 1866, que foi utilizado para afirmar a contrariedade de Kardec em relação à presença de assistidos em reuniões de desobsessão, há um relato de uma cura de obsessão operada à distância. Nele, o assistido, um camponês vitimado “de uma loucura de tal modo furiosa, que perseguia as pessoas a golpes de forcado para matá-las, e que na falta de pessoas, atacava os animais do galinheiro” (Kardec, 1993c, p.40), residia numa aldeia distante algumas léguas da região de Marmande. A família do camponês foi orientada a interná-lo em uma casa para alienados, mas antes de executar tal orientação, “um de seus parentes tendo ouvido falar das curas obtidas em Marmande, em casos semelhantes, veio procurar o Sr. Dombre e lhe disse: ‘Senhor, me disseram que curais os loucos, é por isso que venho vos procurar’” (p.40). A partir desse momento, não sem antes consultar seus guias espirituais, o grupo de Marmande passou a evocar o espírito obsessor do camponês, e solicitou que o parente os procurasse em Marmande a cada dois dias para dar notícias sobre o assistido. Após oito dias de reuniões, conseguiram moralizar o espírito que perseguia o camponês, que passou a apresentar melhorias sensíveis em seu comportamento social. Kardec se vê admirado com o resultado e comenta: “Poder-se-ia colocar à conta da imaginação as curas operadas à distância, sobre pessoas que jamais se viram, sem emprego de nenhum agente material qualquer” (p.41). Percebe-se, portanto, que Kardec, longe de recriminar a presença do assistido, antes se entusiasma com os resultados obtidos, apesar da sua ausência.
Mas em vários casos cuja presença do atendido é inviável, talvez pela distância ou pela impossibilidade de locomoção (problema bem superado pelo grupo de Bordeaux), o acompanhamento à distância e as preces são o melhor meio de assisti-lo. Um exemplo que se vê na Revista espírita de janeiro de 1863, quando discute os fenômenos de Morzine, ilustra essa possibilidade. É uma cura através de preces relatada por um membro da Sociedade Espírita de Paris, de uma jovem que casou de forma contrariada, o que “levou-a a uma alteração em suas faculdades mentais” (Kardec, 2000, p.5). Um espírito superior orientou-o assim: “A idéia fixa dessa senhora, por sua própria causa, atrai, ao seu redor, uma multidão de espíritos maus que a envolvem com seu fluido, mantendo-a em suas idéias, e impedindo que cheguem a ela as boas influências. Os espíritos dessa natureza pululam sempre nos meios semelhantes ao que ela se encontra, e são, freqüentemente, um obstáculo à cura dos enfermos. No entanto, podeis curá-la, mas é preciso para isso uma força moral capaz de vencer a resistência, e essa força não é dada a um só. Que cinco ou seis espíritas sinceros se reúnam todos os dias, durante alguns instantes, e peçam com fervor a Deus e aos bons espíritos para assisti-la; que vossa ardente prece seja, ao mesmo tempo, uma magnetização mental; não tendes, para isto, necessidade de estar junto dela, ao contrário; pelo pensamento podeis levar sobre ela uma corrente fluídica salutar [...]” (p.6).
Em fevereiro de 1863, ainda tratando dos problemas de Morzine, Kardec relata um delírio sofrido por um senhor de seu conhecimento que reside em outra cidade da província. Atendido por médicos, foi diagnosticada loucura e recomendado que fosse internado numa casa de saúde. Dispondo-se a ajudar, Kardec consulta um espírito sobre o problema, e esse afirma: “Esse senhor não é louco, mas da maneira a que isso se prende, poderia tornar-se; bem mais, poderia matá-lo. O remédio para o seu mal está no próprio espiritismo, e é tomado em contra-senso” (Kardec, 2000, p.35). Kardec então pergunta: “Poder-se-ia agir sobre ele daqui?” (p.35), e o espírito responde: “Sim, sem dúvida; podeis fazer-lhe o bem, mas vossa ação é paralisada pela má vontade daqueles que o cercam” (p.35). A pergunta de Kardec, se para ele fosse normal a ausência do assistido em suas reuniões, soaria incompreensível. Claro que se perguntou, é porque não estava convicto da eficácia do atendimento à distância.
Citam-se agora alguns trechos do Evangelho, conforme o capítulo 15 de A gênese, nos quais Jesus opera curas em homens possessos. Em Mc 1, 21-27, lê-se que “achava-se na sinagoga um homem possesso de um espírito impuro, que exclamou: – Que há entre ti e nós, Jesus de Nazaré? Vieste para nos perder? Sei quem és: és o santo de Deus. – Jesus, porém, falando-lhe ameaçadoramente, disse: Cala-te e sai desse homem. – Então, o espírito impuro, agitando o homem em violentas convulsões, saiu dele. Ficaram todos tão surpreendidos que uns aos outros perguntavam: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele dá ordem com império, até aos espíritos impuros, e estes lhe obedecem” (Kardec, 1984, p.327-328). O homem doente estava na sinagoga, no meio de todos, e lá Jesus expulsa o espírito impuro. Em Mt 9, 32-34, apresentam a Jesus “um homem mudo, possesso do demônio” (p.328), que ele cura no meio do povo. Em Mc 9, 13-28, Jesus pede, em torno de uma grande multidão, ao pai de um rapaz, possesso de um espírito mudo, que lho traga para curá-lo. Em Mt 12, 22-28, apresentam-lhe um possesso surdo e mudo que ele cura no meio do povo. Há ainda outras passagens de curas de obsessões realizadas por Jesus, e vê-se, em quase todas, o procedimento de levar os doentes à presença de Jesus, e a cura acontecer à vista de todos. Kardec, comentando essas passagens, diz que a “prova da participação de uma inteligência oculta, em tal caso, ressalta de um fato material: são as múltiplas curas radicais obtidas, nalguns centros espíritas, pela só evocação e doutrinação dos espíritos obsessores, sem magnetização, nem medicamentos e, muitas vezes, na ausência do paciente e a grande distância deste” (p.329-330), ressaltando, mais uma vez, o fato de que a cura das obsessões na ausência dos assistidos ser também uma possibilidade real.
A desobsessão é tarefa essencial de qualquer casa espírita que queira seguir as orientações dos espíritos que participaram da obra kardecista, como se vê em O livro dos médiuns, no qual os espíritos propõem como atividade regular, após pergunta de Kardec, reuniões que visassem o auxílio aos espíritos errantes: “P. Não se pode também combater a influência dos maus espíritos, moralizando-os? R. Sim, mas é o que não se faz e é o que não se deve descurar de fazer, porquanto, muitas vezes, isso constitui uma tarefa que vos é dada e que deveis desempenhar caridosa e religiosamente. Por meio de sábios conselhos, é possível induzi-los ao arrependimento e apressar-lhes o progresso” (Kardec, 1996, p.322); ou ainda em O livro dos espíritos, pergunta 476: “P. Mas, não pode acontecer que a fascinação exercida pelo mau espírito seja de tal ordem que o subjugado não a perceba? Sendo assim, poderá uma terceira pessoa fazer que cesse a sujeição da outra? E, nesse caso, qual deve ser a condição dessa terceira pessoa? R. Sendo ela um homem de bem, a sua vontade poderá ter eficácia, desde que apele para o concurso dos bons espíritos, porque, quanto mais digna for a pessoa, tanto maior poder terá sobre os espíritos imperfeitos, para afastá-los, e sobre os bons, para os atrair. Todavia, nada poderá, se o que estiver subjugado não lhe prestar o seu concurso. Há pessoas a quem agrada uma dependência que lhes lisonjeia os gostos e os desejos. Qualquer, porém, que seja o caso, aquele que não tiver puro o coração nenhuma influência exercerá. Os bons espíritos não lhe atendem ao chamado e os maus não o temem” (Kardec, 1995, p.251). E o método de evocação de espíritos também é colocado em O livro dos médiuns: “Convém igualmente que só com muita prudência se façam evocações, na ausência das pessoas que as pediram, sendo mesmo preferível que não sejam feitas nessas condições, visto que somente aquelas pessoas se acham aptas a analisar as respostas, a julgar da identidade, a provocar esclarecimentos, se for oportuno, e a formular questões incidentes, que as circunstâncias indiquem. Além disso, a presença delas é um laço que atrai o espírito, quase sempre pouco disposto a se comunicar com estranhos, que lhes não inspiram nenhuma simpatia” (Kardec, 1996, p.351).
- Sessão mediúnica deve ser aberta ou fechada ao público:
Vemos Kardec comentar que: 331 – “Uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e formam como que um feixe. Ora, este feixe tanto mais força terá, quanto mais homogêneo for. Se se houver compreendido bem o que foi dito (n. 282, pergunta 5), sobre a maneira por que os Espíritos são avisados do nosso chamado, facilmente se compreenderá o poder da associação dos pensamentos dos assistentes. Desde que o Espírito é de certo modo atingido pelo pensamento, como nós somos pela voz, vinte pessoas, unindo-se com a mesma intenção, terão necessariamente mais força do que uma só; mas, a fim de que todos esses pensamentos concorram para o mesmo fim, preciso é que vibrem em uníssono; que se confundam, por assim dizer, em um só, o que não pode dar-se sem a concentração”. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).
“Toda reunião espírita deve, pois, tender para a maior homogeneidade possível. Está entendido que falamos das em que se deseja chegar a resultados sérios e verdadeiramente úteis. Se o que se quer é apenas obter comunicações sejam estas quais forem, sem nenhuma atenção â qualidade dos que as dêem, evidentemente desnecessárias se tornam todas essas precauções; mas, então, ninguém tem que se queixar da qualidade do produto”. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).
332. Sendo o recolhimento e a comunhão dos pensamentos as condições essenciais a toda reunião séria, fácil é de compreender-se que o número excessivo dos assistentes constitui uma das causas mais contrarias à homogeneidade. Não há, é certo, nenhum limite absoluto para esse número e bem se concebe que cem pessoas, suficientemente concentradas e atentas, estarão em melhores condições do que estariam dez, se distraídas e bulhentas. Mas, também é evidente que, quanto maior for o número, tanto mais difícil será o preenchimento dessas condições. Aliás, e fato provado pela experiência que os círculos íntimos, de poucas pessoas, são sempre mais favoráveis às belas comunicações, pelos motivos que vimos de expender. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).
340. Contra um outro escolho têm que lutar as Sociedades, pequenas ou grandes, e todas as reuniões, qualquer que seja a importância de que se revistam. Os ocasionadores de perturbações não se encontram somente no meio delas, mas também no mundo invisível. Assim como há Espíritos protetores das associações, das cidades e dos povos, Espíritos malfeitores se ligam aos grupos, do mesmo modo que aos indivíduos. Ligam-se, primeiramente, aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando fazê-los seus instrumentos e gradativamente vão envolvendo os conjuntos, por isso que tanto mais prazer maligno experimentam, quanto maior é o número dos que lhes caem sob o jugo. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).
CAPÍTULO III – Das sessões da obra “Livro Dos Médiuns”:
Art. 17° – As sessões da Sociedade se realizarão às sextas-feiras, às 8 horas da noite, salvo modificação, se for necessária.
As sessões serão particulares ou gerais; nunca serão públicas. Todos os que façam parte da Sociedade, sob qualquer título, devem, em cada sessão, assinar os nomes numa lista de presença.
A Sociedade reserva para as sessões particulares todas as questões concernentes aos negócios administrativos, assim como os assuntos de estudo que mais tranqüilidade e concentração reclamem, ou que ela julgue conveniente aprofundar, antes de tratá-lo em presença de pessoas estranhas. Têm direito de assistir às sessões particulares, além dos sócios titulares e dos associados livres, os sócios correspondentes, que se achem temporariamente em Paris, e os médiuns que prestem seu concurso à Sociedade. Nenhuma pessoa estranha a esta será admitida às sessões particulares, salvo casos excepcionais e com assentimento prévio do Presidente.
Nas sessões gerais, a Sociedade autoriza a admissão de ouvintes estranhos, que poderão a elas assistir temporariamente, sem tomarem parte nelas. Cabe-lhe retirar essa autorização, quando julgue conveniente. Ninguém pode assistir às sessões, como ouvinte, sem ser apresentado ao Presidente, por um sócio, que se torna fiador de seu cuidado em não causar perturbação, nem interrupção.
Já o Sr. José Herculano Pires no livro “Mediunidade”, no Capítulo 7 chamado “A Mesa e o Pão” diz que:
“Não há regras específicas e formais para a realização das sessões espíritas. Entre a prece de abertura e a de encerramento desenvolvem-se as manifestações mediúnicas, sob a orientação e muitas vezes a interferência de espíritos dirigentes. O sistema autoritário, em que o presidente determina aos médiuns receberem as comunicações, uma de cada vez, provém da recomendação do Apóstolo Paulo à comunidade de Corinto. Nas reuniões de Kardec, mesmo nas psicográficas, havia ampla liberdade, permitindo as conversações entre espíritos comunicantes, às vezes através de vários médiuns. Léon Denis usava também de liberdade em suas sessões. Cabe aos espíritos protetores determinar quais os espíritos que devem comunicar-se e quais os médiuns em condições de recebê-los. O presidente ou dirigente humano da sessão tem a função de mantê-la equilibrada, orientar o decorrer dos trabalhos e intervir, quando necessário, nas doutrinações e no reajustamento da concentração. Se há muitos médiuns à mesa, há naturalmente a possibilidade de se atender a número maior de espíritos comunicantes, através de vários doutrinadores. O que importa na doutrinação não é o muito falar, mas o falar com propriedade e com amor, procurando-se atingir a consciência e o sentimento do espírito”.
“Tratamos aqui da sessão mediúnica comum, não da sessão específica de desobsessão. A sessão rotineira dos Centros é a que se realiza todas as semanas, em dias e horas certos, dispondo de freqüência regular. Há quem discorde desses trabalhos públicos, alegando as exigências de Kardec na Sociedade Parisiense, quando não permitia a presença nas sessões de pessoas que não tivessem algum conhecimento doutrinário. A medida de Kardec era justa e necessária, numa fase em que o Espiritismo nascia, sob um alarido universal de protestos e ameaças. Hoje estamos a mais de um século dessa fase e o Espiritismo só é combatido por pessoas sistemáticas ou ignorantes. A maioria absoluta das pessoas que procuram as sessões é necessitada, tratando-se geralmente de médiuns em franco desenvolvimento de suas faculdades. Negar-lhes acesso às sessões seria como negar a um sedento acesso a uma fonte. A mediunidade não se desenvolve por acaso e muito menos sob o poder mágico da vara de Moisés, que tirou água da rocha. Em geral, o desenvolvimento mediúnico começa por diversas perturbações e não raro por processos obsessivos. Não se pode querer que uma pessoa em estado de alteração psíquica vá primeiro estudar uma doutrina através de cursos demorados para depois submeter-se aos métodos de cura. Por isso, nas instituições bem dirigidas as sessões mediúnicas normais não se restringem à prática mediúnica”.
J. Herculano Pires, na obra “O Espírito e o Tempo”, no capítulo “Sessões de doutrinação”, diz que: “Há dois tipos fundamentais: o das sessões livres ou abertas, em que muitos espíritos se comunicam ao mesmo tempo e são doutrinados por vários doutrinadores. O ambiente parece tumultuado e muitas pessoas sistemáticas condenam esse sistema. É o mais eficiente e produtivo, o mais conveniente numa fase de transição como a nossa, em que os problemas de obsessão se multiplicam. São consideradas como de Pronto Socorro Espiritual, em que dezenas de doentes são socorridos ao mesmo tempo. O dirigente controla a ação dos médiuns e os Espíritos agem de duas maneiras, controlando o acesso dos espíritos necessitados e ajudando muitas vezes na doutrinação dos casos mais difíceis. Há barulho, muita gente falando ao mesmo tempo, mas não há desordem. Os espíritos mais rebeldes são controlados pelos médiuns devidamente instruídos e pela assistência espiritual. Não se submetem os médiuns a cursos complicados e longos, mas a instruções práticas e objetivas, que são de grande eficiência. O volume de pessoas atendidas e de espíritos beneficiados é grande, mas vai diminuindo na proporção em que o tempo do trabalho se esgota. São encerradas com uma prece de agradecimento, às vezes precedidas de breves explicações sobre os casos mais difíceis, já então num ambiente de absoluta tranqüilidade”.
“O outro tipo, de sessões fechadas ou autoritárias, é dirigido pelo presidente dos trabalhos, que submete as comunicações ao seu controle absoluto. As comunicações são reduzidas ao mínimo. Os médiuns não se deixam envolver pelas entidades sem que o presidente os autorize. Se ocorre uma comunicação demorada, vários médiuns permanecem inativos, à espera da sua vez. Não têm o sentido dinâmico de atendimento simultâneo num Pronto Socorro. Parecem-se mais a consultórios médicos em que os clientes têm hora marcada. Não obstante, produzem os seus resultados. Muitas entidades são doutrinadas indiretamente assistindo à doutrinação de outras. Quando não se dispõe de médiuns e doutrinadores em número suficiente, esse sistema de controle fechado dá mais segurança ao presidente. Mas há a grande desvantagem de se colocar o presidente numa posição que lhe excita a vaidade e o autoritarismo. Os adeptos desse sistema apoiam-se nas instruções do Apóstolo Paulo em sua I Epístola aos Coríntios. Paulo, de formação judaica, aconselha o uso controlado dos dons espirituais, cada médium falando por sua vez. Acontece que são bem diferentes as condições do tempo apostólico e as de hoje. As sessões livres ou abertas atendem melhor às necessidades atuais. Kardec, num país em que o analfabetismo não contava, dedicou maior interesse às sessões de psicografia. Mesmo porque essas sessões correspondiam às exigências de documentação de suas experiências”.
Divaldo Franco no livro “Diretrizes de Segurança“ no CAPÍTULO 42 na pergunta: As reuniões mediúnicas devem ser públicas? Por quê?
Resposta – Uma reunião mediúnica de caráter público é um risco desnecessário, porque vêm pessoas portadoras de sentimentos os mais diversos, que irão perturbar, invariavelmente, a operação da mediunidade. Afirma os Benfeitores que uma reunião mediúnica é um grave labor, que se desenvolve no campo perispirítico, e se a equipe não tem um conhecimento especializado, é compreensível que muitos problemas sucedam por negligência da mesma. A reunião mediúnica não deve ser de caráter público, porque teria feição especulativa, exibicionista, destituída de finalidade superior, atitudes tais que vão de encontro negativa-mente aos postulados morais da Doutrina.
CAPÍTULO 45 = Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser encaminhada, sem risco, para uma reunião mediúnica?
Divaldo – A pergunta já demonstra que a pessoa tendo problemas, deve primeiro eqüacioná-los, para depois estudar e aprimorar a faculdade que gera aqueles problemas. Como na mediunidade os problemas são do espírito e não da faculdade mediúnica, é necessário que primeiro se moralize o médium.
Emannuel no livro “Seara dos Médiuns” Capítulo 12 Na mediunidade, tem uma opinião contrária a Divaldo dizendo que: “Assim também na mediunidade. Seja qual for o talento que te enriquece, busca primeiro o bem, na convicção de que o bem, a favor do próximo, é o bem irrepreensível que podemos fazer. Desse modo, ainda mesmo te sintas imperfeito e desajustado, infeliz ou doente, utiliza a força medianímica de que a vida te envolve, ajudando e educando, amparando e servindo, no auxílio aos semelhantes, porque o bem que fizeres retornará dos outros ao teu próprio caminho, como bênção de Deus a brilhar sobre ti”.
- Passe Magnético:
Ação magnética curadora (Livro dos Médiuns)
131. Esta teoria nos fornece a solução de um fato bem conhecido em magnetismo, mas inexplicado até hoje: o da mudança das propriedades da água, por obra da vontade. O Espírito atuante é o do magnetizador, quase sempre assistido por outro Espírito. Ele opera uma transmutação por meio do fluido magnético que, como atrás dissemos, e a substância que mais se aproxima da matéria cósmica, ou elemento universal. Ora, desde que ele pode operar uma modificação nas propriedades da água, pode também produzir um fenômeno análogo com os fluidos do organismo, donde o efeito curativo da ação magnética, convenientemente dirigida. (Livro dos Médiuns)
Sabe-se que papel capital desempenha a vontade em todos os fenômenos do magnetismo. Porém, como se há de explicar a ação material de tão sutil agente? A vontade não é um ser, uma substância qualquer; não é, sequer, uma propriedade da matéria mais etérea que exista. A vontade é atributo essencial do Espírito, isto é, do ser pensante. Com o auxílio dessa alavanca, ele atua sobre a matéria elementar e, por uma ação consecutiva, reage sobre seus compostos, cujas propriedades íntimas vêm assim a ficar transformadas. (Livro dos Médiuns)
Tanto quanto do Espírito errante, a vontade é igualmente atributo do Espírito encarnado; daí o poder do magnetizador, poder que se sabe estar na razão direta da força de vontade. Podendo o Espírito encarnado atuar sobre a matéria elementar, pode do mesmo modo mudar-lhe as propriedades, dentro de certos limites. Assim se explica a faculdade de cura pelo toque e pela imposição das mãos, faculdade que algumas pessoas possuem em grau mais ou menos elevado. (Livro dos Médiuns)
Especificamente sobre a mediunidade de cura, em O Livro dos Médiuns (capítulo XIV da segunda parte), nos itens 175 e 176, encontramos “(…) Diremos somente que esse gênero de mediunidade consiste principalmente no Dom que certas pessoas têm de curar pelo simples toque, pelo olhar, por um gesto mesmo, sem o socorro de nenhuma medicação. Dir-se-á, sem dúvida, que isso não é outra coisa do que o magnetismo. É evidente que o fluido magnético desempenha aqui um grande papel; mas, quando se examina este fenômeno com cuidado, pode-se reconhecer sem esforço que há alguma coisa a mais. (…) Todos os magnetizadores estão mais ou menos aptos a curar
“E rogava-lhe muito dizendo: – Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva”.(Marcos 5:23)
“Um leproso, se aproximou, adorou a Jesus, se colocou de joelhos e disse: “Senhor, se você quiser, sei que pode me purificar!” Jesus estendeu a mão e tocou no homem e então disse: “Eu quero! Seja purificado!”
Percebemos que Kardec diz que o magnetismo pode ser passado através do toque ou da imposição das mãos, como fez Jesus. As seguintes respostas dtanto de Herculano como de Divaldo não recomendam o passe de toque.
No Livro “Diretrizes de Segurança” do autor Divaldo Franco no CAPÍTULO 75, pergunta: Há necessidade do médium tocar ou encostar as mãos na pessoa que recebe o passe?
Divaldo – Desde que se trata de permuta de energias, deve-se mesmo, por medida de cautela e de zelo ao próprio bom nome, e ao do Espiritismo, evitar tudo aquilo que possa comprometer, como toques físicos, abraços, etc.
Herculano Pires no livro “Mediunidade” diz que: “Nas reuniões de passes proíbe-se o toque dos médiuns nos pacientes, a não ser para ajudá-los em casos extremos, para evitar mal-entendidos e suspeitas maliciosas que atentam contra o médium, a instituição e a doutrina. Não é necessário de maneira alguma o toque do médium, nem mesmo a pretexto de transfusão fluídica, como se faz em algumas modalidades do sincretismo religioso afro-brasileiro. As mãos do médium funcionam nos passes como antenas captadoras e emissoras de vibrações dos espíritos, o que pode ser feito até a grandes distâncias”.
- Conclusão: Vemos às vezes informações dentro da “Doutrina Espírita” com diferentes opiniões em certos aspectos doutrinários. Mas Jesus nos pediu no evangelho de Marcos 16 versículos 15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão”. Mateus 10 versículo 8, O Mestre diz: “Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí”. No evangelho de Lucas 10 versículo 9, o Mestre recomenda: “E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus.
Voltaram depois os setenta com alegria, dizendo: Senhor, em teu nome, até os demônios se nos submetem”.
Atos 9 versículo 34 “E disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou”.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – CAPÍTULO XXVI DAI GRATUITAMENTE O QUE GRATUITAMENTE RECEBESTES
Dom de curar
1. Restituí a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios. Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido.
(S. MATEUS, cap. X, v. 8.)
2. “Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido”, diz Jesus a seus discípulos. Com essa recomendação, prescreve que ninguém se faça pagar daquilo por que nada pagou. Ora, o que eles haviam recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, isto é, os maus Espíritos. Esse dom Deus lhes dera gratuitamente, para alívio dos que sofrem e como meio de propagação da fé; Jesus, pois, recomendava-lhes que não fizessem dele objeto de comércio, nem de especulação, nem meio de vida.
Assim, Jesus deu aos apóstolos poder e autoridade sobre todos os maus Espíritos, o poder de curar todos os males e enfermidades, de restituir a saúde aos doentes, de ressuscitar os mortos, de purificar os leprosos, de expulsar os Espíritos maus, chamados ao mesmo tempo “demônios” e “Espíritos impuros” – dando-lhes a assistência, o apoio e o concurso dos Espíritos superiores, sustentados estes pelos Espíritos puros, que tinham poder imediato sobre todos os maus Espíritos, bem como o de curar todas as enfermidades, ressuscitar os mortos segundo o entender dos homens. Os apóstolos eram médiuns, quer dizer: intermediários entre os Espíritos superiores que os assistiam e os homens. Com o auxílio das faculdades mediúnicas, sob a ação e a influência medianímicas, é que eles obraram e falaram, a fim de concorrerem para a obra de redenção. Para expulsarem os maus Espíritos, isto é, para libertarem os homens da subjugação, tanto corporal, como corporal e moral, ordenavam aos obsessores que se afastasse da vítima, empregando as mesmas palavras de que usava Jesus: “Sai desse homem”. E os obsessores se afastavam no mesmo instante por ato da vontade dos Espíritos superiores, sustentada, se necessário, pela dos Espíritos puros. Para restituir a saúde aos doentes, limpar os leprosos, curar todos os males e enfermidades, impunham as mãos ou ungiam com óleo os enfermos, obrando por ato da própria vontade e pela ação magnética humana. Ao mesmo tempo, os Espíritos superiores, associando sua vontade à deles por meio do magnetismo espiritual, escolhiam e lhes punham ao alcance os fluidos apropriados aos efeitos, aos resultados que tinham de ser obtidos, à cura que se havia de operar.
Os evangelistas, médiuns historiadores inspirados, reproduziram, debaixo da influência e da inspiração mediúnicas, tal qual Jesus as pronunciara, estas palavras: “Ide… e ressuscitai os mortos”. Empregaram as expressões de que dispunham para relatar os fatos, mas sem possuírem o segredo do pensamento que Jesus ocultara sob aquelas palavras, as quais, para eles como para os outros homens, ficavam sujeitas às interpretações humanas. Já o dissemos e explicamos: todas as ressurreições de pessoas consideradas mortas pelos homens, de que falam tanto o Antigo Testamento como a Boa-Nova, não foram mais do que a cessação do estado cataléptico. Todos os indivíduos tidos por mortos se achavam nesse estado, não se havendo produzido neles o rompimento do laço que prende o Espírito ao corpo. Considerados por todos como mortos, mortos teriam eles ficado realmente, se não fora o socorro dos Espíritos puros, dos Espíritos superiores que, com a sua vontade poderosa e com o seu poder magnético, assistiam – tanto aos profetas que, inconscientes dessa assistência e desse concurso, atribuíram, do mesmo modo que os outros homens, a ressurreição do morto a uma ação direta do próprio Deus – como aos apóstolos que, inconscientes também dessa assistência e desse concurso, atribuíam, do mesmo modo que os outros homens, a ressurreição a uma ação direta do próprio
Mestre.
Quer com relação aos profetas, quer com relação aos apóstolos, os Espíritos puros, os Espíritos superiores obravam sob a direção de Jesus, pois, como sabeis e nunca deveis perder de vista, Jesus é o protetor e o governador do vosso planeta, é quem presidiu à sua formação e quem desde então o dirige, como também o é da humanidade terrena, que será por ele conduzida à perfeição.
Cérebro humano tem aversão à desigualdade social
mar 5th, 2010 by admin
Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso
Cérebro igualitário
O cérebro humano acredita fortemente na igualdade entre as pessoas.
Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso.
Rico, mas humano
A equipe descobriu que os centros de recompensa do cérebro de uma pessoa respondem mais fortemente quando ela vê alguém que é pobre receber uma recompensa financeira do que quando ela vê uma pessoa rica ficar ainda mais rica.
E o que é mais surpreendente: Este padrão de atividade é válido mesmo se este cérebro que observa os dois episódios estiver equipando a cabeça de uma pessoa rica. Ou seja, mesmo um rico fica mais feliz em ver um pobre recebendo alguma coisa, do que ao ver um colega rico ganhando ainda mais dinheiro.
E vai além: uma pessoa rica fica mais feliz ao ver um pobre recebendo dinheiro do que quando ela própria recebe dinheiro.
As conclusões do estudo foram publicadas no último exemplar da revista Nature.
Natureza humana
“Esta é a última imagem em nossa galeria da natureza humana”, diz o Dr. Colin Camerer, coautor da pesquisa.
Há muito se sabe que nós, humanos, não gostamos da desigualdade, especialmente quando se trata de dinheiro. Diga a duas pessoas que trabalham no mesmo emprego que os seus salários serão diferentes e você vai ter problemas, observa John O’Doherty, outro participante do grupo.
Mas o que não se sabia era quão biologicamente programados nós somos para isso. “Neste estudo, estamos começando a ter uma ideia de onde vem essa aversão à desigualdade,” diz O’Doherty. “Não é apenas a aplicação de uma regra social ou convenção; há realmente alguma coisa sobre o processamento básico de recompensas do cérebro, que reflete essas considerações”.
Centros de recompensa do cérebro
O cérebro processa as “recompensas” – coisas como comida, dinheiro, e até mesmo uma música agradável – gerando respostas positivas no corpo. Isto pode ser visto em áreas como o córtex pré-frontal ventromedial (CVM) e o estriado ventral.
Em uma série de experimentos, os pesquisadores observaram como o CVM e o estriado ventral reagiam em 40 voluntários que assistiam a uma série de eventos de ganhos e de transferências de dinheiro – tudo enquanto eles ficavam deitados dentro de uma máquina de ressonância magnética.
A forma de reação dos voluntários aos diversos cenários, mais precisamente dos centros de recompensa dos seus cérebros, mostrou uma forte dependência da situação inicial – se eles começaram o experimento com uma vantagem financeira sobre os seus pares.
“As pessoas que começaram pobres tiveram uma reação mais forte do cérebro para coisas que lhes davam dinheiro, e essencialmente nenhuma reação ao dinheiro que era dado para outra pessoa”, diz Camerer. “Por si só, isso não foi muito surpreendente.”
Preferência pela igualdade
O que foi surpreendente foi o outro lado da moeda. “No experimento, as pessoas que começaram ricas tiveram uma reação mais forte para as outras pessoas recebendo dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro,” explica Camerer. “Em outras palavras, seus cérebros gostaram mais quando os outros recebiam dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro.”
“Nós agora sabemos que essas áreas do cérebro não se atêm apenas ao auto-interesse”, acrescenta O’Doherty. “Elas não respondem exclusivamente às recompensas que se obtém como indivíduo, mas também respondem à perspectiva de outros indivíduos obtendo um ganho.”
O que foi especialmente interessante sobre a descoberta, diz ele, é que o cérebro responde “de forma muito diferente a recompensas obtidas por outros sob condições de desigualdades desvantajosas versus desigualdades vantajosas. Ele mostra que as estruturas básicas de recompensa no cérebro humano é sensível mesmo a diferenças sutis no contexto social.”
Autor: Imprensa
Fonte: Diário da Saúde
http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=5306
Você tem experiência?
mar 2nd, 2010 by admin
Num processo de seleção da Volkswagen,
os candidatos deveriam responder à seguinte pergunta:
“Você tem experiência”?
A redação a seguir foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso,
e ele, com certeza, será sempre lembrado por sua criatividade,
sua poesia, e acima de tudo por sua alma,
embora seu nome não tenha sido divulgado.
REDAÇÃO VENCEDORA
Já fiz coceguinhas na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho,
e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas
são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre
e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas
sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios,
já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor,
mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos,
e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados
pelas lentes da emoção, guardados num baú chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
“Qual sua experiência”?
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
Experiência… Experiência…
Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora, gostaria de indagar uma pequena coisa
para quem formulou esta pergunta: Experiência?
Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?
Recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues
Nunca se justifique para ninguém
mar 2nd, 2010 by admin
Nunca se justifique para ninguém. Porque a pessoa que gosta de você não precisa que você faça isso, e quem não gosta não acreditará.
Não deixe que alguém se torne uma prioridade em sua vida, quando você é somente uma possível opção na vida dessa pessoa.
Relacionamentos funcionam melhor quando são equilibrados.
De manhã quando você acorda, você tem simplesmente duas opções: voltar a dormir e a sonhar ou levantar e correr atrás dos seus sonhos. A escolha é sua.
Nós fazemos chorar aqueles que cuidam de nós.
Nós choramos por aqueles que nunca cuidam de nós.
E nós cuidamos daqueles que nunca vão chorar por nós. Essa é a vida, é estranho mas é verdade.
Uma vez que você entenda isso, nunca será tarde demais para mudar.
Não faça promessas quando você estiver alegre.
Não responda quando você estiver triste.
Não tome decisões quando você estiver zangado.
Pense duas vezes…
Seja esperto.
O tempo é como um rio.
Você nunca poderá tocar a mesma água duas vezes, porque a água que passou nunca passará novamente.
Aproveite cada minuto da sua vida…
Se você continuar dizendo que está ocupado, então você nunca estará livre.
Se você continuar dizendo que não tem tempo, então você nunca terá tempo.
Se você continuar dizendo que fará isso amanhã, então o amanhã nunca chegará.
Procura-se o autor:
Que tal começar a dizer ’sim’ para a Vida?
fev 27th, 2010 by admin
Peço que preste atenção quando sua mente começa a negar as coisas, a querer brigar com as pessoas, a implicar com você.
Estamos sempre rodando em torno de crenças antigas e ultrapassadas, subjulgando nosso potencial e possibilidades ao rejeitar o novo.
Por que? Simplesmente porque não se encaixa em nossos rigidos planos, escapa o alcance de nossos julgamentos ou nos assusta porque comparamos com antigas experiências.
Julgamos as pessoas porque ‘achamos’ que podem erradas, sem nunca termos tido a generosidade de tentar entendê-las. Assumimos que não vamos gostar de fazer isto ou aquilo sem antes sequer refletir sobre o assunto. E assim vamos agindo, fazendo nossas escolhas que formam as experiências em nossas vidas, baseadas em velhas e rançosas crenças.
Então, volto a pedir que preste mais atenção a quantas vezes você nega, julga, compara e responde com um ‘não’ às novas experiências que a Vida lhe propõe.
Comece a frequentar lugares diferentes, a conversar com pessoas diferentes, a fazer coisas que nunca fez na vida – na maioria das vezes por puro ‘pre-conceito’.
Permita-se explorar coisas que estão completamente fora dos seus planos.
Finja que cada pessoa que se aproxima de você está lhe trazendo um presente – um conhecimento diferente, uma experiência diferente, uma forma diferente de amor.
Permita-se receber estes presentes e agradeça, do fundo do seu coração.
A Vida é um banquete e existem muito pratos diferentes sobre a mesa diante de você. É tempo de experimentar algo novo e diferente, é tempo de aventura!
- Eu digo sim a tudo que o Universo me traz. Digo sim à Vida. Digo sim ao amor. Eu digo sim ao diferente.
Recebido de: Sueli Veiga
Sexto sentido?
fev 26th, 2010 by admin
Tem coisas que não se explica…é o sexto sentido, ou quem sabe, nosso anjo da guarda nos orientando…
Como muitos sabem, costumo ouvir muito ao meu Anjo da Guarda e hoje não foi diferente…
André faz aniversário hoje, como todos sabem…mas só farei a festinha dele dia 13 de março…pois bem…ele estava todo tristinho porque ele queria ir comigo numa lanchonete aqui perto comprar uma tortinha pequenininha para a gente cantar parabéns…
Bem, eu disse:
-” Ah, você jura que quer ir na lanchonete?”
ele respondeu:
-”Mamãe, eu quero sim! Eu vou te dar um presente: quero comprar para você uma torta alemã, daquelas pequenas!
Eu fiquei comovida, mas disse:
-” ah, vamos pedir uma pizza!”
Ele respondeu:
-” Ah, não! já estamos muito gordinhos! eu quero dar uma torta para você, minha mamãe querida!”
Pessoal, meu coração doeu…eu pensei..pensei…e disse:
-” Dedé, eu não vou não! Vou pedir uma pizza para você e a gente canta parabéns com a pizza de brigadeiro, tá?
E fomos para sala…
Uns 15 minutos depois, ouvimos uns fogos…eu disse:
-” viu, André…é seu aniversário e tem até fogos!” ( eram mais ou menos 20hs30).
Mas, passou-se alguns minutos e a vizinha veio aqui em casa para dizer que tinham acabado de assassinar o segurança da área onde vivo…e sabe onde ele ficava?
Quase em frente a lanchonete que André queria ir!!!!
Algumas pessoas que estavam perto, foram baleadas também…o segurança levou tiros de fuzil e foram dados muitos tiros. ( era muito barulho de fogos…).
No momento em que o segurança foi assassinado, seria o momento em que estaríamos passando perto dele, ou até estaríamos na lanchonete.
Eu disse para André…
_” Meu amor, tá vendo como muitas vezes, um NÃO, faz bem? Imagine se a gente estivesse na lanchonete?
Oremos pelas pessoas feridas e oremos pelo segurança que foi morto.
Aprendizado de hoje:
Muitaz vezes, por mais que doa nosso coração, quando sentimos que devemos dizer Não…que assim seja feito! Talvez seja nosso anjo guardião querendo nos alertar!
Pensativa sobre a violência local, e ainda pensando no quanto eu e André fomos protegidos ontem, quando desisti de ir na lanchonete comemorar o aniversário do André, justamente minutos antes de bandidos soltarem de um carro na frente da lanchonete e sairem atirando contra o segurança do bairro, penso no que teria acontecido se eu e André estivessemos lá…fatalmente ele ou eu, estaríamos baleados agora…o dono da lanchonete, o Luan, foi atingido, mas graças a Deus está bem agora!
Eu gostaria de dizer que sou muito grata a Deus e ao meu anjo guardião por ter sido protegida e poder ter protegido meu filhote!
Quero dizer a você, que todos nós temos um Anjo da Guarda e que ele sempre cuida de cada um de nós!
Acredite, tem um Anjo aí, bem pertinho de ti!
Abaixo, o link da reportagem sobre o acontecido:
http://tudoglobal.com/blog/editorias/policia/30713/rio-um-morto-e-dois-feridos-em-tiroteio.html
Peço que reflitam sobre a vida…e que sempre vale a pena ouvir nosso coração…e mesmo que um Não muitas vezes doa, lá na frente vc com certeza vai saber que o Não que muitas vezes vc disse para seu filho, o protegeu de muitas situações de perigo!
Nunca fique triste por ter que dizer Não às vezes, para as pessoas que vc ama! Este Não, em muitos casos, vale uma vida e muitos sorrisos felizes!
Jesus abençõe cada família e cada amigo que ora e torçe pelo André.
Agradeçemos os votos de feliz aniversário para ele, com certeza ele ficou feliz! Ainda não respondeu todos, mas hj , com certeza o fará!
Beijos para todos!
Ana e André Peters
analuciapeters@gmail.com











