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Eu tive que aceitar

Eu  tive que aceitar que  o meu corpo nunca  fora imortal,
que ele  envelheceria e que um  dia se acabaria.
Eu  tive que aceitar que  eu viera ao mundo  para fazer algo por ele,
para tentar dar-lhe  o melhor de mim,
deixar  rastros positivos da  minha passagem e,
em dado momento, partir.
Eu  tive que aceitar que  meus pais não durariam  para sempre e que  meus filhos, pouco a  pouco, escolheriam seus  caminhos e prosseguiriam  sua caminhada sem mim.
Eu  tive que aceitar que  eles não eram meus  como eu supunha, e  que a liberdade de  ir e vir era um  direito deles também.
Eu  tive que aceitar que  todos os meus bens  me foram confiados por  empréstimo,
que não me pertenciam e que eram tão fugazes como fugaz era a minha própria existência na Terra.
Eu  tive que aceitar que  eu iria e que os  bens ficariam para uso  de outras pessoas quando  eu já não estivesse  por aqui.
Eu  tive que aceitar que  varrer minha calçada  todos os dias não  me dava nenhuma garantia  de que ela era  propriedade minha,
e que varrê-la com tanta constância era apenas um fútil alimento que eu dava à minha ilusão de posse.
Eu  tive que aceitar que  o que eu chamava  de “minha casa”  era só um teto  temporário que dia  mais, dia menos, seria  o abrigo terreno de  uma outra família.
Eu  tive que aceitar que  o meu apego às  coisas só apressaria  ainda mais a minha  despedida e a minha  partida.
Eu  tive que aceitar que  meus animais de estimação,  minhas plantas, a árvore  que eu plantara, minhas  flores e minhas aves  eram mortais.
Eles  não me pertenciam!
Foi  difícil, mas eu tive  que aceitar.
Eu  tive que aceitar as  minhas fragilidades, os  meus limites, a minha  condição de ser mortal,  de ser atingível, de  ser perecível.
Eu  tive que aceitar para  não perecer!
Eu  tive que aceitar que  a Vida sempre continuaria  com ou sem mim,
e  que o mundo em  pouco tempo me esqueceria.
Eu  me rendi e aceitei  que eu tinha que  aceitar.
Aceitei  para deixar de sofrer,  para lançar fora o  meu orgulho, a minha  prepotência, e para  voltar à simplicidade  da Natureza,
que  trata a todos da  mesma maneira e sem  favoritismos.
Humildemente  agora lhe confesso que  foi preciso
eu fazer cessar uma guerra dentro de mim.
Eu  tive que me desarmar  e abrir meus braços  para
receber e aceitar a minha tão sonhada Paz!

Silvia  Schmidt

Colaboração: Cristiane Pilla

Com alguma dificuldade o repórter adentrou o recinto onde Jesus de Nazaré fazia mais uma exposição de suas ideias, aproveitando a companhia de um de seus seguidores, Pedro, que lhe assegurou um lugar próximo, que possibilitasse a entrevista assim que a exposição encerrasse, o que de fato aconteceu.

Jesus já se preparava para levantar-se, enquanto alguns dispersavam e outros tentavam falar com ele, quando o repórter antecipou-se e pediu-lhe uma entrevista, no que foi prontamente atendido.

Repórter: Por favor, seu nome e origem.
Jesus: Me chamo Jesus, sou de Nazaré, carpinteiro como meu pai, José. Minha mãe se chama Maria, mas alguns a chamam de Míriam, e tenho irmãos e irmãs.

R. Se me permite, vou direto a uma questão provocadora. O senhor pretende fundar uma nova religião ?
J. Não. Mas sei que muitos o farão assumindo o meu nome e adaptando meus ensinos aos seus interesses e objetivos.

R. Mas, se não pretende fundar uma religião, qual o propósito de suas peregrinações, de seus discursos e ensinos?
J. Pretendo relembrar, com outras palavras, o que já foi ensinado por outros antes de mim, como o grego Sócrates e o indiano Gautama, também chamado de Buda. Pretendo ensinar, sim, uma nova ética para a relação da criatura com o Criador, sem intermediários, discriminações ou favorecimentos.

R. É uma proposta que poderá ser considerada subversiva tanto pelas autoridades judaicas quanto romanas. O senhor não teme isso?
J. Não temo, mas sei que meus ensinos contrariam interesses de classe, de casta, de raça, de crença.

R. Seus seguidores são, em sua maioria, gente pobre, iletrada. Eles compreendem seus ensinos ?
J. Certamente compreendem mais e melhor que os ricos e nobres, já que convivem com o sofrimento e a escassez. Uso parábolas. Meus ensinos são para todos, mas dirijo-me mais diretamente a eles, pois são os mais necessitados de conforto e esclarecimento. Os ricos estão por demais envolvidos com outras coisas, como cuidar em multiplicar suas riquezas terrenas.

R. Vejo que homens e mulheres, doentes de todos os tipos, crianças, estropiados, loucos e prostitutas o cercam para ouvi-lo. Isso não o desagrada?
J. De modo nenhum, pois foi principalmente por eles e para eles que vim. Os nobres e ricos se sentem bem como estão, eu já lhe disse !

R. Como o senhor se posiciona quanto a mulher numa sociedade tão machista, tanto a romana quanto a judaica ?
J. Todos são iguais perante o Criador. Homens e mulheres têm os mesmos direitos e o mesmo futuro, segundo a vontade de nosso Pai.

R. Andam falando mal por vê-lo conversando com mulheres de má fama, principalmente sobre aquela cortesã. Não acha que isso pode comprometer seus propósitos ?
J. Não deixo que interesses mundanos e passageiros definam o que vou ensinar. Você se refere a Maria, aquela de Magdala. Pois eu lhe digo que foi ela a primeira quem melhor e mais completamente compreendeu meus ensinos. Desde então me acompanha e me ouve com atenção.

R. Alguns o consideram, e outros o desejam, como um novo rei dos judeus. Que diz disso ?
J. Não sou rei e não vim para disputar a política desse mundo. Estou aqui para reinar sobre corações, se assim me posso expressar. Meu reino não é deste mundo. O que desejo é que a paz se estabeleça entre homens e mulheres, que haja mais compaixão, tolerância, justiça e igualdade. Mas sei também que estou apenas semeando as ideias que só o futuro poderá tornar realidade.

R. Suas atitudes contra os fariseus e escribas têm gerado comentários que o colocam em perigo. Convenhamos que dizer que são túmulos caiados, brancos por fora e cheios de podridão por dentro é uma provocação perigosa, para dizer o mínimo !
J. Apenas aponto um fato. São homens que se fazem de bons e justos, mas não são bons nem justos. São oportunistas, vaidosos, egoístas, orgulhosos de suas posições tão transitórias, iludidos como se pudessem evitar a morte que virá buscá-los como a todos os outros.

R. E aqueles comentários sobre sua conversa com Moisés e Elias no monte Tabor? Ambos já não morreram há séculos? Isso está dando o que falar e muitos o consideram um lunático !
J. A morte não existe, por isso conversei com Moisés e Elias, e também com aqueles que vocês chamam de “demônios”, mandando que saíssem do corpo dos infelizes que atormentavam. Eles me respeitam e me obedecem. Não me importo que me considerem louco, pois fizeram pior com os profetas que vieram antes de mim.

R. Seus ensinos confundem. Como saber se uma pessoa é boa ou má, justa ou injusta?
J. Pelos frutos se conhece a árvore !

R. Por que o chamam de mestre, e porque existem tantos deuses ?
J. Porque de fato sou mestre, no que se refere às coisas da vida verdadeira, e quanto aos muitos deuses, só existe um Criador, que atende por muitos nomes. Quanto às guerras e violências praticadas em nome de deuses, … culpe os homens e não o Criador.

R. O senhor falou de falsos salvadores e falsos profetas. O que isso quer dizer ?
J. Porque muitos virão em meu nome, dizendo coisas que eu não disse, ensinando coisas que eu não ensinei, mercantilizando a fé em meu nome, farão das casas de oração verdadeiros mercados, aproveitarão a ignorância de muitos para se fartarem das coisas terrenas. Tudo em meu nome e no nome daquele que nos criou. Mas agora preciso ir. Outros em outros lugares me esperam.

R. Está triste, mestre? Deixe uma mensagem, um recado ou uma síntese dos seus ensinos para encerrarmos !
J. Ama o Eterno sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo ! Vá em paz !
Paulo R. Santos
Colaboração:  Bia Garuti

Vai passar

Havia  num país distante,  um rei poderoso

que  tinha como servo um  homem bom e fiel,

cuja  eficiência era única  em todo o reino.

Porém,  o rei não podia  acreditar

que  esse homem era perfeito.

Mil  dúvidas povoavam sua  mente.

E  se num momento muito  importante

a  eficiência deste servo  falhasse?

Diante  desta dúvida o rei  resolveu colocar em  prova a capacidade do  homem.

Portanto,  ordeno-lhe que a confeccione  para mim”.

Chamou-o  e disse: -” Servo,  cansei desta minha coroa.

Quero  uma outra, mas não  mais em ouro e  sim quero-a com pedras  preciosas.

As  mais exóticas e brilhantes  que houver.

Como  ele sabia que em  seu reino não  havia este tipo de  mineração,

achou  que pela primeira vez  seu servo lhe falharia.

o  fiel empregado voltou trazendo  uma coroa de beleza  ímpar,

com  pedras espetaculares nunca  antes vistas em reino  algum.

Mas  meses depois,

Mas  o rei ainda não  aceitando totalmente  a eficiência do escravo,

depois  de muito pensar e  meditar chamou-o  novamente ordenando: …

“  Servo, agora  quero que acrescente nesta  linda coroa,

uma  frase que quando eu  estiver triste eu me  alegre,

e  quando eu estiver feliz, eu  me entristeça”.

Tudo  na vida já tinha  feito para provar sua  fidelidade ao rei, mas  agora ele lhe pedia  algo que parecia impossível.

O  servo saiu de lá  desesperado.

Como  faria isso?

Chegou  em casa entristecido,  sabendo que perderia  seu cargo

e  que mais do que  isso perderia  a confiança do rei.

Mas  a esposa, consternada  com a tristeza do  marido

depois  de muito pensar teve  uma grande idéia e  a executou.

Que  de imediato a colocou  na cabeça e foi  para a frente do  espelho para ver o  que nela estava escrito.

Depois  de pronta, o  servo pegou a coroa  e a levou ao rei

Espantado  então viu a breve  frase:

TEMOS  QUE TER SEMPRE A  CERTEZA

DE  QUE SEJA O QUE  FOR, PASSARÁ.

E  assim é a nossa  realidade.

Não  importa o momento que  estejamos vivendo,

NÃO  SE  ENTREGUE

POIS  EM BREVE TUDO PASSARÁ.

Se  a dor, a tristeza,  o desânimo estiverem  presentes em sua vida,

NÃO  O ESTRAGUE POR COISAS  PEQUENAS.

SABOREIE-O  COM CALMA,

POIS  ELE TAMBÉM PASSARÁ!

SE  POR OUTRO LADO,

VOCÊ  ESTIVER VIVENDO UM GRANDE  MOMENTO,

APROVEITE-O!

Texto:    Autoria Desconhecida

Colaboração: Ana Maria M. Boen

Um professor, durante a sua aula de

filosofia sem dizer uma palavra,

pega num frasco de maionese e esvazia-o…

tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então…o professor pegou noutra caixa…uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime  “Sim !”.

De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se…mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

‘QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA’.

As bolas de golf são as coisas Importantes:

como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.

São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.

‘Se puséssemos  1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.

O mesmo acontece com a vida’.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando  os seus filhos,

Arranje tempo para ir ao medico,

Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,

Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos

Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.

Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro…

Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.

Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia…

Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

“…o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo.”

Colaboração: Ivani Bagarollo Riedo

Você quer ajudar ?

ASSOCIAÇÃO CAIO TAIOLI ROSA, pró-linfoma, leucemia e mieloma é uma Associação Civil de Direito Privado sem fins lucrativos e sem vinculação política, religiosa, de raça, de cor e de categoria social, fundada em julho de 2004 por familiares, amigos e pacientes de patologias onco-hematológicas com Apoio Psicológico, Apoio Jurídico, Palestras e Campanhas.

A Campanha “Viva Caio” foi criada com o intuito de solucionar um gravíssimo problema que ocorre em Americana e região, bem como servir de exemplo para outras regiões do Brasil que sofrem com a dificuldade na obtenção de bolsas de sangue e plaquetas para o tratamento de pacientes com câncer.  Desde  Maio  de 2007 foi incorporada à Campanha Viva Caio a Captação de Doadores de Medula Óssea.TORNE-SE UM VOLUNTÁRIO, VENHA FAZER PARTE DE NOSSO “TIME”.

Rua 7 de Setembro, 1499 – Americana – SP  - Fone: 19-3461-4570

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SEARA HOSPITAL PSIQUIATRICO DE AMERICANA – SP

PRAÇA ALLAN KARDEC, 100 – Jardim Brasil

FONE: 19-3465-1570

Entidade beneficente sem fins lucrativos

AMERICANA- SP

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C V V – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA

Há sempre alguém com quem falar. Se as coisas estão difíceis, a solidão e o desespero tomou conta de você e a vida parece não valer a pena, entre em contato com o CVV. Através desse Serviço, sempre haverá alguém para lhe ouvir, oferecer apoio e mostrar que viver sempre vale a pena quando se tem um amigo.

ESTADO SÃO PAULO – ( INTERIOR)


Americana: 19 – 460.4111
Rua Carioba, 536 Cordenonsi
13465-000 Americana SP
Fone : 19 460-4111

Campinas: 19 – 3272.7777
Complexo Administrativo do Hospital Municipal
Dr. Mário Gatti
Av. Prefeito Faria Lima. 340 Sub-Solo Parque Itália
13036-902 Campinas SP
Fone : 19 3272-7777

Limeira: 19 – 451.4111
Rua Barão de Cascalho, 225 Centro
13480-770 Limeira SP
Fone : 19 451-4111

Piracicaba: 19 – 422.4111
Rua Ipiranga, 806 Centro
13400-485 Piracicaba SP
Fone : 19 422-4111

Sorocaba: 15 – 232.4111
Rua Dr. Nogueira Martins, 334 Centro
18031-570 Sorocaba SP
Fone : 15 232.4111

Araçatuba
R. Riachuelo, 200 – São Joaquim
CEP 16050-380
(16) 3623-4111
aracatuba@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 23h

Araraquara
R. Prof. Dorival Alves, 80 – Vila Xavier
CEP 14810-210
(16) 3333-4111
araraquara@cvv.org.br

Avaré
Av. Professor Celso Ferreira da Silva, 1001 – Jd. Europa
CEP 18707-150
(14) 3733-2525
avare@cvv.org.br
Atendimento das 19h às 23h

Bauru
Praça Papa Paulo II, sala 50 – Terminal Rodoviário
CEP 17015-040
(14) 3222-4111
bauru@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 23h

Botucatu
R. Prefeito Tonico de Barros, 621 – Centro
CEP 18602-005
(14) 3354-4111
botucatu@cvv.org.br
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São Bernardo
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São Caetano
R. Marechal Deodoro, 70 – Santa Paula
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São Carlos
R. 9 de Julho, 1380 – sala 19 – Centro
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(16) 3361-4111
saocarlos@cvv.org.br
Atendimento das 19h às 23h

São José do Rio Preto
R. Fritz Jacobs, 231 – Boa Vista
CEP 15020-030
(17) 3233-4111
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São Vicente
R. do Colégio, 130 – Centro
CEP 11310-210
(13) 3467-4111
saovicente@cvv.org.br

São José dos Campos
R. Prof. Alfredo César, 134 – V. Cardoso
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(12) 3921- 4111
saojosedoscampos@cvv.org.br
Atendimento, 2ª a 6ª, das 7 às 23h

Sorocaba
R. Dr. Nogueira Martins, 334 – V. Amélia
CEP 18035-257
(15) 3232-4111
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Taubaté
Parque Dr. Barbosa de Oliveira, s/n -
sala 6 – Centro
CEP 12020-120
(12) 3633-4111
taubate@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 19h

Franca
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(16) 3721- 4111
franca@cvv.org.br
Atendimento das 14h às 6 h

Guarulhos
R. Octávio Nunes da Silva, 33 – V. Moreira
CEP 07021-001
(11) 2440-4111
guarulhos@cvv.org.br

Matão
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(16) 3384- 4500
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Osasco
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(11) 3683-4111
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Piracicaba
R. Ipiranga, 806 – Centro
CEP 13400-485
(19) 3422-4111
piracicaba@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 23h

Ribeirão Preto
R. Mariana Junqueira, 729 – Centro
CEP 14015-010
(16) 3636-4111
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Rio Claro
R. Três, 1749 – Centro
CEP 13500-162
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Atendimento das 15h às 23h

Santo André
R. Siqueira Alves, 97 – Vila Leopoldina
CEP 09.015-400
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Macapá
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B A H I A

Salvador
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C E A R Á

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R. Ministro Joaquim Bastos, 806 – Fátima
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Distrito Federal=

Brasília
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CEP 70719-900
(61) 3326-4111
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ESPÍRITO SANTO

Vitória
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G O I Á S

Goiânia
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MATO GROSSO

Cuiabá
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MATO GROSSO DO SUL

Campo Grande
R. Prof. Severino Ramos de Queiroz, 45 – Vila Glória
CEP 79004-250
(67) 3383-4112
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M I N A S     G E R A I S

Itabira
R. Topázio, 248 – Major Laje
CEP 35900-394
(31) 3831-4111
itabira@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 23h

Nova Suíça=

R. Desembargador Barcelos, 1.286 -
CEP 30480-250
(31) 3334-4111
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Uberaba
R. Fausto Salomão Trezzi, 40 – Cássio
Rezende II
CEP 38080-240
(34) 3317-4111
uberaba@cvv.org.br
Atendimento das 15h às 23h

Uberlândia
R. São Paulo, 805 apto 1
CEP 30400-100
(34) 3212-7583
uberlandia@cvv.org.br
Atendimento das 14h30 às 22h30

P A R Á

Belém
R. Senador Manoel Barata, 718 – sala 404
- Campina
CEP 66015-020
(91) 3223-0074
belem@cvv.org.br
Santarém
R. Galdino Veloso, 78 – Centro
CEP 68005-070
(93) 3522-0500
santarem@cvv.org.br

P A R A Í B A

Campina Grande
R. Maciel Pinheiro, 170 – Andar Vasado – s/01 – Centro
CEP 58400-100
(83) 3321-4111
campinagrande@cvv.org.br

João Pessoa
Av. Rui Barbosa, s/n – Torre
CEP 58040-490
(83) 3224-4111
joaopessoa@cvv.org.br
Atendimento das 7h30 às 17h30

P A R A N Á

Curitiba
R. Carneiro Lobo, 35 – Água Verde
CEP 80240-240
(41) 3342-4111
curitiba@cvv.org.br
Londrina
R. Bahia, 23-B – Centro
CEP 86026-020
(43) 3356-4111
londrina@cvv.org.br

P E R N A M B U C O

Petrolina
R. Aristarco Lopes, 230 – Centro
CEP 56302-100
(87) 3861-5033
petrolina@cvv.org.br
Recife
Av. Manoel Borba, 99 – 1º andar – sala 102 – Boa Vista
CEP 50060-140
(81) 3421-7311
recife@cvv.org.br

P I A U Í
Teresina

R. Álvaro Mendes, 861 – Centro
CEP 64000-060
(86) 3222-0000
teresina@cvv.org.br
Atendimento das 6 as 2 horas

Rio de Janeiro (Capital)
Copacabana

R. Figueiredo de Magalhães, 526
CEP 22030-012
(21) 2236-0536
copacabana@cvv.org.br

Rio Centro
R. Leandro Martins, 22 cj. 707 – Centro
CEP 20080-070
(21) 2233-9191
riocentro@cvv.org.br

Maracanã
R. Francisco Xavier, 524, Térreo, sala
T-089
CEP 20550-013
(21) 2334-0166
maracana@cvv.org.br
Atendimento, 2ª a 6ª, das 7h às 13h e das 16h às 22h

Rio de Janeiro
Niterói

R. Cel. Gomes Machado, 140 – sobreloja – Centro
CEP 24020-062
(21) 2613-4141
niteroi@cvv.org.br
Atendimento das 11h às 23h

Nova Iguaçu
Av. Governador Portela, 382 – Centro
CEP 26221-030
(21) 2657-9537
novaiguacu@cvv.org.br
Atendimento das 11h às 23h

Resende
Av. Dorival Marcondes Godoy, 105 -
Fazenda Castelo
CEP 27535-320
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E as pessoas não percebem isso… Tudo começou de repente
Colaboração: Laira Vieira

Os Lobos

Esta é uma pequena lição para nosso dia-a-dia, mas que poderá fazer uma grande diferença se aplicada.
Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas.

Ele disse, ‘Meu filho, a batalha é entre dois ‘lobos’ dentro de todos nós.
Um é o Mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego.
O outro é Bom. É alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.’
O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô:
‘Qual lobo vence?’

O velho Cherokee simplesmente respondeu:

O que você alimenta…

Colaboração: Roseli Cia

As 5 lições

Primeira:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
“Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito.
Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado!
Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”
Terceira:
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- “Quanto custa um Sundae?” -ele perguntou.
- “50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- “Bem, quanto custa o sorvete simples?” -perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência…
- “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: – “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas… – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
“Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
Quinta:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo… Se é para salvá-la…”
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu… Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- “Eu vou começar a morrer logo?”
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”
Compreensão e atitude

Desconheço o autor

Enviado por: Rosely Pedro

Pais maus

O texto abaixo foi entregue pelo professor de Ética e Cidadania da escola Objetivo/Americana, Sr. Roberto Candelori, a todos os alunos da sala de aula, para que entregassem a seus pais.

A única condição solicitada pelo mesmo foi de que cada aluno ficasse ao lado dos pais até que terminassem a leitura.

O texto, a seguir transcrito, foi publicado recentemente por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe – Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta.

* Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

* Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.

* Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

* Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

* Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

* Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).

Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci… Porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:

“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo…As outras crianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

“Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.

E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata”!

“Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.

Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar)”.

“Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime”.

“FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!”

“Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como eles foram. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:

NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES”!

“Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: – Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Dr. Carlos Hecktheuer

(Médico Psiquiatra)

Colaboração: Lourdes Gimenez

Kerrie Wooltorton tinha 26 anos e uma depressão grave. Morava sozinha em um flat na cidade de Norwich, na Inglaterra. Tentou se matar nove vezes em menos de um ano. Era salva no hospital, depois de uma diálise para retirar toxinas do seu corpo. Na décima tentativa, tomou um álcool que evita o congelamento de parabrisas dos carros, como revelou o inquérito policial esta semana. Escreveu uma carta para os médicos dizendo que não queria ser salva por eles e que “estava 100% consciente das consequências do seu ato”. Seu pedido foi respeitado. Os médicos consideraram que salvá-la poderia ser uma violação do seu desejo.

A carta escrita por Kerrie tem valor legal na Inglaterra e respalda a decisão dos médicos. Ela escreveu um documento chamado lá de “living will” em que os pacientes deixam instruções para os médicos quando não são capazes de decidir ou opinar nos rumos de seus tratamentos. É um documento muito usado por pacientes terminais que não querem ser ressuscitados.

Kerrie morreu em2007, mas sua morte ainda gera polêmica. Entidades inglesas que se opõem à eutanásia se manifestaram contra a decisão dos médicos ingleses. Afirmam que Kerrie não tinha saúde mental para decidir sobre o fim de sua vida. O psiquiatra que acompanhou Kerrie nos últimos meses disse ao Daily Mail que ela tinha total noção do que estava fazendo.

Você acha que as pessoas podem optar pelo fim de suas vidas?

por: Maria Laura Neves

Médiuns: O que a ciência tem a dizer sobre a mediunidade?

Os cientistas acreditam que o cérebro explica a mediunidade, mas não sabem dizer como.

De repente, coisas estranhas ocorrem. A pessoa vê vultos inexplicáveis, ouve vozes de gente que não aparece ou faz previsões que, de tão acertadas, não parecem ser apenas coincidência.

Depois dos momentos de susto, chega a hora de deixar de negar o fenômeno e tentar conviver com ele.

Os brasileiros que acreditam ter dons mediúnicos geralmente procuram centros espíritas – há 14 mil deles no país – e acabam conhecendo gente com histórias parecidas. “Mas, quando a mediunidade é exuberante, você não pode evitá-la” , diz Marta Antunes, diretora da Federação Espírita Brasileira.

As imagens de espíritos ou a inspiração para escrever uma carta costumam aparecer do nada, como um déjà vu, na hora em que a pessoa menos espera. É como dizia o médium Chico Xavier: “O telefone toca sempre de lá para cá”.

Na tentativa de ligar daqui para lá, muitas religiões do planeta criam rituais e provocam um momento de êxtase: o transe. Para os médiuns, o transe é o ponto alto de sua habilidade, quando conseguem incorporar um espírito.

Já para os psiquiatras, é um estado alterado de consciência, assim como a hipnose, que se atinge após um longo processo de concentração. Rituais com danças frenéticas, mantras, estímulos luminosos, jejum prolongado e até plantas alucinógenas fariam o participante sair de si.

Uma boa forma de desvendar a mediunidade é entender como rituais levam ao transe e como o transe resulta nos relatos de contato com os espíritos. Por isso, os cientistas tentam estudar o que acontece no cérebro durante esse momento único.

A busca tem duas frentes. Numa delas há espíritas que tentam explicar e comprovar cientificamente a mediunidade. É o caso do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da USP e membro da Associação Médico-Espírita de São Paulo.

Segundo ele, a glândula pineal é a responsável pela interatividade com o mundo dos espíritos. Do tamanho de uma ervilha, a pineal fica no centro do cérebro e produz a melatonina, hormônio que regula o sono. “É um órgão sensorial capaz de converter ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos”, diz. Oliveira acredita que as pessoas que dizem sofrer possessões têm na pineal uma quantidade maior de cristais de apatita, um mineral parecido com o esmalte dentário. Quanto mais cristais, maior seria a sensibilidade espiritual.

Na outra frente estão neuropsicólogos que usam exames de ressonância magnética e tomografias para tentar entender que mecanismos o cérebro aciona durante os rituais religiosos.

O neurocientista Mario Beauregard, da Universidade de Montreal, no Canadá, estudou o cérebro de 15 freiras carmelitas enquanto elas rezavam. Achou uma dezena de pontos ativados, especialmente nas áreas relacionadas à emoção, orientação corporal e consciência de si próprio.

Já o radiologista Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, mapeou a ativação cerebral de monges budistas. Analisando tomografias dos religiosos durante a meditação, Newberg notou que a área relacionada à orientação corporal é quase toda desativada, o que pode justificar a sensação relatada de desligamento do corpo.

Ele também estudou freiras franciscanas durante longas preces. Descobriu que o fluxo sanguíneo do lóbulo parietal esquerdo, parte responsável pela orientação, caía bruscamente. Para Newberg, as irmãs franciscanas experimentavam a sensação de união com Deus porque o cérebro delas deixava de fazer a separação do próprio corpo com o mundo.

Mas nenhuma das duas frentes de pesquisa tem explicações definitivas para os efeitos do transe. Por isso, as origens fisiológicas da mediunidade seguem sendo um mistério. “A grande pergunta é: há uma base única para todos os transes? O que a neuropsicologia tem indicado é que não”, afirma Paulo Dalgalarrondo.

Matéria publicada na Revista Superinteressante, 05/2008.

Hoje de manhã mais precisamente às 11h00min horas assistindo o Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes fiquei impressionado com tamanho investimento de bilhões de euros utilizados neste circuito. O que quero dizer realmente neste tópico é que aproximadamente 1.500 Km esta a Índia ao qual existem milhares de analfabetos ou cidadãos que mal aprenderão a escrever o próprio nome , país cheio de problemas sociais, onde a fome e saúde beira ao caos total em algumas regiões, pobreza rural, corrupção, etc. Muitas perguntas surgem: O porquê de uns com fartura e outros destinados ao fracasso. Esses príncipes das arábias não poderiam ajudar com um mínimo de suas riquezas para esta ajuda humanitária ? Surgem sempre perguntas sem respostas. Vivemos um momento de transição em que talvez não sejam encontradas as soluções ideais para este problema e para outros, igualmente cruciais, mas temos de lutar com de modo para encontrar as melhores soluções possíveis. Somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Voltaremos a reencarnar quantas vezes forem necessárias seja por expiação ou missão.
Sabemos do alto investimento pelos países desenvolvidos para fomentar as guerras, mas esses governantes dão as costas para erradicar a pobreza humana. Como acertar a balança da desigualdade ? De que forma diminuir a violência nas mais diversas nuanças ? Quando ocorrerá um Ministério da Fraternidade para conquista da paz ?
Estamos sempre igual à mariposa, rodamos em volta dos velhos e eternos problemas sem solução pela ganância, vaidade e orgulho dos nossos governantes. A população faminta na Somália é dispersa a tiros na rua. Na Indonésia quase 100 milhões são de extrema pobreza.
Isso sem contar o que ocorre no Paquistão, Gana, Bangladesh, Mianmar. Há fome pelo planeta todo.
Que mundo deixaremos para aqueles que irão reencarnar ?
Portanto, na bandeirada final desta corrida a melhor direção é lembrar-se das mensagens do Cristo e torcer que os futuros políticos e governantes possam incluir em suas agendas de trabalho a palavra “fraternidade”.
“Donicia”

Hoje, dia de finados, meu falecido pai, dizia “dia da melancia”. E não é que ele tinha razão. Quando morávamos em um sitio, um dia antes desta data, ele colhia as melancias e as colocava na carroça para serem vendidas próximo ao cemitério de minha cidade. Era bem vindo o dinheiro que entrava para sustento da família. Mas, pelo lado espiritual será que nos lembramos de nossos entes queridos que partiram somente nesta data ou nas nossas orações no dia a dia lembramos ? É comum, neste dia, a intensa visitação aos túmulos, podendo-se observar cenas interessantes. Alguns passam o dia, para lhes fazer companhia, como se eles estivessem ai, uns levam comidas e bebidas, para que se alimentem, como se o espírito disso necessitasse. Outros gastam verdadeiras fortunas em flores raras e ornamentações vistosas. Lavam o tumulo ,decoram, enceram, como se fosse à moradia eterna. Nossos mortos não estão mortos, nem dormem. As vibrações que eles sentem neste dia acredito que riem do que fazemos. Muitos ficam 364 dias sem lembrar em suas orações (se orar…) e de repente lá estão chorando, demonstrando todo afeto como se o “falecido” estivesse olhando a postura amorosa no local. Para os nossos entes que partiram para o mundo espiritual, a melhor conduta é a lembrança das suas virtudes, dos seus atos bons, dos momentos de alegria juntos vividos. A prece é o melhor remédio. Isso sim eles gostam. São dos nossos sentimentos que comungamos nossos pensamentos de dor. Não precisamos de dinheiro para atrair os laços fluídicos, e nem a necessidade de estar ao lado do tumulo. Eles não estão lá, já foram conduzidos e orientados do outro lado que vivem. A vida não termina no tumulo e nem inicia no berço. Abraços e uma melancia com esse calor é ideal.

A lição da borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo

Um homem sentou e observou por várias horas

A borboleta se esforçava para fazer com que o seu corpo passasse através daquele pequeno buraco

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais

Então o homem decidiu ajudar a borboleta

Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo

A borboleta então saiu facilmente

Mas o seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas

O homem continuou a observar a borboleta

Ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo

Nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o tempo de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar

O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados

Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar

Eu pedi força…

E Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte

Eu pedi sabedoria…

E Deus deu-me problemas para resolver

Eu pedi prosperidade…

E Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar

Eu pedi coragem…

E Deus deu-me obstáculos para superar

Eu pedi amor…

E Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar

Eu pedi favores…

E Deus deu-me oportunidades

Eu não recebi nada do que pedi…

Mas eu recebi tudo de que precisava!!!

Recebido de: Edileni Pinelli Beraldo

A arte de confiar

As pessoas vivem de uma maneira que não gostam e fazem o que não querem para chegar a um lugar que não faz sentido para elas.

Mude a sua vida quando ela não estiver do jeito que você quer. Viver angustiado é uma escolha que você pode deixar de fazer.

Quando acontece uma crise, as pessoas ficam se perguntando quando ela passará, na esperança de que a situação volte a ficar como era antes dela surgir.

Contudo, as coisas nunca voltam ao que eram antes de uma crise, pois esta cria uma nova realidade, e cada um de nós tem de evoluir para atuar nessa nova condição.

Quando as soluções parecerem impossíveis, olhe para o céu e lembre que Deus cuida de você, pense nas pessoas com quem você pode contar, por mais distantes que elas possam estar, e olhe para dentro de si mesmo.

Substitua sua preocupação por fé,preencha sua sensação de vazio com paz de espírito e transforme seu desespero em esperança.

Quando a alma não é ouvida, você fica doente. A preocupação, a angústia e a depressão acontecem quando você não respeita sua alma.

A pessoa espiritualizada tem sempre a consciência de que realizar sua missão de vida, servir ao próximo e estar em paz consigo mesma são fundamentais para viver.

Quando temos fé, compreendemos que a vitória não vem de ganhar sempre o jogo, mas, sim, da consciência de realizar sua missão de vida.

Texto extraído do livro de Roberto Shinyashiki

Francisco e o Lobo

Gúbio, uma cidade na Úmbria,

estava tomada de grande medo.

Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz,

o qual não somente devorava os animais como os homens,

de modo que todos do povoado estavam apavorados!

E todos andavam armados quando saíam da cidade,

como se fossem para um combate.

Por isso,cercaram a cidade com altas muralhas

e reforçaram as portas.

Certa vez, quando Francisco chegou naquela cidade,

estranhou muito o medo do povo.

Percebeu que a culpa não podia ser unicamente

do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa

que era tão destrutiva

Como parecia ser a causa do lobo.

Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar.

Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado,

mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e como dizia às pessoas,

na força da “Cruz”.

O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco,

raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo!

Mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco

e ouviu como este se dirigia a ele como a um “ irmão”, cessou de correr

e ficou muito surpreendido.

As boas vibrações de Francisco de Assis

anularam a vilolência que havia no “irmãozinho”

lobo.

De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade.

Francisco então falou para o lobo: “Irmãozinho Lobo”,

quero somente conversar com você,

“meu irmão” …

E caso você esteja me entendendo,

levante, por favor, a sua patinha para mim!

O “irmãozinho lobo”, então, perante

“tão forte vibração de amor e carinho”,

perdeu toda a sua maldade.

Levantou confiante, a pata da frente,

e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco..

Então, Francisco disse-lhe amorosamente:

Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas

desta cidade, pois de agora em diante

você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais

matar nem agredir ninguém, para sobreviver…”

Querido “irmãozinho lobo”,vou fazer um trato com você!

De hoje em diante, vou cuidar de você

meu irmão!Você vai morar em minha casa,

vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar

e seremos sempre amigos!

Com a promessa de nunca mais lesar nem homem

nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade.

Também o povo da cidade abandonou sua raiva e

começou a chamar o lobo de “irmão”.

Prometeram dar-lhe cada dia o alimento necessário.

Finalmente, o “irmão lobo” morreu de velhice,

pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar.

Ainda hoje se mostra em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados

com grande carinho e respeito durante séculos.

Amigo , a história do Lobo de Gúbio, chama-nos, sem dúvida, à reflexão.

Quantas vezes deparamo-nos com “irmãozinhos” um tanto agressivos, nervosos, impacientes, chegando mesmo a nos agredir com palavras ásperas, levando-nos à decepções e amarguras… Quantas vezes!

Se pararmos para pensar e refletir, talvez cheguemos a triste conclusão, de que esteja ocorrendo com eles,

o mesmo acontecido com o lobo de Gúbio…

Ele, o lobo, acuado, com fome, sem receber compreensão e carinho, respondia também da mesma forma,

com medo ódio e agressividade.

Quando encontrou-se frente a frente com o Amor e a Paz, defendidas por Jesus em Seu Evangelho,e personificada, vivida e exemplificada por Francisco de Assis,

o lobo não teve outra reação senão a de recuar em suas agressões e respondeu também com carinho e compreensão, passando de inimigo à companheiro e amigo de todos.

Assim acontece em nossas vidas!

Se oferecermos aos nossos semelhantes azedume,

palavras de pessimismo, rancor, ódio e intolerância,

receberemos indubitávelmente, na mesma dose,

tudo aquilo que semearmos …

Pois como dizia São Francisco, “é dando que recebemos…”

Recebido de:  Alfred Trautmanis

Se amar fosse fácil…

se amar fosse fácil…

não haveria tanta gente amando mal,

nem tanta gente mal amada.

se amar fosse fácil…

não haveria tanta fome

nem tantas guerras

nem gente sem sobrenome.

se amar fosse fácil…

não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém

nem haveria orfanatos

porque as famílias serenas adotariam mais filhos

não haveria esposas mal amadas

se amar fosse fácil…

e nunca ninguém negaria o que jurou num altar

nem haveria divórcio e nem desquite, jamais…

se amar fosse fácil…

não haveria assaltantes

e as mulheres gestantes não tirariam seu feto

nem haveria assassinos…

mas o amor é um sentimento que depende
de um “eu quero”

seguido de um “eu espero” …

Mas a vontade é rebelde,

o homem, um egoísta que maximiza seu “eu”

por isso, o amor é difícil.

Jesus Cristo não brincava
quando nos mandou amar.

e, quando morreu amando
deu a suprema lição…

Não se ama por ser fácil,

ama-se porque é preciso!

Recebido de: Aline Pagliuco

Espelho

Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita.
O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo a banca de jornal.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu o jornal que foi atirado em sua direção.
O amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós somos nossos “próprios donos”.
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
“Os tristes acham que o vento geme.
Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta”.
O mundo é Como um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida faz toda a diferença!
Recebido de: Ivani Bagarollo Riedo

Toque de elegancia

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez , por isso, esteja cada vez mais rara e fora de moda: é a elegância do comportamento… … É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples “obrigado” diante de uma gentileza… …
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma, nem fotógrafos por perto… … É uma elegância desobrigada ……
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam , n as pessoas que escutam mais do que falam… … E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldad es ampliadas no boca a boca… …
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas ….. . Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros ….. .
É possível detectá-la em pessoas pontuais… … Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte , antes , quem está falando e só depois manda dizer se está ou se não está… …
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais… … É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o quanto você teve que se desdobrar para o fazer ….. .
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. “ É elegante o silêncio, diante de uma rejeição ” …… É elegante não mudar seu estilo , apenas para se adaptar ao outro… …
Sobrenome, jóias e nariz empinado , não substituem a elegância do Gesto… … Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante ….. .
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.… .. … a brir a porta para alguém…é muito elegante…… … dar o lugar para alguém se sentar…é muito elegante.… ..
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem imenso para a alma.… . … o ferecer ajuda… é muito elegante.… .. … o lhar nos olhos, ao conversar, é essencialmente elegante… …
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas , tentar imitá-la , é improdutivo… … A saída é desenvolver , em si mesmo , a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigos”….. não tem que ter estas coisas… …
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la… … Educação enferruja por falta de uso … . E … , um detalhe: não é frescura.

Autor desconhecido

Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa.

À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu: “As coisas nem sempre são o que parecem”.

Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso.

Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: “como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou”; o Anjo mais jovem o acusava. “A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse”.

“As coisas nem sempre são o que parecem,” respondeu o anjo mais velho. “Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.”

“Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem.”

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que seja quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…

Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente…

Algumas pessoas se convertem em amigos e permanecem por algum tempo…

deixando lindas marcas em nossos corações…

e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!

O ontem é história.

O amanhã um mistério.

O hoje é uma dádiva.

E é por isto que se chama Presente!

Acredito que esta vida é especial…viva e saboreie cada momento… Isto não faz parte da apresentação de um show!

Recebido de: Elizabeth F. Rodrigues

O Rei e a frase

Conta a velha lenda que um rei muito poderoso

ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto

ele, quase perdeu tudo.

Foram anos de batalhas onde muitos soldados

perderam a vida, e muito ouro foi consumido.

A guerra só acabou com a morte do rei inimigo,

mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu

o peso da miséria na sua própria vida.

Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos

e a conquista de outros lugares.

Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza

e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores

e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos…

…e que desse força para que ele superasse a falta

de recursos, os problemas e dificuldades, e quando

na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das

dificuldades do povo que ele comandava.

Essa frase vencedora, daria honras e

glórias ao seu criador e seria escrita na

bandeira daquele reino, e seria inserida no

brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias.

Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou

perto de um casebre na estrada e um

dos seus soldados bateu palmas.

Um senhor bem sorridente o atendeu e

logo trouxe água para o rei em uma caneca

simples mas muito limpa, o que impressionou

o rei, que também ficou impressionado com a

pureza e o frescor da água.

Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no

casebre e se surpreendeu com a paz do

ambiente, com a limpeza e as pequenas flores

em cada canto daquele cômodo humilde.

O rei então perguntou ao camponês como ele

conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de

tudo e vivendo em tamanha simplicidade.

O camponês contou que no passado tivera

bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande

freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas

perdeu tudo com o ataque de um rei muito

poderoso naquela região e ele teve que

mendigar pelas ruas para comer .

Andou muito, conheceu muitas vidas e

muitas realidades, até encontrar esse lugar

que hoje ele chama de “pedacinho do céu”,

e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele

mandou gravar a frase da sua vida…

…para que ele se lembrasse sempre, na alegria

ou na tristeza, na saúde ou na doença, na

pobreza ou na riqueza que ele podia superar

tudo, desde que se lembrasse dessa verdade

escrita na tabuleta.

Lá estava a frase que o rei tanto buscava,

lá estava escrito em apenas uma linha toda

a filosofia que seus sábios não souberam

explicar, lá estava escrito:

“Tudo passa!”

E agora eu te ofereço essa tabuleta,

leve-a com você por onde for, na certeza

de que esse momento que você vive,

seja ele de muita alegria ou de dor..

…vai passar e você deverá seguir em frente, sem olhar para trás, rumo a felicidade, na conquista

do seu “pedacinho de céu”, porque tudo

passa, mas você é eterno.

Recebido de: Rosely Pedro

Amigos pra sempre

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai.. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos.

Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles…

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa.

A vida acontece.

A distância separa…

As crianças crescem.

Os empregos vão e vêem.

O amor fica mais frouxo.

As pessoas não fazem o que deveriam fazer.

O coração se rompe.

Os pais morrem.

Os colegas esquecem os favores.

As carreiras terminam.

MAS… os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

Recebido de: Vanderlei – Depto. Juridico
vanderlei@covolan.com.br

O meu objetivo é…

Aqui estão algumas dicas que podem lhe trazer uma bela vida!

Caminhe uns 10/30 minutos todos os dias e, enquanto estiver caminhando, sorria.

Sente-se em silêncio por, pelo menos, 10 minutos a cada dia.

Quando você acordar de manhã complete a seguinte afirmação,

“O meu objetivo hoje é …….. “

Viva com os 3 E… Energia, Entusiasmo, Empatia,
e os 3 F… Fé, Família, Friends/Amigos.

Gaste mais tempo com pessoas que tem mais de 70 anos e menos de seis.

Sonhe mais enquanto está acordado.

Tente fazer, pelo menos, três pessoas rirem a cada dia.

Perceba que a vida é uma escola e que você está aqui para aprender, passar por todos os testes. Problemas são apenas parte do currículo, aparecem e desaparecem como aulas de álgebra, mas as lições que você aprende irão durar uma vida inteira.

Sorria e ria mais.Isso irá manter distantes os vampiros de energia.

A vida não é justa mas, mesmo assim, é boa.

A vida é muito curta para se perder tempo odiando alguem.

Não se leve tão a sério. Nenhuma outra pessoa faz isso.

Você não tem que vencer todas as discussões. Aceite as divergências.

Reconcilie-se com seu passado, assim você não confundirá seu presente.

Não compare sua vida com a de outros.
Você não tem ideia acerca de como são suas jornadas.

Acenda as velas, use os bonitos lençóis.Não os guarde para uma ocasião especial.Hoje é um dia especial.

Ninguém é responsável por sua felicidade, exceto você.

Perdoe a todos por tudo.

O que as outras pessoas pensam de você,não é da sua conta.

O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

Por mais que uma situação seja boa ou ruim, ela vai mudar.

Seu trabalho não vai cuidar de você quando estiver doente. Seus amigos vão estar em contato.

Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonita ou alegre.

O melhor ainda está por vir.

Não importa como você se sente, levante-se, vista-se e se mostre.

Faça a coisa certa!

Ligue para sua família com frequência.

Todas as noites, antes de ir para cama, complete as seguintes afirmações:

“Eu sou agradecido por…”

“Hoje eu realizei…”

Lembre-se de que você é muito abençoado para se estressar.

Aproveite o passeio. Lembre-se de que isso não é Disney World e você, certamente, não quer uma passagem rápida.

Aproveite ao máximo e desfrute do percurso.

Recebido de: Elizabeth Flausino Rodrigues

A última pedra

“GOSTO DE UMA MÚSICA QUE FRANCK SINATRA COSTUMAVA CANTAR, MY WAY. O CURIOSO É QUE SÓ FUI PRESTAR ATENÇÃO NA LETRA DESSA CANÇÃO QUANDO ESCREVIA ESTE TEXTO. ELA DIZ MAIS OU MENOS ASSIM: ‘SE EU ACERTEI OU SE ERREI, FIZ ISSO DA MINHA MANEIRA”.

(Livro Tudo ou Nada, página 141)

Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante.

Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.

É impossível acertar sempre.

Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando.

A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz com que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece de presente.

Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou porque eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.

Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.

Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.

Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.

Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.

Não importa o que você fez, não se torture.

Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.

Se você sente culpa, perdoe-se.

E principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.

Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou a praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!

Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:

- Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!

Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.

Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.

Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.

Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.

Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!

De: Roberto Shinyashiki

Recebido de: Alfred Trautmanis

Amigos, estamos na reta final de novembro e, o clima de Natal já vemos nas ruas, no comércio, nas pessoas. Mas o que é festa, fraternidade, reunião de amigos, parentes, para uns torna-se uma data triste por não ter amigos, companhia e entram em depressão. Outros fazem aniversário próximo da data natalina e nem são lembrados. Repetem-se as mesmas tendências e comportamentos na virada do ano. Para alguns é um dia normal como qualquer outro, tem suas obrigações trabalhistas, enviam e-mails para os amigos, abrem o Orkut para bisbilhotar seus amigos, enviam recados, lêem os jornais locais para ver as matérias políticas, de cinema, policial, social, horóscopo e outros. Às vezes, a nossa cabeça fica tão embaralhada quanto à do menino Jesus da história. O grande aniversariante é ele e como festejar ? Necessitamos observar que Jesus veio trazer para nós a possibilidade de vivermos com harmonia, paz e sem conflitos e especialmente nesta data devemos repensar, analisar nossos comportamentos, atos e ações. Fazer um balanço do que fizemos de errado e certo em 2009, corrigir nossas falhas, (que é difícil), mas vamos fazer um esforço. Diante de nossos defeitos veja o quanto já caminhamos. Volte no tempo e veja as grandes mudanças que foram feitas de conduzir a vida.
Natal é um momento mágico. Não pela ceia, presentes, troca de presentes de amigo secreto, brindar, cantar, mas pelo que sentimos.
Natal é um exercício diário de acolher, amparar, compreender, perdoar, amar, como Jesus faz diariamente conosco.
Natal é agradecer o ar que respiramos, não vemos, mas está ai.
Natal é a luz do sol que queima nossa pele mas não enxergamos.
Natal é a rotação da Terra em um sincronismo de um relógio suíço.
Natal é a chuva que refresca nosso ambiente.
Natal é dia de reencontro daqueles indivíduos que a tempo não víamos.
Natal é não se importar com as diferenças sociais, religiosas, culturais: somos todos filhos de um mesmo Deus.
Natal é a auto-analise em nossos atos e relacionamentos.
Natal é uma simples palavra de: olá, oi, tudo bem ? Não é preciso quantidade e sim qualidade
Natal é preciso saber ouvir o que as pessoas têm a dizer mesmo que seja criticas.
Natal é o papai Noel que esta dentro de cada um de nós, sempre alegre nos momentos tristes.
Natal é a renovação de nossa fé. Acreditar. Ser perseverante que tudo mudará.
Um bom Natal a todos e que Deus e Jesus possam iluminar e abençoar a todos nós
Esta é a verdadeira lição que Ele nos deixou
“Doni e Rose”

Morrer é preciso

Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto, pós-graduado em marketing, dizia mais ou menos o seguinte:
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas a ausência de vida e isso é um erro existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia
a morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio
a morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo a fronteira entre o passado e o futuro se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo. mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência.
Respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior e qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc. mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o “egoísmo” é o “egocentrismo”, para que nasça o ser que você tanto deseja ser pense nisso e morra.
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda o valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis

F e r n a n d o P e s s o a

Recebido de: Aline Pagliuco

Amor incondicional

As vezes nos queixamos por coisas tão bobas e insignificantes, e se a gente esquece de agradecer tudo o que DEUS nos deu…um corpo sadio, saúde perfeita, filhos perfeitos e maravilhosos, um marido excepcional.
Esta mulher ela pode até ter deficiência, mas ela tem alegria de viver, tem garra e ânimo…coisa que as vezes bor bobagem a gente se irrita e esquece de muitas coisas boas. É…como diz o ditado, que amor de mãe é incondicional e eu acredito muito nisso e que se agente colocar o ingrediente mais importante em tudo…..que é o amor…tudo se torna doce e suave !!!
Precisamos agradecer muito mais do que pedir !!!!!

O amor é maior que qualquer problema, cor ou tamanho…

Recebido de: Lourdes Gimenez

Direitos autorais das imagens: ritemail.blogspot.com.

Amor incondicional(1)
Amor incondicional(2)
Amor incondicional(3)
Amor incondicional(4)
Amor incondicional(5)
Amor incondicional(6)
Amor incondicional(7)
Amor incondicional(8)

Cientistas da empresa Intel em Pittsburgh, Estados Unidos dizem que há grandes possibilidades por volta dos anos 2020 de navegar na internet, fazer uma ligação telefônica, trocarem o canal da sua TV, tudo pela força do teu pensamento. Como ?  As chances serão muitas instalando um chip dentro no cérebro para aqueles que querem ter mordomia de acessar toda essa rede. Atualmente estão trabalhando para decodificar as atividades do cérebro humano. Deixando um pouco a noticia de lado, atualmente, não precisamos implantar chips para perceber as variadas e diversas ondas ou fluidos que emitimos e recebemos. Já percebemos que se emitimos uma forma de pensamento negativa direcionada a outra pessoa toda carga voltará para nós mesmos. Se emitimos bons fluidos, ira depender também do estado moral do receptor, ou seja, não adiantará nada se do outro lado o a pessoa esta irada, revoltada, criticando a todos e inclusive ela com total fase de negativismo. É como se o fio estaria cortado e não sabemos onde consertá-lo. O bom pensamento inicia no cérebro, vai até o coração, volta para o cérebro e aparece em forma de sentimento. Por isso nosso mestre Jesus disse que o nosso tesouro está onde está nosso coração. Vejamos um exemplo pratico aqui nesse portal, sempre estamos recebendo boas mensagens e de alguma forma esta confortando alguém que esteja sofrendo, precisando de um apoio ou de preces. Jesus definiu claramente as qualidades da prece.

…“Não orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. “…

Aí está um campo imenso para o estudo e  observação, mas do qual não podemos perceber ainda senão o conjunto; o estudo dos detalhes será a conseqüência de um conhecimento mais completo das leis que regem a ação dos fluidos uns sobre os outros. Uma ótima quinta a todos com bons pensamentos.

Oração de abertura no senado de Kansas.

Talvez queiras ler esta oração que foi feita em Kansas na sessão de inauguração da ‘Kansas House of Representatives.’

Quando solicitaram ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:

“Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direção.

Sabemos que a tua Palavra disse: ‘Maldição àqueles que chamam “bem” ao que está “mal“, e é exatamente o que temos feito.

Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.

Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.

Temos recompensado a preguiça e chamámo-la de “Ajuda Social”.

Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha”.

Temos abatido os nossos condenados e chamámo-lo de “justiça”.

Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamámo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.

Temos abusado do poder e temos chamado a isso: “Política”.

Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado “ter ambição”.

Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado “liberdade de expressão”.

Temos ridicularizado os valores establecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de “obsoleto e passado”.

Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifíca-nos e livra-nos dos nossos pecados.

Amém.

……………………A reação foi imediata.

Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Padre classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.

.

Durante as seis semanas seguintes, a Igreja ~‘ onde trabalha o sacerdote Wright recebeu mais de 5.000 chamadas telefónicas, das quais só 47 foram desfavoráveis.

Esta Igreja recebe agora petições do mundo inteiro, da Índia, África, Ásia, para que o pároco Wright ore por eles.

O comentarista Paul Harvey difundiu esta oração na sua emissão de rádio ‘ The Rest of the Story ‘, (O Resto da História), e recebeu um acolhimento muito mais favorável por esta emissão, que por qualquer outra.

Com a ajuda de Deus, gostaríamos que esta oração se derramasse sobre a nossa nação, e que nasça em nossos corações o desejo de chegar a ser uma ”Nação debaixo do olhar de Deus”.

Você poderá estar se perguntando: Porque a menina chinesa Qian HongYan esta passando por esta dificuldade? No senso comum, chamamos a isso sofrimento ou dor? Do ponto de vista espiritual, ela esta sem esperança? Para uns decorrem a revolta ou a procura de um culpado. Muitos compreendem que as forças que governam nossa vida não são cegas, fenômenos que chamamos de “ação e reação”. Geralmente é nesse momento que Deus entra na história dessas pessoas, em meio a tanto sofrimento. Vemos nas fotos abaixo a perseverança, à vontade, a esperança no caso da menina Qian. Ela perdeu as pernas em um acidente, sua família é pobre e não tinha condições de adquirir próteses para as pernas, assim optaram a usar uma bola de basquete para ajudar nos seus movimentos. Qian usa dois apoios para as mãos, e nunca reclama, mesmo após já ter utilizado umas 06 bolas de basquete… ela vai ás aulas como tantas outras colegas, sai para passear, sorri sempre na frente de uma máquina, sempre alegre, e com a ajuda da solidariedade humana Qian consegue próteses para as pernas. As fotos apresentam uma grande lição para todos nós, portanto vamos combinar que, ao sentir alguma dor, física ou moral, vamos compreendê-la no seu real significado e dimensão de aprendizado para as nossas vidas. Assim, conseguiremos superar sem a distorção do sofrimento ou do sacrifício.
Qian Hong Yan
Qian Hong Yan(1)
Qian Hong Yan(2)
Qian Hong Yan(3)Qian Hong Yan(5)
Qian Hong Yan(6)

Gostamos muito de reparar nas pessoas seus gestos, comportamentos, na roupa que usa. Enxergamos defeitos dos outros com uma precisão incrível, mas não vemos os nossos. Mas notadamente vemos pessoas que se queixam de estarem deprimidas em dias especiais como hoje Natal e festas do final do ano. Vemos pessoas que se sentem frustradas profissionalmente. Vemos pessoas alegres de mais sem beber e outras que bebem e ficam chatas, arrogantes e até violentas. Vemos pessoas reclamando da vida, que é muito estressante. Vemos pessoas que tem pouco dinheiro e são felizes, outras estão bem financeiramente e reclamam por picuinhas.
Li uma vez uma lenda chinesa onde um homem de meia idade tinha duas esposas. Ao visitar a mais jovem ela disse: Eu sou jovem é vós velho, não quero morar convosco. Vá habitar com sua esposa mais velha. O maridão para ficar mais jovem arrancou os cabelos brancos. Quando foi visitar a mais velha esta lhe disse: Eu sou velha e tenho a cabeça branca, arrancai os cabelos pretos que tendes. Daí o homem arrancou os cabelos pretos para ficar com os cabelos brancos. Com o tempo o maridão ficou calvo sem cabelos brancos e pretos e ambas as esposas o abandonaram. Em suma. Estamos sempre reclamando, exigindo, modificando os nossos gestos, comportamentos.
Nosso planeta turbulento e imediatista dos dias atuais em que a buscamos pelos bens materiais prevalece sobre os valores morais, como a lenda, tentamos agradar uns e outros ao mesmo tempo. Somos galhos fracos emocionalmente, estamos sempre com sensações de insegurança. Muitas vezes vem à tona o medo, a ansiedade, o estress, e com isso aparece à depressão aliada aos problemas financeiros, sociais, profissionais e familiares. E esse mal não escolhe se você é branco, amarelo, negro, mulato, católico, espírita, evangélico, crente, ateu, etc. Você lembra-se dos contos de terror quando éramos crianças que, o vampiro só entra em casa se a janela ficar aberta ? Então, a realidade da depressão é mais ou menos este conto. Nossa vida é uma luta de “boxe” diariamente onde precisamos sempre estar com a guarda levantada em defesa para não tomar murros. Se nossos pensamentos forem desequilibrados, de desanimo, estamos convidando a depressão para entrar na nossa casa. Uma vez esta visita dentro de nossa casa como vamos mandá-la embora? Lembrem que o aniversariante de hoje sempre nos advertiu: “Orai e vigiai”.
Em nossa caminhada encontramos numerosos amigos e inimigos de vidas passadas e devemos estar sempre em sintonia e orar é um grande recurso. O importante não é a quantidade de palavras e sim a qualidade da prece. Não sou da área médica, mas o que leio sobre depressão pode-se desenvolver ansiedade, crises de choro, desinteresse sexual, vontade de sumir, isolamento, idéias de suicídio, hipertensão, gastrite, insônia e tantos outros sintomas prejudiciais. Portanto nestas datas comemorativas freie a sua ansiedade, faça uma caminhada, envie e-mails para seus amigos, leia um livro, ou melhor, você já pensou no seu potencial de escrever um livro? Tudo tem um inicio não é? Lembre-se que muitas das grandes empresas nasceram de uma garagem e hoje são potenciais que faturam bilhões de dólares. Escreva um pouco por dia, invente uma estória maluca, ou a vida de sua família, de uma pessoa, do seu patrão, etc. Nada de afirmar que seu dia começou mal, ou levantou com o pé esquerdo. Todo problema tem solução. Não deixe sua mente vazia. Lembre-se do dito popular: quanto mais vazia a carroça mais barulho faz.
Então …beleza….comece a pensar no assunto e xô depressão.

*Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos
esforços que faz para domar suas más inclinações. *

(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

Ponderando com Allan Kardec, torna-se simples definir quem é verdadeiro
Espírita, afinal podemos reconhecer pelos esforços que fazem em
transformar-se em pessoas moralmente melhores e em domar suas más
inclinações, geradas pelas imperfeições milenares que todos carregamos na
alma imortal.

No entanto, embora o desejássemos, a temática é mais complexa do que podemos
pensar inicialmente. Observando com um pouco de atenção, podemos facilmente
reconhecer muitos “*espíritas*” ainda adormecidos perante suas
responsabilidades, adquiridas através dos esclarecimentos que a Codificação
oferta a 152 anos.

Vemos pessoas que se intitulam “*espíritas*” apenas porque são ávidas
leitoras de Zíbia Gasparetto, apreciam o seriado *“Médium”*, assistiram a
novela *“A Viagem”*, ou acreditam que viveram como Faraós ou Rainhas no
Egito. Aliás, quando se designam de “*espíritas*” pode-se até respirar
feliz, pois há quem se auto-intitule de *kardecista*, como se o
*Espírita*seguisse a pessoa Kardec e não a obra dos Espíritos que ele
codificou.

Há quem se diga “*espírita*” sem jamais ter lido *O Livro dos Espíritos*(LE) e
*O Evangelho Segundo o Espiritismo* (ESE) – a Codificação toda, então, nem
se comenta! -, e sem nunca ter se comprometido com o Evangelho no Lar,
porque “esquece”, “algo dá errado” ou parece que está “falando sozinho”.

Há quem se afirme “*espírita*” mas ainda faz o “sinal da cruz”, diz “amém”
ao final de suas preces, repete orações decoradas, chama Maria de virgem,
bate cartão no cemitério em dia de Finados, batiza seus filhos em outra
religião, por apego ao rito ou medo dele ser considerado “pagão”, e casa-se
na igreja com a justificativa de que Deus está em todo lugar – e Ele está,
mas é ilógico caminhar por duas estradas ao mesmo tempo, especialmente
quando se contradizem no trajeto.

Há quem se diga “*espírita*” porque vai ao Centro Espírita buscar o passe e
a água fluidificada, e de boa vontade, ouve a palestra esclarecedora sobre
valores morais imprescindíveis à transformação íntima. E na saída compra ou
empresta um romance, retornando ao lar certo de que fez tudo o que podia.
Mas continua sendo assistido em vez de servidor.

Há “*espíritas*” que fazem de Bezerra de Menezes um Espírito santo, em vez
de reconhecê-lo um incansável trabalhador do Bem que todos podemos imitar;
que garantem que Chico Xavier foi Kardec; que fazem tietagem a Divaldo
Pereira Franco; que pensam que André Luiz é Espírito superior e não vai mais
encarnar na Terra; que lêem admirados obras de autores que dizem que
Espírito engravida; que se preocupam em saber se seus filhos são índigo ou
cristal; que conseguem justificar sua ânsia por um bom filé mal passado
através de *O Livro dos Espíritos*.

Há alguns pobres “*espíritas*” que se deixam levar pela vaidade, achando que
são privilegiados por serem médiuns ou expositores, dirigentes de trabalhos
ou de Centros Espíritas; que não saem do Centro sem uma psicografia do seu
mentor, que usam o ESE como bíblia, e para o qual a assinatura de nome nobre
em uma obra é garantia de verdade e por isso não precisa ser questionada.

O verdadeiro *Espírita* realmente o é, repetindo ainda uma vez a Kardec,
reconhecido por sua transformação moral e pelos esforços em domar as más
inclinações que ainda carrega. Mas também o é porque estuda a Codificação
inteira e, além dela, busca completar seu conhecimento estudando outras
obras sérias, discutindo, comparando, usando a razão, nada aceitando sem
refletir a respeito.

O verdadeiro *Espírita* não deseja continuar a utilizar os apoios milenares
que hoje chamamos (por sua função) de “muletas”, e que por séculos
sustentaram-nos a fé cega, frágil e inconstante, muitas vezes manifestada
apenas porque foi gerada pelo medo, não pela compreensão da Vida e amor ao
Criador.

O verdadeiro *Espírita* não faz do passe uma necessidade, nem da água
fluidificada uma vitamina diária. Não faz cara de ingênuo enquanto coloca o
mesmo nome nos pedidos de vibrações de vários Centros, pensando que várias
equipes de Espírito irão ajudar, em vez de uma só. E ele não é feito de
açúcar, se está comprometido com o trabalho, não teme a chuva e o frio,
cumprindo sempre com sua parte.

O verdadeiro *Espírita* não julga todas as dores como atestado de
culpabilidade, porque sabe que além de expiações, também vivemos em provas.
E ele sabe que é preciso confiar que não existem acasos, e sempre será o que
deve ser, mas que neste contexto temos que agir com precaução,
responsabilidade, resignação e coragem.

O verdadeiro *Espírita* não diz que não lê Ramatís porque alguém que também
não leu lhe disse que ele é um Espírito pseudo-sábio, mas se concordar com
essa ideia foi porque tirou suas próprias conclusões, da mesma forma que o
faz com outros autores encarnados ou não. E não esquece da objetiva mensagem
de Paulo de Tarso, em I Tessalonicenses 5:21, que diz “*Examinai tudo.
Retende o que é bom*”.

O verdadeiro *Espírita* não se considera dono da verdade, e por isso não
tenta convencer ninguém a lhe aceitar as opiniões (*aliás, não precisam
aceitar as minhas!*), não se melindra porque seus alvitres não são aceitos,
não se exclui de um grupo porque não foi atendido em sugestão que ofertou
para a resolução de um problema ou organização de um evento. Ele trabalha em
grupo, democraticamente, ocioso de fazer o melhor pelo Espiritismo, pelos
Assistidos, pelos Espíritos, pela Causa Social, e não pelo seu Ego.

O verdadeiro *Espírita* não faz de conta que já vive de bônus-hora,
reconhece que permanece encarnado, cumpre com as responsabilidades para com
“César” (coisas do mundo) sem deixar de lado as coisas de Deus
(espirituais). Ele vota, se candidata, contribui financeiramente com o
sustento da Casa a que se vinculou, sem fingir que despesas se pagam com
preces.

O verdadeiro *Espírita* lerá este texto até o final e reconhecerá que
algumas realidades podem ter sido ditas; verificará se lhe servem,
ponderando nos motivos que ainda o prendem a rituais de outras religiões,
satisfação egoística, fanatismo e cegueira. E se admitir que realmente está
se desviando do sentimento original do Espiritismo, ele procurará domar
estas inclinações, estimuladas pelo mundo competitivo em que vivemos, bem
como por falanges de espíritos inferiores que há muito desistiram de nos
afastar da preciosa Doutrina de Luz, e focam atenção em perverter seus
nobres ideais.

Este é o *ESPÍRITA* que fará diferença no mundo *sob este título*. Aqueles
que se dizem “*espíritas*” mas ainda caminham paralelamente ao Espiritismo,
também são excelentes cristãos, pessoas boníssimas, fazem toda a diferença,
mas não são *Espíritas*, são *simpatizantes* da Doutrina dos Espíritos.

Fraternais abraços!

Vania Mugnato de Vasconcelos

http://espiritismosemmelindres.blog.terra.com.br

05 Anos
Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina.

06 Anos
Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite.

08 Anos
Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso.

09 Anos
Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.

11 Anos
Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão.

12 Anos
Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa.

13 Anos
Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo.

14 Anos
Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada.

25 Anos
Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.

29 Anos
Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda.

35 Anos
Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas.

37 Anos
Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus.

40 Anos
Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles.

42 Anos
Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum.

43 Anos
Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada.

44 Anos
Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.

45 Anos
Aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas.

46 Anos
Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor.

47 Anos
Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles.

48 Anos
Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.

49 Anos
Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.

50 Anos
Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas.

51 Anos
Aprendi que crianças e avós são aliados naturais.

52 Anos
Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo.

54 Anos
Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo.

57 Anos
Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.

63 Anos
Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá.

64 Anos
Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupei nunca acontecem.

66 Anos
Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito.

67 Anos
Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.

72 Anos
Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas.

88 Anos
Aprendi que amei menos do que deveria.

90 anos

Aprendi que tenho muito a aprender.

Pense nisso e viva cada minuto como se fosse o último de sua vida …

©Copyright Esse texto chegou a mim por e-mail e desconheço o autor. Se for você, entre em contato comigo, que eu coloco os créditos. Mas, não vale inventar só pra aparecer :-)

Recebido de: Aline Pagliuco

Definição de saudade

De: Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (…) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional… Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.

Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!

Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção..

— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores… Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!

Indaguei:

— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei “entupigaitado”, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela.

Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!

Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo “meu anjo”, que brilha e resplandece no céu.

Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.

Rogério Brandão

Médico oncologista clinico
RC Recife Boa Vista D4500

Recebido de: Ana Paula Brandão Ferreira

Consta que no início de abril do ano de 1969, veio ao Brasil um grupo de empresários americanos, de uma mega editora dos Estados Unidos, para ter um encontro com o Chico Xavier, objetivando informá-lo que eles queriam traduzir todos os seus livros para o inglês, além de todos os outros livros espíritas que ele recomendasse, editá-los nos Estados Unidos e lançar as obras no mundo inteiro. Queriam saber se ele concordava com a idéia e se autorizaria.

Ao fazerem a proposta em Uberaba, o Chico emocionou-se tanto e deu mil graças a Deus por aquilo que ele chamou de “uma bênção”.

- “Claro, meus irmãos, que eu concordo! Quanta alegria vocês me trazem, como um verdadeiro presente de aniversário! Isto é uma benção, mas acontece que os direitos das obras foram todos doados à Federação Espírita Brasileira, que certamente autorizará.”

Consta que o velho mineiro ficou tão feliz, os convidou para almoçar, eles ficaram três dias em Uberaba, conheceram os trabalhos e um deles até recebeu uma mensagem psicografada, em inglês, de um parente desencarnado.

De lá os homens partiram para Belo Horizonte e em seguida para Brasília, para um encontro com a diretoria da FEB.

A reunião aconteceu, a proposta foi feita a então diretoria e, pasmem senhoras e senhores, vejam a resposta:

- “Nós não autorizamos. O problema de tradução é muito sério, vocês vão adulterar as obras e o prejuízo para o Espiritismo vai ser muito grande. Lamentamos, mas não autorizamos”.

De fato, não restam dúvidas de que a tradução de obras literárias de um idioma para outro geralmente causa problemas sérios de interpretação de orações, porque os tradutores não podem se limitar apenas a traduzirem as frases como elas aparecem, mesmo com as colocações verbais e gramaticais corretas, porque existe um fator indispensável a considerar que é “como as pessoas do País de origem da língua da obra entendem determinada frase ou determinada colocação”. Este é um problema muito sério e, por incrível que pareça, até mesmo em traduções das obras básicas, do Francês para o Português, existem contradições ao pensamento de Allan Kardec e aos pensamentos dos Espíritos, conforme está no original. As traduções da Bíblia, por exemplo, trazem absurdos terríveis, por causa disto. Mas não é esta a questão que estamos analisando agora.

Concordando com a preocupação da FEB, pertinente com certeza, os editores americanos propuseram o seguinte:

- “Então os senhores indicam uma equipe de tradutores juramentados para acompanharem todo o trabalho de tradução, que nós bancamos todas as despesas e honorários. Só publicaremos cada obra, após o de acordo da FEB, para manter a integridade da mesma”.

Mesmo assim a FEB não autorizou.

Consta que os homens ficaram uma semana em Brasília, voltando lá diversas vezes, solicitando serem atendidos, foram atendidos apenas uma vez, do lado de fora, com todos em pé, e não mais foram recebidos, quando ouviram um funcionário lhes transmitir um recado da diretoria que dizia que o assunto estava encerrado.

Consta que o Chico estava num clima parecido de “lua de mel”, tamanha a sua felicidade, com aquela nova idéia, que só poderia ser trabalho da espiritualidade maior, até que lhe veio a notícia:

A FEB NÃO AUTORIZOU!

Quase o Chico desencarna quando soube daquilo. Custou a acreditar no que estava ouvindo. Tentou falar com alguém da diretoria da FEB, mas consta que não encontrou ninguém que pudesse atendê-lo para falar sobre o assunto.

O notável médium entrou num processo de ira tão grande, chegando a passar mal e até a ser levado a um hospital.

A partir daí decidiu a nunca mais doar os direitos e muito menos autorizar que a FEB publicasse qualquer livro escrito sob a sua psicografia.

Se todos procurarem checar o assunto e observarem a relação de livros psicografados pelo Chico, notará que, de fato, a partir de uma determinada época não consta mais livro nenhum do Chico editado pela FEB.

Existem alguns livros editados, inclusive no ano de 1971, pela FEB, que são, se não me engano, o “Rumo Certo”, que é um livro de mensagens do Emmanuel, e o “Antologia da Espiritualidade”, um livro de poesias de Maria Dolores. Acontece que o Chico havia doado esses direitos antes do acontecido, já que nem sempre os livros eram publicados no ano que o direito foi cedido.

A partir daí, podem observar, os livros começaram a ser editados apenas pelas editoras Clarim, CEC, Edicel, GEEM, FEESP, IDE, LAKE, CEU etc.

No ano de 1992, voltando a São Paulo, já amigo do Teodoro Lausi Sacco, voltei à FEESP para conversar sobre o assunto, indignado ainda com aquilo, e lhe pedi maiores detalhes e informações sobre o acontecido. Ele me disse que pouca gente, do movimento espírita, sabia daquilo e que a lembrança do fato fazia o Chico muito triste.

Tendo que retornar à Belém do Pará, pedi à VARIG que desdobrasse a minha passagem, parando por uns dois dias em Brasília.

Eu já tinha uma certa amizade com o Nestor João Masotti, que hoje é presidente da FEB mas na época (1992) era um dos seus vice-presidentes (a FEB tem mais de um vice-presidente). Ele sempre me tratou muito bem, com muita atenção… aliás, o Nestor sempre trata bem a todo mundo, é um “gentleman”, um espírita do mais alto nível, um homem digno de estar onde está hoje. Não é um espírita de rótulo.

Do aeroporto fui direto à FEB e começamos a conversar a respeito do fato. Eu imaginava que o Nestor soubesse daquilo, por ser um espírita muito influente no País e até no exterior, inclusive ex-presidente da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo). Hoje ele é presidente do Conselho Espírita Internacional. Cheguei até a perguntar a mim mesmo: “Puxa vida, como é que pode, o Nestor um homem de São Paulo, atuante no movimento espírita paulista, não saber disto que me foi informado pelo presidente da FEESP, também grande nome do espiritismo paulista?”. Mas são coisas da vida, ou melhor, coisas de movimento espírita.

Conversamos muito, relatei para ele tudo o que o Lausi Sacco havia me dito e ele manifestou-se surpreso com a notícia.

Saímos para almoçar, juntos, num restaurante de Brasília, a bordo de um Del Rey cinza ou azul que ele tinha e prosseguimos na conversa no restaurante. O assunto tem bem mais detalhes, mas eu tenho que resumir aqui, já que o pessoal reclama que eu escrevo demais.

De volta ao seu gabinete o Nestor me disse que iria procurar ver se existiam registros acerca do fato nos livros de atas da FEB, arquivados desde a sua fundação. Entraria em contato comigo e me diria alguma coisa, caso existisse ou caso não existisse nada registrado.

Um mês depois, mais ou menos, ele me ligou para Belém e me disse o seguinte:

- “De fato o episódio aconteceu. Há registros, sim. Mas aconteceu em uma época em que a FEB atravessou um dos momentos mais difíceis da sua história, momento este em que quase há um rompimento até mesmo com as federativas estaduais…”.

Na oportunidade questionamos, eu e ele:

- “Que tal a idéia de tentarmos descobrir quem são essas editoras americanas hoje, esses homens e vermos se eles ainda existem e estão dispostos a darem continuidade à idéia.”.

Pela cabeça do Nestor Masotti, tenho certeza de que uma idéia desta jamais seria reprovada. Mas será que todos os outros dirigentes espíritas, mesmo os atuais, pensariam como ele?

Será que, pela coisa ser grande demais, não seria reprovada mais uma vez pelos espíritas donos da “pureza” doutrinária que, em nome da “humildade”, continuam a reprovar tudo o que é grande, na concepção equivocada de que pelo Espiritismo só se podem fazer coisas pequenas?

Será que a pessoa espírita brasileira, indicada para acompanhar os americanos no processo das traduções, pessoa esta que certamente seria bem remunerada, obviamente pelas poderosas editoras, não seria acusada de ganhar dinheiro às custas do Espiritismo?

Fica aí a história para a reflexão de todos.

De: Alamar Régis

Nada acontece por acaso!!

Ricardinho
não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência….

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente…

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho…

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo…

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua…

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá….

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada…

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades…

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer…

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho…

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas…

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório…

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada…

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias…

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho…

Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso…

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores…

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho…

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando…

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa…

E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres…

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar…

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta…

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula…

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro…

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno…

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço…

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista…

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um…

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido…

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:

‘Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!’

(História verídica)

Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da fé e da caridade. Fazer obras de caridade não nos garante a salvação, isso é nossa obrigação como cristãos.

Recebido de: Laira Vieira


TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO O LOUVOR PERTENCEM A DEUS. AMÉM.

Morte não é castigo

Maria Helena Bromberg

Maria Helena Bromberg


A psicóloga Maria Helena Bromberg desvenda os tipos de perdas e diz que a cultura ocidental estimula a idéia do fim da vida como punição

JANETE LEÃO FERRAZ

Primeira brasileira a tornar-se mestra e doutora em psicoterapia de pessoas enlutadas, a psicóloga Maria Helena Bromberg, 48 anos, até há pouco tempo era vista por pacientes e até colegas como uma espécie de “Mortícia Adams”. Ela se dedica há uma década à pesquisa sobre a morte e suas consequências nos vivos. Professora da disciplina Luto e Morte na Família e orientadora do pós-graduação de Psicologia da PUC de São Paulo, ela dirigiu a clínica Ana Maria Popovic, também da PUC, onde criou o Laboratório de Estudos e Intervenções Sobre o Luto (LELu). Para ela, não é somente a morte que causa a dor do luto. “Nos enlutamos diante de pequenas perdas ao longo da vida, a começar pelo desmame de nossa mãe”, explica. Maria Helena é discípula do terapeuta inglês Colin Murray Parkes, a maior autoridade em pesquisas sobre luto no mundo, cujos livros só podem ser traduzidos para o português por ela. Autora de A psicoterapia em situações de perdas e luto, Maria Helena também trata “lutos” por aposentadoria, imigração, amputação e aborto. Hoje dedica-se também à pesquisa sobre o luto coletivo, seja por morte de ídolos ou pela violência que vem tornando os cidadãos cada vez mais enlutados. Ela reconhece que não é fácil, mas há saídas. “É possível conviver com os lutos e ser feliz”, acredita.

ISTOÉ – Por que a sra. se especializou nesse assunto?
Maria Helena Bromberg Comecei a me perguntar por que as pessoas são tão apegadas a ponto de não sobreviver à morte ou à perda de alguém. Perdi minha mãe quando era pequena, um irmão já adulta, a quem eu era muito apegada. E, recentemente, minha irmã. Tenho um histórico respeitável.

ISTOÉ – Estudar a morte lhe deu preparo para enfrentar as perdas?
Maria Helena – A saudade dói do mesmo jeito, mas tenho um conforto porque, quando enfrentamos a morte, aprendemos a aproveitar melhor a convivência em vida.

ISTOÉ – Por que as pessoas temem esse assunto?
Maria Helena – É a única certeza que se tem, mas nossa cultura não incorpora a morte como parte da vida. Pensa-se nela como castigo e é comum ouvirmos comentários como: “Ele era tão bom, por que morreu?” Morte é afastamento, silêncio, nunca mais.

ISTOÉ – Em que idade nos damos conta de que a morte é inexorável?
Maria Helena – Desde que nascemos sofremos perdas e lutos, não necessariamente ligados a mortes. A psicanálise acredita que a criança vive seu primeiro luto ao ser desmamada pela mãe. Depois, ouve ameaças de perdas como “Mamãe vai embora”, “Você vai ficar de castigo”. Há semelhança da ausência, da falta, com o final da vida.

ISTOÉ – Somos ensinados a não considerar a morte como fato?
Maria Helena –
Na cultura ocidental sim. Talvez por conta do pecado original. Pressupõe-se que se fez algo horrível e a morte é a punição. Adão e Eva, depois de cederem ao pecado, foram castigados tornando-se mortais. Há ainda o medo do desconhecido. Pacientes terminais querem saber o que vai acontecer quando a vida acabar. Os que se apóiam em alguma crença se sentem de alguma forma amparados.

ISTOÉ – Quais são as outras perdas que geram o luto?
Maria Helena – Toda perda gera luto. O divórcio, a aposentadoria, a imigração, a mutilação, o aborto, a menopausa, a impotência.

ISTOÉ – Por que a imigração?
Maria Helena – As pessoas chegam a um novo lugar, perdem suas raízes, sua identidade e sua independência. Estamos estudando o comportamento dos dekasseguis, quando voltam ao Brasil. Há muitos traumas.

ISTOÉ – Que tipo de luto gera a aposentadoria?
Maria Helena – A perda da identidade. O aposentado perde a área de influência. A casa funcionou durante 30 anos sem que ele desse palpites. No começo é uma lua-de-mel. A pessoa fica exultante e diz que agora vai viver. Engana-se. Atuava no trabalho, não atua mais. Em casa, ninguém o ouve. Então vai jogar dominó. É comum adoecer.

ISTOÉ – E por amputação?
Maria Helena – Causa reações variadas. No amputado falta literalmente uma parte. Ele tem que fazer uma transição para se aceitar sem aquele pedaço.

ISTOÉ – O velejador Lars Grael, que sofreu a amputação de uma perna, evitou o luto?
Maria Helena – Pela imprensa, notei que a coisa mais importante no processo dele foi a luta pela sobrevivência. Ele permanece ativo, que é uma forma de não ficar velando a perda. Avaliamos uma tese sobre amputação, que concluiu que o desafio é se adaptar à prótese. Há lutos complicados em acidentados que não podem usar próteses ou que ficam paraplégicos.

ISTOÉ – Qual é o medo maior, morrer ou perder alguém?
Maria Helena – Difícil dizer. Quando uma mãe diz que morreria no lugar do filho, não pensa que se fosse ela o filho sofreria. Além do temor, há culpas, ressentimentos, medo do futuro sem a pessoa. São emoções ambíguas, impasses.

ISTOÉ – Por que muita gente adoece por luto?
Maria Helena – Por conta das ocorrências psicossomáticas. As manifestações mais frequentes são os distúrbios de sono e de alimentação. Depende do grau de enlutamento. Do que afeta no cotidiano. Alguns enlutados não conseguem mais trabalhar. Outros, apresentam distúrbios de atenção e memória. Há pessoas que ficam suscetíveis a acidentes. Crianças podem apresentar problemas na escola.

ISTOÉ – O temor da morte tem idade?
Maria Helena – Não. Todos tentam evitar o assunto, até discriminam. Inúmeras vezes pessoas me olharam como se eu fosse uma pessoa nefasta. Pensam que sou gótica, dark. Mas não sou nada disso. Sou uma pessoa normal.

ISTOÉ – Criança lida melhor com o luto?
Maria Helena – Pode ser, mas é necessário que ela conceitue o que é morte. Absorva aspectos como universalidade. Ou seja, todos vamos morrer. Também a irreversibilidade: quando morre, não “desmorre”. E por último a causalidade. Isto é, morreu porque aconteceu alguma coisa. A criança consegue integrar isso no começo da adolescência. Antes, ela pode achar que rezando a pessoa desmorre. Ela tem exemplos nos desenhos animados ou joguinhos virtuais. Seus heróis têm muitas vidas. É importante dizer à criança que o jogo é legal, mas não é real. Os adultos não favorecem essa percepção e preferem evitar o assunto.

ISTOÉ – Por que o adulto faz isso?
Maria Helena – Muitas vezes por medo ou por não saber o que dizer. Ele pode estar enlutado também. Se há uma perda na família, a criança tem que ser comunicada. Para o adulto fragilizado, falar é difícil. Na percepção global, morte é uma coisa não cotidiana, e o adulto tende a achar que não é assunto de criança. Mas ela quer esclarecimentos.

ISTOÉ – Esclarecer torna a criança mais preparada?
Maria Helena –
Sim. O adulto tende a subestimar as perdas infantis. A queda do sorvete ou a quebra do brinquedo, em termos de dor, é incomparavelmente menor frente à perda de alguém querido, mas é uma situação que faz a criança pensar sobre limites, frustração e reversão de expectativa.

ISTOÉ – Qual o pior tipo de luto?
Maria Helena – Há quatro aspectos: a pessoa que morreu, o tipo de morte, o suporte psicossocial que o enlutado tem e a sua estrutura psíquica. Se tem histórico de perdas, os problemas psíquicos podem incapacitá-lo para enfrentar mais essa. Julga-se que o luto mais difícil é o da morte de filho por suicídio. Mas como diz a música de Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

ISTOÉ – A morte de um bicho de estimação pode ser tão devastadora?
Maria Helena – Pode, só que aí entra na categoria de luto não franqueado. Esse luto espanta. “Onde já se viu chorar tanto por um cachorro. Se ainda fosse um filho vá lá”, costumam dizer.

ISTOÉ – Há outros lutos assim?
Maria Helena – A perda do parceiro por Aids também não tem receptividade. Morte do ou da amante. O aborto (provocado ou não), que é visto como um não evento.

ISTOÉ – Como assim?
Maria Helena – No aborto não aconteceu o nascimento nem a morte convencional. A reação das pessoas é minimizar a perda. Falam: “Não se preocupe, logo você tem outro.” Fizemos uma pesquisa com 60 mulheres adultas que tinham abortado na adolescência. Isso redundou até em esterilidade. A mulher pode ter um trauma psicológico e não engravidar novamente.

ISTOÉ – O luto não autorizado influencia a futura mãe?
Maria Helena – Sem dúvida. Atendi uma família que trouxe a filha adolescente para a terapia por achar que ela estava rebelde. Na entrevista com mãe e filha ficou clara a dificuldade de relação entre elas. A mãe não se sentia confortável. Superficialmente, pareciam conflitos típicos de adolescente, mas havia algo mais. O segredo era um aborto que a mãe fizera antes de a menina nascer, um luto que a mãe carregava ainda.

ISTOÉ – E como tratar isso?
Maria Helena – Mais profundamente com a mãe. Ao fim ela resolveu revelar o segredo e livrou-se do peso. Parece mágico, mas não é. Foi um processo longo e doloroso para ambas, o que dá para dimensionar como a coisa se arrasta.

ISTOÉ – Existe um tempo padrão para superar o luto?
Maria Helena – Essa é uma questão temerária. Pode-se achar que morrer ou perder alguém acontece numa boa porque o tempo é o melhor remédio.

ISTOÉ – E não é?
Maria Helena – O tempo ameniza a dor, mas também é capaz de gerar um luto crônico. O que poderia ser uma passagem de um estado para outro, pode permanecer na tristeza. No luto crônico, quanto mais o tempo passa, pior fica. É também chamado de luto complicado.

ISTOÉ – Há mais tipos de luto complicado?
Maria Helena – Tem o adiado, aquele que a pessoa diz que está bem, não encara o sofrimento, chega a ficar eufórico. Um dia morre o peixinho da irmã da vizinha e ela desaba.

ISTOÉ – Não existe o luto adiado para sempre?
Maria Helena – Não. As pessoas têm que realizar suas perdas. Há um estudo feito na Inglaterra, a partir dos prontuários de pacientes psiquiátricos, em que se pesquisou a vida deles. Havia uma alta incidência de perda de pai ou mãe na infância. Eram pacientes com quadros psiquiátricos severos. Este é um exemplo de que o luto não realizado pode se manifestar não só na tristeza padrão, mas em doenças psiquiátricas. É diferente do luto distorcido, em que a pessoa aparenta estar bem, mas não está. Tem filhos para criar, trabalho e não consegue dar conta de tudo. Então disfarça.

ISTOÉ – E sobre o tempo de duração do luto?
Maria Helena – Trabalhamos por um parâmetro de um ano, mas não é regra. Há datas marcantes como o primeiro aniversário da pessoa que morreu. O primeiro Natal, etc. São situações de celebração que, depois da perda, marcam a ausência. Isto é positivo porque faz com que a pessoa se dê conta da realidade da perda. É importante que essas datas não sejam negadas. Quando completa um ano da morte, acontece um fenômeno chamado “reação de aniversário”. Revive-se o ano que passou, a dor. Se perguntam por que estavam melhor e a dor voltou com tudo?

ISTOÉ – E a partir daí muda a relação com a perda?
Maria Helena – Do ponto de vista da terapia, é muito importante que se possa trabalhar o enlutado durante o primeiro ano da perda para o terapeuta estar junto nesses momentos. Do ponto de vista clínico, é muito mais complicado quando o enlutado chega ao consultório depois de cinco, dez anos da perda. As coisas estão mais cristalizadas. Quando entra no segundo ano, faz um certo platô emocional, sem que tudo tenha sido elaborado.

ISTOÉ – Então, depois de uma grande perda, é possível ser feliz?
Maria Helena – É claro, mas precisa ressaltar que o enlutado odeia pensar que vai esquecer o ente que morreu. Ele não pode nem quer esquecer. A terapia trabalha na transformação dessa ausência numa memória. Porque o morto vive na memória de quem conviveu com ele. Esquecer é aterrorizante porque é não ter mais. A memória é saudável.

ISTOÉ – E por que algumas pessoas não se recuperam? Há quem tenha morrido de tristeza. A terapia pode reverter isso?
Maria Helena – Depende do tipo de relacionamento que a pessoa tinha com o morto. Tem dependência que se manifesta em coisas sutis do cotidiano, que no dia-a-dia não se percebe. Há viúvas, por exemplo, que não sabem sequer que roupa usar, que nunca tomaram decisões com relação à família. Era sempre o marido quem fazia. Muitas vezes tem um lado fraco e um forte. Se o fraco morre, o outro vai precisar de alguém que substitua aquela dependência que classificamos de cuidadora.

ISTOÉ – E as pessoas que desabrocham depois de enviuvar?
Maria Helena – A sociedade é muito crítica em relação à viúva bem mais do que ao viúvo. Pode ser um luto bem-resolvido ou nos levar a pensar no que aquele casamento representava. Podia representar opressão. Ela solta seus grilhões. Atendi muitas mulheres que floresceram depois de enviuvar. Elas constroem uma nova identidade. É saudável perceber que depois de uma perda a pessoa fica diferente. Quando ela busca ser como era antes, se coloca num caminho impossível.

ISTOÉ – E os lutos coletivos, como foram os de Ayrton Senna e Lady Di?
Maria Helena – Há dois aspectos. Um é o do papel da mídia na intensificação desses lutos. O outro é a dor da perda do ídolo refletida na vida de cada um. Quando o Senna morreu, choramos nossas perdas, pequenas e grandes. Perdas relacionadas ao orgulho de ser brasileiro, aos fracassos de cada um. A perda do filho que tinha a mesma idade dele. Fui à Inglaterra para os funerais da princesa Diana. O choro daquela gente não era só porque a princesa era querida. Mulheres choraram seus lutos pela princesa e por maridos inoperantes, traidores, jovens choraram por pais omissos. Cada um deságua seus lutos quando um ídolo se vai. Ainda que inconscientemente.

Extraído do site da revista Isto É: N° Edição:  1541

http://www.terra.com.br/istoe/vermelha/154102.htm

Aquarelas das idades

Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.

A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.

O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido… é sim não poder voltar a cometê-las.

Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.

Muitas pessoas não chegam nos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.

O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinqüenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…

Quando se passa dos sessenta são poucas as coisas que nos parecem absurdas.

Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.

A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.

Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia: “verás quando tiver cinqüenta anos”. Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.

Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.

A iniciativa da juventude vale tanto quanto a experiência dos velhos.

Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.

Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.

Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.

Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.

NÃO ENTENDO ISSO DOS ANOS: QUE, TODAVIA, É BOM VIVE-LOS, NÃO TÊ-LOS…

Autor Desconhecido
Recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues

A era da insensatez

O Reverso da Mídia – (ou…  A Era da Insensatez)

Troque  de carro. Troque  de tevê.

Mude  para nossa operadora,  temos os melhores planos.

Beba  mais cerveja.Troque  de celular.(24  horas por dia,07  dias por semana)

Etc.,  etc., etc…

pois  vivemos na  Era da  Insensatez.

Não  estranhe se amanhã,    na abertura do  Jornal Nacional, anunciarem  o velório  da coerência,  “Consumo, logo existo.”

Na  sociedade consumista, quem  não consome não existe.

William  Bonner equiparou o telespectador  do Jornal Nacional a  Homer Simpson,

-  um sujeito preguiçoso,  burro, que adora ficar  no sofá, assistindo  tevê, comendo rosquinhas  e bebendo cerveja, e  que só dá mancadas  na vida.

O  mais preocupante, porém,  não é o fato  de termos como editor-chefe  e apresentador do maior  telejornal do país  alguém que nivela milhões  de telespectadores com  “Homer Simpson”…

A  pergunta que     devemos nos fazer  é:

-  E se William Bonner  tiver razão?

Como  foi que alcançamos  tal condição,

e  a quem interessa que continuemos assim…?

A  televisão amolece o  corpo,

a  televisão amolece o  espírito.

No  Brasil, segundo o Ibope,  as pessoas vêem, em  média, cinco horas  de tevê por dia.

O  sonho dos atuais diretores  televisivos é ter como  audiência  uma imensa  massa acrítica,         sem  uma real capacidade  de análise.

Um  público que não pensa que não questiona,  que é  facilmente manipulado,

que  compra quando e o  que  lhe mandam comprar…

Propagandas…Propagandas…Propagandas

Compre…Beba…Consuma…Exista

E  chega mais um domingo, e  o que já era ruim  consegue a proeza de  piorar ainda mais…

O  que dizer do Domingão  do Faustão?

E  o que dizer das  vídeo-cassetadas  do Faustão?

Pancadas  que ferem, tombos que  machucam…

“O ser humano ainda não tinha aprendido a amar o próximo e  já tinha inventado  a televisão,

que  ensina a desprezar o  distante.”

Millôr  Fernandes

Esta  apresentação será interrompida  por alguns minutos.

Voltaremos  logo após os            “Reclames do  Plim-Plim”…

Beba  com moderação…

“Uma série de estudos demonstra que, no Brasil, os jovens bebem cada vez mais e, ainda por cima, começam mais cedo.

É simplesmente risível imaginar que eles teriam mais cautela apenas ouvindo aquela rápida frase de alerta depois do sensualíssimo anúncio com mulheres estupendas.”

Gilberto  Dimenstein

Embriague-se  com moderação…

E  o que dizer de  Pedro Bial,

quando  se dirige aos  participantes  do Big Brother

chamando-os  de “nossos heróis”      e “nossos  mártires”?

(Quão  deturpados os conceitos  de heroísmo e martírio  transmitidos.   A  que ponto chegamos…)

Escola  pública localizada no sertão pernambucano.

Não  há acabamento nas paredes.

O  banheiro está interditado.

Há  um ano sem  merenda escolar.

Não  seria mais sensato qualificar  de heróis e mártires  os nossos professores…?

Eles  que, quase sem   nenhum reconhecimento, e  em condições tão  adversas, tentam manter acesa a chama do saber e do conhecimento.

muitas  vezes obrigados    a percorrer longas distâncias  a pé para chegar  à sala de aula…

Heróis  e heroínas  são também os pequeninos alunos com seus chinelos gastos,

Bial,  junte a produção do  BBB, e vão assistir    ao documentário                       “Pro Dia Nascer Feliz”,  do diretor João Jardim,  que aborda a situação  da educação no Brasil.

(é  o mínimo que formadores  de opinião deveriam  fazer…)

seja  no sertão nordestino,

seja  nas periferias de qualquer  capital…

Quem  sabe o próximo “reality  show” possa mostrar a  dura realidade de muitos                     professores  e alunos da rede  pública,

Aí sim teríamos um show de realidade…

E  o que dizer das  festas promovidas pela  produção do Big Brother?

Que  belo exemplo são para  os nossos jovens:

“Bebam para serem felizes, para promoverem farras sexuais”.

Obrigado,  Rede Globo.

Enquanto  professores e escolas  se esforçam para formar  cidadãos,

a  televisão fabrica consumidores.

Em  outubro, mês das crianças,  o valor gasto no  Brasil em publicidade  dirigida ao público  infantil foi de aproximadamente  R$ 210 milhões.

Neste  mesmo período,  foram  investidos no Programa  Federal de Desenvolvimento  da Educação Infantil  (FNDE) cerca  de R$ 28 milhões.

A  televisão transforma crianças  da mais tenra idade  em consumidores.

Especialistas  em comportamento infantil  têm constatado mudanças  significativas provocadas  pela exposição massiva  e precoce à publicidade.

*****

Segundo  constatado, dentre    as primeiras palavras  pronunciadas, as primeiras  intenções de transmitir  uma mensagem verbal,  já aparece   a  palavra “compra”…

Diante  da tevê, o telespectador  está fisicamente inativo.  Dos seus sentidos, trabalham  somente a visão e  a audição,      mas de maneira  extremamente parcial.

Os  olhos, por exemplo,  praticamente   não  se mexem.

Os  pensamentos estão praticamente  inativos:

não há tempo para raciocínio consciente e para fazer associações mentais, já que a atividade cognitiva está muito lenta.

Isso  ficou evidenciado em  pesquisas    sobre  os efeitos neurofisiológicos  da tevê.

O  eletro encefalograma e  a falta de movimento  dos olhos de uma  pessoa vendo televisão  indicam um estado de  desatenção,  de sonolência,  de semi-hipnose.

O  piscar da imagem, os  estímulos visuais exagerados  e contínuos, e  a passividade física  do telespectador, especialmente  seu olhar fixo,

fazem  com que  o cenário  seja semelhante a uma  sessão de hipnose.

Na  leitura, é preciso  produzir uma intensa  atividade interior:

num  romance,  imaginar o ambiente  e  os personagens;

num  texto filosófico      ou científico,  associar constantemente os  conceitos descritos.

A  tevê, pelo contrário, não exige nenhuma atividade  mental:

-  as imagens chegam prontas,  não há nada para  associar. Não há possibilidade  de pensar sobre o  que está sendo transmitido…,

…porque as velocidades das mudanças de imagem, de som e de assunto impedem que o telespectador se concentre e acompanhe a transmissão conscientemente.

Infelizmente,  a televisão vem ocupando  um crescente papel na  transmissão     dos caminhos da infância.

As  emissoras e os  anunciantes assumiram tal  incumbência   pensando  no seu próprio lucro  imediato,

e  não nas crianças ou  no futuro da nação.

Troque  de carro,…troque  de celular,…mude  de operadora, temos os melhores  planos,

beba  mais cerveja…

Compre!…Beba!

E  agora, os gols de  Tuna Luso e Itumbiara  pela “série C”  do campeonato brasileiro.

Deborah  Secco de calcinha e  sutiã

(Fonte: Folha de SP)

dá  recorde de audiência  à novela ”Paraíso  Tropical”

E  no horário nobre:

Com  a “Dança  do Poste” de  Flávia Alessandra,

“Duas Caras” alcança 40 pontos no ibope pela primeira vez.

E  no nobre horário:

“Zorra Total”

O  segundo programa mais  assistido pelo público  infantil…

Propagandas…Propagandas…Propagandas

Compre…Consuma…Possua…aquela  espiadinha…

E  agora,…vamos  dar…..“Se vc quer eliminar fulaninho, ligue…

(maldade  tirar assim o dinheiro  dos pobres e dos  pouco instruídos…)

É dia de paredão:

Se  vc quer eliminar fulaninha,  ligue…”

“Passarinho quer dançar,

Tchu  tchu tchu…”

O  rabicho balançar

Porque  acaba de nascer

Quão  vazia uma vida pode  se tornar…

Que  infância

estamos  construindo?

Que juventude

estamos formando?

Recebido de:   um_peregrino@hotmail.com

Colaboração: Elisabeth Flausino Rodrigues

Elton John

O cantor inglês Elton John em entrevista à revista “Parade” afirmou que Jesus era “gay” e “super inteligente”. Ora, que poder paranormal tem esse cantor para afirmar com tamanha precisão? Daqui a pouco ele falara de Judas, Maomé, São Pedro, São Lucas, São Mateus, e outros. Se Elton queria voltar na mídia conseguiu, pois Michael Jackson estava ofuscando sua carreira. Ser “gay” ou não ser, o que mudaria ? O que vale é o caráter de uma pessoa super especial que passou por este planeta e nos deixou tantos ensinamentos : Diz ele ainda, ” que devemos amar a todos, na cruz, Jesus perdoou aqueles que o crucificaram. Jesus queria que nos amássemos e nos perdoássemos. Não sei o que torna as pessoas tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Médio Oriente… é morta”.
John faz uma critica muito séria às religiões que por milênios enfiaram em nossas cabeças muitos preconceitos e ódios injustificáveis.
Na prática continua até hoje a condenação de adúlteros (homens e mulheres), homossexualismo, e tantos outros preconceitos sociais e religiosos de várias doutrinas.
É bom lembrar que Elton não foi o único a proferir considerações não muito cristãs. Outro John, o “Lennon” declarou que os Beatles eram mais populares que Jesus. Madonna também causou polêmica ao beijar um santo no videoclipe da música “Like a Prayer”. Essas comparações servem somente para aparecerem na mídia.
John deveria comentar nesta revista, os principais problemas no mundo atual: fome, miséria, aquecimento global e guerras e agir. Assim, receberia aplausos de todas as nações e seria reconhecido com mais seriedade, pois “um dos maiores vícios do homem não é o que entra pela boca e sim o que sai”. (Palavras de Jesus)

Idoso

Já não sei em que data estamos. Lá em casa não há calendários e na minha memória as datas estão todas misturadas. Me recordo daquelas folhinhas grandes, uns primores, ilustradas com imagens dos santos que colocávamos no lado da penteadeira. Já não há nada disso. Todas as coisas antigas foram desaparecendo. E sem que ninguém desse conta, eu me fui apagando também…
Primeiro me trocaram de quarto, pois a família cresceu. Depois me passaram para outro menor ainda com a companhia de minhas bisnetas.
Agora ocupo um desvão, que está no pátio de trás. Prometeram trocar o vidro quebrado da janela, porém se esqueceram, e todas as noites por ali circula um ar gelado que aumenta minhas dores reumáticas.
Mas tudo bem…
Desde há muito tempo tinha intenção de escrever, porém passava semanas procurando um lápis. E quando o encontrava, eu mesma voltava a esquecer onde o tinha posto. Na minha idade as coisas se perdem facilmente: claro, não é uma enfermidade delas, das coisas, porque estou segura de tê-las, porém sempre desaparecem.
Noutra tarde dei-me conta que minha voz também tinha desaparecido. Quando eu falo com meus netos ou com meus filhos não me respondem. Todos falam sem me olhar, como se eu não estivesse com eles, escutando atenta o que dizem. As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer não ocorrera a nenhum deles, e de que lhes vai ser de grande utilidade.
Porém não me ouvem, não me olham, não me respondem. Então cheia de tristeza me retiro para meu quarto e vou beber minha xícara de café.
E faço assim, de propósito, para que compreendam que estou aborrecida, para que se dêem conta que me entristecem e venham buscar-me e me peçam perdão …Porém ninguém vem…
Quando meu genro ficou doente, pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil, lhe levei um chá especial que eu mesma preparei. Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse, só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento me indicou que se dera conta da minha presença. O chá pouco a pouco foi esfriando…e junto com ele, meu coração…
Então noutro dia lhes disse que quando eu morresse todos iriam se arrepender. Meu neto menor disse: “Ainda estás viva vovó? “. Eles acharam tanta graça, que não pararam de rir. Três dias estive chorando no meu quarto, até que numa manhã entrou um dos rapazes para retirar umas rodas velhas e nem o bom dia me deu.
Foi então quando me convenci de que sou invisível… Parei no meio da sala para ver, se me tornando um estorvo me olhavam. Porém minha filha seguiu varrendo sem me tocar, os meninos correram em minha volta, de um lado para o outro, sem tropeçar em mim.
Um dia se agitaram os meninos, e me vieram dizer que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo. Fiquei muito contente. Fazia tanto tempo que não saía e mais ainda ia ao campo!
No sábado fui a primeira a levantar-me. Quis arrumar as coisas com calma. Nós os velhos tardamos muito em fazer qualquer coisa, assim que adiantei meu tempo para não atrazá-los. Rápido entravam e saíam da casa correndo e levavam as bolsas e brinquedos para o carro. Eu já estava pronta e muito alegre, permaneci no saguão a esperá-los.
Quando me dei conta eles já tinham partido e o carro desapareceu envolto em algazarra, compreendi que eu não estava convidada, talvez porque não coubesse no carro,ou porque meus passos tão lentos impediriam que todos os demais caminhassem a seu gosto pelo bosque. Senti claro como meu coração se encolheu e a minha face ficou tremendo como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar.
Eu os entendo, eles vivem o mundo deles. Riem, gritam, sonham, choram, se abraçam, se beijam. E eu, já nem sinto mais o gosto de um beijo.
Antes beijava os pequeninos, era um prazer enorme tê-los em meus braços, como se fossem meus.
Sentia sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim. A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade de cantar canções que nunca acreditara me lembrar.
Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê disse que não era bom que os anciãos beijassem aos bebês, por questões de saúde…
Desde então já não me aproximo deles, não quero lhes passar algo mal por minhas imprudências. Tenho tanto medo de contagiá-los!

Eu os bendigo a todos e lhes perdôo, porque…

“QUE CULPA EU TENHO DE TER ME TORNADO INVISÍVEL?”
Colaborou: Alfred J Trautmanis

Mulherão

Peça para um homem descrever um mulherão.

Ele imediatamente vai falar no tamanho dos

seios, na medida da cintura, no volume dos lábios,

nas pernas, e cor dos olhos…

Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,

1.80m, siliconada e com um lindo sorriso.

Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:

Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu,

Letícia Spiller, Lumas e Brunas.

Agora, pergunte para uma mulher o que ela considera

um mulherão você vai descobrir que tem uma em cada esquina…

Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir ao trabalho

e mais dois para voltar e,
quando chega em casa, encontra um tanque lotado de roupa

e uma família morta de fome.

Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir

matrícula na escola e

aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco

para buscar uma pensão abaixo do salário mínimo.

Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários

de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.

Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias

sacolas depois de ter

pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.

Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia,

que faz dietas, que malha, que usa

salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma,

mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.

Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola,

leva os filhos na natação,

busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama, conta histórias,

dá um beijo e apaga a luz.

Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme

enquanto ele não chega.

É quem,

de manhã bem cedo, já está de pé, esquentando o leite.

Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,

é quem faz serviços voluntários,

é quem colhe uva, é quem opera pacientes é quem lava a roupa para fora,

é quem bota a mesa, cozinha

o feijão e, à tarde, trabalha atrás de balcão.

Mulherão é quem cria os filhos sozinha, é quem dá expediente

de 8 horas e enfrenta

menopausa, TPM e menstruação.

Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,

fecha a cortina

para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia

e os cinzeiros vazios.

Mulherão é quem sabe onde cada coisa está,

o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.

Lumas, Brunas, Carlas, Luanas e Sheilas: mulheres nota

10 no quesito linda de morrer,

mas mulherão mesmo é quem mata um leão por dia!

Passe a todas suas amigas que você considera um mulherão…

E aos amigos pra que fique claro o quanto é importante que seja

dado o devido valor as suas mães, esposas, irmãs, namoradas, amigas, filhas…

Recebido de: Rosely Pedro

Para uma grande mulher

mulher.1

Amanhã segunda feira será comemorado o dia da mulher. Muitos anos passaram e ainda tem muitos marmanjos que não vê o papel essencial que representa no lar, no trabalho e na sociedade. Vinicius de Moraes comentou: “Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas”. Compreendidas como conseguem administrar seus negócios, funcionários, família, volta para casa, faz faxina, cuida dos filhos, lava e passa roupa, vai no supermercado, põe os filhos para dormir, e ainda acha um tempo para pintar as unhas, arrumar o cabelo e fazer uma leitura ou ficar na frente na TV. Isso sem contar os minutos no fone para uma boa fofoca. E aquela mulher aposentada que fica na fila do banco para sacar sua pequena aposentadoria, fazendo milagres para sustentar a família. No comportamento sexual os marmanjos dizem ter a fantasia de fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo. Elas concordam num ponto; pelo menos teriam com quem conversar depois que ele pegasse no sono. Passar a mulher para trás, traí-la é fácil, o difícil é o que vem depois, igual ao tsunami, vem uma onda que leva tudo: carro, dinheiro, casa, divórcio, pensão. Comece a entender as mulheres antes que seja tarde. Quando falamos em mulher, vem a mente aquela loira siliconada de 1,80 altura, seios fartos, toda reboleixon, tipo Sandra Bullock, Adriana Galisteu, mas esquecemos das mulheres que ficam nas filas nas madrugadas para matricular seus filhos, ou nos postinhos de saúde com seu filho doente. Mulheres, como entendê-las essa força mágica? E aquelas mulheres que varrem nossas ruas debaixo de um Sol de 40 graus e que Boris Casoy expressou preconceito com a infeliz declaração: “Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”. Um estudo britânico aponta que pessoas que trabalham fazendo faxina em hospitais, vias públicas, têm mais valor para a sociedade do que os funcionários de alto escalão de um banco, concluiu. Portanto você ai que esta esparramado no sofá tomando sua cervejinha enquanto sua esposa, irmã, filha, amiga, ou avó esta nas tarefas, encontre um tempo e paciência, por que elas tem até de mais, e transmita o mínimo de seu apreço. Uma flor, mesmo que seja virtual, será certamente bem recebido e acredito que nunca faltará tua “cerva” na sua geladeira. “Doni Cia”

Negros brancos 2

Albinismo, do latim “albus”, que significa branco, é uma
condição genética herdada caracterizada pela
ausência de melanina na pele, olhos e cabelo, assim,
pode afetar todas as raças, sem distinção.
A pura ignorância, da superstição e do preconceito social
incrível, tornaram os albinos africanos pessoas
marginalizadas e prisioneiras dos que acreditam que
certas partes do seu corpo trazem boa sorte.

Negros brancos 4
Negros brancos 6
Logo após o nascimento, elas são rejeitadas.
Geralmente por seus pais que os abandonam e as suas mães, que são
responsabilizadas pela condição fragilizada da criança.
Eles têm dificuldade na escola para ver o quadro-negro.
Professores e colegas os discriminam e insultam. Encontrar trabalho é difícil, eles são
marginalizados. Sofrem problemas de visão e o sol africano inclemente lhes causa sofrimento, causando
ulcerações e queimaduras. Muitos jovens morrem de câncer de pele. Não é fácil ser albino na maioria dos
países africanos, muitos dos quais, particularmente nas zonas rurais, explicam a sua falta de pigmentação
por uma maldição que paira sobre a família.
Negros brancos 11
Existem mais albinos na África do que em qualquer outro lugar do mundo. Na verdade, os primeiros
colonos portugueses os classificaram como uma raça à parte. Se na Europa a taxa de albinismo é um para
cada 17.000 pessoas, na África chega a 2.000 ou 5.000, dependendo do país. Uma a cada 70 pessoas é
portador do gene. Se o seu parceiro também é um portador, sua prole terá maior chance de ser albino.
Negros brancos 16
Eles são “peças cobiçadas” pelas bruxas. As pernas, braços, pele, língua, e cabelos de albinos
valem milhares de dólares. Os curandeiros os utilizam para “curar doenças” e para prometer
fortuna. Uma das crenças africanas mais arraigadas garante que se você beber o sangue
de um albino vai ganhar muito dinheiro.
O perverso ritual inclui a queima de barracos das vítimas. Os assassinos recebem, em troca, uma
ou duas vacas, que lhes são dadas pelos líderes da comunidade pelo seu bom trabalho
prestado .
Negros brancos 21
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É por isso que organizações internacionais abriram acampamentos especiais, onde os negros albinos
podem viver com maior segurança.
Negros brancos 28
Aqueles que conseguem sobreviver neste ambiente tão hostil, são forçados a trabalhar sob o escaldante sol
africano, ficando irremediavelmente doente de câncer de pele. A média anual estimada de cerca de uma centena de assassinatos, e até agora as autoridades acreditam que, desde os anos oitenta, foram mortas mais de três mil albinos em crimes cometidos com lanças e facões.
Negros brancos 31
Um tabu que está levando o continente africano a ser culpado de um incompreensível racismo, por
falta de melanina na pele, uma condição que, ante tal discriminação, é injusta e irracional.
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Negros brancos 37
Colaboração: Ivani Bagarollo Riedo

Quanto você vale?

Peça para um publicitário descrever um botão de camisa.
Você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar
o seu conceito sobre o pobre botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem “feiazinha”
que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa.
O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.
Peça para o poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua,
pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente
Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados,
bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que, em breve, teremos a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver
Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões,
das rosas e do amor para você ver.
Pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar.
É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança geral você sente a energia lhe contaminando,
vai fazendo mal, vai lhe deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos
tem o poder vampiresco de sugar energias do bem e transformar em medo.
e o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar e você?
Como é que você descreve a sua vida?
Quem é você para você mesmo?
Como seria um comercial da sua vida?
Como você venderia o produto “você”?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras, daquelas que não tem tempo
para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades?
Aliás, você vive em que século mesmo?
São os seus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma
se reflete na qualidade de vida que você leva.
É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não?
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo, valorize-se, esteja sempre pronto para dar o seu melhor, com seu melhor sorriso, com sua melhor roupa, com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação
seja Omo, Brastemp, Lux de luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, suíço e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais
Valorize-se! não importa o que você faz, importa sim como você faz. Isso sim, faz toda a diferença

Colaborou: Elisabete Flausino Rodrigues

tempestade
Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria das pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que varriam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.

Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro.

- Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro.

- Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram, respondeu o pequeno homem.

Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o

trabalho do homem.

Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou,

- Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!

O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente,

- Não senhor. Eu lhe falei: eu posso dormir enquanto os ventos sopram.

Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois.

Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado.

O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer.

Então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.

O que se quer dizer com esta história, é que quando se está preparado – espiritualmente, mentalmente e fisicamente – não se tem nada a temer.

Autoria desconhecida

Colaborou: Alfred J Trautmanis

Solidariedade…
Uma palavra que está desaparecendo no mundo de hoje e atitude são poucos que ainda tem… e os que têm, agem.
Solidariedade 1
Solidariedade 2
Solidariedade 3
Solidariedade 4
Solidariedade 5
Solidariedade 6
Solidariedade 7
Solidariedade 8
Solidariedade 9
Solidariedade 10
Solidariedade 11
Solidariedade 12
Solidariedade 13

“A RAZÃO DOS CÃES TEREM TANTOS AMIGOS, É QUE MOVEM SUAS CAUDAS MAIS QUE SUAS LÍNGUAS.”

Pense nisso…
Se usarmos nosso tempo, dedicação, atenção para proclamar sorrisos, felicidade e amor, tudo fica melhor, tudo se transforma e assim cumprimos o que Deus nos confiou.
A forma de algumas pessoas levarem a vida, com mais leveza, com um sorriso no rosto e felicidade estampada em atitudes, não quer dizer que ela seja irresponsável com aquilo que lhe foi confiado…
Dedicação, atenção, responsabilidade, não tem nada a ver com mau humor ou o fato de não prestarmos atenção nas simples formas de amar.
Todo mundo é igual e estamos todos destinados a um mesmo futuro, a morte.
Mas apesar desse destino certo, cabe a cada um, a liberdade de escolha, enquanto respira…
Como você decide viver a vida é o que faz diferença nos momentos em que passar por provações.
As pessoas precisam AMAR mais e julgar menos!!!

Colaborou: Edileni Pinelli Beraldo

Terapio do elogio

elogio

De: Arthur Nogueira (Psicólogo)

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.
Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que
se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios é a motivação na vida de qualquer pessoa.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Comece agora!

Colaborou: Wanderley P.Sério

perdão

Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas…

Perdoe-as assim mesmo!

Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro…

Seja gentil assim mesmo!

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros…

Vença assim mesmo!

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo…

Seja honesto e franco assim mesmo!

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra…

Construa assim mesmo!

Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja…

Tenha paz e seja feliz assim mesmo!

O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã…

Faça o bem assim mesmo!

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante…

Dê o melhor de você assim mesmo!

E veja você que, no final das contas, é entre você e DEUS…

Nunca foi entre você e eles!

Texto: Madre Teresa de Calcutá

Colaborou: Margareth Sia de Fáveri

Boa Páscoa

cruz

Olá amados amigos,
Vamos celebrar a mudança em nossas vidas!!!
Vamos celebrar a Páscoa com alegria, que ela nos traga esperança e seja símbolo de esperança, liberdade e vida.
Uma esperança em cada coração!!!
Esqueçamos os caros presentes e lembremos mais da humildade Daquele que deu sua vida para nossa salvação.
Peçamos neste dia, ao invés de presentes materiais, que a justiça social prevaleça;
Que a impunidade deixe de existir;
Que o idoso não padeça na fila no INSS;
Que nenhuma criança tenha como morada a rua;
Que não haja nemhum tipo de discriminação;
Um salário real para o trabalhador;
Que os políticos cumpram suas promessas;
Que o tráfico de drogas seja eliminado;
Que não mais seja preciso ter nossas casas gradeadas;
Peçamos, moradia, escolas e o pão de cada dia;
Que o óleo não destrua o verde;
Que a saúde não amarele;
Que a poluição não esconda o azul do nosso céu;
Que a verdade sempre prevaleça
Peçamos união e uma imensa paz em cada coração.
Um bj e feliz Páscoa!
Ana Lucia de Castro

Prego e tábua

menino com raiva

Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo.
Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira.
O pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse a paciência com alguém.
No primeiro dia o garoto colocou 37 pregos na tábua.
Já nos dias seguintes, enquanto ele ia aprendendo a controlar sua raiva, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradativamente.
Ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos pregos na placa de madeira…
Finalmente chegou um dia em que o garoto não perdeu a paciência em hora alguma.
Ele falou com seu pai sobre seu sucesso e sobre como estava se sentindo melhor em não explodir com os outros e o pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a trouxesse para ele.
O garoto então trouxe a placa de madeira, já sem os pregos, e a entregou a seu pai.
Ele disse:
“Você está de parabéns, meu filho, mas dê uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na tábua…
…ela nunca mais será como antes”.
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixam marcas como essas.
Você pode enfiar uma faca em alguém e depois retirá-la.
Não importa quantas vezes você peça desculpas, a cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão física.
Amigos são como joias raras.
Eles te fazem sorrir e te encorajam para alcançar o sucesso.
Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus momentos de alegria…
e sempre querem ter seus corações abertos para você.”

Recebido de: Margareth Sia de Fáveri




Envelhecer

velho
Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.

A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.

O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido… é sim não poder voltar a cometê-las.

Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.

Muitas pessoas não chegam nos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.

O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinqüenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…

Quando se passa dos sessenta são poucas as coisas que nos parecem absurdas.

Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.

A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.

Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia: “verás quando tiver cinqüenta anos”. Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.

Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.

A iniciativa da juventude vale tanto quanto a experiência dos velhos.

Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.

Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.

Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.

Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.

Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, não tê-los…

Recebido de: Alfred Trautmanis

mãos 1

Renato quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda…

…Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A senhora pensou que pudesse ser um bandido. Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto…

…Renato percebeu que ela estava com muito medo e disse:

“Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato”…

…Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos…

…Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava…

…Ela perguntou quanto devia. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, Gostava de ajudar as pessoas…

…Este era seu modo de viver. E respondeu: “Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar e lembre-se de mim”…

…Alguns quilômetros depois a senhora em um pequeno restaurante simples, a garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso…

…A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude…

…A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato. Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco, a senhora se retirou…

…Quando a garçonete voltou queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha 4 notas de R$ 100,00…

…Correram lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:

- Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém…

…Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito…

…Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil…

…Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso…

…Agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

-Tudo ficará bem; eu te amo… …Renato!

A VIDA É ASSIM…

UM ESPELHO..

TUDO QUE VOCÊ TRANSMITE VOLTA PRA VOCÊ!!

Recebido de: Margareth Sia de Fáveri

Programa Transição
Convidado: Divaldo Pereira Franco
Direitos: RedeTV

São Paulo, 5 de abril de 2010.
De: Alamar Régis Carvalho
Para: Revista SUPERINTERESSANTE
Diretor de Redação: Sérgio Gwercman
sgwercman@abril.com.br

Senhor Redator:
Indignadamente venho protestar, veementemente, pela explícita
parcialidade, preconceito e espírito armado, praticado por Gisela
Blanco, na edição de abril da Super interessante, quando escreveu a
infeliz e lamentável matéria sobre o Chico Xavier, matéria essa que a
revista, também, comete um grande equívoco, comprometendo o seu
conceituado nome, ao dizer que a suposta “investigação” é da revista
e não de uma repórter desprovida de ética e honestidade jornalística,
sem perceber que nem todos os seus leitores são acéfalos e
desinformados.
Durante anos, lendo com admiração a Super interessante, nunca vi
essa, até então, respeitável revista se expor a tamanho ridículo como
nesta matéria que, na minha concepção, chega a praticar o que
chamo de mau caratismo jornalístico.
Não é que, movido por cegueira religiosa, gostaríamos de matérias
apenas elogiosas ao Chico, favoráveis ao Espiritismo ou sempre
concordantes com uma determinada idéia, porque aí estaríamos,
também, nas mesmas condições dos ridículos. O problema é a
infelicidade da repórter, numa revista desse porte, comportando-se
como se fosse uma estagiária, que não sabe o que é imparcialidade
no escrever e que não tem experiência em checar as fontes das
informações, antes de levar a público.
Em princípio, logo no primeiro parágrafo, identificamos o quanto a
repórter é despreparada, quando utiliza-se da expressão
“Kardecismo”, para se referir a doutrina que tem um nome, que é
“Espiritismo”, já identificando, aí, que a sua cultura é a do “ouvi
dizer”, o que é lamentável em uma jornalista, sobretudo de uma
revista de tamanho conceito em um país, como é a Super
interessante que, pelo seu nível e pela posição da editora Abril,
deveria selecionar melhor os seus profissionais.
Percebe-se, também, claramente, a má fé da repórter, quando ela
coloca o “Há quem diga que Chico tinha um jeito de conseguir os
dados”, numa pré-disposição em querer caracterizar, de qualquer
jeito, o que ela já vem intencionada a mostrar, que é fraude.
Ora, senhor redator, há quem diga também que Jesus era um
homossexual, que tinha os seus apóstolos como seus amantes, a
ponto até de colocar esta insana visão na película de um filme, com
proposta de ser exibido no mundo todo. Os muçulmanos radicais, que
odeiam o Cristianismo, certamente vão adorar esse filme e saírem por
aí, conceituando Jesus conforme a cabeça do irresponsável e
inconseqüente cineasta. É justo, isto?
Se surgir algum escritor, qualquer, para dizer que os apóstolos
trocaram os potes de água por potes de vinhos, enquanto Jesus
fizesse um gesto de mágica, para distrair o povo de Canaã e que,
ainda, o vinho teria sido roubado, pelo próprio Jesus, de uma grande
vinícula de Jerusalém, a Super interessante publicaria uma matéria
insinuando que Jesus fora ladrão e trapaceiro, sob a alegação do há
quem diga?
Na sua inconseqüência jornalística, Gisela vem também reforçar a
tese do “há quem diga”, colocando que “funcionários do centro
espírita iam à fila pegar detalhes dos mortos”.
Que funcionários seriam esses? Desde quando centros espíritas
possuem funcionários, sobretudo para a prática de atitudes tão
estúpidas quanto essas, insinuadas, ainda mais o centro dirigido pelo
Chico, que sempre viveu em condições modestas, para servir e nunca
para se servir das pessoas?
Será que essa inconseqüente e irracional Gisela não teve o mínimo
de inteligência para discernir, antes, que se o Chico quisesse aplicar
algum golpe, para enganar, ludibriar e trapacear pessoas, obviamente
teria, ele, se apoderado do dinheiro proveniente da venda dos seus
livros que, em situação normal, faria qualquer escritor rico, em
qualquer parte do mundo?
Onde já se viu, por exemplo, um político corrupto aplicar as suas
safadezas e jogadas ilícitas, que não fossem para ter benefícios
materiais próprios, que viessem a beneficiar a ele, aos seus familiares
e filhos, recheando a sua conta bancária e aumentando o seu
patrimônio pessoal? Alguém conhece algum corrupto que não esteja
muito bem de vida, do ponto de vista material?
Qual foi o patrimônio do Chico, em Pedro Leopoldo ou Uberaba, que a
Gisela viu, para ter feito colocações tão infelizes?
Deixa de ser apenas leviandade jornalística e passa a ser, também,
burrice jornalística.
Até hoje está conservada em sua casa, em Uberaba, a cama que ele
deitava e onde morreu, bem como os móveis da casa e os seus
pertences.
Só mesmo uma pessoa de elevado índice de acefalia para admitir que
um homem, com propostas de enganar os outros, por tantas décadas,
conseguindo vender mais de 25 milhões dos seus livros produzidos,
poderia viver numa casa tão simples como aquela, deitando-se numa
cama daquela, só faltando um pinico embaixo.
Teria, no mínimo, uma mansão sofisticada, quarto em mármores e
granitos, a mais luxuosa banheira e aposentos semelhantes à casa do
Edir Macedo.
Falar nisto, Sérgio, que tal a sugestão para que a mesma Gisela faça
uma investigação jornalística, hem? Tem vários nomes, em nosso
país e, se você quiser, posso lhe dar várias informações. Quero ver,
nos próximos números da Super interessante, se ela vai continuar
desenvolvendo o seu trabalho jornalístico, nessa linha investigativa,
logo no Brasil que é um prato cheio, para tal.
Quando Gisela coloca a parte da matéria que titula de Pirotecnia,
chega a insistir no ridículo, quando fala em “shows do Chico”, luzes
coloridas por detrás dos panos, demonstra, mais uma vez, a sua cara
e a sua intenção na matéria.
Ela cita também, sempre tendenciosamente, o episódio do tal
sobrinho do médium, ocorrido, ainda, na década de 50, mas conta a
história pela metade, tendo omitido que aquele jovem, de apenas 25
anos na época, se deixou seduzir por pessoas maldosas, que lhe
deram dinheiro, e muito dinheiro, para fazer aquilo. Por que omitiu
essa parte, Gisela? Fingiu que não soube disto? É ou não é matéria
investigativa?
Ficou parecendo as levianas afirmativas do padre Quevedo, quando
diz que as irmãs Fox confessaram que todos os fenômenos de
Hydesville eram fraudulentos, mas omitindo o fato delas terem feito a
tal “confissão”, seqüestradas por padres, com chicotes e
instrumentos de torturas nas mãos, obrigando-as, sob ameaça de
morte, a dizerem aquilo.
Que a Super interessante pergunte a si mesma: Será que um
universo de milhões de pessoas, dentre elas inúmeras possuidoras de
nível intelectual e de inteligência elevada, doutores, mestres, PHDs,
pesquisadores, investigadores, cientistas e, inclusive, vários
jornalistas também praticantes do jornalismo investigativo seriam
todos ingênuos, bobos e desinteligentes, a ponto de não terem
percebido as tais fraudes, que a “super inteligente” Gisela aponta,
como se fosse uma super revelação?
Ainda bem que nem todo mundo é trouxa, inclusive os leitores da
Super interessante, para se deixarem levar pelo veneno que existe na
alma de certos repórteres ou jornalistas que se aproveitam de uma
poderosa tribuna, da respeitável Editora Abril, para denegrir a imagem
de quem teve uma vida, incontestável, semeando o Amor.
Eu poderia entrar em mais detalhes, sobre as aleivosias colocadas na
matéria, mas o grande escritor Richard Simonetti, meu amigo, já
escreveu para vocês e disse muita coisa que precisava ser dita.
Para concluir, quero dizer que continuarei, sim, a ser leitor da Super
interessante, mas, com mais atenção, sabendo dessa sua fragilidade.
Não a condenarei, por conta de um momento tão infeliz e estúpido,
porque sei que o errar é humano e tenho quase certeza de que a
matéria não deve ter agradado nem mesmo a sua chefia de redação;
mas vou continuar cobrando, da jornalista investigativa Gisela, que,
para demonstrar a sua coerência, traga já nos próximos números da
revista, matérias, também investigativas, com o mesmo espírito, da
indústria da religião neste país, praticadas “em nome de JE$U$”,
amém.
É daí que o Brasil vai perceber quais eram os reais interesses
pessoais dela.
Um forte abraço
Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas, escritor, profissional de rádio e televisão
—————————————————————-

Vejam, agora, a carta que foi enviada pelo meu amigo Richard Simonetti:


Senhor Sérgio Gwercman
Diretor de redação da revista Super Interessante
Sou assinante dessa revista há muitos anos. Sempre a encarei como
publicação séria, fonte de informações a oferecer subsídios para meu
trabalho como escritor espírita, autor de 49 livros publicados.
Essa concepção caiu por terra ao ler, na edição de abril, infeliz
reportagem sobre Francisco Cândido Xavier, pretensiosa e
tendenciosa, objetivando, nas entrelinhas, denegrir e desvalorizar o
trabalho do grande médium.
Isso pode ser constatado já na seção “Escuta”, com sua assinatura,
em que V.S. pretende distinguir respeito de reverência, como se
reverência não fosse o respeito profundo por alguém, em face de
seus méritos.
Podemos e devemos reverenciar Chico Xavier, não por adesão de
uma fé cega, mas pela constatação racional, lúcida, lógica, de que
estamos diante de uma personalidade ímpar, que fez mais pelo bem
da Humanidade do que mil edições de Superinteressante, uma revista
situada como defensora do bom jornalismo, mas que fez aqui o que
de pior existe na mídia – a apreciação superficial e tendenciosa a
respeito de alguém ou de uma notícia, com todo respeito, como
pretende seu editorial, como se fosse possível conciliar o certo com o
errado, o boato com a realidade, o achincalhe com o respeito.
Para reflexão da repórter Gisela Blanco e redatores dessa revista que
em momento algum aprofundaram o assunto e nem mesmo se deram
ao trabalho de ler os principais livros psicografados pelo médium,
sempre com abordagem superficial, pretendendo “explicar” o
fenômeno Chico Xavier, aqui vão alguns aspectos para sua reflexão e
– quem sabe? – um cuidado maior em futuras reportagens.
De onde a repórter tirou essa bobagem de que “toda essa história
começou com as cartas dos mortos?”
Se as eliminarmos em nada se perderá a grandeza de Chico Xavier. A
história começa bem antes disso, com a publicação, em 1932, do livro
Parnaso de Além-Túmulo, quando o médium tinha apenas 22 anos.
A reportagem diz: “Ele dizia que não escolhia os espíritos a quem
atenderia, só via fantasmas e ouvia vozes. Mas parecia ser o
escolhido por celebridades do céu. Cruz e Souza, Olavo Bilac,
Augusto dos Anjos e Castro Alves lhe ditaram versos e prosa.”
Afirmativa maliciosa, sugerindo o pastiche, a técnica de copiar estilo
literário. O repórter não se deu ao trabalho de observar que no próprio
Parnaso há, nas edições atuais, 58 poetas desencarnados, menos
conhecidos e até desconhecidos, como José Duro, Alfredo Nora,
Alma Eros, Amadeu, B.Lopes, Batista Cepelos, Luiz Pistarini, Valado
Rosa… Poetas do Brasil e de Portugal que se identificam pelo seu
estilo, em poesias personalíssimas enriquecidas por valores de
espiritualidade.
Não sabe ou preferiu omitir a repórter que Chico psicografou poesias
de centenas de poetas desencarnados, ao longo de seus 75 anos de
apostolado, na maior parte poetas provincianos, conhecidos apenas
nas cidades onde residiam no interior do Brasil. Pesquisadores
constatam que esses poemas não são “razoavelmente fiéis ao estilo
dos autores”. São totalmente fiéis.
Não tem a mínima noção de que a técnica do pastiche, a imitação de
estilo literário, é extremamente difícil, quase impossível.
Pastichadores conseguem imitar uma página, uma poesia de alguém,
jamais toda uma obra ou as obras de centenas de autores.
Afirma que Chico foi autodidata e leitor voraz durante toda a vida,
sempre insinuando o pastiche. Leitor voraz? Passava os dias lendo?
Só quem não conhece sua biografia pode falar uma bobagem dessa
natureza, já que Chico passava a maior parte de seu tempo
atendendo pessoas, psicografando, participando de reuniões e
atendendo à atividade profissional. Não conheço um único
documentário, uma única foto mostrando Chico lendo “vorazmente”.
Ah! Sim! Para a repórter Chico certamente escondia isso.
Fala também que Chico teria 500 livros em sua biblioteca e que “a
lista inclui volumes de autores cujo espírito o teria procurado para
escrever suas obras póstumas, como Castro Alves e Humberto de
Campos”.
E as centenas de poetas e escritores que se manifestaram por seu
intermédio. Chico tinha livros deles? E de poetas que sequer
publicaram livros?
Quanto a Humberto de Campos, cuja família tentou receber na justiça
os direitos autorais pelas obras psicografadas por Chico, o que seria
ótimo acontecer, o reconhecimento oficial da manifestação dos
Espíritos, esqueceu-se a repórter de informar que Agripino Grieco, o
mais famoso crítico literário de seu tempo, recebeu uma mensagem
do escritor, de quem era amigo. Reconheceu que o estilo era
autenticamente de Humberto de Campos, mas que o fato para ele não
tinha explicação, já que, como católico praticante, não admitia a
possibilidade de manifestação dos espíritos.
Esqueceu ou ignora que Chico, médium psicógrafo mecânico, recebia
duas mensagens simultaneamente, com ambas as mãos sendo
usadas por dois espíritos. Desafio Superinteressante a encontrar um
prestidigitador capaz de fazer algo semelhante.
Uma pérola de ignorância jornalística está na referência sobre
materialização de Espíritos: “seria necessário produzir um total de
energia duas vezes maior do que é hoje produzido pela hidroelétrica
de Itaipu por ano, segundo os cálculos feitos por especialistas
exibidos por reportagens sobre Chico nos anos 70.” Seria
superinteressante a repórter ler sobre as pesquisas de Alfred Russel
Wallace, Oliver Joseph Lodge, Lord Rayleigh, William James, William
Crookes, Ernesto Bozzano, Cesare Lombroso, Alexej Akzacof e
muitos outros cientistas respeitáveis que estudaram o fenômeno da
materialização e o admitiram. Leia, também, sobre quem eram esses
cientistas, para constatar que não agiam levianamente como está na
revista.
A repórter reporta-se às reuniões mediúnicas das quais Chico
participava como shows que o tornaram famoso e destila seu veneno.
Cita o sobrinho de Chico que, dizendo-se médium, confessou que era
tudo de sua cabeça, o mesmo acontecendo com o tio. Por que passar
essa informação falsa, se o próprio sobrinho de Chico, notoriamente
perturbado e alcoólatra, pediu desculpas pela sua mentira? Joga
penas ao vento e espera que o leitor as recolha? Omitiu também a
informação de que ele confessou que pessoas interessadas em
denegrir o médium pagaram-lhe pela acusação.
Eram frequentes nas reuniões a ocorrência de fenômenos como a
aspersão de perfumes no ambiente, algo que, deveria saber a
repórter, costuma ocorrer com os médiuns de efeitos físicos. No
entanto, recusando-se a colher informações mais detalhadas sobre o
assunto, limitou-se a dizer que em 1971 um repórter da revista
Realidade, José Hamilton Ribeiro, denunciou que viu um dos
assessores de Chico Xavier levantar o paletó discretamente e borrifar
perfume no ar. Sugere que havia mistificação, aliás, uma tônica na
reportagem. Por que não foram consultadas outras pessoas, inclusive
centenas que tiveram seus lenços inexplicavelmente encharcados de
perfume ou a água que levavam para magnetizar, a exalar também
um olor suave e desconhecido que perdurava por muitos dias?
Na questão das cartas, milhares e milhares de cartas de Espíritos que
se comunicavam com os familiares, sugere a repórter que assessores
de Chico conversavam com as pessoas, anotando informações para
dar-lhes autenticidade. Lamentável mentira. E ainda que isso
acontecesse, Chico precisaria ser um prodígio para ler rapidamente
as informações e inseri-las no contexto de cada mensagem, de cada
espírito, mistificando sempre.
E as mensagens dirigidas a pessoas ausentes? E os recados aos
presentes? Não eram só mensagens. Eram incontáveis recados. A
pessoa aproximava-se de Chico e ele, sem conhecer nada de sua
vida, transmitia recados de familiares desencarnados, na condição de
um ser interexistente, que vivia simultaneamente a vida física e a
espiritual, em contato permanente com os Espíritos.
Lembro o caso de um homem inconformado com a morte de um filho.
Ia toda noite deitar-se na sepultura do rapaz, querendo “ficar com ele”.
Não contava a ninguém, nem mesmo aos familiares. Em Uberaba
recebeu mensagem do filho pedindo-lhe que não fizesse isso,
porquanto ele não estava lá.
Durante muitos anos Chico psicografou receituário mediúnico de
homeopatia. Perto de 700 receitas numa noite. Ficava horas
psicografando. E os medicamentos correspondiam à natureza do mal
dos pacientes, sem que o médium deles tivesse o mínimo
conhecimento. Na década de 70 tive uma uveíte no olho esquerdo.
Compareci à reunião de receituário. Escrevi meu nome e idade numa
folha de papel. Não conversei com ninguém. Após a reunião recebi a
indicação de dois medicamentos. Tornando a Bauru, onde resido,
verifiquei num livro de homeopatia que o dois medicamentos diziam
respeito ao meu mal. Curaram-me.
Concebesse a repórter que, como dizia Shakespeare, há mais coisas
entre a Terra e o Céu do que concebe nossa vã sabedoria, e não se
atreveria a escrever sobre assuntos que desconhece, com o
atrevimento da ignorância.
Outras “pérolas” da reportagem:
Oferece “explicações” lamentáveis para o fenômeno Chico Xavier.
Psicose, confundindo mediunidade com anormalidade.
Epilepsia, descarga elétrica que “poderia causar alheamento,
sensação de ausência, automatismo psicomotor”, segundo a opinião
de um médico. Descreve algo inerente ao processo mediúnico, que
não tem nada a ver com desajuste mental, ou imagina-se que o
contato com o Espírito comunicante não imponha uma alteração nos
circuitos cerebrais, até para que ocorra a manifestação? E porventura
o médico consultado sabe de algum paciente que produza textos
mediúnicos durante a crise epilética?
Criptomnésia, memórias falsas, lembranças escondidas no
subconsciente do médium, ao ouvir informações sobre o morto.
Inconscientemente ele “arranjaria” essas informações para forjar a
“manifestação”.
Telepatia. Aqui o médium captaria informações da cabeça dos
consulentes e as fantasiaria como manifestação do morto. Como dizia
Carlos Imabassahy, grande escritor espírita, inconsciente velhaco,
porquanto sempre sugere que é um morto quem se manifesta, não ele
próprio.
Informa a repórter que “acuado pelas críticas na Pedro Leopoldo de
15 mil habitantes, Chico resolveu fazer as malas e partir para
Uberaba, um polo do Espiritismo onde contaria com um apoio de
amigos”.
Mentira. Ele deixou Pedro Leopoldo, onde tinha muitos amigos, não
por estar “acuado”, mas simplesmente seguindo uma orientação do
Mundo Espiritual, em face de tarefas que desenvolveria em Uberaba
que, então sim, com sua presença transformou-se em “polo do
Espiritismo”.
Na famoso pinga-fogo a que Chico compareceu, em 1971, na TV
Tupi, um marco na história das entrevistas televisivas, com uma
quase totalidade de audiência, diz a repórter que Chico foi
“bombardeado por perguntas. Mas se safou.” Bombardeado? Safou-
se? O que foi essa entrevista, um libelo acusatório contra um
mistificador? Se a repórter se desse ao trabalho de ver a entrevista
toda, o que lhe faria muito bem, verificaria que o clima foi de
cordialidade, de elevada espiritualidade, e que em nenhum momento
os entrevistadores “bombardearam” Chico. E em nenhum momento
ele deixou de responder as perguntas com a sobriedade e lisura de
quem não está ali para safar-se, mas para ensinar algo de
Espiritismo.
Falando da indústria (?) Chico Xavier, há um box sobre “Dieta do
Chico Xavier”, que jamais seria veiculada por Chico. Usaram seu
nome. Por que incluí-la nas inverdades sobre o médium,
simplesmente para denegrir sua imagem, aqui sugerindo que seria
ingênuo a ponto de conceber semelhante bobagem? Se eu divulgar
via internet que Superinteressante recomenda o uso de cocô de
galinha para deter a queda de cabelos, seria razoável que alguma
revista concorrente citasse essa tolice, mencionando a suposta
autoria, sem verificação prévia?
Falando dos 200 livros biográficos sobre Chico Xavier, a repórter
escreve: “Tem até um de piadas, Rindo e Refletindo com Chico
Xavier”. Certamente não leu o livro, porquanto não conhece nem o
autor, eu mesmo, Richard Simonetti, nem sabe que não se trata de
um livro de piadas, mas um livro de reflexão em torno de
ensinamentos bem-humorados do médium.
Não fosse algo tão lamentável, tão séria essa agressão contra a figura
respeitável e venerável de Chico Xavier, eu diria que essa
reportagem, ela sim, senhor redator, foi uma piada de péssimo gosto!
Doravante porei “de molho” as informações dessa revista, sem o
crédito que lhe concedia.
A repórter Gisela Branco esteve em Pedro Leopoldo e Uberaba com o
propósito de situar Chico Xavier como figura mitológica. É uma pena!
Não teve a sensibilidade nem o discernimento para descobrir o
médium Chico Xavier, cuja contribuição em favor do progresso e bem
estar dos homens foi tão marcante que, a exemplo do que disse
Einstein sobre Mahatma Gandhi, “as gerações futuras terão
dificuldade para conceber que um homem assim, em carne e osso,
transitou pela Terra.”
E deveria saber que não vemos Chico Xavier como um mártir,
conforme sugere. Não morreu pelo Espiritismo. Viveu como espírita. E
se algo se aproxima de um martírio em seu apostolado, certamente foi
o de suportar tolices e aleivosidades como aquelas presentes na
citada reportagem.
Finalizando, um ditado Zen para reflexão dos redatores da Super:
O dedo aponta a lua.
O sábio olha a lua.
O tolo olha o dedo.
Richard Simonetti
Bauru, 3 de abril de 2010

Marcos Bernstein, o roteirista

Como foi o processo do roteiro? Quanto tempo de trabalho?

Acho que foi um processo que durou mais de um ano. Claro que não todo dia. Mas eu ia entregando roteiros e discutia, buscava novas versões que aconteceram neste período de um ano. Eu tinha muita vontade de trabalhar com o Daniel Filho, pois ele sempre pensa no todo do filme. Ele sempre traz questionamentos que se fazem retrabalhar as coisas, mas que conta um todo. Isto é muito bacana. A gente usou como base As Vidas de Chico Xavier. É uma base maravilhosa, um livro bom de ler e cheio de informação. Mas tivemos de buscar novas formas de informação. Fomos ambiciosos em escolher três fases da vida do Chico. Enfim, não é totalmente cronológico, mas segue na liberdade da literatura. Trabalhamos na ideia do “Pinga-Fogo”. Tem também este casal, que é uma mistura de várias coisas que a gente achou. Nesta primeira etapa, com o Daniel, estava bacana. O roteiro e a criança. O encontro emocional era muito forte. A vida adulta era divertida, mas não tinha o mesmo peso das outras duas. Foi aí que entrou a Cris D´Amato, foi ela quem fez uma grande pesquisa e achou detalhes para compor esta parte. A partir daí, redesenhamos o miolo. Ganhamos muito mais corpo e eventos. Finalmente encontramos o peso. Ela voltou muito ao livro do Marcel para buscar estas cenas, foi muito bacana. Finalizamos tudo.

Qual foi a cena que marcou você como roteirista?

Tem cenas emocionantes ao longo do filme. Tentamos balancear as emoções com as sutilezas, pois tudo é muito triste. A infância dele é muito triste, ele queria se entender… Ele tenta acalentar a todos. Inevitavelmente, lida com a emoção das pessoas. Na infância, há muitas partes tocantes. Não tenho nada em especial… Tem a infância, as tragédias, ele perdendo o irmão, tem o casal. A vida dele é uma vida suave que causava grandes repercussões. O negócio do roteiro é trazer isto para um conflito, mas em pequenos momentos. Emoções especiais aqui e ali.

Christiane Torloni, a Glória

Como é sua personagem?

A Glória é uma personagem difícil, pois ela narra o ápice de uma dor. Um personagem que não dá descanso. Esta história toda de uma família estar envolvida com outra e um assassinato acontece desagrega toda a amizade entre as duas famílias. Se perde. A passagem da Glória e do Orlando ao longo do filme é um clímax de uma dor.

Qual é a importância do Chico Xavier para o Brasil?

O Chico transcende as fronteiras da matéria. Ele é importante para as pessoas que nem sabem quem é ele. A sua palavra já tocou tantas pessoas… Eu tive a oportunidade de, em 1994, fazer um trabalho inspirado na Doutrina Espírita (a novela A Viagem). Na época existiam 7 milhões de espíritas inscritos. Hoje, todos os espiritualistas se sentem comovidos com a fala do Chico. É de uma bondade, um consolo. Quando vimos novamente A Viagem, pudemos perceber o tamanho consolo, tamanha palavra. O sentido de um trabalho como este é confortar as pessoas. Ela dá a certeza desta falta de permanência e de que a morte não é o fim, isso é interessante, pois você vê isso no catolicismo. A vida parece uma gincana em que você diz: “Caramba, quando é que se respira?” Tem momentos em que a arte é esta respiração.

Daniel Filho diz que é um ateu convicto, mas está dirigindo um filme sobre um mito do espiritismo…

Acho isto ótimo para o filme, pois assim ele mostra mais neutralidade. Não cai na armadilha da fé. Allan Kardec não caía nesta de espiritismo, ele dizia que era besteira, mas nós vimos no que deu. Este filme vai dar certo por isso, acho que ele olha com distanciamento, que ajuda. O importante não é tocar quem acredita, mas sim levar a mensagem a quem não conhece. Chico era um homem que tinha uma alma tão sensível que é difícil não comover. As pessoas que não acreditam em nada parecem estar atrás do muro. Não sei se o Daniel é assim com todo mundo, mas às vezes parece que ele depôs as armas dele.

Como foram as cenas com a Cássia Kiss?

Eu acho que mais do que uma briga, tem um encontro lindo. A cena do tribunal é muito forte e começa pelo fim. Começar o filme pelo fim é complicado. O Daniel entendeu que, mais do que uma briga, são duas mães se consolando. Na cena do tribunal as duas estão se consolando, pois, por mais que o menino fosse condenado, um deles estava vivo. Existe um abismo intransponível entre a vida e a morte. A Elis cantava uma canção em que ela dizia que o amor é meio ermo, mas a morte não. Este é o sentido de uma mãe consolando a outra. Se o filho está mais ou menos preso a gente vê, mas ele não pode estar mais ou menos morto.

Qual é a sua filosofia religiosa?

Acredito em Deus sobre todas as coisas. A fé, para mim, é um rochedo, um escudo e um refúgio. Não importa o nome que isso tenha, ao longo da vida as pessoas vão buscando. A gente precisa de muitos elementos, muitas alegorias de coisas externas para conectar o que há dentro. É como se precisássemos de um relógio para saber que o tempo passa. Há pessoas que têm esta observação de uma maneira natural, tem outras que não, que têm de superar várias barreiras internas.  Fui criada dentro do catolicismo, logo fui percebendo que a palavra de Cristo é incrível. Tomaria muito chope com ele na vida. Ele era um guerreiro. Ele queria que tudo melhorasse. Percebo que a palavra do Buda e de Jesus tem muitas correlações.

Letícia Sabatella, a Maria, mãe de Chico Xavier

Fale sobre sua personagem.

Maria, a mãe do Chico Xavier, é uma força feminina que estava presente na vida dele quando mais precisava. Em espírito, ensinando ele a rezar e dando a força espiritual necessária. A presença da mãe trazia uma dimensão da arte, onde o feminino dança por este menino. No filme, ela tem uma presença de fortalecer sem ter pena dele. Quando li o roteiro achei interessante o fato de ela ser uma mãe que fortalece o filho sem ter pena, mesmo sabendo que este menino é muito sofrido. Ela acredita na sua força. Não era uma mãe que trazia condolências, mas era aquela que dizia: “Vai, você consegue”. Também trazia alegria.

No roteiro, qual parte é mais marcante?

Eu gosto muito do roteiro do filme, pois ele tem humor e trata com muita dignidade a crença e a fé. Gosto muito da ideia e das leituras. O Daniel, por ser cético, ajudou muito o filme. Ao mesmo tempo, Chico falou a verdade o tempo inteiro, por isso nós aprendemos a acreditar nesta linguagem espiritual. Acho muito legal que no roteiro tenha humor.

André Dias, o Emmanuel, guia espiritual de Chico Xavier

Como você foi chamado para participar do filme?

O Daniel Filho foi assistir à estreia da minha peça de teatro e no outro dia me ligaram para marcar um teste. Eu fiquei muito confortável, achei até mesmo que fiz bem. Horas depois a assistente me ligou avisando que eu tinha sido selecionado. Eu fiquei apavorado. O personagem era importante para o filme e eu acho que, durante este processo, me encontrei em vários estados emocionais. O primeiro foi que fiquei muito apavorado com a responsabilidade de representar este personagem. Emmanuel é o guia espiritual do Chico Xavier, durante quase 70 anos de vida mediúnica. Alguém que inspirou o Chico, através da disciplina e do trabalho, a amar o próximo.

Como foi a construção deste personagem?

Tive total liberdade. Na visão do Daniel, o Emmanuel funciona como um alter-ego do Chico. Então, ele é um fator que inspira o Chico a trabalhar, a ter disciplina, mas ao mesmo tempo funciona como um alter-ego. E o Daniel foi um pai. Não tenho nem palavras. Se alguém me perguntar: “Um diretor?”, responderei: “Daniel Filho”. O cuidado, a certeza e a segurança de como fazer. A alegria de estar trabalhando e ver o trabalho. Uma escola. Uma alegria de saber que ele está seguramente realizando seu trabalho. Nunca tinha vivenciado isso.

De: Revista Cristã de Espiritismo


http://www.near-death.com/experiences/reincarnation04.html (link para o original em inglês)

Mellen-Thomas Benedict é um artista que sobreviveu a uma experiência de quase-morte em 1982. Ele permaneceu morto por mais de uma hora e meia após ter morrido de câncer. Na hora de sua morte ele saiu do corpo e foi para a luz. Ele estava curioso a respeito do universo, e foi levado pra longe, para as profundezes remotas da existência e além, para o vazio energético do nada que existe por detrás do Big Bang.
Durante a sua experiência, ele absorveu uma quantidade enorme de informações sobre a reencarnação. Por causa da sua experiência de quase-morte, ele trouxe de volta descobertas científicas. O Sr. Benedict tem estado profundamente envolvido com os mecanismos de comunicação celular e pesquisas sobre o relacionamento entre a luz e a vida que se chama Biologia Qüântica.
O Sr. Benedict descobriu que as células vivas respondem muito rapidamente à estimulação de luz,e isto resulta entre outras coisas, numa cura de alta velocidade. Ele é um pesquisador, inventor e palestrante, que tem seis patentes nos Estados Unidos.
A experiência quase-morte do Sr. Benedict foi re-impressa aqui com autorização dos autores Dr. Lee Worth Bailey e Jenny Yates. O seu livro excelente intitulado The Near-Death Experience: A Reader publicado pela Routledge, Nova York, em 1996, é altamente recomendável pelo webmaster.
Um pedaço da sua experiência quase-morte também aparece no livro de P. M. H. Atwater, Beyond the Light .
Sobre a experiência de Mellen, Dr. Ken Ring ressaltou, “Sua história é uma das mais extraordinárias dentro da extensa pesquisa que tenho feito sobre experiências de quase-morte.”
*********************
Em 1982 eu morri de um câncer terminal. A doença era inoperável, e todos os tipos de quimioterapia que me davam me faziam vegetar cada vez mais. Os médicos me deram de seis a oito meses de vida. Eu fui um obstinado por informações nos anos 70, e me tornei cada vez mais desanimado por causa da crise nuclear, da crise ecológica e eeses assuntos. E, por não ter um base espiritual, eu passei a acreditar que a natureza havia cometido um engano, e que nós provavelmente éramos um organismo canceroso no planeta. Eu não via nenhuma saída para os problemas que tínhamos criado para nós mesmos e para o planeta. E enxergava todos os humanos como sendo câncer, já que era isso que eu tinha. Foi isso que me matou. Cuidado com a sua visão do mundo. Ela pode voltar pra você, especialmente se for uma visão de mundo negativa. Eu tinha uma visão gravemente negativa. Isto foi o que me conduziu à morte. Eu tentei vários métodos alternativos de cura, mas nada ajudou.
Então eu decidi que isto ficaria apenas entre eu e Deus. Na verdade eu nunca havia encarado Deus antes, nem lidado com Ele. Eu não tinha nenhuma espiritualidade na época, mas eu comecei um jornada para aprender espiritualidade e curas alternativas. Eu li tudo o que pude e me agarrei ao assunto, porque eu não queria ter uma surpresa quando chegasse do outro lado. Comecei a ler sobre várias religiões e filosofias. Tudo era muito interessante e me deu uma esperança de que havia alguma coisa do outro lado.
Por outro lado, eu era um artista liberal que fazia vitrais, e não possuía assistência médica. Então, todas as minhas economias se foram do dia pra noite nos exames médicos. Enfrentei os médicos sem nenhum tipo de seguro. Eu não queria que a minha família se afundasse financeiramente, e decidi lidar com isso sozinho.
Eu não tinha dores constantes, mas apagava de vez em quando. Fiquei de um jeito que nem me atrevia a dirigir, e eventualmente ia parar no hospital. Eu contratei minha própria enfermeira. E fui abençoado por este anjo, que ficou junto comigo na fase terminal. Eu durei cerca de dezoito meses. Não quis tomar muitos remédios, para ficar o mais consciente possível. E comecei a ter tanta dor, que isso era a única coisa que eu tinha na consciência, felizmente por poucos dias de cada vez.
Eu me lembro de acordar um dia em casa por volta das 4:30 da manhã, sabendo que estava acabado. Este era o dia em que eu ia morrer. Então eu chamei uns amigos para me despedir. Eu acordei minha enfermeira e disse a ela. Eu tinha um acordo particular com ela de que ela deixaria meu corpo morto sozinho por umas seis horas, porque eu tinha lido que muitas coisas interessantes acontecem quando você morre. Eu voltei a dormir. A próxima coisa que eu lembro é o começo de uma típica experiência quase-morte.
Subitamente eu estava totalmente consciente e de pé, mas meu corpo estava na cama. Tinha uma escuridão a minha volta. A experiência de estar fora do corpo foi mais vívida do que as experiências ordinárias. Foi tão vívida que eu podia ver cada cômodo da casa, eu podia ver o topo da casa, eu podia ver em volta da casa, eu podia ver em baixo da casa.
Tinha uma luz brilhando. Eu me virei para ela. A luz era muito similar com o que muitas outras pessoas haviam descrito nas suas experiências quase-morte. A Luz é magnífica. É tangível; você pode sentí-la. É atraente; você quer ir pra ela da mesma forma como você iria para os braços da sua mãe ou do seu pai ideais.
Na medida em que eu fui me movendo para a luz, eu senti intuitivamente que se eu fosse até lá eu estaria morto.
Então na medida em que eu ia me movendo para a luz eu disse, “Por favor, espere um pouco, espere um segundo. Eu quero refletir sobre isto; eu gostaria de conversar com você antes de ir.”
Para a minha surpresa, toda a experiência parou naquele ponto. Você está sim no controle de sua experiência quase-morte. Isto não é como um passeio na montanha-russa. Então meu pedido foi honrado e eu tive alguma conversas com a luz.
A luz estava sempre se transformando em figuras como Jesus, Buda, Krishna, mandalas (http://www.near-death.com/archetypal.html) , imagens arquetípicas e simbólicas.
Eu perguntei a ela, “o que está acontecendo aqui? Por favor luz, esclareça-me. Eu realmente quero saber a verdade sobre esta situação.”
Eu não tenho palavras exatas para dizer , porque foi um tipo de telepatia. A luz respondeu. A informação que foi tranferida a mim foi que as suas crenças dão forma ao tipo de feedback que você obtém diante da luz. Se você for Budista ou Católico ou Funadamentalista, você terá um feedback relacionado com o que você acredita. Você tem uma chance de olhar e examinar as coisas, mas a maioria das pessoas não fazem isso.
Enquanto a luz se revelava para mim, eu me dei conta que o que eu realmente estava vendo era uma matriz de nosso Eu Superior. O que eu posso dizer é que aquilo se transformou em uma matriz, uma mandala de almas humanas, e o que eu percebi foi que o que nós chamamos de Eu Superior em cada um de nós, é na verdade uma matriz. E é também um canal condutor para a Fonte; cada um de nós vem diretamente de lá, como uma experiência direta da Fonte. Todos temos um Eu Superior, ou uma parte além-alma. Ela se revelou para mim na sua forma mais verdadeira. A única forma que eu encontrei para descrever isso é o que o Eu Superior é como um canal. Ele não parece um canal mas é uma conexão direta com a Fonte que todos nós temos. Nós estamos diretamente conectados com a fonte.
A luz estava me mostrando a matriz do Eu Superior. E ficou bem claro para mim que todos os Eus Superiores estão conectados como um ser só, todos os humanos estão conectados como um ser só, nós somos na verdade o mesmo ser, diferentes aspectos do mesmo ser. Independente de religiões. Este foi o meu feedback. E eu vi a mandala de seres humanos. É a coisa mais linda que eu já vi. Eu fui até ela e foi simplesmente magnífico, avassalador. Era como se todo o amor que você sempre quis estivesse ali. Aquele tipo de amor que cura, que cicatriza, que regenera.
Enquanto eu pedia que a luz continuasse explicando, eu entendi o que é a matriz do Eu Superior. Nós temos uma rede em volta do planeta onde todos os Eus Superiores estão conectados. É como uma grande companhia, um nível de energia sutil que está próximo, o nível espiritual, pode-se dizer.
Então, após uns minutos, eu pedi por mais esclarecimento. Eu realmente queria saber sobre o universo, e eu estava pronto para saber naquele momento.
Eu disse, “Estou pronto, pode me levar.”
Então a luz virou a coisa mais linda que eu já vi até hoje: a mandala de almas humanas neste planeta.
E eu com a minha visão negativa sobre o que aconteceu no planeta.
Conforme eu pedia para luz a continuar me esclarecendo, eu vi nessa mandala como nós somos lindos na nossa essência, no nosso núcleo. Nós somos as mais lindas criações. A alma humana, a matriz humana da qual todos fazemos parte é absolutamente fantástica, requintada, exótica, tudo. Eu não tenho palavras suficientes para expressar como este instante mudou a minha visão do ser humano.
E disse, “Oh, Deus, eu não sabia o quanto somos belos”
Em qualquer nível, alto ou baixo, em qualquer forma que você esteja, você é a criação mais linda sim.
Eu fiquei atônito ao perceber que não existe nada de mau em nenhuma alma.
E disse, “Como pode ser?”
E a resposta foi que nenhuma alma era ruim por natureza. As coisas terríveis que acontecem com as pessoas podem levá-las a fazer coisas ruins, mas suas almas não são más. O que todas as pessoas buscam, e o que as sustenta é o amor, a luz me disse. O que distorce as pessoas é a falta de amor.
As revelações vindas da luz pareciam não ter fim, e então eu perguntei, “Isto quer dizer que a raça humana será salva?”
E a Grande Luz falou, ao som de um tipo de toque de trombetas e com uma chuva de luzes espiraladas, “Lembre-se disso e nunca esqueça; você salva, redime e cura a si mesmo. Você sempre pôde fazer isto. Você sempre poderá. Você foi criado com este poder, desde antes do começo do mundo.”
Naquele momento eu fui até mais longe. Eu entendi que NÓS JÁ FOMOS SALVOS, e nós nos salvamos porque fomos feitos para a auto-correção, assim como o resto do universo de Deus. Este é o porquê da segunda vinda.
Eu agradeci à Luz de Deus com todo o meu coração. A melhor coisa que eu pude dizer foram estas palavras simples de agradecimento pleno:
“Oh Deus amado, Universo querido, amado Ser Superior, eu amo a minha vida.”
A luz parecia respirar em mim ainda mais profundamente. Era como se a luz estivesse me absorvendo completamente. O amor que a luz é, até esse dia, é algo indescritível. Eu penetrei em uma outra realidade, mais profunda que a anterior, e percebi algo muito, muito maior. Era um fluxo de luz, vasto e repleto, no meio do coração da vida. Eu perguntei o que era aquilo.
A luz respondeu, “Este é o RIO DA VIDA. Beba desta água manancial para satisfazer o seu coração.”
E assim fiz eu. Tomei um grande gole e depois mais um. Beber da própria vida! Eu fiquei em êxtase.
E então a luz disse, “Você deseja algo.”
A luz sabia tudo sobre mim, todo passado, presente e futuro.
“Sim!” eu sussurrei
Eu pedi para ver o resto do universo; além do nosso sistema solar, além de toda a ilusão humana. A luz então me disse que eu poderia ir com o Rio. Eu fui, e fui carregado através da luz para o fim do túnel. Eu senti e ouvi uma série de estrondos sonoros muito suaves. Que enxurrada!
De repente, eu parecia estar sendo lançado para fora do planeta no rio da vida. Eu vi a Terra voar para longe. O sistema solar, com todo seu esplendor passou por mim a toda velocidade e desapareceu. Mais rápido que a velocidade da luz, eu voei através do centro da galáxia, absorvendo cada vez mais conhecimento. Eu aprendi que esta galáxia, e todo o universo, estão abarrotados das mais variadas espécies de VIDA. Eu vi muitos mundos. A boa notícia é que não estamos sós neste universo!
Conforme eu viajava por este fluxo de consciência através do centro da galáxia, o fluxo estava se expandindo em imponentes ondas fractais de energia. Os super-conglomerados de galáxias com toda sua sabedoria ancestral passaram por mim. Aquilo foi uma maravilha inimaginável! Eu realmente estava como uma criança maravilhada; um bebê no mundo da fantasia!
Parece que todas as criações do universo passavam voando por mim e desapareciam num ponto de luz. Quase que imediatamente uma segunda luz apareceu. Ela vinha de todos os lados, e era bem diferente; uma luz composta de mais do que todas as freqüências no universo.
E novamente eu senti e ouvi um monte de estrondos sonoros suaves. Minha consciência ou meu ser, estavam se expandindo para todo o universo holográfico e para além dele.
Conforme eu passava pela segunda luz, eu me dei conta de que eu tinha transcendido a verdade. Estas são as melhores palavras que eu encontrei, mas vou tentar explicar melhor. Conforme eu passava pela segunda luz, eu me expandi além da primeira luz. Eu me encontrei num profundo estado de quietude, além de todo e qualquer silêncio. Eu pude ver ou perceber o ETERNO, além do infinito. Eu era o vazio. Eu estava na pré-criação, antes do Big Bang. Eu ultrapassei o começo do tempo – a primeira palavra – a primeira vibração. Eu estava no centro da criação. Eu senti como se eu estivesse tocando a face de Deus. Não foi um sentimento religioso. Eu estava simplesmente em harmonia com a vida absoluta e com a consciência.
Quando eu digo que eu pude ver ou perceber o eterno, eu quero dizer que eu pude vivenciar toda criação se gerando. Não tinha começo nem fim. Este é um pensamento que desafia a mente não? Os cientistas vêem o Big Bang como um único episódio que criou o universo. Eu vi que o Big Bang é apenas um de um número infinito de Big Bangs que criam universos infinita e simultaneamente. A única imagem que chega um pouco perto disso, em termos humanos, seriam aquelas criadas pelos supercomputadores que usam equações geométricas fractais.
Os povos ancestrais sabiam disso. Eles diziam que a Mente de Deus criava universos novos periodicamente, através da expiração, e des-criava (de-creating) outros universos através da inspiração. Estes períodos, ou épocas eram chamados de Yugas. A ciência moderna chama de Big Bang. Eu estava na consciência pura e absoluta. Eu podia ver ou perceber todos os Big Bangs ou Yugas criando e des-criando a si próprios. Na mesma hora eu entrei neles todos simultaneamente. Eu vi que toda e qualquer parte da criação tem o poder de criar. É muito difícil tentar explicar isso. Eu ainda não tenho palavras.
Depois do meu regresso eu fiquei anos assimilando a experiência do vazio. E o que eu posso dizer é que o vazio é ao mesmo tempo menos do que nada e mais do que tudo que existe. O vazio é o zero absoluto; o caos formando todas as possibilidades. É a consciência absoluta, ainda mais do que a inteligência universal.
Onde está o vazio? Eu sei. Está dentro e fora de tudo. Você, neste momento, enquanto vive, está sempre dentro e fora do vazio simultaneamente. Você não precisa ir a lugar algum nem morreer para chegar lá. O vazio é o vácuo ou o nada entre todas as manifestações físicas. O ESPAÇO entre átomos e seus componentes. A ciência moderna começou a estudar esse espaço entre tudo. Eles chamam isso de Ponto Zero ( http://www.calphysics.org/zpe.html ). Sempre que eles tentaram mensurá-lo, chegavam a conclusão que não tinham instrumentos com escalas compatíveis, que seriam infinitas, por assim dizer. Existe muito mais ‘Ponto Zero’ no seu próprio corpo e no universo do que qualquer outra coisa!
O que os místicos chamam de vazio não é vazio. É cheio de energia, uma energia diferente, que criou tudo o que somos. Tudo desde o Big Bang é vibração, desde a primeira palavra, que é a primeira vibração.
O “Eu Sou” bíblico realmente tem um ponto de interrogação depois.
“Eu Sou? O que Sou Eu?”
Então a criação é Deus explorando a Si Mesmo através de tudo o que se possa imaginar, numa contínua e infinita exploração por meio de cada um de nós. Através de cada fio de cabelo da sua cabeça, através de cada folha, em cada árvore, através de cada átomo, Deus está explorando a Si Mesmo, o grande “Eu Sou”. Eu comecei a enxergar que tudo o que é, é o Eu (Self), literalmente; o seu Eu (your Self), o meu Eu (my Self). Tudo é o grande Eu. É por isso que até quando uma folha cai Deus sabe. Isto é porque onde quer que você esteja, este é o centro do universo. Em qualquer lugar que qualquer átomo estiver este é o centro do universo. Deus está lá e Deus está no vazio.
Enquanto eu estava explorando o vazio e todos os yugas ou criações, eu estava totalmente fora das nossas concepções de tempo e espaço. E eu descobri, nesse estado expandido, que a criação é puramente consciência absoluta, ou Deus, vindo para a experiência da vida que conhecemos. O vazio em si é destituído de experiência. Ele é pré-vida, antes da primeira vibração. A Mente de Deus é mais do que vida e morte. Portanto existe muitas coisas além de vida e morte para se experimentar no universo!
Eu estava no vazio e estava consciente de tudo o que já foi criado. Era como enxergar com os olhos de Deus. De repente eu não era mais eu. A única coisa que eu posso dizer é que eu estava vendo com os olhos de Deus. E subitamente eu soube o porquê de cada átomo, e pude enxergar tudo.
O interessante foi que eu fui para o vazio e eu voltei com o entendimento de que Deus não está lá. Deus está aqui. É isso. Então a busca constante da raça humana de ir para fora para achar Deus……Deus deu tudo para nós, tudo está aqui, é aqui que está. E o que nós estamos vivendo agora é a exploração de Deus sobre Si mesmo em nós. As pessoas estão tão ocupadas tentando se tornar Deus que elas deveriam entender que nós já somos Deus e Deus está se tornando nós. É exatamente isso.
Quando eu entendi isso, eu já estava satisfeito com o vazio, e queria retornar a esta criação , ou yuga. Parecia a coisa mais natural a ser feita.
Então eu de repente voltei pela segunda luz, ou Big Bang, e escutei mais alguns estrondos. Eu vim pelo rio da consciência de volta por toda a criação, que passeio! Os super conglomerados de galáxias passaram por mim me dando ainda mais insights. Eu passei pelo centro da nossa galáxia, que é um buraco negro. Buracos negros são os grandes processadores ou recicladores do universo. você sabe o que tem do outro lado de um buraco negro? Somos nós; nossa galáxia; que foi reprocessada de um outro universo.
Na sua configuração energética total, a galáxia parecia um fantástica cidade de luzes. Toda energia deste lado do Big Bang é luz. Cada sub-átomo, átomo, estrela, planeta, até a própria consciência é feita de luz e tem uma freqüência e/ou partícula. Luz é uma coisa viva. Tudo é feito de luz, até as pedras. Então tudo está vivo. Tudo é feito da luz de Deus; tudo é muito inteligente.
Conforme eu vinha pelo rio, eventualmente eu avistava uma luz enorme vindo. Eu sabia que era a primeira luz; a matriz do Eu Superior do nosso sistema solar. Então o sistema solar inteiro apareceu na luz, acompanhado de um daqueles estrondos suaves.
Eu vi que o sistema solar no qual vivemos é o nosso maior corpo. Este é o nosso corpo local e somos muito maiores do que imaginamos. Eu vi que o sistema solar é o nosso corpo. Eu sou uma parte dele, e a terra é um grande ser criado que somos nós, e nós somos a parte dela que sabe que é assim. Mas nós somos apenas uma parte dela. Nós não somos tudo, mas somos uma parte que sabe que é assim.
Eu pude vislumbrar toda a energia que esse sistema solar gera, e esse é um show de luzes inacreditável! Eu pude escutar a Música das Esferas, (http://www.stampscapes.com/hand1.html) . Nosso sistema solar, assim como todos os corpos celestes, gera uma matriz única de luz, som e energias vibracionais. Civilizações avançadas de outros sistemas estelares podem localizar vida no universo na forma que a conhecemos pela vibração ou padrão matricial. Como em uma brincadeira de crianças. As crianças da terra (seres humanos) produzem um som abundante neste momento, como crianças brincando no quintal do universo.
Eu fui pelo rio até o centro da luz. Me senti abraçado por ela conforme ela ia me levando para dentro de sua respiração novamente, seguido por mais um estrondo.
Eu estava na grande luz de amor com o rio da vida fluindo através de mim. E tenho que dizer de novo, esta é a luz mais amorosa e sem julgamentos que existe. É o pai-mãe ideal para a sua criança.
“E agora?” eu me perguntei.
A luz me exlpicou que não existe morte; somos seres imortais. Nós já estivemos vivos desde sempre. Eu compreendi que fazemos parte de um sistema vivo que se recicla eternamente. ninguém me disse que eu tinha que voltar. Eu simplesmente soube que eu voltaria. Era natural, a partir do que eu tinha visto.
Eu não sei quanto tempo eu fiquei com a luz, em tempo humano. Mas chegou um momento em que eu percebi que todas as minhas perguntas tinham sido respondidas do outro lado, de verdade. Todas as minhas perguntas tinham sido respondidas. Cada ser humano tem uma vida diferente, e perguntas diferentes. Algumas de nossas perguntas são universais, mas cada um de nós explora isso a que chamamos vida de uma forma própria. E assim é com todas as formas de vida, de montanhas até cada folha em cada árvore.
E isso é muito importante para o resto de nós neste universo. Porque tudo contribui para a Grande Figura, a totalidade da vida. Nós somos literalmente Deus explorando a Si Mesmo na dança infinita da vida. A peculiariedade de cada um contribui com toda a existência.
Enquanto eu retornava para o ciclo da vida, nem passou pela minha mente, e também ninguém me disse, que eu retornaria para o mesmo corpo. E também nem importava. Eu tinha total confiança na luz e no processo da vida. Conforme o rio se fundiu com a grande luz, eu pedi para nunca esquecer as revelações e as sensações do que eu tinha aprendido do outro lado.
Eu ouvi um “Sim”. Foi como um beijo na minha alma.
Então eu fui conduzido de volta pela luz na realidade vibratória novamente. O processo inteiro se reverteu, até com mais informação sendo passada para mim. Eu voltei para casa, e eu estava tendo lições sobre os mecanismos da reencarnação. Eu estava obtendo respostas para todas aquelas pequenas pergunats que eu tinha:
“Como isto funciona? Como aquilo funciona?” Eu sabia que eu reencarnaria.
A terra é um grande processador de energia, e a consciência individual desenvolve-se a partir do interior de cada um. Eu pensei em mim como um humano pela primeira vez, e fiquei feliz por sê-lo. Depois de tudo o que eu vi, eu já ficaria feliz em ser um átomo no universo. Um átomo. Imagine ser a parte humana de Deus…essa é a bênção mais fantástica. É uma benção que está muito além da maior expectativa do que uma benção pode ser. Para cada um de nós, ser a parte humana dessa experiência é algo imponente, magnífico. Cada um de nós, independentemente de onde estivermos, com problemas ou não, é uma benção para o planeta, onde estivermos.
Então eu passei pelo processo de reencarnação esperando ser um bebê em algum lugar. Mas eu estava recebendo um ensinamento sobre como a identidade individual e a consciência se desenvolvem. E eu reencarnei de volta neste corpo.
Eu fiquei tão surpreso quando eu abri meus olhos. E não sei por que, porque eu já tinha entendido isso, mas ainda assim foi uma surpresa estar de volta neste corpo, de volta no meu quarto, com alguém se debulhando em lágrimas por cima de mim. Era minha enfermeira. Ela desistiu uma hora e meia após me encontrar morto. Ela teve certeza de que eu estava morto; todos os sinais de morte estavam lá – e eu já estava ficando enrijecido. Não sabemos há quanto tempo eu estava morto, mas sabemos que se passou uma hora e meia desde que eu fui encontrado. Ela tinha respeitado o meu desejo de deixar meu corpo recém-falecido a sós por umas horas, o máximo que ela pudesse. Nós tínhamos um estetoscópio amplificado e muitas maneiras de checar as funções vitais do corpo para ver o que estava acontecendo. Ela pode verificar que eu estava morto mesmo.
Não foi uma experiência de quase-morte. Eu experenciei a morte por no mínimo uma hora e meia. Ela me encontrou morto e olhou o estetoscópio, a pressão arterial e o monitor cardíaco por uma hora e meia. Daí eu acordei e vi luz do lado de fora. Eu tentei levantar para ir até ela, mas eu caí da cama. Ela ouviu o barulho, entrou correndo e me viu no chão.
Quando me recuperei eu estava muito surpreso e ainda atônito sobre o que tinha acontecido comigo. No começo toda a memória da viagem que eu fiz não estava lá. Eu continuava escorregando para fora deste mundo e continuava perguntando, “será que estou vivo?” Este mundo parecia mais um sonho do que o de lá.
Em três dias eu estava me sentindo normal novamente, com mais clareza, embora de uma maneira que eu nunca tinha me sentido antes. Minha lembrança da viagem voltou um pouco depois. Eu não consiguia ver mais nada de errado com os seres humanos como eu via antes. Antes disso tudo eu costumava julgar muito. Eu achava que muitas pessoas eram problemáticas, na verdade todos eram problemáticos, menos eu. Mas eu curei tudo isso.
Cerca de três meses depois, um amigo me falou que eu deveria fazer exames, e assim eu fiz. Eu estava me sentindo muito bem, mas fiquei com medo de ter más notícias.
Eu me lembro do médico na clínica olhando para os exames de antes e de depois, dizendo, “Bem, você não tem nada.”
Eu disse, “Verdade? Ïsto é um milagre?”
Ele disse, “Não, essas coisas acontecem, e são chamadas de remissões espontâneas.”
Ele não se impressionou. Mas foi um milagre, e eu me impressionei, mesmo se ninguém mais o fizesse.
O mistério da vida tem muito pouco a ver com inteligência. O universo não é um processo intelectual mesmo. O intelecto ajuda; é brilhante, mas agora é só com isso que a gente processa, ao invés de nossos corações e a parte mais sábia de nós.
O centro da terra é um grande transmutador de energia, como vemos em filmes sobre o campo magnético da terra. Esse é nosso ciclo, atraindo almas reencarnadas de volta e completando novamente o ciclo. Um sinal de que você está atingindo o nível humano é quando você começa a desenvolver uma consciência individual. Os animais tem uma alma grupal, e eles reencarnam em grupos de almas. Um veado será um veado para sempre. Mas ao se tornar um humano, não importa se um humano deformado ou um gênio, mostra que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. Isto faz parte da consciência de grupo a qual chamamos humanidade.
Eu vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como França, Alemanha e a China têm cada uma a sua personalidade. Cidades tem personalidades, elas têm grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas. A personalidade individual está se desenvolvendo como ramificações de um fractal: a alma grupal se explora na nossa individualidade. As diferentes questões que cada um de nós tem são muito muito importantes. Esta é a forma pela qual a Mente de Deus explora a si mesma – através de você. Então faça as suas perguntas, realize as suas pesquisas. Você encontrará o seu Eu e encontrará Deus neste Eu, porque só existe o Eu.
Mais do que isto, eu comecei a ver que cada um de nós, humanos, somos almas-gêmeas ( http://www.near-death.com/experiences/experts101.html ). Nós somos parte da mesma alma, que se fragmenta (fractaling) ( http://math.rice.edu/~lanius/frac/ ) em diversas e criativas direções, mas ainda é a mesma alma.
Agora quando eu olho pra qualquer ser humano eu vejo uma alma-gêmea, minha alma gêmea, aquela que eu sempre procurei. Além disso, a maior alma-gêmea que você irá encontrar é você mesmo. Somos todos masculinos e femininos. Nós vivemos isso no útero e nos estágios de reencarnação. Se você está procurando por uma alma-gêmea definitiva fora de você, pode ser que você não encontre, ela não está lá. Assim como Deus não está “lá”. Deus está aqui. Não procure Deus fora. Procure Deus aqui. Olhe para o seu Eu. Comece pelo maior caso de amor que você jamais teve…com você mesmo. A partir daí você passará a amar tudo.
Eu fiz uma descida ao que vocês chamariam de inferno, e foi muito surpreendente. eu não encontrei satan ou o mal. Minha descida ao inferno foi uma descida à miséria humana, à ignorância e escuridão do não–saber dentro de cada um. Parecia uma eternidade de miséria. Mas cada uma das milhões de almas a minha volta tinham uma pequena estrela de luz sempre disponível. Mas ninguém parecia prestar atenção nela. Eles estavam consumidos pela sua própria dor, trauma e miséria. Mas, após o que parecia uma eternidade, eu comecei a buscar aquela luz, como uma criança pedindo a ajuda dos pais. Então a luz se abriu formando um túnel que veio direto para mim e me isolou daquele medo e daquela dor. Isto é o que o inferno realmente é.
Então o que estamos fazendo é aprender a dar as mãos, e nos unir. As portas de saída do inferno estão abertas agora. Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos.
A luz veio para mim e se transformou em um enorme anjo dourado. Eu disse, “você é o anjo da morte?”
Ele expressou para mim que ele era minha alma superior, minha matriz do Eu Superior, uma parte super-antiga de nossos seres. Então eu fui levado para a luz.
Em breve nossa ciência irá quantificar o espírito. Não será maravilhoso? Estão aparecendo aparelhos que são sensíveis à energia sutil ou espiritual. Os físicos utilizam os aceleradores de partículas para esmagar átomos e ver do que eles são feitos. Eles chegaram nos quarks e charms, e tudo mais. Bom, um dia eles chegarão àquilo que mantém tudo isso junto e eles serão obrigados a chamar isso de …..Deus. Com os aceleradores de partículas, eles não apenas vêem o que está aqui, mas eles estão criando partículas. Graças a Deus a maioria delas tem vida curta de milisegundos e nanosegundos. Nós apenas estamos começando a entender que nós também estamos criando, conforme caminhamos.
Como eu vi a eternidade, eu vim para uma realidade na qual existe um ponto em que passamos todo o conhecimento e começamos a criar o próximo fractal. Temos o poder de criar conforme vamos explorando. E isso é Deus expandindo seu ser através de nós.
Desde o meu retorno eu venho experimentando a luz espontaneamente, e eu aprendi como ir para aquele espaço quase que em qualquer hora na minha meditação. Cada um de vocês pode fazer isso. Já está no seu equipamento, você já está capacitado.
O corpo é a luz mais maravilhosa que existe. O corpo é um universo de uma luz incrível. O Espírito não está nos forçando a dissolver o corpo. Não é isso que está acontecendo. Pare de tentar se tornar Deus; Deus está se tornando você. Aqui.
A mente é como uma criança correndo pelo universo, exigindo e pensando que ela criou o mundo. Mas eu pergunto para a mente:
“O que a sua mãe tinha a ver com isso?
Este é o próximo nível de consciência espiritual. Ah, minha mãe! De repente você desiste do ego, porque você não é a única alma do universo.
Uma das perguntas que eu fiz para a luz foi, “o que é o céu?”
Eu ganhei de presente um tour por todos os céus que foram criados: os Nirvanas, os Campos da Fartura, todos. Eu passei por eles. Eles são formas-pensamento que nós criamos. Nós não vamos realmente para o céu; nós somos reprocessados. Mas seja o que quer que criemos, nós deixamos uma parte de nós lá. É real, mas não é a alma toda.
Eu vi o céu cristão. Espera-se que seja um lugar lindo, e você fica na frente do trono, venerando eternamente. Eu tentei. É chato! Isso é tudo que iremos fazer? É infantil demais. Eu não pretendo ofender ninguém. Alguns céus são bem interessantes, e outros são muito chatos. Eu achei os céus dos povos ancestrais mais interessantes, como o dos índios norte-americanos, os Campos da Fartura. Os egípceos têm céus fantásticos. E assim por diante. Existem tantos deles… Em cada um deles tem um fractal que é sua interpretação particular, a não ser que você faça parte do grupo de almas que acredita apenas no Deus daquela religião particular. Estamos muito juntos, no mesmo estádio de baseball. Mas mesmo assim, cada um é um poco diferente. Tem uma parte sua que você deixa ali. Morte é vida, não é céu.
Eu perguntei para Deus, “Qual é a melhor religião do planeta? Qual está certa?”
E a mente de Deus disse, com muito amor, “Eu não me importo.”
Isto foi uma graça incrível. Isto significa que nós somos seres que nos importamos.
Mas o Deus poderoso de todas as estrelas nos diz, “Não importa em qual religião você está.”
Elas vêm e vão, elas mudam. O Budismo não esteve aqui sempre, o Catolicismo não esteve aqui sempre, e todos eles estão prestes a ficar mais iluminados. Mais luz está vindo para todos os sistemas agora. Haverá uma reforma na espiritualidade que será tão dramática quanto a reforma protestante. Vai ter um monte de gente brigando por causa disso, uma religião contra a próxima, acreditando que só ela está certa.
Todo mundo pensa que é dono de Deus, as religiões e filosofias, especialmente as religiões, porque elas formam grandes organizações acerca de sua filosofia. Quando Deus disse “Eu não me importo”, eu entendi imediatamente que é para a gente se importar. É importante, porque somos os ‘cuidadores’. Importa para nós e isso que é importante. O que temos é uma equação de energia na espiritualidade. Em última instância Deus não importa se você é Protestante, Budista ou seja lá o que for. Isto é apenas uma faceta do todo. Eu adoraria que todas as religiões entendessem isso e deixassem os outros Serem. Não é o fim das religiões, mas nós estamos falando do mesmo Deus. Viva e deixe viver. Cada um tem um ponto de vista diferente. E todos adicionam algo ao grande quadro; todos são importantes.
Eu fui para o outro lado com um monte de medos sobre lixo tóxico, mísseis nucleres, explosão demográfica, florestas tropicais. E voltei amando cada problema. Amo a radiotividade. Amo aquela nuvem em forma de cogumelo, esta é a mandala mais sagrada que nós manifestamos até agora, como um arquétipo. Esta nuvem, mais do que qualquer religião ou filosofia na terra, nos levou de repente para um outro nível de consciência, todos juntos. O fato de sabermos que nós podemos explodir o planeta 50 ou 500 vezes, nos fez finalmente perceber que estamos todos unidos neste momento. Por um período eles tem que explodir mais bombas para que entendamos. Até que comecemos a dizer, “Nós não precisamos mais disso.”
Neste momento estamos no mundo mais seguro que já existiu, e ele vai ficar ainda mais seguro. Então eu voltei amando a radiotividade, porque ela nos uniu. Essas coisas são muito grandiosas. Como Peter Russel (http://www.peterussell.com/index2.html ) diria, estes problemas agora são do “tamanho da alma.” Você tem respostas do tamanho da alma? SIM!
A devastação das florestas tropicais vai diminuir, e em cinqüenta anos haverá mais árvores no planeta, como há muito tempo não vemos. Se você gosta de ecologia; você é aquela parte do sistema que está se tornado consciente. Vá com tudo, mas não fique deprimido. Isto é uma parte de um todo maior.
A terra está num processo de domesticação dela mesma. E nunca mais será um lugar tão selvagem como já foi no pasado. Haverá lugares selvagens lindos, resevas onde a natureza será vicejante. Jardins e reservas serão a coisa do futuro. O aumento da população estará se aproximando de um alcance ótimo o suficiente para causar uma mudança na consciência. E esta mudança de consciência irá alterar política, dinheiro, energia.
O que acontece quando sonhamos? Somos seres multi-dimensionais. Podemos acessar estas outras dimensões através dos sonhos lúcidos. Na verdade, o universo é o sonho de Deus. Uma das coisas que eu vi é que os humanos são um grão no planeta que é um grão na galáxia que por sua vez é um grão. Estes são sistemas gigantes, e nós estamos em um tipo de sistema mediano. Mas os seres humanos já são legendários em todo o cosmos da consciência. O pequenino ser humano da Terra/ Gaia é legendário. Um dos motivos de sermos legendários é o fato de sonharmos. Nós somos sonhadores legendários. De fato, todo o cosmos tem buscado o significado da vida, o significado de tudo. E foi o pequeno sonhador que veio com a melhor resposta de todas. Nós sonhamos e criamos isso. Sonhos são importantes.
Depois de morrer e voltar, eu realmente respeito a vida e a morte. Nas nossas experiências com o DNA, nós devemos ter aberto a porta de um grande segredo. Em breve será possível viver o quanto quisermos viver neste corpo. Depois de viver uns 150 anos mais ou menos, existirá uma sensação intuitiva da alma que fará você querer mudar de canal. Viver para sempre em um corpo não é tão criativo quanto a reencarnação, como transferir energia para este fantástico vórtice de energia que nós estamos. Nós iremos na verdade ver a sabedoria da vida e da morte, e aproveitá-la.
Nós já vivemos desde sempre, assim como estamos vivos agora. Este corpo que você está usando vive desde sempre. Ele vem de um infindável rio da vida, e vai de volta ao Big Bang e além. Este corpo dá vida à próxima vida, na energia densa e na sutil. Este corpo já vive desde sempre.
“Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos. – “Mellen- Thomas Benedict

(tradução de Cris Boog – aceito correções, melhorias, etc na tradução que resolvi fazer rapidamente porque acho este texto muito importante)

Se você tem a mania de reclamar de tudo, reclamar da vida,
do seu cabelo que esta crespo demais,ou liso demais,
da sua relação amorosa que não esta dando certo,
que tem preguiça de caminhar até o mercado ou ponto de ônibus!
etc,etc,….
Sabia que VOCÊ É FELIZ, mas não sabe dar valor
as coisas que Deus lhe deu?
Pois bem,veja abaixo:
UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO
e como os seus problemas ficam são pequenininhos.
Mas pena que no dia a dia você se esqueça disso e
tem que sempre ser lembrado.

Em 1995 ele perdeu metade do seu corpo
ao ser cortado próximo à altura da cintura por um caminhão,
os médicos que o socorreram,
achavam que ele não sobreviveria, mas
um milagre de Deus fez com que ele sobrevivesse.

Créditos: Cidinha Gandolpho

Colaboração: Dra. Laira Vieira

A canoa

Em um largo rio, de difícil travessia, havia

um barqueiro que atravessava as pessoas

de um lado para o outro. Em uma das viagens,

iam um advogado e uma professora. Como quem

gosta de falar muito, o advogado pergunta ao

barqueiro: Companheiro, você entende de leis?

Não, respondeu o barqueiro.

E o advogado compadecido: É pena, você

perdeu metade da vida.

A professora muito social, entra na conversa:

Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?

Também não, respondeu o barqueiro.

Que pena! Condói-se a mestra-Você perdeu metade

de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e

vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta:

Vocês sabem nadar?

NÃO! Responderam eles rapidamente.

Então é uma pena- Conclui o barqueiro. Vocês perderam

toda a vida.

Não há saber maior ou saber menor.

Há saberes diferentes.

Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha

contato. Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar..

Texto: Paulo Freire

Colaboração:

Ivani Bagarollo Riedo

A Vida X Caminhão de Lixo

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.
Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!’
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo”.
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas. Fique tranquilo…. respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentos
ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Viva bem, Livre de lixo!
De: Ana Lucia de Castro

O sal e a dor

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

- Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.

- Ruim –

disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e
levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:

_ Beba um pouco dessa água.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

-Qual é o gosto?

-’Bom!’ disse o rapaz.

_ Você sente o gosto do sal?

perguntou o Mestre.

_ Não, disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

_ A dor na vida de uma pessoa não muda.

Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.

Quando você sentir dor, a única coisa que você deve
fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.

Em outras palavras:

é deixar de ser copo…para tornar-se um lago.

Felicidade e muita Paz !

Colaborou:

Elisabeth Flausino Rodrigues

Já se comprovou

que todos necessitamos

de contato físico para nos sentirmos bem,

e uma das formas mais importantes de contato físico é o abraço.

Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida

aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança

nos nossos próprios sentimentos.
Algumas vezes NÃO encontramos as palavras adequadas

para expressar o que sentimos; o abraço é a melhor maneira.

Há vezes que não nos atrevemos a dizer o que sentimos,

seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam;

nesses casos pode-se contar com o idioma dos abraços.

Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, empregam-se

para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade.

Provocam alterações fisiológicas positivas

em quem toca e em quem é tocado.

Aumenta a vontade de viver aos enfermos.

É importante saber que:

Os abraços são necessários para o desenvolvimento,

manter-se são e para crescer como pessoa.

O que nos dá um abraço?

O sentir-se protegido é importante para todos,

mas é o mais para as crianças e mais velhos,

que frequentemente dependem do amor de quem os rodeia.

PROTEÇÃO

Todos necessitamos de nos sentirmos seguros.

Se não o conseguimos, atuamos de forma ineficaz

e as nossas relações interpessoais declinam.

SEGURANÇA

A confiança faz-nos avançar quando o medo se impõe

ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida.

CONFIANÇA

Quando transferimos a nossa energia com um abraço,

as nossas próprias forças aumentam.

FORÇA

O contato físico e o abraço partilham uma energia vital

capaz de sanar ou aliviar enfermidades

SAÚDE

Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento

do valor e excelência de cada indivíduo.

AUTO – VALORIZAÇÃO

“ O ABRAÇO SALVADOR”

A fotografia acima é  de um artigo das «Selecções», que se chama “O abraço salvador” e relata um episódio da vida de duas gemeas, cujos primeiros dias foram passados em suas respectivas incubadoras, sendo que para uma delas não havia esperança de que sobrevivesse.

A enfermeira chefe da unidade, contra todas as regras existentes, decidiu juntar as duas irmãs, e aquilo que aconteceu foi verdadeiramente espantoso e comovente: a bebé que se encontrava bem, abraçou a sua irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do seu corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e pulso, o que permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da sua gémea…

Aqui fica este testemunho da importância de um abraço e do bem que este pode fazer…

… já abraçaste alguém hoje? : )

Faz…

abraça o teu amigo,

abraça os teus entes queridos,

abraça as tuas crianças,

abraça o teu animal de estimação…

ABRAÇA-OS A TODOS!

Colaborou:

Natalina Maria de Oliveira

Ar-fogo-terra-água

Desejo-te a força
de todos os elementos

Um verdadeiro amigo é aquele ,

que segura na tua mão, e aquieta o teu coração

Raramente pensamos no que temos, mas sempre naquilo que nos falta

Não chore, pelo que já terminou, ria, porque aconteceu

Quanto mais planejar, mais difícil se torna ao acaso encontrar-te

Tudo o que acontece, acontece por uma boa razão

Não sejas tão exigente, pois as melhores coisas ocorrem quando menos esperas.

Os maiores sucessos, não são os mais ensurdecedores, mas sim as nossas horas mais quietas

O mais difícil de aprender na vida, é quais as pontes a atravessar
e quais as ligações cortar.

Todos vêm como és por fora, mas apenas alguns sentem como tu és por dentro

Quem deseja algo que nunca tenha tido, deverá fazer bem algo que nunca tenha feito antes

Talvez Deus queira que tu ao longo da tua vida conheças muitas pessoas falsas, para que quando tu encontres as verdadeiras,
as saibas estimar e dar graças por elas

Dá um nome a algo, e esse algo ocorrerá

Amar não é olharmos um para o outro, mas sim olharmos ambos na mesma direcção.

(Antoine de Saint-Exupery)

Viver é desenhar sem borracha

Que tenhas sempre:

Ar para respirar,

Fogo para te aqueceres,

Água para beberes

E Terra para que haja vida.

Colaborou:

Margareth Sia de Fáveri

Pela primeira vez…eu abro essa experiência de vida em público!!!
Mas está na hora de dividí-la. ACREDITEM: EU RECEBI SOCORRO DIVINO!
JULGUEM VOCÊS!

Tive um infarto aos 43 anos de idade…como consequência tive que me submeter a 5 angioplastias no período de 4 meses ; como reocluia a artéria todas as vezes, resolveram colocar um STENT…( na véspera do procedimento…tive a certeza que ia MORRER! )arrumei a vida pessoal, financeira…deixei um envelope com todas as soluções com uma pessoa de confiança e disse: Qualquer coisa que me aconteça, entrega esse envelope a Fulano.
PAREI, PENSEI…E RESOLVI QUE EU NÃO QUERIA MORRER, EU PRECISAVA VIVER, POIS TINHA UMA FILHA , NA ÉPOCA COM 16 ANOS:
Hora de usar o que Deus te deu ANA e nem ele interfere: LIVRE ARBITRIO….USEI…disse a Deus que reivindicava o meu direito de usá-lo e escolhia a VIDA!
Entrei para o procedimento médico: (eu estava angustiada mais confiante) nisso , ouço uma voz: PORQUE AOS SEUS ANJOS DEUS MANDOU QUE TE GUARDEM EM TODOS OS SEUS CAMINHOS; Eu respondi , Amém! Com 5 minutos( diga-se de passagem, que eu acompanhava pelo monitor todos os procedimentos) eu senti um CHOQUE em todo o corpo….falei: tô com câimbra! não obtive resposta…quando olhei para o monitor: PURO TERROR! O STENT impactou em meu ventrículo esquerdo…e o rasgou!
Aí começou a confusão: SALA DE CIRUGIA URGENTE…PERDENDO PACIENTE….PREPARA SALA E EQUIPE PARA SAFENA! PERDENDO PACIENTE! (isso,os médicos gritavam pelo auto falante…eu gritava que não queria e nao ia morrer…queria minha chance!)
Amigos! tive uma parada cardiáca, entrando no elevador…( não tinha um desfibrilador na hora) foi na mão grossa que os médicos tentaram me reanimar (APANHEI… Q ANOS DEPOIS, AINDA ME DOÍA).
SINTETIZANDO: Realizaram a cirurgia de Ponte Safena…OUTRA PARADA CARDÍACA…E LONGA DEMAIS! os médicos chamaram a família e disseram que eu não tinha chance de sobreviver…e se em remota hipótese sobrevivesse, acordaria com uma sequela neurológica muito grave: CEGUEIRA, PARALISIA… UFA! Fiquei em coma alguns dias,sem nenhuma chance, perante a medicina.
Quando acordei, os médicos VIRAM UM MILAGRE!
NÃO MORRI-e não pretendo morrer tão cedo. Ainda tenho muitas coisas para fazer…e ver na vida.
RESPOSTA DIVINA: (PERANTE O MUNDO…MÉDICOS, FAMÍLIA E VÁRIAS TESTEMUNHAS: EU MORRI! )Mas Deus atendeu ao meu apelo!
Voltei a vida…RESSUSSITEI! Minha recuperação foi lenta, dificil e dolorosa para todos. Eu fui torturada viva…de uma maneira medieval! mas resisti!
Depois entrei numa depressão…fui ao fundo do poço! fui…até eu processar tudo aquilo que me aconteceu…foram anos difíceis!
Mas…estou aqui para contar essa história REAL.
EU ACREDITO EM MILAGRES!!!
EU ACREDITO QUE DEUS FALA CONOSCO E MANDA SEUS ANJOS NOS AJUDAREM EM MOMENTOS DIFÍCEIS!
EU ACREDITO QUE DEUS RESPEITA NOSSAS ESCOLHAS!!!
De: Ana Lucia de Castro – Salvador (BA) -

Preste atenção ao que você vai ler. Pessoas entram na sua vida por uma “Razão”, uma “Estação” ou uma “Vida Inteira”. Quando você distingue cada um, você vai saber o que fazer.

Quando uma pessoa está em sua vida por uma “Razão”… Geralmente é para suprir uma necessidade que você demonstrou. Ela vem para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Ela poderá parecer como uma dádiva dos céus e ela é! Ela está lá pela razão que você precisa que ela esteja lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte ou da parte dela, algo vai acontecer para levar essa relação a um fim. Às vezes esta pessoa morre. Às vezes ela simplesmente se vai. Às vezes ela age e te força a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram satisfeitas, nossos desejos alcançados e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma “Estação”… É porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas geralmente te dão uma quantidade enorme de prazer. Acredite! É real! Mas somente por uma “Estação”.

Relacionamentos de uma “Vida Inteira”… Ensinam lições para a vida toda, coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.

Lígia Guerra -Psicóloga
Colaboração: Cláudia Helena

Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.

Qual a razão última dessa mania de maledicência?

É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade.

Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.

A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu
próprio valor pelo desvalor dos outros.

Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria
luz.

São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.

Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para
poder brilhar.

Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros.

Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes os outros para gozar a consciência da saúde
própria.

As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência.

Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de
saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.

A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre
tem sido utilizada devidamente.

Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas
seguras.

Fala-se muito por falar, para “matar tempo”. A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e
em bisturi da revolta.

Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades.

Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano.

Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas, que se atiraram sobre
outras nações, transformando-as em ruínas.

Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra.

Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel.

Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste.

Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da
maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas.

Pense nisso!

Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas.

Evitemos a censura.

A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno.

Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente.

Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o
caráter de quem com isso se compraz.

Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina.

Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, “a boca fala do que está cheio o
coração”.

(Texto extraído do livro “A Essência da Amizade” – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret).

Colaboração: Angela Anjo Azul

Valor do tempo

Para compreenderes o valor de uma irmã,

pergunta a alguém que não tem nenhuma

ou que a perdeu.

Para compreenderes o valor de 10 anos, pergunta a um casal recém divorciado.

Para comprenderes o valor de 4 anos, pergunta a um recém-formado.

Para compreenderes o valor de 1 ano, pergunta a um estudante que reprovou no exame final.

Para compreenderes o valor de 9 meses, pergunta a uma Mãe que acaba de dar a luz um filho.

Para compreenderes o valor de 1 mês, pergunta a uma Mãe que acaba de dar à luz um bebe prematuro.

Para compreenderes o valor de 1 semana, pergunta a um editor dum jornal semanal.

Para compreenderes o valor de 1 minuto, pergunta a alguém que perdeu o combóio,

o autocarro ou o avião.

Para compreenderes o valor de 1 segundo, pergunta a alguém que tenha sobrevivido a um acidente.

O tempo não espera por ninguém.

Guarda ciosamente cada momento que vives.

Apreciá-lo-ás mais se o compartilhares com esse ser especial.

Porque… para compreenderes o valor de um Amigo ou dum ente Querido, basta PERDÊ-LO.

Colaborou: Rosely Pedro

Pacto com a felicidade

De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi :

E u   h o j e   v o u   s e r   F e l i z   !

Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando.

Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente. Não preciso comprar o canto dos

pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.

Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.

Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros.

Vou aprimorar os meus.

Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades !

Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir. Não vou lamentar nem amargar as injustiças.

Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.

Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.

Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.

Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém. Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.

Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.

Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar. E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz !

Colaborou:

Margarete Sia de Faveri

A proposta da casa espírita é a libertação das consciências e a formação de trabalhadores responsáveis, cientes do papel que desempenham, pois são parceiros dos Imortais. Essa divina parceria objetiva o estabelecimento definitivo do reino do bem nos corações.

A casa espírita é, pois, uma equipe de Jesus em ação. Ação contínua de libertação de tabus, preconceitos e atitudes castradoras, que impedem o crescimento. Todos são a casa. O centro espírita não é a diretoria nem se resume às lideranças. O centro espírita é o próprio trabalhador, tanto quanto cada trabalhador é o próprio centro espírita.

Há que se esclarecer o papel da casa, para nós e para o trabalhador, a fim de que não nos percamos em meio aos pontos de vista de certos indivíduos, que, mesmo cheios de boa vontade, estejam desconectados com a proposta do Alto.

Não basta conservar a cabeça cheia de sonhos e de idéias maravilhosas, enquanto as mãos permanecem vazias de realizações. Tal atitude denota imaturidade espiritual.

A casa espírita deve primar pela qualidade de seus métodos de ação, de seus trabalhos e trabalhadores, sem perder de vista a beleza, a harmonia e o sentido estético de toda atividade do bem realizada em nome do Mestre.

Entendemos como casa espírita a reunião de corações afins sob o direcionamento de Jesus. Embora muitas vezes o pensamento do trabalhador não reflita a proposta dos orientadores espirituais, o estudo constante, a clareza e a transparência nas atitudes dos líderes contribuem para que o próprio trabalhador não fique mergulhado em sonhos e ilusões que não são expressão da realidade espiritual do mundo. Jamais devemos nos esquecer de que a casa espírita representa o esforço do Alto em implantar na Terra um oásis de paz. Sob essa ótica, o trabalhador não poderá se esquecer de que está no mundo, lidando com as leis próprias do mundo, a fim de transformar o ambiente num pedacinho de céu na Terra.

Contudo, não nos esqueçamos de que centro espírita não é reduto de espíritos elevados ou redimidos. É campo abnegado de trabalho incessante, de aprimoramento da consciência e do coração. A casa espírita é um templo para onde convergem todos os esforços do Mundo Maior com o objetivo de fornecer inspiração aos homens para a realização da paz.

Diz o Mentor Alex Zarthú, com relação à casa espírita: “ Aqui, filhos de Deus aprendem, estudam e ensinam ciências. Mentalize eficácia, respeito e disciplina. Este lugar é um templo da vida”. A ciência espiritual, em parceria constante com as inteligências imortais que nos dirigem, esse é o nosso objetivo.

Eficácia, respeito, disciplina são metas a serem atingidas; porém, sem perder de vista que existem limites a serem respeitados, que somos todos humanos e que a angelitude e a santidade fazem parte de um projeto para o futuro, não são ainda a realidade presente de nenhum trabalhador da última hora.

Texto extraído do livro “Uma alma do outro mundo me fez gostar do meu mundo”.

Psicografia de Robson Pinheiro pelo espírito de Everida Batista.

Colaboração: Natalina Maria de Oliveira

No caminho aprendi…

No caminho aprendi
que chegar alto não é CRESCER,
que olhar nem sempre é VER,
nem escutar é OUVIR,
nem lamentar-se é SENTIR,
nem acostumar-se é AMAR.

No caminho aprendi
que andar só não é SOLIDÃO
que covardia não é PAZ,
nem ser feliz é SORRIR.
E que pior que mentir,
é calar a VERDADE.

No caminho aprendi,
que um sonho de AMOR
pode abrir-se como uma FLOR,
e como essa flor MORRER
mas, no seu breve existir,
é tudo AROMA e COR.

E…
No caminho aprendi,
que a HUMILDADE não é submissão.
A HUMILDADE é esse dom
que costuma confundir:
não é o mesmo ser servil
que ser um bom servidor.

Quando as coisas forem mal
como às vezes costumam ir,
quando seu caminho somente
lhe ofereça encostas para subir,
quando tenha pouco, mas muito para pagar,
e precisar sorrir mesmo tendo que chorar…

Quando a sua dor o sufocar
e já não tiver forças para sofrer,
DEVE TALVEZ DESCANSAR,
MAS NUNCA DESISTIR.

(Autoria desconhecida)
Recebido de: Sueli Veiga

Uma linda história

Esta é uma história verídica, narrada por John Powell, S.J., professor de Teologia da Fé, da Loyola University de Chicago, EUA.

“Um dia, há muitos anos atrás, eu estava de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para nosso primeiro dia de aula do semestre.

Foi aí que vi Tom pela primeira vez. Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto.

Ele estava penteando seus cabelos longos e muito loiros que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros.

Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos. Acho que a moda estava apenas começando nessa época.

Mesmo sabendo que o que importava não é o que está fora, mas o que vai dentro da cabeça, naquele dia eu fiquei um pouco chocado. Imediatamente classifiquei Tom com um “E” de estranho… Muito estranho!

Tommy acabou se revelando o “ateísta de plantão” do meu curso de Teologia da Fé. Constantemente, fazia objeções ou questionava sobre a possibilidade de existir um Deus-Pai que nos amasse incondicionalmente.

Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora eu tenha que admitir que às vezes ele era bastante incômodo!

No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico: – O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia? Resolvi usar uma terapia de choque: – Não, eu não acredito! – respondi. -Ah! – ele respondeu – Pensei que era este o produto que o senhor esteve tentando nos vender nos últimos meses.

Eu deixei que ele se afastasse um pouco e falei, bem alto:

Eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que Ele o encontrará um dia. Ele deu de ombros e foi embora da minha sala e da minha vida.
Algum tempo depois soube que Tommy tinha se formado e, em seguida, recebi uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E antes que eu resolvesse se ia à sua procura, ele veio me ver.

Quando entrou na minha sala, percebi que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia.

Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem diferente daquele garoto que conheci.

Tommy, tenho pensado em você. Ouvi dizer que está doente! – falei.

Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos dois pulmões. È uma questão de semanas, agora.
Você consegue conversar bem a esse respeito?
Claro, o que o senhor gostaria de saber?
Como é ter apenas vinte e quatro anos e saber que está morrendo?
Acho que poderia ser pior.
Como assim?

Bem, eu poderia ter cinqüenta anos e não ter noção de ideais, ou ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais “importantes” da vida.

Lembrei-me da classificação que atribuí a ele: “E” de “estranho” (parece que as pessoas que recebem classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus para que eu possa repensar o assunto).
- Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo – disse Tom – foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula. (Ele se lembrava…)

Tom continuou: – Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia, e o senhor respondeu ‘Não’, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, “mas Ele o encontrará”. Eu pensei um bocado a respeito daquela frase, embora na época não estivesse muito interessado no assunto.

Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor maligno, comecei a pensar com mais seriedade sobre a idéia de procurar Deus. E quando a doença se espalhou por outros órgãos, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso.

Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período, sem sucesso? A gente fica cansado, desanimado. Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar… Ou não… Eu desisti, simplesmente.

Decidi que de fato não estava me importando…com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa.

Pensei no senhor e nas suas aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: “A tristeza mais profunda, sem remédio, é passar pela vida sem amar. Mas é quase tão triste passar pela vida e deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou.”

Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai.

Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: – Papai… Eu disse.

Sim, o que é? – ele perguntou, sem baixar o jornal.
Papai, eu gostaria de conversar com você.
Então fale.
É um assunto muito importante!
O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente.
O que é?
Papai, eu o amo muito. Só queria que você soubesse disso.

O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia visto: Ele chorou e me abraçou com força. E conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manha seguinte. Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava!… Foi uma emoção indescritível!

Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros.

Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e que era tão bom partilhar.

Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me privando de momentos tão especiais.
Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava.

Então, um dia, eu olhei, e lá estava “ELE”. Ele não veio ao meu encontro quando lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que, segurando um chicote, diz: – Vamos, pule! Eu lhe dou três dias… Três semanas…

Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a Seu tempo.

Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou… O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele.

- Tommy – eu disse, bastante comovido – o que você está dizendo é muito mais importante e muito mais universal do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo Dele um bem pessoal, uma solução para os nosso problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O apóstolo João disse isto: “Deus é Amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com ele”.

Tom, posso pedir-lhe um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno. Mas (aos risos) agora você pode me compensar por aquilo.

Você viria à minha aula de Teologia da Fé e contaria aos meus alunos o que você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não tocaria tão fundo neles!
Oooh!… Eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado para enfrentar seus alunos.
Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone para mim.

Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com a minha turma.

Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então marcamos uma data.
Mas, o dia chegou… E ele não pode ir. Ele tinha outro encontro, muito mais importante do que aquele. Ele se foi… Tom havia dado o grande passo para a verdadeira realidade. Ele foi ao encontro de uma nova vida e de novos desafios.

Antes de ele morrer, ainda conversamos uma vez.

Não vou ter condições de falar com sua turma. – ele disse.
Eu sei, Tom.
O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria… Com todo mundo por mim?
Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.

Portanto, a todos vocês que foram pacientes, lendo esta declaração de amor tão sincero, obrigado por fazê-lo.

E a você Tommy, onde quer que esteja, aí está: eu falei com todo mundo… Do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que mais gente possa conhecê-la…”

“OS AMIGOS SÃO O MEIO PELO QUAL DEUS GOSTA DE CUIDAR DE NÓS!…” QUE FALEMOS PARA AS PESSOAS QUE VERDADEIRAMENTE NOS AMAM:

“Não diga pra Deus que você tem um grande problema, diga pro seu problema que você tem um grande Deus”

Recebido de:

Margareth Sia de Fáveri

Você sabe por que o anel de compromisso é usado no quarto dedo?

Existe uma lenda chinesa

que pode explicá-lo de maneira bonita

e muito convincente….

Os polegares representam os pais.
Os indicadoresos representam seus irmãos e amigos.
O dedo medio representa você mesmo.
O dedo anular (quarto dedo) representa o seu esposo/a.
O dedo mindinho representa os filhos.

OK…primerio junte as suas mãos, palma com palma, depois

una os dedos médios de forma que fiquem os nós com os nós

assim como se mostra na imagem….

Agora tente separar de forma paralela os polegares (representam os pais),

Você perceberá que se abrem, porque seus pais não

estão destinados a viver com você

até o dia de sua morte. Una-os de novo.

Agora tente separar da mesma maneira os dedos indicadores

(representam os seus irmãos e amigos),

você perceberá que também se abrem porque eles se vão,

e têm destinos diferentes, como casar-se e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos

(representam os seus filhos).

Estes também se abrem porque os seus filhos crescem e

quando já não precisem de você, se vão. Una-os de novo.

Finalmente, trate de separar os seus dedos anulares

(o quarto dedo que representa o seu companheiro/a)

e você se surpreenderá ao ver que simplesmente não consegue

separá-los. Isso acontece porque um casal está destinado

a permanecer unido até o ultimo dia de sua vida

E é por isso que o anel é usado neste dedo.

—————————————————————–

UM.

Dê às pessoas mais do que esperam receber e faça-o com alegria.

DOIS.

Case-se com um homem/mulher com quem goste de conversar.

Conforme envelheça o seu sentido para conversar enriquecer-se-á como qualquer outro.

TRÊS.

Não acredite em tudo o que ouvir, não gaste tudo o que tem e não durma tanto quanto queira.

QUATRO.

Quando disser ‘amo você’, diga-o com um sentimento profundo.

CINCO.

Quando disser ‘sinto muito’ olhe a pessoa nos olhos.

SEIS.

Permaneça comprometido pelo menos seis meses antes de se casar…

SETE.

Acredite no amor à primeira vista.

OITO.

Nunca caçoe dos sonhos dos outros. As pessoas que não têm sonhos, não têm muito.

NOVE.

Ame

profunda e apaixonadamente. Você pode sair ferido, mas é a única maneira de viver a vida plenamente.

DEZ.

Em desavenças, lute de maneira justa. Não cite

nomes.

ONZE.

Não julgue as pessoas pelos seus familiares.

DOZE.

Fale com calma e pense rápido.

TREZE .

Quando alguém lhe faz uma pergunta que não queira responder, sorria e pergunte-lhe por que quer saber isso.

CATORZE.

Lembre-se de que um grande amor e grandes desafios sempre envolvem um grande risco.

QUINZE.

Diga ‘saúde’, quando ouvir alguém espirrar.

DEZESSEIS.

Quando perder, não perca a lição.

DEZESSETE.

Lembre-se dos três R´s: Respeito por você mesmo; Respeito pelos outros e Responsabilidade por todos os seus atos.

DEZOITO.

Não permita que uma pequena briga machuque uma grande amizade.

DEZENOVE.

Quando perceber que cometeu um erro, aja imediatamente para corrigi-lo.

VINTE.

Sorria quando atender ao telefone para responder a uma chamada, a pessoa que chama poderá senti-lo em sua voz.

VINTE E UM.

Passe algum tempo sozinho.

Agora vem a parte alegre!

FENG SHUI

Colaboração de: Ivani Bagarollo Riedo, Merlyn Nazatto Milanezi

A mãe com o maior número de filhos sobreviventes de um único parto

A estadunidense Nadya Denise Doud-Suleman Gutierrez, a octomãe, deu à luz a oito bebês em janeiro de 2009. Os óctuplos são o segundo caso registrado de um número tão grande de bebês que sobrevivem ao parto. O caso levou a uma polêmica no campo da tecnologia de fertilidade assistida, já que Gutierrez, que é solteira, já tinha seis filhos, e ficou grávida dos óctuplos a partir de tratamentos contra infertilidade, assim como seus outros filhos.

10. A mãe mais jovem do mundo

Em 1939, surgiu em um hospital em Pisco, no Peru, um dos casos mais assombrosos de gravidez: uma índia das proximidades levou ao hospital uma garota de cinco anos, com um abdome enorme. A mulher acreditava que ela estava possuída por espíritos malignos, e o médico achou que ela tinha um tumor. Após exames, o médico Geraldo Lozada constatou a gravidez de oito meses na pequena Lina Medina.
O médico então levou a garota para Lima, capital do país, onde outros médicos realizaram exames e confirmaram a gravidez. No dia 14 de maio de 1939, Medina deu à luz a um bebê por meio de uma cesárea. O filho da jovem garota pesava 2,7 quilos, e recebeu o nome do médico que cuidou da sua mãe. Ele foi criado achando que sua mãe era sua irmã, mas descobriu a verdade aos dez anos.

9. A mãe de primeira viagem mais velha do mundo

Rajo Devi Lohan teve seu primeiro filho em novembro de 2008, aos 70 anos. Ela afirmou que tinha esperado por mais de 40 anos para ter este filho, e que planeja amamentá-lo por pelo menos três anos.

8. A mãe com o maior número de partos

Feodor Vassilyev era um camponês de Shuya, na Rússia. Embora ele não fosse digno de registros, sua esposa, chamada Valentina Vassilyeva, bateu o recorde do maior número de filhos paridos por uma única mulher. Ela deu à luz a 69 crianças: 16 pares de gêmeos, 7 trigêmeos e 4 quadrigêmeos entre 1725 e 1765, totalizando 27 partos. Dos 69 filhos, 67 sobreviveram.
No mundo moderno, o recorde fica com Leontina Albina, de San Antonio, no Chile. Ela afirma ser mãe de 64 crianças, destas, 55 estão devidamente documentadas. A mulher com o maior número de filhos que não são gêmeos é Lívia Ionce. A mulher romena, de 44 anos, deu á luz ao seu 18° filho em 2008.

7. A primeira mãe-homem

Thomaz Beatie nasceu como mulher mas passou por procedimentos para se tornar um homem. Ele vive em Oregon, nos Estados Unidos, com sua esposa Nancy. Beatie passou por tratamentos hormonais e cirurgias, mas ainda tem seus órgãos reprodutivos femininos. Em 29 de junho, ele deu à luz a uma filha,  e já está grávido novamente. A sua esposa não pode ter filhos porque sofreu uma histerectomia. O casal teve a filha a partir de uma inseminação artificial, utilizando o esperma de um doador e o óvulo de Beatie.

6. A mãe mais velha de gêmeos

Omkari Panwar, aos 70 anos, queria ter um filho. Para realizar o sonho da esposa, Charan Singh Panwar, de 77 anos, vendeu seus búfalos e hipotecou a terra em que eles viviam, além de gastar todas as suas economias para pagar para o tratamento que deixaria sua esposa grávida. Assim, Panwar ficou grávida de gêmeos, um garoto e uma garota, que nasceram prematuramente, mas que são saudáveis, segundo médicos. O casal já tinha duas filhas adultas, além de cinco netos.

5. A mãe de aluguel mais fértil

Carole Horlock, de 42 anos, deu à luz a 12 bebês em 13 anos, inclusive a trigêmeos. Ela afirma que, quando começou a ser mãe de aluguel, ela pensou em fazer aquilo uma vez, mas que gostou muito da experiência. Ela diz que não tem nenhuma exigência aos pais dos trigêmeos, só pediu que eles mandassem uma carta e uma foto anualmente, para que ela soubesse como eles estão. Entretanto, as experiências desta estadunidense não são todas boas: o pai da mulher não se relaciona com ela, revoltado porque ela está doando seus netos.

4. A menor mãe do mundo

A mãe mais baixinha do mundo está prestes a ter seu terceiro filho, apesar de avisos de que ela pode estar arriscando a própria vida. Stacey Herald tem apenas 70 centímetros de altura e desafiou os médicos que diziam que ela não poderia ter filhos devido à sua diminuta estatura.
Ela e seu marido, que tem uma altura normal, estão aguardando ansiosamente pelo nascimento de seu terceiro filho. Enquanto está grávida, Stacey não consegue segurar sua outra filha, porque a barriga atrapalha muito. Ela admite que ficar grávida é desconfortável, mas afirma que tem vontade de ter mais filhos.

3. A mãe do menor bebê do mundo

Mahajabeen Sheikh deu à luz a Rumaisa Rahman em setembro de 2004. A bebê pesava menos de 300 gramas e tinha apenas 25 centímetros de comprimento. Ela nasceu prematura, com apenas 26 semanas e seis dias. Rumaisa nasceu com uma irmã gêmea, chamada Hiba, que pesava quase 700 gramas quando nasceu. Agora, as duas bebês estão saudáveis.

2. A mãe com o maior intervalo entre cada gravidez

Elizabeth Ann Buttle teve dois filhos, Belinda e Joseph, o que, sozinho, não é nada de mais. Porém, Belinda nasceu em 1956, e seu irmão Joseph nasceu em 1997, com um intervalo de 41 anos e 185 dias entre cada nascimento.

1. A mãe solteira sem braços

A artista Alison Lapper nasceu em 1965 com uma condição médica rara, que fez com que ela desenvolvesse as pernas curtas, além de não ter braços. Ela viveu toda a sua vida em uma escola especial na Inglaterra, e aos 26 anos se formou em Belas Artes. Em 2000, após um breve relacionamento, ela descobriu que estava grávida. O homem fugiu da responsabilidade, mas Lapper afirma ter ficado muito feliz com a gravidez. Ela deu à luz a um garoto chamado Parys.

Colaboração: Lourdes Gimenez



O triplo filtro

NA ANTÍGA GRÉCIA,

SÓCRATES, FOI FAMOSO POR

SUA SABEDORIA E PELO GRANDE

RESPEITO QUE PROFESSAVA A

TODOS.

UM DIA, UM CONHECIDO SE ENCONTROU COM O GRANDE FILÓSOFO, E LHE DISSE:

_ Sabe o que escutei sobre teu amigo ?

* Espera um minuto, replicou Sócrates.

* Antes que me diga qualquer coisa, quero que passes por um pequeno exame. Eu o chamo de exame do triplo filtro.

- Triplo filtro ? , perguntou o outro .

- Correto, continuou Sócrates.

Antes de que me fale sobre meu amigo, pode ser uma boa idéia filtrar três vezes o que vai dizer.

É por isso que o chamo de “Exame do triplo filtro”

O primeiro filtro é a VERDADE.

Está absolutamente seguro de que o que vai me dizer é certo ?

_ Não, disse o homem, realmente só escutei sobre isso e …

_ Bem, disse Sócrates, então você realmente não sabe se é certo ou não.

Agora me permita aplicar o segundo filtro, o filtro da BONDADE.

É algo bom o que vai me dizer de meu amigo ?

_ Não, pelo contrário …

_ Então, deseja me dizer algo ruim dele, porém não está seguro de que seja certo.

Mesmo que agora eu quizesse escutá-lo, ainda não poderia, pois falta um filtro, o filtro da UTILIDADE.

Me servirá de algo, saber o que você vai me dizer do meu amigo ?

_ Não, na verdade não.

_ Bem, concluiu Sócrates.

Se o que desejas me dizer não é certo, nem bom e tão-pouco me será útil,

… porque eu iria querer saber ?

Use este triplo filtro cada vez que ouvir comentários sobre alguns de seus amigos próximos e queridos.

A amizade é algo inviolável. Nunca perca um amigo por algum mal entendido ou comentário sem fundamento.

Colaboração:

Natalina Maria de Oliveira

Passeio de bicicleta

Em princípio, eu via Deus como um observador, um juiz que não perdia de vista as coisas erradas que eu fazia. Desse modo, quando eu morresse, Ele saberia se eu merecia ir para o Céu ou para o Inferno.

Ele estava sempre lá, como um presidente. Eu reconhecia a imagem dele quando a via, mas não o conhecia de verdade.

Mas, mais tarde, quando eu O conheci melhor , pareceu que a vida era como um passeio de bicicleta para duas pessoas e percebi que Deus estava no banco de trás, me ajudando a pedalar.

Não me lembro quando Ele sugeriu-me que trocássemos de lugar, e a vida não foi a mesma deste então…..

A vida com o Seu poder superior tinha se tornado muito mais excitante!!!

Quando eu detinha o controle, sabia o caminho. Era um tanto entediante, mas previsível – sempre a distância
mais curta entre dois pontos.

Mas quando Deus assumiu a liderança (Ele conhecia atalhos maravilhosos) passei a subir montanhas e atravessar terrenos pedregosos em velocidade vertiginosa! Tudo que eu podia fazer era seguir em frente!

Embora tudo aquilo parecesse loucura Ele ficava dizendo: “Pedale, pedale!!!”

Eu ficava preocupado e ansioso, e perguntava:
“Para onde o Senhor está me levando?”

E Deus apenas ria e não me dava uma resposta e eu me vi começando a confiar Nele. Logo me esqueci da minha vida entediante e comecei a participar da aventura. Quando dizia que estava assustado, Ele virava-se para trás e tocava minha mão.

Deus levou-me até pessoas com dons de que eu precisava; dons da aceitação e da alegria, dentre outros.

Essas pessoas deram-me ajuda a prosseguir na minha jornada. Isto é,nossa jornada, de Deus e minha.

E nós partimos novamente. Então

Ele me disse: “Desfaça-se dos dons, são bagagem extra, pesam demais!”

Então eu os dei para as pessoas que encontramos e descobri que quanto

mais eu os dava, mais eu recebia!

E, além disso, o meu fardo ficava mais leve!

A princípio, eu não confiei muito em Deus quando

Ele assumiu o controle da minha vida. Achei que

Ele a destruiria. Mas o Senhor conhecia os “segredos” da bicicleta, sabia como incliná-la

para fazer curvas fechadas, pular para evitar lugares cheios de pedras, aumentar a velocidade

para encurtar os caminhos difíceis.

Também estou aprendendo a calar-me e pedalar nos lugares mais complicados e aprendi a apreciar

a paisagem e a brisa fresca em meu rosto com o meu ótimo e constante companheiro, Deus.

E quando estou certo de que não posso mais seguir em frente, Ele apenas sorri e diz:

” – Pedale…”

Colaboração: Beth Rodrigues

Despedida de um gênio

Gabriel Garcia Marquez retirou-se da vida pública por razões de saúde: cancro linfático.

Enviou uma carta de despedida aos seus amigos, e graças à internet está sendo difundida pelo mundo.

Recomendamos a sua leitura, porque é verdadeiramente comovedor este curto texto escrito por um dos latinoamericanos mais brilhantes dos últimos tempos.

“Se por um instante Deus se esquece-se de que sou uma marioneta de trapos e me presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que pudesse.”

Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo.

Daria valor às coisas, não por aquilo que valem, mas pelo que significam.

Dormiria pouco, sonharia mais, porque entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.

Andaria quando os demais se detivessem, acordaria quando os demais dormissem.

Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, deitava-me ao sol, deixando a descoberto,

não sómente o meu corpo, como também a minha alma.

Aos homens, eu provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de se enamorar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se enamorar..

A um menino eu daria-lhe asas, apenas lhe pediria que aprendesse a voar.

Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com o esquecimento.

Tantas coisas aprendi com Vós homens…. Aprendi que todo o mundo quer viver no cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa.

Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre.

Aprendi que um homem só tem direito a olhar o outro de cima para baixo, quando está a ajudá-lo a levantar-se.

São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa, infelizmente estarei morrendo.

Sempre diz o que sentes e faz o que pensas.

Supondo que hoje seria a última vez que te vou ver dormir, te abraçaria fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião da tua alma.

Supondo que estes são os últimos minutos que te vejo, diria-te “Amo-te” e não assumiria, loucamente, que já o sabes.

Sempre existe um amanhã em que a vida nos dá outra oportunidade para fazermos as coisas bem, mas pensando que hoje é tudo o que nos resta, gostaria de dizer-te o quanto te quero, que nunca te esquecerei.

O amanhã não está assegurado a ninguém, jovens ou velhos. Hoje pode ser a última vez que vejas aqueles que amas. Por isso, não esperes mais, fá-lo hoje, porque o amanhã pode nunca chegar. Senão, lamentarás o dia em que não tiveste tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e o teres estado muito ocupado para atenderes esse último desejo.

Mantém os que amas junto de ti, diz-lhes ao ouvido o muito que precisas deles, o quanto lhes queres e trata-os bem, aproveita para lhes dizer, “perdoa-me”, “por favor”, “obrigado” e todas as palavras de amor que conheces.

Não serás recordado pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a sabedoria para os expressar.

Demonstra aos teus amigos e seres queridos o quanto são importantes para ti.

Colaboração: Alfred J Trautmanis

Crianças…

O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado.

O objetivo era escolher a criança mais cuidadosa.

Eis alguns dos vencedores:

1. Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa havia falecido recentemente.

Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se em seu colo.

Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu:

- Nada. Só o ajudei a chorar.

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2. Os alunos da professora de primeira série Debbie Moon estavam examinando uma foto de família.

Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada.

Logo uma menina falou:

- Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.

Logo outro aluno perguntou-lhe:

- O que significa “ser adotado”?

- Significa – disse a menina – que você cresceu no coração de sua mãe, e não na barriga!

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3. Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jamie Scott.

Jamie estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse que tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não fosse escolhido.

No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para buscá-lo na escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:

- Adivinha o quê, mãe!

E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:

- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!

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4. Conta uma testemunha ocular de Nova York :

Num frio dia de dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a vitrina e tremendo de frio.

Uma senhora se aproximou do rapaz e disse:

- Você está com pensamento tão profundo, olhando essa vitrina!

- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos – respondeu o garoto…

A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao atendente para dar meia duzia de pares de meias para o menino. Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O balconista rapidamente atendeu-a e ela levou o garoto para a parte detrás da loja e, tirando as luvas, se ajoelhou e lavou seus pés pequenos e secou-os com a toalha.

Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Calçando-as nos pés do garoto, ela também comprou-lhe um par de sapatos.

Ela amarrou os outros pares de meias e entregou-lhe. Deu um tapinha carinhoso em sua cabeça e disse:

- Sem dúvida, vai ser mais confortável agora.

Como ela logo se virou para ir, o garoto segurou-lhe a mão, olhou seu rosto diretamente, com lágrimas nos olhos e perguntou:

- Você é a mulher de Deus?

A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame de verdade, ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos. A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie…
Deus te abençõe

Colaboração: Elisabeth Flausino Rodrigues

Torradas queimadas

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um
lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente
de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho,
muito duro.

Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas
bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um
pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a
sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia,
na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele
lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por
haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:

” – Amor, eu adoro torrada queimada…”

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai,
eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me
envolveu em seus braços e me disse:

” – Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava
realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também
não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro!”

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas
alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das
chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem ou o
mal colocando-as aos pés de Deus. Porque afinal, Ele é o único que poderá
lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento
destruidor.”

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de
relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com
amigos

Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu
próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará
o calor de cada alma, incluindo a sua.

As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

(autor desconhecido)

Colaboração: Vanderlei P Sério

A samambaia e o bambu

Certo dia decidi dar-me por vencido.

Renunciei ao meu trabalho,

às minhas relações,

à minha espiritualidade.

Resolvi desistir até da minha vida.
Dirigi-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.

“Deus, eu disse: Poderias dar-me uma boa razão para eu não entregar os pontos?”

Sua resposta me surpreendeu:
“Olha em redor estás vendo a samambaia e o bambu?”
“Sim, estou vendo”, respondi.

Pois bem. Quando eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem.

Não lhes deixei faltar luz e água.

A samambaia cresceu rapidamente.
Seu verde brilhante cobria o solo.
Porém, da semente do bambu nada saía.

Apesar disso, eu não desisti do bambu.

No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa.

E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.
Mas, eu não desisti do bambu.

No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa…
.
Mas, eu não desisti.

Mas… no quinto ano, un pequeno broto saiu da terra.

Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno , até insignificante.

Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.
Ele ficara cinco anos afundando raízes.

Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram
o necessário para sobreviver.

“A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar”

E olhando bem no meu íntimo, disse:

Sabes que durante todo esse tempo em

que vens lutando, na verdade estavas criando raízes?

Eu jamais desistiria do bambu.
Nunca desistiria de ti.
Não te compares com outros”.

“O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer do bosque

um lugar bonito”.

“Teu tempo vai chegar” disse-me Deus.
“Crescerás muito!”
Quanto tenho de crescer? perguntei.
“Tão alto como o bambu?” foi a resposta.

E eu deduzi: Tão alto quanto puder!

Espero que estas palavras possam ajudar-te a entender que Deus nunca desistirá de ti.
Nunca te arrependas de um dia de tua vida.

Os bons dias te dão felicidade.
Os maus te dão experiência.
Ambos são essenciais para a vida.

A felicidade te faz doce.
Os problemas te mantêm forte.

As penas te mantêm humano.
As quedas te mantêm humilde.

O bom êxito te mantém brilhante.
Mas, só Deus te mantém caminhando…

Colaboração: Natalina Maria de Oliveira

Amor contínuo

Ame seus pais e seus irmãos. Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vai sempre te ajudar.

Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança. Eu sei, você não se lembra! Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que seu primeiro sobrinho nascer. Então, não perca tempo.
Ame seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti. Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.

E por falar neles – nos defeitos -, ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias. Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos. Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los. Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.

E o seu armário… Mude. Completamente. Doe. Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas/cuecas de algodão. E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo. Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs. Pra amar as coisas que estão do lado de fora.

Tarefa difícil. Respire.

No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que dê até vontade de se casar com ela. Namore. E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar. Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre! Tomem café da manhã juntos. Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.

E quando você achar que já amou demais nessa vida, tenha filhos. Se não conseguir, adote. Dizem que não há amor maior. E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.

Com sorte, você terá netos. E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos.

Pois, o nosso amor é contínuo… É para sempre. É INFINITO!

Porque amar vale a pena!

O destino decide quem vamos encontrar na vida. As atitudes decidem quem fica!

(Robert Frost)
Colaboração: Ivani Bagarollo Riedo

Amar verdadeiramente

Amar a Humanidade é fácil… Difícil é amar o próximo.

É fácil amar os que estão distantes, os desconhecidos, os ídolos, os que não convivem conosco.

Difícil é continuar amando quem te traiu, quem te magoou, quem te enganou.

É fácil amar quem é bonito, saudável, bem vestido, em forma.

Difícil é amar o pobre, o doente, o sofredor.

Amar é fácil, difícil é tolerar as ações dos outros.

Difícil é tolerar a amiga fofoqueira, o amigo chato, o parente aproveitador.

Difícil é tolerar a vizinha encrenqueira, o vizinho barulhento, o amigo oportunista.

É fácil amar aqueles com quem nos encontramos ocasionalmente, aqueles com quem passamos somente bons momentos juntos, por que estes pouco nos conhecem,

ou melhor…

só conhecem o melhor de nós,

só conhecem a nossa melhor parte, que é somente o que nós mostramos a eles.

Difícil é amar aqueles com quem convivemos, aqueles que conhecemos o cheiro,

que sabem as nossas reações, e que falam o que pensam sobre nós.

Uma vez eu li, que a Salvação e a Felicidade estão em amar cada pessoa individualmente,

não a Humanidade como um todo, e sim cada parte dela.

Amar aqueles que nos conhecem como a palma de suas mãos.

Por que amar e tolerar os que estão distantes, é fácil…

Eles não tocam a nosso ego tão profundamente como os que estão próximos.

O maior desafio é eliminar o próprio ego.

O que nos faz sofrer é o ego, que nunca permite ser tocado.

Amar verdadeiramente é saber tolerar, compreender, ter boa vontade.

O maior exemplo de expressão verdadeira de amor, que toda a humanidade já viu, foi o amor incondicional de Jesus Cristo.

Jesus possuía a forma de amor total, ampla e irrestrita,

O amor na sua forma mais bela.

O amor que não escolhe a quem amar,

O amor que ama sem restrições.

Não podemos ser como Jesus.

Mas podemos amar como Jesus amou.

Ou se esforçar para amar…

fazendo uma tentativa, duas, três, várias…

Felizes aqueles que, com esforço (ou não) conseguem seguir os ensinamentos de Jesus.

Se você ama espontaneamente, sem esperar nada em troca,

Se você ama principalmente os que estão próximos, sem ter que suportar, mas amar com boa vontade e alegria,

saiba que este é o amor de Deus, agindo no seu coração.

Não ame somente a quem te agrada,

ame a todos… sem distinção…

Simplesmente…

Ame.

© Texto de Lisiê Silva.

Colaboração: Margareth Sia de Fáveri

Chico Xavier – vídeo

Convidado: Divaldo Pereira Franco

Programa Transição

Direitos: REDETV

Há muitos anos, Tom era funcionário de uma empresa muito preocupada com a educação.

Um dia, o executivo principal decidiu que ele e todo grupo gerencial, um total de 12 pessoas, deveriam participar de um curso de sobrevivência, que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos

A prova era cruzar um rio violento e impetuoso.

Para surpresa de todos, pela primeira vez o grupo gerencial foi solicitado a dividir-se em três grupos menores de quatro pessoas para a superação daquele obstáculo.

Os grupos eram: A, B e C

O grupo “A” recebeu quatro tambores de óleos vazios, duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.

O grupo “B” recebeu dois tambores, uma tora e um rolo de barbante

Já o grupo “C” não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem os recursos fornecidos pela natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta próxima.

Não foi dada nenhuma instrução a mais.

Simplesmente foi dito aos participantes que todos deveriam atravessar o rio dentro de quatro horas

Tom teve a “sorte” de estar no grupo “A”, que não levou mais do que meia hora para construir uma maravilhosa jangada.

Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo estava em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os grupos em sua luta desesperada.

O grupo “B”, ao contrário, levou quase duas horas para atravessar o rio.

Havia muito tempo que Tom e sua equipe não riam tanto como no momento em que a tora e dois dos tambores viraram com seus gerentes financeiro, de computação, de produção e de pessoal

E o melhor estava por vir.

Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo “C” tentou lutar contra as águas espumantes.

Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos, que estavam se movendo rapidamente com a correnteza.

O auge da diversão foi quando o grupo bateu em um rochedo, quebrando os galhos.

Somente reunindo todas as forças que lhes restavam foi que o último membro do grupo “C”, o gerente de logística, todo arranhado e com os óculos quebrados, conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.

Quando o líder do curso voltou, depois de quatro horas, perguntou:

Então como vocês se saíram?

O grupo “A” respondeu em coro:
Nós vencemos! Nós vencemos!

O líder do curso responde:

Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros.

A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio dentro de quatro horas.

Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem sonhou em dividir os recursos (tambores, toras, corda e remos) para atingirem uma meta comum.

Não ocorreu a nenhum dos grupos coordenar os esforços e ajudar os outros.

Foi uma lição para todos no grupo gerencial.

Todos caíram direto na armadilha. Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito de trabalho em equipe e de lealdade em relação aos outros.

MORAL DA HISTÓRIA

Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um.

Mas infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa.

Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida !

DICA = Estamos todos no mesmo barco!

Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar!

É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.

A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa.

A EQUIPE FAZ A FORÇA

A equipe só sobrevive quando todos estiverem empenhados e comprometidos com os resultados, respeitando indistintamente a tudo e a todos.

Colaboração: Ana Paula Brandão Ferreira

Cavalos

Na estrada de minha casa há um pasto.

Dois cavalos vivem lá.

De longe, parecem cavalos normais, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego.

Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo; um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.

Se você observar, ouvirá um sino.

Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo novo.

Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.

Ambos passam os dias comendo e no final do dia, o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.

E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes pára, dando um tempo para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.

Como o dono desses dois cavalos, DEUS não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios.

Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

Algumas vezes somos o cavalo cego, guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.

Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar o seu caminho.

E assim são os bons amigos.
Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.

Colaboração: Laira Vieira

Uma das maiores empresas de marketing do mundo, resolveu passar uma
mensagem para todos, através de um vídeo criado pela TAC (Transport
Accident Commission) e que teve um efeito drástico na inglaterra.
Depois desta mensagem, 40% da população da inglaterra, deixam de usar
drogas e se alcoolizar pelo menos nas datas comemorativas, não temos
este tipo de iniciativa aqui no Brasil. Espero que todos assistam,
mesmo que não se alcoolize ou usem algum tipo de drogas, reflitam.

Link do video :
http://www.youtube.com/watch?v=Z2mf8DtWWd8

Colaboração: Laira Vieira

Enquanto uns tentam desmentir o Holocausto ,

ajude a manter viva a história !

Esta história é verídica e incrível!!!!

A Garota com a Maçãs

Agosto de 1942 – Piotrkow, Polônia.

Naquela manhã, o céu estava sombrio, enquanto esperávamos ansiosamente.

Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judeu de Piotrkow tinham sido levados até uma praça.

Espalhou-se a notícia de que estávamos sendo removidos. Meu pai havia falecido recentemente de tifo, que se alastrara através do gueto abarrotado.

Meu maior medo era de que nossa família fosse separada.

“O que quer que aconteça,” Isidore, meu irmão mais velho, murmurou para mim,

“não lhes diga a sua idade. Diga que tem dezesseis anos”.

cid:1.4059604935@web58207.mail.re3.yahoo.com

Eu era bem alto, para um menino de 11 anos, e assim poderia ser confundido como tal.

Desse jeito eu poderia ser considerado valioso como um trabalhador.

Um homem da SS aproximou-se, botas estalando nas pedras grosseiras do piso.

Olhou-me de cima a baixo, e, então, perguntou minha idade.

“Dezesseis”, eu disse.

Ele mandou-me ir à esquerda, onde já estavam meus três irmãos e outros jovens saudáveis.

Minha mãe foi encaminhada para a direita com outras mulheres, crianças, doentes e velhos.

Murmurei para Isidore, “Por quê?”

Ele não respondeu. Corri para o lado da mãe e disse que queria ficar com ela.

“Não,” ela disse com firmeza. “Vá embora. Não aborreça. Vá com seus irmãos”.

Ela nunca havia falado tão asperamente antes. Mas eu entendi: ela estava me protegendo.

Ela me amava tanto que, apenas esta única vez, ela fingiu não fazê-lo. Foi a última vez que a vi.

Meus irmãos e eu fomos transportados em um vagão de gado até a Alemanha.

Chegamos ao campo de concentração de Buchenwald em uma noite, semanas após,

e fomos conduzidos a uma barraca lotada.

No dia seguinte, recebemos uniformes e números de identificação.

“Não me chamem mais de Herman”, eu disse aos meus irmãos. “Chamem-me 94938″.

Colocaram-me para trabalhar no crematório do campo, carregando os mortos em um elevador manual.

Eu, também, me sentia como morto. Insensibilizado, eu me tornara um número. Logo, meus irmãos e eu fomos mandados para Schlieben, um dos sub-campos de Buchenwald, perto de Berlim.

Em uma manhã, eu pensei ter ouvido a voz de minha mãe.

“Filho” ela disse suave, mas claramente, “Vou mandar-lhe um anjo”.

Então eu acordei. Apenas um sonho. Um lindo sonho.

Mas nesse lugar não poderia haver anjos. Havia apenas trabalho. E fome. E medo.

Poucos dias depois, estava caminhando pelo campo, pelas barracas, perto da cerca de arame farpado, onde os guardas não podiam enxergar facilmente. Estava sozinho. Do outro lado da cerca,

eu observei alguém: uma pequena menina com suaves, quase luminosos cachinhos.

Ela estava meio escondida atrás de uma bétula. Dei uma olhada em volta, para certificar-me de que ninguém estava me vendo. Chamei-a suavemente em Alemão. “Você tem algo para comer?”

Ela não entendeu. Aproximei-me mais da cerca e repeti a pergunta em Polonês.

Ela se aproximou. Eu estava magro e raquítico, com farrapos envolvendo meus pés,

mas a menina parecia não ter medo. Em seus olhos eu vi vida.

Ela sacou uma maçã do seu casaco de lã e a jogou pela cerca.

Agarrei a fruta e, assim que comecei a fugir, ouvi-a dizer debilmente, “Virei vê-lo amanhã”.

Voltei para o mesmo local, na cerca, na mesma hora, todos os dias. Ela estava sempre lá, com algo para eu comer – um naco de pão ou, melhor ainda, uma maçã.

Nós não ousávamos falar ou demorarmos. Sermos pegos significaria morte para nós dois.

Não sabia nada sobre ela. Apenas um tipo de menina de fazenda, e que entendia Polonês.

Qual era o seu nome? Por que ela estava arriscando sua vida por mim?

A esperança estava naquele pequeno suprimento, e essa menina, do outro lado da cerca,

trouxe-me um pouco, como que me nutrindo dessa forma, tal como o pão e as maçãs.

Cerca de sete meses depois, meus irmãos e eu fomos colocados em um abarrotado vagão de carvão e enviados para o campo de Theresiensatdt, na Tchecoeslováquia.

“Não volte”, eu disse para a menina naquele dia. “Estamos partindo”.

Voltei-me em direção às barracas e não olhei para trás, nem mesmo disse adeus

para a pequena menina, cujo nome eu nunca aprendi – menina das maçãs.

Permanecemos em Theresienstadt por três meses.

A guerra estava diminuindo e as forças aliadas se aproximando, muito embora meu destino parecesse estar selado. No dia 10 de maio de 1945, eu estava escalado para morrer na câmara de gás, às 10:00 horas. No silencioso crepúsculo, tentei me preparar. Tantas vezes a morte pareceu pronta para me achar, mas de alguma forma eu havia sobrevivido. Agora, tudo estava acabado.

Pensei nos meus pais. Ao menos, nós estaremos nos reunindo.

Mas, às 08:00 horas ocorreu uma comoção.

Ouvi gritos, e vi pessoas correndo em todas as direções através do campo.

Juntei-me aos meus irmãos.

Tropas russas haviam liberado o campo! Os portões foram abertos.

Todos estavam correndo, então eu corri também.

Surpreendentemente, todos os meus irmãos haviam sobrevivido.

Não tenho certeza como, mas sabia que aquela menina com as maçãs tinha sido a chave da minha sobrevivência. Quando o mal parecia triunfante, a bondade de uma pessoa salvara a minha vida,

me dera esperança em um lugar onde ela não existia.

Minha mãe havia prometido enviar-me um anjo, e o anjo apareceu.

Eventualmente, encaminhei-me à Inglaterra, onde fui assistido pela Caridade Judaica.

Fui colocado em um abrigo com outros meninos que sobreviveram ao Holocausto e treinado em Eletrônica. Depois fui para os Estados Unidos, para onde meu irmão Sam já havia se mudado.

Servi no Exército durante a Guerra da Coréia, e retornei a Nova Iorque, após dois anos.

Por volta de agosto de 1957, abri minha própria loja de consertos eletrônicos.

Estava começando a estabelecer-me.

Um dia, meu amigo Sid, que eu conhecia da Inglaterra, me telefonou.

“Tenho um encontro. Ela tem uma amiga polonesa. Vamos sair juntos!”.

Um encontro às cegas? Não, isso não era para mim!

Mas Sid continuou insistindo e, poucos dias depois, nos dirigimos ao Bronx para buscar a pessoa

com quem marcara encontro e a sua amiga Roma. Tenho que admitir: para um encontro às cegas, não foi tão ruim. Roma era enfermeira em um hospital do Bronx. Era gentil e esperta. Bonita, também, com cabelos castanhos cacheados e olhos verdes amendoados que faiscavam com vida.

Nós quatro fomos até Coney Island. Roma era uma pessoa com quem era fácil falar e ótima companhia. Descobri que ela era igualmente cautelosa com encontros às cegas.

Nós dois estávamos apenas fazendo um favor aos nossos amigos. Demos um passeio na beira da praia, gozando a brisa salgada do Atlântico e depois jantamos perto da margem. Não poderia me lembrar de ter tido momentos melhores.

Voltamos ao carro do Sid, com Roma e eu dividindo o assento trazeiro.

Como judeus europeus que haviam sobrevivido à guerra, sabíamos que muita coisa deixou de ser dita entre nós. Ela puxou o assunto, perguntando delicadamente:

“Onde você estava durante a guerra?”

“Nos campos de concentração”, eu disse.

As terríveis memórias ainda vívidas, a irreparável perda. Tentei esquecer.

Mas jamais se pode esquecer.

Ela concordou, dizendo: “Minha família se escondeu em uma fazenda na Alemanha,

não longe de Berlim . Meu pai conhecia um padre, e ele nos deu papéis arianos.”

Imaginei como ela deve ter sofrido também, tendo o medo como constante companhia.

Mesmo assim, aqui estávamos, ambos sobreviventes, em um mundo novo.

“Havia um campo perto da fazenda”, Roma continuou.

“Eu via um menino lá e lhe jogava maçãs todos os dias.”

Que extraordinária coincidência, que ela tivesse ajudado algum outro menino.

“Como ele era?”, perguntei.

“Ele era alto, magro e faminto. Devo tê-lo visto todos os dias, durante seis meses.”

Meu coração estava aos pulos! Não podia acreditar! Isso não podia ser!

“Ele lhe disse, um dia, para você não voltar, por que ele estava indo embora de Schlieben?”.

Roma me olhou estupefata. “Sim!”.

“Era eu!”.

Eu estava para explodir de alegria e susto, inundado de emoções.

Não podia acreditar! Meu anjo!

“Não vou deixar você partir”, disse a Roma.

E, na trazeira do carro, nesse encontro às cegas, pedi-a em casamento. Não queria esperar.

“Você está louco!”, ela disse.

Mas convidou-me para conhecer seus pais no jantar do Shabbat da semana seguinte.

Havia tanto que eu ansiava descobrir sobre Roma, mas as coisas mais importantes eu sempre soube: sua firmeza, sua bondade. Por muitos meses, nas piores circunstâncias, ela veio até a cerca

e me trouxe esperança. Não que eu a tivesse encontrado de novo, eu jamais a havia deixado partir.

Naquele dia, ela disse sim. E eu mantive a minha palavra.

Após quase 50 anos de casamento, dois filhos e três netos, eu jamais a deixara partir.”

Herman Rosenblat – Miami Beach, Florida

***

Esta é uma história verdadeira e você pode descobrir mais sobre ele no Google.

Ele fez Bar-Mitzvah com a idade de 75 anos.

Esta história está sendo transformada em filme, chamado “A cerca”.

Colaboração: Natalina Maria de Oliveira

A caderneta vermelha

O carteiro estendeu o telegrama.

José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa.

Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto.

Palavras breves e incisas:

- Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Mamãe;

Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio.

Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos nenhum aperto no coração. Nada!

Era como se houvesse morrido um estranho.

Por que nada sentia pela morte do velho?

Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou
o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.

No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada.

Ela sabia que pai e filho não se davam bem.

A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito

as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.

Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa…

Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa na vida que desejava na vida era ser parecido com ele.

O velório: poucas pessoas.

A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa.

Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio.

Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho, como as que o pai gostava de cultivar.

José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia.

Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um…

O funeral: o sabiá cantando, o sol se pondo.

Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la.

Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para

criticá-lo.

Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão

* Há mais tempo você poderia ter recebido isto – disse.

* Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes…

Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a não no bolso e sentiu o presente.

O foco mortiço da luz do bagageiro, revelou uma pequena caderneta de capa vermelha.

Abriu-a curioso. Páginas amareladas.

Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:

“Nasceu hoje o José Roberto.

Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão!

Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!”.

À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade,

pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!

“Hoje, meu filho foi para escola.

Está um homenzinho!

Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria.

A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido
obrigado a ajudar meu pai.

Mas para meu filho desejo o melhor.

Não permitirei que a vida o castigue”.

Outra página

* “Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado.

* Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras”.

José Roberto mordeu os lábios.

Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta.

Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?

“É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para

seu próprio bem.”

“Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo”.

José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos…

Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore…

Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.

As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura,
o pai o havia amado.

O “velho” escrevia de madrugada.

Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.

E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.

A última página.

Aquela do dia em que ele havia partido:

- “Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto?

Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?”

“Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre.

Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter.”

Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento,

José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía.

O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca.

Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar

A aurora rompia no céu e mais um dia começava.

“Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!” – certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade que ela continha.

Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.

Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo.

Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação, vaidade.

Não era ele um semideus?

Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.

De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores.

Como não havia pensado nisso antes?

Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede

de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.

Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros, jamais lhe

havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome.

Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?

Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade.

Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.

Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer.

Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor.

Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?

Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado,

de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora:

* “Se Deus me mandasse escolher,
* eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho!

* Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego.”

“FALE, CURTA, ABRACE, BEIJE, SINTA E AME TODAS AS PESSOAS COM QUE VOCÊ PODE VER E TOCAR”

APROVEITE!!!

Colaboração:  Natalina Maria de Oliveira

A velhima mal-humorada

Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor.

Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, eles encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma.

Uma delas levou uma cópia para a Irlanda.

A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União

para a Saúde Mental na Irlanda do Norte.

Então, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar ao mundo, é a autora deste poema “anônimo” que circula na Internet.

A Velha Rabugenta

Que vêem amigas?
Que vêem ?
Que pensam quando me olham?

Uma velha rabugenta
não muito inteligente
de hábitos incertos,
com seus olhos sonhadores
fixos ao longe?

A velha que cospe comida que não responde ao tentar ser convencida… “De, fazer um pequeno esforço?”

A velha, que vocês acreditam que não se dá conta

das coisas que vocês fazem e que continuamente

perde a sua escova ou o sapato ?

A velha,que contra sua vontade,
mas humildemente lhes permite
a fazer o que queiram,
que me banhem e me alimentem
só para o dia passar mais depressa….

É isso que vocês acham?
É isso que vocês vêem?
Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês vêem

não sou eu!

Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranquila

como me ordenaram…

Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam.

Sou uma jovenzinha de 16 anos. Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado.

Sou uma noiva aos 20,

Que o coração salta nas lembranças,

Quando fiz a promessa

Que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida.

Sou ainda uma moça com 25 anos,

Que tem seus filhos,

Que precisam que eu os guie…

Tenho um lugar seguro e feliz !

Sou a mulher com 30 anos.

Onde os filhos crescem rápido,

E estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre…

Quando tenho 40 anos

Meus filhos já cresceram

E não estão em casa…

Mas ao meu lado está meu marido

Que me acalente quando estou triste.

Aos cinquenta, mais uma vez comigo deixam os bebês, meus netos,
e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim

Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem,
meu marido está morto; e quando olho meu futuro
me arrepio toda de terror.

Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos…

Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci.

Agora sou uma velha.

Que cruel é a natureza….

A velhice é uma piada

Que transforma um ser humano

Em um alienado.

O corpo murcha

Os atrativos e a força desaparecem

Ali, onde uma vez teve um coração

Agora há uma pedra.

No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva.
E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimentos

Vivos e conhecidos

Recordo os dias felizes e tristes

Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado.

Penso em todos esses anos

Que foram, ao mesmo tempo poucos

Mas que passaram muito rápido,

E aceito o inevitável..

Que nada pode durar para sempre… por isso, abram seus olhos e vejam

Diante de vocês não está uma velha mal-humorada

Diante de vocês estou apenas “EU…”

Uma menina, mulher e senhora

Viva…!! E com todos os sentimentos de uma vida…

Lembrem deste poema da próxima vez que se encontrar com uma pessoa idosa mal-humorada

e não a rejeitem,

Sem olhar primeiro a sua Alma Jovem…

Você…. vai estar algum dia em seu lugar…

Colaboração: Beth Rodrigues

Reiniciar

Não importa onde você parou … em que momento da sua vida você cansou … o que importa é que sempre é possível recomeçar.

Para recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo …

É renovar as esperanças da vida, eo que é mais importante: é acreditar em si mesmo novamente.

Sofreu muito nesse período? Foi uma lição …

Você chorou muito? Foi para purificar sua alma …

Será que você ficar com raiva das pessoas? Era necessário para que você possa perdoá-los um dia …

Você se sentiu solitário algumas vezes? É porque você fechou a porta até para os anjos …

Você está se sentindo sozinho? Talvez você se afastou de pessoas durante o seu período de isolamento …

Você quis acreditar que foi tudo perdido? Era o início de sua recuperação …

Então, agora é hora de reiniciar, pensar na luz … de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Há tanta gente esperando apenas um sorriso para chegar perto de você.

Que tal cuidar de si mesmo? Ou talvez fazer um outro curso, ou talvez a realização desse desejo antigo de aprender a pintar, desenhar, aprender a usar um computador, ou qualquer outra coisa que você pode escolher.

Como muitos desafios que a vida pode lhe oferecer!

Como muitas coisas novas a descobrir!

Quando ficamos imersos em tristeza que mal consegue aguentar a nós mesmos, tornamo-nos desagradável.

Mau humor mina nosso fígado, até a nossa boca se torna amargo.

Se você está se sentindo assim, com uma sensação de derrota, é hora de reiniciar …

Hoje é um bom dia para enfrentar novos desafios.

Decida aonde você quer chegar e dar o primeiro passo.

Para começar, faça uma limpeza mental, jogando fora todos os sentimentos e pensamentos pessimistas que foram acumulando ao longo dos anos.

Jogue fora todos os ressentimentos e mágoas que parar de forma a felicidade ficar dentro do seu coração.

Livrar-se deste feeling de inferioridade, de incapacidade, e começar a valorizar-se. Você é o que você faz de si mesmo.

Depois disso, limpe seu quarto. Jogue fora tudo o que o lixo tem vindo a acumular ao longo dos anos, apenas como lembranças do passado.

papéis velhos que você não precisa mais. Discos e fitas que você não vai ouvir mais, os bilhetes de cinema, bilhetes de avião, e tudo o que lhe traz lembranças tristes.

Abra seu guarda-roupa e retire tudo o que você não usa mais. Doe para alguém que precisa. Doações também todos os sapatos que machucam os pés, ou porque não são o seu tamanho ou porque o seu número de pés não é mais o mesmo.

Para recomeçar é preciso abrir espaços físico e mental …

Depois de fazer essas coisas, ler um bom livro ou assistir um bom filme, para alimentar sua mente com idéias positivas e otimistas.

Aproxime-se de amigos e parentes, pessoas felizes que vão ajudar você a manter alto astral e coragem.

Quando você re-criar a si mesmo, evitar que as pessoas pessimistas e desanimadas. Procurá-los apenas quando você achar que está forte o suficiente para ajudá-los.

Procure um lugar calmo e elevar uma oração a Deus.

Comece sua oração agradecendo a Deus por sua vida, pelas oportunidades renovadas, para os obstáculos e desafios que você vem transversalmente. Uma vez que temos sobre eles, nos sentimos mais fortes.

Lembre-se: hoje é uma página em branco do Criador lhe ofereceu para que você tenha a chance de escrever um novo capítulo de sua própria história.

Para reiniciar é só uma questão de desejar isso. Se desejar, Deus faz também. É por isso que Ele sempre ondas desta nova chance chamada presente.

Pense nisso e não perca um minuto!
Colaboração: Natalina Maria de Oliveira