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Morte não é castigo

Maria Helena Bromberg

Maria Helena Bromberg


A psicóloga Maria Helena Bromberg desvenda os tipos de perdas e diz que a cultura ocidental estimula a idéia do fim da vida como punição

JANETE LEÃO FERRAZ

Primeira brasileira a tornar-se mestra e doutora em psicoterapia de pessoas enlutadas, a psicóloga Maria Helena Bromberg, 48 anos, até há pouco tempo era vista por pacientes e até colegas como uma espécie de “Mortícia Adams”. Ela se dedica há uma década à pesquisa sobre a morte e suas consequências nos vivos. Professora da disciplina Luto e Morte na Família e orientadora do pós-graduação de Psicologia da PUC de São Paulo, ela dirigiu a clínica Ana Maria Popovic, também da PUC, onde criou o Laboratório de Estudos e Intervenções Sobre o Luto (LELu). Para ela, não é somente a morte que causa a dor do luto. “Nos enlutamos diante de pequenas perdas ao longo da vida, a começar pelo desmame de nossa mãe”, explica. Maria Helena é discípula do terapeuta inglês Colin Murray Parkes, a maior autoridade em pesquisas sobre luto no mundo, cujos livros só podem ser traduzidos para o português por ela. Autora de A psicoterapia em situações de perdas e luto, Maria Helena também trata “lutos” por aposentadoria, imigração, amputação e aborto. Hoje dedica-se também à pesquisa sobre o luto coletivo, seja por morte de ídolos ou pela violência que vem tornando os cidadãos cada vez mais enlutados. Ela reconhece que não é fácil, mas há saídas. “É possível conviver com os lutos e ser feliz”, acredita.

ISTOÉ – Por que a sra. se especializou nesse assunto?
Maria Helena Bromberg Comecei a me perguntar por que as pessoas são tão apegadas a ponto de não sobreviver à morte ou à perda de alguém. Perdi minha mãe quando era pequena, um irmão já adulta, a quem eu era muito apegada. E, recentemente, minha irmã. Tenho um histórico respeitável.

ISTOÉ – Estudar a morte lhe deu preparo para enfrentar as perdas?
Maria Helena – A saudade dói do mesmo jeito, mas tenho um conforto porque, quando enfrentamos a morte, aprendemos a aproveitar melhor a convivência em vida.

ISTOÉ – Por que as pessoas temem esse assunto?
Maria Helena – É a única certeza que se tem, mas nossa cultura não incorpora a morte como parte da vida. Pensa-se nela como castigo e é comum ouvirmos comentários como: “Ele era tão bom, por que morreu?” Morte é afastamento, silêncio, nunca mais.

ISTOÉ – Em que idade nos damos conta de que a morte é inexorável?
Maria Helena – Desde que nascemos sofremos perdas e lutos, não necessariamente ligados a mortes. A psicanálise acredita que a criança vive seu primeiro luto ao ser desmamada pela mãe. Depois, ouve ameaças de perdas como “Mamãe vai embora”, “Você vai ficar de castigo”. Há semelhança da ausência, da falta, com o final da vida.

ISTOÉ – Somos ensinados a não considerar a morte como fato?
Maria Helena –
Na cultura ocidental sim. Talvez por conta do pecado original. Pressupõe-se que se fez algo horrível e a morte é a punição. Adão e Eva, depois de cederem ao pecado, foram castigados tornando-se mortais. Há ainda o medo do desconhecido. Pacientes terminais querem saber o que vai acontecer quando a vida acabar. Os que se apóiam em alguma crença se sentem de alguma forma amparados.

ISTOÉ – Quais são as outras perdas que geram o luto?
Maria Helena – Toda perda gera luto. O divórcio, a aposentadoria, a imigração, a mutilação, o aborto, a menopausa, a impotência.

ISTOÉ – Por que a imigração?
Maria Helena – As pessoas chegam a um novo lugar, perdem suas raízes, sua identidade e sua independência. Estamos estudando o comportamento dos dekasseguis, quando voltam ao Brasil. Há muitos traumas.

ISTOÉ – Que tipo de luto gera a aposentadoria?
Maria Helena – A perda da identidade. O aposentado perde a área de influência. A casa funcionou durante 30 anos sem que ele desse palpites. No começo é uma lua-de-mel. A pessoa fica exultante e diz que agora vai viver. Engana-se. Atuava no trabalho, não atua mais. Em casa, ninguém o ouve. Então vai jogar dominó. É comum adoecer.

ISTOÉ – E por amputação?
Maria Helena – Causa reações variadas. No amputado falta literalmente uma parte. Ele tem que fazer uma transição para se aceitar sem aquele pedaço.

ISTOÉ – O velejador Lars Grael, que sofreu a amputação de uma perna, evitou o luto?
Maria Helena – Pela imprensa, notei que a coisa mais importante no processo dele foi a luta pela sobrevivência. Ele permanece ativo, que é uma forma de não ficar velando a perda. Avaliamos uma tese sobre amputação, que concluiu que o desafio é se adaptar à prótese. Há lutos complicados em acidentados que não podem usar próteses ou que ficam paraplégicos.

ISTOÉ – Qual é o medo maior, morrer ou perder alguém?
Maria Helena – Difícil dizer. Quando uma mãe diz que morreria no lugar do filho, não pensa que se fosse ela o filho sofreria. Além do temor, há culpas, ressentimentos, medo do futuro sem a pessoa. São emoções ambíguas, impasses.

ISTOÉ – Por que muita gente adoece por luto?
Maria Helena – Por conta das ocorrências psicossomáticas. As manifestações mais frequentes são os distúrbios de sono e de alimentação. Depende do grau de enlutamento. Do que afeta no cotidiano. Alguns enlutados não conseguem mais trabalhar. Outros, apresentam distúrbios de atenção e memória. Há pessoas que ficam suscetíveis a acidentes. Crianças podem apresentar problemas na escola.

ISTOÉ – O temor da morte tem idade?
Maria Helena – Não. Todos tentam evitar o assunto, até discriminam. Inúmeras vezes pessoas me olharam como se eu fosse uma pessoa nefasta. Pensam que sou gótica, dark. Mas não sou nada disso. Sou uma pessoa normal.

ISTOÉ – Criança lida melhor com o luto?
Maria Helena – Pode ser, mas é necessário que ela conceitue o que é morte. Absorva aspectos como universalidade. Ou seja, todos vamos morrer. Também a irreversibilidade: quando morre, não “desmorre”. E por último a causalidade. Isto é, morreu porque aconteceu alguma coisa. A criança consegue integrar isso no começo da adolescência. Antes, ela pode achar que rezando a pessoa desmorre. Ela tem exemplos nos desenhos animados ou joguinhos virtuais. Seus heróis têm muitas vidas. É importante dizer à criança que o jogo é legal, mas não é real. Os adultos não favorecem essa percepção e preferem evitar o assunto.

ISTOÉ – Por que o adulto faz isso?
Maria Helena – Muitas vezes por medo ou por não saber o que dizer. Ele pode estar enlutado também. Se há uma perda na família, a criança tem que ser comunicada. Para o adulto fragilizado, falar é difícil. Na percepção global, morte é uma coisa não cotidiana, e o adulto tende a achar que não é assunto de criança. Mas ela quer esclarecimentos.

ISTOÉ – Esclarecer torna a criança mais preparada?
Maria Helena –
Sim. O adulto tende a subestimar as perdas infantis. A queda do sorvete ou a quebra do brinquedo, em termos de dor, é incomparavelmente menor frente à perda de alguém querido, mas é uma situação que faz a criança pensar sobre limites, frustração e reversão de expectativa.

ISTOÉ – Qual o pior tipo de luto?
Maria Helena – Há quatro aspectos: a pessoa que morreu, o tipo de morte, o suporte psicossocial que o enlutado tem e a sua estrutura psíquica. Se tem histórico de perdas, os problemas psíquicos podem incapacitá-lo para enfrentar mais essa. Julga-se que o luto mais difícil é o da morte de filho por suicídio. Mas como diz a música de Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

ISTOÉ – A morte de um bicho de estimação pode ser tão devastadora?
Maria Helena – Pode, só que aí entra na categoria de luto não franqueado. Esse luto espanta. “Onde já se viu chorar tanto por um cachorro. Se ainda fosse um filho vá lá”, costumam dizer.

ISTOÉ – Há outros lutos assim?
Maria Helena – A perda do parceiro por Aids também não tem receptividade. Morte do ou da amante. O aborto (provocado ou não), que é visto como um não evento.

ISTOÉ – Como assim?
Maria Helena – No aborto não aconteceu o nascimento nem a morte convencional. A reação das pessoas é minimizar a perda. Falam: “Não se preocupe, logo você tem outro.” Fizemos uma pesquisa com 60 mulheres adultas que tinham abortado na adolescência. Isso redundou até em esterilidade. A mulher pode ter um trauma psicológico e não engravidar novamente.

ISTOÉ – O luto não autorizado influencia a futura mãe?
Maria Helena – Sem dúvida. Atendi uma família que trouxe a filha adolescente para a terapia por achar que ela estava rebelde. Na entrevista com mãe e filha ficou clara a dificuldade de relação entre elas. A mãe não se sentia confortável. Superficialmente, pareciam conflitos típicos de adolescente, mas havia algo mais. O segredo era um aborto que a mãe fizera antes de a menina nascer, um luto que a mãe carregava ainda.

ISTOÉ – E como tratar isso?
Maria Helena – Mais profundamente com a mãe. Ao fim ela resolveu revelar o segredo e livrou-se do peso. Parece mágico, mas não é. Foi um processo longo e doloroso para ambas, o que dá para dimensionar como a coisa se arrasta.

ISTOÉ – Existe um tempo padrão para superar o luto?
Maria Helena – Essa é uma questão temerária. Pode-se achar que morrer ou perder alguém acontece numa boa porque o tempo é o melhor remédio.

ISTOÉ – E não é?
Maria Helena – O tempo ameniza a dor, mas também é capaz de gerar um luto crônico. O que poderia ser uma passagem de um estado para outro, pode permanecer na tristeza. No luto crônico, quanto mais o tempo passa, pior fica. É também chamado de luto complicado.

ISTOÉ – Há mais tipos de luto complicado?
Maria Helena – Tem o adiado, aquele que a pessoa diz que está bem, não encara o sofrimento, chega a ficar eufórico. Um dia morre o peixinho da irmã da vizinha e ela desaba.

ISTOÉ – Não existe o luto adiado para sempre?
Maria Helena – Não. As pessoas têm que realizar suas perdas. Há um estudo feito na Inglaterra, a partir dos prontuários de pacientes psiquiátricos, em que se pesquisou a vida deles. Havia uma alta incidência de perda de pai ou mãe na infância. Eram pacientes com quadros psiquiátricos severos. Este é um exemplo de que o luto não realizado pode se manifestar não só na tristeza padrão, mas em doenças psiquiátricas. É diferente do luto distorcido, em que a pessoa aparenta estar bem, mas não está. Tem filhos para criar, trabalho e não consegue dar conta de tudo. Então disfarça.

ISTOÉ – E sobre o tempo de duração do luto?
Maria Helena – Trabalhamos por um parâmetro de um ano, mas não é regra. Há datas marcantes como o primeiro aniversário da pessoa que morreu. O primeiro Natal, etc. São situações de celebração que, depois da perda, marcam a ausência. Isto é positivo porque faz com que a pessoa se dê conta da realidade da perda. É importante que essas datas não sejam negadas. Quando completa um ano da morte, acontece um fenômeno chamado “reação de aniversário”. Revive-se o ano que passou, a dor. Se perguntam por que estavam melhor e a dor voltou com tudo?

ISTOÉ – E a partir daí muda a relação com a perda?
Maria Helena – Do ponto de vista da terapia, é muito importante que se possa trabalhar o enlutado durante o primeiro ano da perda para o terapeuta estar junto nesses momentos. Do ponto de vista clínico, é muito mais complicado quando o enlutado chega ao consultório depois de cinco, dez anos da perda. As coisas estão mais cristalizadas. Quando entra no segundo ano, faz um certo platô emocional, sem que tudo tenha sido elaborado.

ISTOÉ – Então, depois de uma grande perda, é possível ser feliz?
Maria Helena – É claro, mas precisa ressaltar que o enlutado odeia pensar que vai esquecer o ente que morreu. Ele não pode nem quer esquecer. A terapia trabalha na transformação dessa ausência numa memória. Porque o morto vive na memória de quem conviveu com ele. Esquecer é aterrorizante porque é não ter mais. A memória é saudável.

ISTOÉ – E por que algumas pessoas não se recuperam? Há quem tenha morrido de tristeza. A terapia pode reverter isso?
Maria Helena – Depende do tipo de relacionamento que a pessoa tinha com o morto. Tem dependência que se manifesta em coisas sutis do cotidiano, que no dia-a-dia não se percebe. Há viúvas, por exemplo, que não sabem sequer que roupa usar, que nunca tomaram decisões com relação à família. Era sempre o marido quem fazia. Muitas vezes tem um lado fraco e um forte. Se o fraco morre, o outro vai precisar de alguém que substitua aquela dependência que classificamos de cuidadora.

ISTOÉ – E as pessoas que desabrocham depois de enviuvar?
Maria Helena – A sociedade é muito crítica em relação à viúva bem mais do que ao viúvo. Pode ser um luto bem-resolvido ou nos levar a pensar no que aquele casamento representava. Podia representar opressão. Ela solta seus grilhões. Atendi muitas mulheres que floresceram depois de enviuvar. Elas constroem uma nova identidade. É saudável perceber que depois de uma perda a pessoa fica diferente. Quando ela busca ser como era antes, se coloca num caminho impossível.

ISTOÉ – E os lutos coletivos, como foram os de Ayrton Senna e Lady Di?
Maria Helena – Há dois aspectos. Um é o do papel da mídia na intensificação desses lutos. O outro é a dor da perda do ídolo refletida na vida de cada um. Quando o Senna morreu, choramos nossas perdas, pequenas e grandes. Perdas relacionadas ao orgulho de ser brasileiro, aos fracassos de cada um. A perda do filho que tinha a mesma idade dele. Fui à Inglaterra para os funerais da princesa Diana. O choro daquela gente não era só porque a princesa era querida. Mulheres choraram seus lutos pela princesa e por maridos inoperantes, traidores, jovens choraram por pais omissos. Cada um deságua seus lutos quando um ídolo se vai. Ainda que inconscientemente.

Extraído do site da revista Isto É: N° Edição:  1541
http://www.terra.com.br/istoe/vermelha/154102.htm

Carnaval

Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

Animais na espiritualidade

Entrevistado: Marcel Benedeti
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

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As 5 lições

Primeira:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
“Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito.
Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado!
Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”
Terceira:
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- “Quanto custa um Sundae?” -ele perguntou.
- “50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- “Bem, quanto custa o sorvete simples?” -perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência…
- “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: – “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas… – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
“Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
Quinta:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo… Se é para salvá-la…”
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu… Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- “Eu vou começar a morrer logo?”
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”
Compreensão e atitude

Desconheço o autor

Enviado por: Rosely Pedro

Mãe nota 1.000

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Video recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues

Divaldo responde

Com:Divaldo Franco é exibido pela Tv Mundo Maior.

Direitos: www.tvmundomaior.com.br

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Fracassos

NUNCA DEVEMOS JULGAR ALGUEM ANTES DE SABER O SEU VERDADEIRO POTENCIAL PROFISSIONAL E ESPIRITUAL. JULGAMENTOS PRECIPITADOS É UM PERIGO.

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Programa Transição, transmitido pela Rede TV, 27 de set, 2009. Tema: A necessidade da existência da família espiritual. Convidado: Prof. Wladimyr Sanchez.

Direitos: RedeTV


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Programa Transição, transmitido pela Rede TV, 04 de out, 2009. Tema: O Crescimento do Espiritismo. Convidado: Raul Teixeira.

Direitos: RedeTV

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Kerrie Wooltorton tinha 26 anos e uma depressão grave. Morava sozinha em um flat na cidade de Norwich, na Inglaterra. Tentou se matar nove vezes em menos de um ano. Era salva no hospital, depois de uma diálise para retirar toxinas do seu corpo. Na décima tentativa, tomou um álcool que evita o congelamento de parabrisas dos carros, como revelou o inquérito policial esta semana. Escreveu uma carta para os médicos dizendo que não queria ser salva por eles e que “estava 100% consciente das consequências do seu ato”. Seu pedido foi respeitado. Os médicos consideraram que salvá-la poderia ser uma violação do seu desejo.

A carta escrita por Kerrie tem valor legal na Inglaterra e respalda a decisão dos médicos. Ela escreveu um documento chamado lá de “living will” em que os pacientes deixam instruções para os médicos quando não são capazes de decidir ou opinar nos rumos de seus tratamentos. É um documento muito usado por pacientes terminais que não querem ser ressuscitados.

Kerrie morreu em2007, mas sua morte ainda gera polêmica. Entidades inglesas que se opõem à eutanásia se manifestaram contra a decisão dos médicos ingleses. Afirmam que Kerrie não tinha saúde mental para decidir sobre o fim de sua vida. O psiquiatra que acompanhou Kerrie nos últimos meses disse ao Daily Mail que ela tinha total noção do que estava fazendo.

Você acha que as pessoas podem optar pelo fim de suas vidas?

por: Maria Laura Neves

Médiuns: O que a ciência tem a dizer sobre a mediunidade?

Os cientistas acreditam que o cérebro explica a mediunidade, mas não sabem dizer como.

De repente, coisas estranhas ocorrem. A pessoa vê vultos inexplicáveis, ouve vozes de gente que não aparece ou faz previsões que, de tão acertadas, não parecem ser apenas coincidência.

Depois dos momentos de susto, chega a hora de deixar de negar o fenômeno e tentar conviver com ele.

Os brasileiros que acreditam ter dons mediúnicos geralmente procuram centros espíritas – há 14 mil deles no país – e acabam conhecendo gente com histórias parecidas. “Mas, quando a mediunidade é exuberante, você não pode evitá-la” , diz Marta Antunes, diretora da Federação Espírita Brasileira.

As imagens de espíritos ou a inspiração para escrever uma carta costumam aparecer do nada, como um déjà vu, na hora em que a pessoa menos espera. É como dizia o médium Chico Xavier: “O telefone toca sempre de lá para cá”.

Na tentativa de ligar daqui para lá, muitas religiões do planeta criam rituais e provocam um momento de êxtase: o transe. Para os médiuns, o transe é o ponto alto de sua habilidade, quando conseguem incorporar um espírito.

Já para os psiquiatras, é um estado alterado de consciência, assim como a hipnose, que se atinge após um longo processo de concentração. Rituais com danças frenéticas, mantras, estímulos luminosos, jejum prolongado e até plantas alucinógenas fariam o participante sair de si.

Uma boa forma de desvendar a mediunidade é entender como rituais levam ao transe e como o transe resulta nos relatos de contato com os espíritos. Por isso, os cientistas tentam estudar o que acontece no cérebro durante esse momento único.

A busca tem duas frentes. Numa delas há espíritas que tentam explicar e comprovar cientificamente a mediunidade. É o caso do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da USP e membro da Associação Médico-Espírita de São Paulo.

Segundo ele, a glândula pineal é a responsável pela interatividade com o mundo dos espíritos. Do tamanho de uma ervilha, a pineal fica no centro do cérebro e produz a melatonina, hormônio que regula o sono. “É um órgão sensorial capaz de converter ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos”, diz. Oliveira acredita que as pessoas que dizem sofrer possessões têm na pineal uma quantidade maior de cristais de apatita, um mineral parecido com o esmalte dentário. Quanto mais cristais, maior seria a sensibilidade espiritual.

Na outra frente estão neuropsicólogos que usam exames de ressonância magnética e tomografias para tentar entender que mecanismos o cérebro aciona durante os rituais religiosos.

O neurocientista Mario Beauregard, da Universidade de Montreal, no Canadá, estudou o cérebro de 15 freiras carmelitas enquanto elas rezavam. Achou uma dezena de pontos ativados, especialmente nas áreas relacionadas à emoção, orientação corporal e consciência de si próprio.

Já o radiologista Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, mapeou a ativação cerebral de monges budistas. Analisando tomografias dos religiosos durante a meditação, Newberg notou que a área relacionada à orientação corporal é quase toda desativada, o que pode justificar a sensação relatada de desligamento do corpo.

Ele também estudou freiras franciscanas durante longas preces. Descobriu que o fluxo sanguíneo do lóbulo parietal esquerdo, parte responsável pela orientação, caía bruscamente. Para Newberg, as irmãs franciscanas experimentavam a sensação de união com Deus porque o cérebro delas deixava de fazer a separação do próprio corpo com o mundo.

Mas nenhuma das duas frentes de pesquisa tem explicações definitivas para os efeitos do transe. Por isso, as origens fisiológicas da mediunidade seguem sendo um mistério. “A grande pergunta é: há uma base única para todos os transes? O que a neuropsicologia tem indicado é que não”, afirma Paulo Dalgalarrondo.

Matéria publicada na Revista Superinteressante, 05/2008.

Hoje de manhã mais precisamente às 11h00min horas assistindo o Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes fiquei impressionado com tamanho investimento de bilhões de euros utilizados neste circuito. O que quero dizer realmente neste tópico é que aproximadamente 1.500 Km esta a Índia ao qual existem milhares de analfabetos ou cidadãos que mal aprenderão a escrever o próprio nome , país cheio de problemas sociais, onde a fome e saúde beira ao caos total em algumas regiões, pobreza rural, corrupção, etc. Muitas perguntas surgem: O porquê de uns com fartura e outros destinados ao fracasso. Esses príncipes das arábias não poderiam ajudar com um mínimo de suas riquezas para esta ajuda humanitária ? Surgem sempre perguntas sem respostas. Vivemos um momento de transição em que talvez não sejam encontradas as soluções ideais para este problema e para outros, igualmente cruciais, mas temos de lutar com de modo para encontrar as melhores soluções possíveis. Somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Voltaremos a reencarnar quantas vezes forem necessárias seja por expiação ou missão.
Sabemos do alto investimento pelos países desenvolvidos para fomentar as guerras, mas esses governantes dão as costas para erradicar a pobreza humana. Como acertar a balança da desigualdade ? De que forma diminuir a violência nas mais diversas nuanças ? Quando ocorrerá um Ministério da Fraternidade para conquista da paz ?
Estamos sempre igual à mariposa, rodamos em volta dos velhos e eternos problemas sem solução pela ganância, vaidade e orgulho dos nossos governantes. A população faminta na Somália é dispersa a tiros na rua. Na Indonésia quase 100 milhões são de extrema pobreza.
Isso sem contar o que ocorre no Paquistão, Gana, Bangladesh, Mianmar. Há fome pelo planeta todo.
Que mundo deixaremos para aqueles que irão reencarnar ?
Portanto, na bandeirada final desta corrida a melhor direção é lembrar-se das mensagens do Cristo e torcer que os futuros políticos e governantes possam incluir em suas agendas de trabalho a palavra “fraternidade”.
“Donicia”

Hoje, dia de finados, meu falecido pai, dizia “dia da melancia”. E não é que ele tinha razão. Quando morávamos em um sitio, um dia antes desta data, ele colhia as melancias e as colocava na carroça para serem vendidas próximo ao cemitério de minha cidade. Era bem vindo o dinheiro que entrava para sustento da família. Mas, pelo lado espiritual será que nos lembramos de nossos entes queridos que partiram somente nesta data ou nas nossas orações no dia a dia lembramos ? É comum, neste dia, a intensa visitação aos túmulos, podendo-se observar cenas interessantes. Alguns passam o dia, para lhes fazer companhia, como se eles estivessem ai, uns levam comidas e bebidas, para que se alimentem, como se o espírito disso necessitasse. Outros gastam verdadeiras fortunas em flores raras e ornamentações vistosas. Lavam o tumulo ,decoram, enceram, como se fosse à moradia eterna. Nossos mortos não estão mortos, nem dormem. As vibrações que eles sentem neste dia acredito que riem do que fazemos. Muitos ficam 364 dias sem lembrar em suas orações (se orar…) e de repente lá estão chorando, demonstrando todo afeto como se o “falecido” estivesse olhando a postura amorosa no local. Para os nossos entes que partiram para o mundo espiritual, a melhor conduta é a lembrança das suas virtudes, dos seus atos bons, dos momentos de alegria juntos vividos. A prece é o melhor remédio. Isso sim eles gostam. São dos nossos sentimentos que comungamos nossos pensamentos de dor. Não precisamos de dinheiro para atrair os laços fluídicos, e nem a necessidade de estar ao lado do tumulo. Eles não estão lá, já foram conduzidos e orientados do outro lado que vivem. A vida não termina no tumulo e nem inicia no berço. Abraços e uma melancia com esse calor é ideal.

A lição da borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo

Um homem sentou e observou por várias horas

A borboleta se esforçava para fazer com que o seu corpo passasse através daquele pequeno buraco

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais

Então o homem decidiu ajudar a borboleta

Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo

A borboleta então saiu facilmente

Mas o seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas

O homem continuou a observar a borboleta

Ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo

Nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o tempo de sua vida rastejando com o corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar

O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados

Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar

Eu pedi força…

E Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte

Eu pedi sabedoria…

E Deus deu-me problemas para resolver

Eu pedi prosperidade…

E Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar

Eu pedi coragem…

E Deus deu-me obstáculos para superar

Eu pedi amor…

E Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar

Eu pedi favores…

E Deus deu-me oportunidades

Eu não recebi nada do que pedi…

Mas eu recebi tudo de que precisava!!!

Recebido de: Edileni Pinelli Beraldo

A arte de confiar

As pessoas vivem de uma maneira que não gostam e fazem o que não querem para chegar a um lugar que não faz sentido para elas.

Mude a sua vida quando ela não estiver do jeito que você quer. Viver angustiado é uma escolha que você pode deixar de fazer.

Quando acontece uma crise, as pessoas ficam se perguntando quando ela passará, na esperança de que a situação volte a ficar como era antes dela surgir.

Contudo, as coisas nunca voltam ao que eram antes de uma crise, pois esta cria uma nova realidade, e cada um de nós tem de evoluir para atuar nessa nova condição.

Quando as soluções parecerem impossíveis, olhe para o céu e lembre que Deus cuida de você, pense nas pessoas com quem você pode contar, por mais distantes que elas possam estar, e olhe para dentro de si mesmo.

Substitua sua preocupação por fé,preencha sua sensação de vazio com paz de espírito e transforme seu desespero em esperança.

Quando a alma não é ouvida, você fica doente. A preocupação, a angústia e a depressão acontecem quando você não respeita sua alma.

A pessoa espiritualizada tem sempre a consciência de que realizar sua missão de vida, servir ao próximo e estar em paz consigo mesma são fundamentais para viver.

Quando temos fé, compreendemos que a vitória não vem de ganhar sempre o jogo, mas, sim, da consciência de realizar sua missão de vida.

Texto extraído do livro de Roberto Shinyashiki

Francisco e o Lobo

Gúbio, uma cidade na Úmbria,

estava tomada de grande medo.

Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz,

o qual não somente devorava os animais como os homens,

de modo que todos do povoado estavam apavorados!

E todos andavam armados quando saíam da cidade,

como se fossem para um combate.

Por isso,cercaram a cidade com altas muralhas

e reforçaram as portas.

Certa vez, quando Francisco chegou naquela cidade,

estranhou muito o medo do povo.

Percebeu que a culpa não podia ser unicamente

do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa

que era tão destrutiva

Como parecia ser a causa do lobo.

Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar.

Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado,

mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e como dizia às pessoas,

na força da “Cruz”.

O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco,

raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo!

Mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco

e ouviu como este se dirigia a ele como a um “ irmão”, cessou de correr

e ficou muito surpreendido.

As boas vibrações de Francisco de Assis

anularam a vilolência que havia no “irmãozinho”

lobo.

De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade.

Francisco então falou para o lobo: “Irmãozinho Lobo”,

quero somente conversar com você,

“meu irmão” …

E caso você esteja me entendendo,

levante, por favor, a sua patinha para mim!

O “irmãozinho lobo”, então, perante

“tão forte vibração de amor e carinho”,

perdeu toda a sua maldade.

Levantou confiante, a pata da frente,

e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco..

Então, Francisco disse-lhe amorosamente:

Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas

desta cidade, pois de agora em diante

você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais

matar nem agredir ninguém, para sobreviver…”

Querido “irmãozinho lobo”,vou fazer um trato com você!

De hoje em diante, vou cuidar de você

meu irmão!Você vai morar em minha casa,

vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar

e seremos sempre amigos!

Com a promessa de nunca mais lesar nem homem

nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade.

Também o povo da cidade abandonou sua raiva e

começou a chamar o lobo de “irmão”.

Prometeram dar-lhe cada dia o alimento necessário.

Finalmente, o “irmão lobo” morreu de velhice,

pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar.

Ainda hoje se mostra em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados

com grande carinho e respeito durante séculos.

Amigo , a história do Lobo de Gúbio, chama-nos, sem dúvida, à reflexão.

Quantas vezes deparamo-nos com “irmãozinhos” um tanto agressivos, nervosos, impacientes, chegando mesmo a nos agredir com palavras ásperas, levando-nos à decepções e amarguras… Quantas vezes!

Se pararmos para pensar e refletir, talvez cheguemos a triste conclusão, de que esteja ocorrendo com eles,

o mesmo acontecido com o lobo de Gúbio…

Ele, o lobo, acuado, com fome, sem receber compreensão e carinho, respondia também da mesma forma,

com medo ódio e agressividade.

Quando encontrou-se frente a frente com o Amor e a Paz, defendidas por Jesus em Seu Evangelho,e personificada, vivida e exemplificada por Francisco de Assis,

o lobo não teve outra reação senão a de recuar em suas agressões e respondeu também com carinho e compreensão, passando de inimigo à companheiro e amigo de todos.

Assim acontece em nossas vidas!

Se oferecermos aos nossos semelhantes azedume,

palavras de pessimismo, rancor, ódio e intolerância,

receberemos indubitávelmente, na mesma dose,

tudo aquilo que semearmos …

Pois como dizia São Francisco, “é dando que recebemos…”

Recebido de:  Alfred Trautmanis

Se amar fosse fácil…

se amar fosse fácil…

não haveria tanta gente amando mal,

nem tanta gente mal amada.

se amar fosse fácil…

não haveria tanta fome

nem tantas guerras

nem gente sem sobrenome.

se amar fosse fácil…

não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém

nem haveria orfanatos

porque as famílias serenas adotariam mais filhos

não haveria esposas mal amadas

se amar fosse fácil…

e nunca ninguém negaria o que jurou num altar

nem haveria divórcio e nem desquite, jamais…

se amar fosse fácil…

não haveria assaltantes

e as mulheres gestantes não tirariam seu feto

nem haveria assassinos…

mas o amor é um sentimento que depende
de um “eu quero”

seguido de um “eu espero” …

Mas a vontade é rebelde,

o homem, um egoísta que maximiza seu “eu”

por isso, o amor é difícil.

Jesus Cristo não brincava
quando nos mandou amar.

e, quando morreu amando
deu a suprema lição…

Não se ama por ser fácil,

ama-se porque é preciso!

Recebido de: Aline Pagliuco

Espelho

Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita.
O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo a banca de jornal.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu o jornal que foi atirado em sua direção.
O amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós somos nossos “próprios donos”.
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
“Os tristes acham que o vento geme.
Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta”.
O mundo é Como um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida faz toda a diferença!
Recebido de: Ivani Bagarollo Riedo

Toque de elegancia

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez , por isso, esteja cada vez mais rara e fora de moda: é a elegância do comportamento… … É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples “obrigado” diante de uma gentileza… …
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma, nem fotógrafos por perto… … É uma elegância desobrigada ……
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam , n as pessoas que escutam mais do que falam… … E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldad es ampliadas no boca a boca… …
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas ….. . Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros ….. .
É possível detectá-la em pessoas pontuais… … Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte , antes , quem está falando e só depois manda dizer se está ou se não está… …
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais… … É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o quanto você teve que se desdobrar para o fazer ….. .
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. “ É elegante o silêncio, diante de uma rejeição ” …… É elegante não mudar seu estilo , apenas para se adaptar ao outro… …
Sobrenome, jóias e nariz empinado , não substituem a elegância do Gesto… … Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante ….. .
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.… .. … a brir a porta para alguém…é muito elegante…… … dar o lugar para alguém se sentar…é muito elegante.… ..
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem imenso para a alma.… . … o ferecer ajuda… é muito elegante.… .. … o lhar nos olhos, ao conversar, é essencialmente elegante… …
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas , tentar imitá-la , é improdutivo… … A saída é desenvolver , em si mesmo , a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigos”….. não tem que ter estas coisas… …
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la… … Educação enferruja por falta de uso … . E … , um detalhe: não é frescura.

Autor desconhecido

Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa.

À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu: “As coisas nem sempre são o que parecem”.

Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso.

Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: “como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou”; o Anjo mais jovem o acusava. “A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse”.

“As coisas nem sempre são o que parecem,” respondeu o anjo mais velho. “Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.”

“Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem.”

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que seja quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…

Algumas pessoas passam por nossas vidas e se vão rapidamente…

Algumas pessoas se convertem em amigos e permanecem por algum tempo…

deixando lindas marcas em nossos corações…

e nunca voltamos a ser os mesmos, porque conseguimos um bom amigo!!

O ontem é história.

O amanhã um mistério.

O hoje é uma dádiva.

E é por isto que se chama Presente!

Acredito que esta vida é especial…viva e saboreie cada momento… Isto não faz parte da apresentação de um show!

Recebido de: Elizabeth F. Rodrigues

O Rei e a frase

Conta a velha lenda que um rei muito poderoso

ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto

ele, quase perdeu tudo.

Foram anos de batalhas onde muitos soldados

perderam a vida, e muito ouro foi consumido.

A guerra só acabou com a morte do rei inimigo,

mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu

o peso da miséria na sua própria vida.

Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos

e a conquista de outros lugares.

Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza

e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores

e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos…

…e que desse força para que ele superasse a falta

de recursos, os problemas e dificuldades, e quando

na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das

dificuldades do povo que ele comandava.

Essa frase vencedora, daria honras e

glórias ao seu criador e seria escrita na

bandeira daquele reino, e seria inserida no

brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias.

Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou

perto de um casebre na estrada e um

dos seus soldados bateu palmas.

Um senhor bem sorridente o atendeu e

logo trouxe água para o rei em uma caneca

simples mas muito limpa, o que impressionou

o rei, que também ficou impressionado com a

pureza e o frescor da água.

Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no

casebre e se surpreendeu com a paz do

ambiente, com a limpeza e as pequenas flores

em cada canto daquele cômodo humilde.

O rei então perguntou ao camponês como ele

conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de

tudo e vivendo em tamanha simplicidade.

O camponês contou que no passado tivera

bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande

freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas

perdeu tudo com o ataque de um rei muito

poderoso naquela região e ele teve que

mendigar pelas ruas para comer .

Andou muito, conheceu muitas vidas e

muitas realidades, até encontrar esse lugar

que hoje ele chama de “pedacinho do céu”,

e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele

mandou gravar a frase da sua vida…

…para que ele se lembrasse sempre, na alegria

ou na tristeza, na saúde ou na doença, na

pobreza ou na riqueza que ele podia superar

tudo, desde que se lembrasse dessa verdade

escrita na tabuleta.

Lá estava a frase que o rei tanto buscava,

lá estava escrito em apenas uma linha toda

a filosofia que seus sábios não souberam

explicar, lá estava escrito:

“Tudo passa!”

E agora eu te ofereço essa tabuleta,

leve-a com você por onde for, na certeza

de que esse momento que você vive,

seja ele de muita alegria ou de dor..

…vai passar e você deverá seguir em frente, sem olhar para trás, rumo a felicidade, na conquista

do seu “pedacinho de céu”, porque tudo

passa, mas você é eterno.

Recebido de: Rosely Pedro

Amigos pra sempre

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai.. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos.

Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles…

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa.

A vida acontece.

A distância separa…

As crianças crescem.

Os empregos vão e vêem.

O amor fica mais frouxo.

As pessoas não fazem o que deveriam fazer.

O coração se rompe.

Os pais morrem.

Os colegas esquecem os favores.

As carreiras terminam.

MAS… os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

Recebido de: Vanderlei – Depto. Juridico
vanderlei@covolan.com.br

O meu objetivo é…

Aqui estão algumas dicas que podem lhe trazer uma bela vida!

Caminhe uns 10/30 minutos todos os dias e, enquanto estiver caminhando, sorria.

Sente-se em silêncio por, pelo menos, 10 minutos a cada dia.

Quando você acordar de manhã complete a seguinte afirmação,

“O meu objetivo hoje é …….. “

Viva com os 3 E… Energia, Entusiasmo, Empatia,
e os 3 F… Fé, Família, Friends/Amigos.

Gaste mais tempo com pessoas que tem mais de 70 anos e menos de seis.

Sonhe mais enquanto está acordado.

Tente fazer, pelo menos, três pessoas rirem a cada dia.

Perceba que a vida é uma escola e que você está aqui para aprender, passar por todos os testes. Problemas são apenas parte do currículo, aparecem e desaparecem como aulas de álgebra, mas as lições que você aprende irão durar uma vida inteira.

Sorria e ria mais.Isso irá manter distantes os vampiros de energia.

A vida não é justa mas, mesmo assim, é boa.

A vida é muito curta para se perder tempo odiando alguem.

Não se leve tão a sério. Nenhuma outra pessoa faz isso.

Você não tem que vencer todas as discussões. Aceite as divergências.

Reconcilie-se com seu passado, assim você não confundirá seu presente.

Não compare sua vida com a de outros.
Você não tem ideia acerca de como são suas jornadas.

Acenda as velas, use os bonitos lençóis.Não os guarde para uma ocasião especial.Hoje é um dia especial.

Ninguém é responsável por sua felicidade, exceto você.

Perdoe a todos por tudo.

O que as outras pessoas pensam de você,não é da sua conta.

O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

Por mais que uma situação seja boa ou ruim, ela vai mudar.

Seu trabalho não vai cuidar de você quando estiver doente. Seus amigos vão estar em contato.

Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonita ou alegre.

O melhor ainda está por vir.

Não importa como você se sente, levante-se, vista-se e se mostre.

Faça a coisa certa!

Ligue para sua família com frequência.

Todas as noites, antes de ir para cama, complete as seguintes afirmações:

“Eu sou agradecido por…”

“Hoje eu realizei…”

Lembre-se de que você é muito abençoado para se estressar.

Aproveite o passeio. Lembre-se de que isso não é Disney World e você, certamente, não quer uma passagem rápida.

Aproveite ao máximo e desfrute do percurso.

Recebido de: Elizabeth Flausino Rodrigues

A última pedra

“GOSTO DE UMA MÚSICA QUE FRANCK SINATRA COSTUMAVA CANTAR, MY WAY. O CURIOSO É QUE SÓ FUI PRESTAR ATENÇÃO NA LETRA DESSA CANÇÃO QUANDO ESCREVIA ESTE TEXTO. ELA DIZ MAIS OU MENOS ASSIM: ‘SE EU ACERTEI OU SE ERREI, FIZ ISSO DA MINHA MANEIRA”.

(Livro Tudo ou Nada, página 141)

Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante.

Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.

É impossível acertar sempre.

Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando.

A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz com que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece de presente.

Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou porque eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.

Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.

Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.

Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.

Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.

Não importa o que você fez, não se torture.

Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.

Se você sente culpa, perdoe-se.

E principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.

Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou a praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!

Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:

- Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!

Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.

Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.

Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.

Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.

Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!

De: Roberto Shinyashiki

Recebido de: Alfred Trautmanis

Amigos, estamos na reta final de novembro e, o clima de Natal já vemos nas ruas, no comércio, nas pessoas. Mas o que é festa, fraternidade, reunião de amigos, parentes, para uns torna-se uma data triste por não ter amigos, companhia e entram em depressão. Outros fazem aniversário próximo da data natalina e nem são lembrados. Repetem-se as mesmas tendências e comportamentos na virada do ano. Para alguns é um dia normal como qualquer outro, tem suas obrigações trabalhistas, enviam e-mails para os amigos, abrem o Orkut para bisbilhotar seus amigos, enviam recados, lêem os jornais locais para ver as matérias políticas, de cinema, policial, social, horóscopo e outros. Às vezes, a nossa cabeça fica tão embaralhada quanto à do menino Jesus da história. O grande aniversariante é ele e como festejar ? Necessitamos observar que Jesus veio trazer para nós a possibilidade de vivermos com harmonia, paz e sem conflitos e especialmente nesta data devemos repensar, analisar nossos comportamentos, atos e ações. Fazer um balanço do que fizemos de errado e certo em 2009, corrigir nossas falhas, (que é difícil), mas vamos fazer um esforço. Diante de nossos defeitos veja o quanto já caminhamos. Volte no tempo e veja as grandes mudanças que foram feitas de conduzir a vida.
Natal é um momento mágico. Não pela ceia, presentes, troca de presentes de amigo secreto, brindar, cantar, mas pelo que sentimos.
Natal é um exercício diário de acolher, amparar, compreender, perdoar, amar, como Jesus faz diariamente conosco.
Natal é agradecer o ar que respiramos, não vemos, mas está ai.
Natal é a luz do sol que queima nossa pele mas não enxergamos.
Natal é a rotação da Terra em um sincronismo de um relógio suíço.
Natal é a chuva que refresca nosso ambiente.
Natal é dia de reencontro daqueles indivíduos que a tempo não víamos.
Natal é não se importar com as diferenças sociais, religiosas, culturais: somos todos filhos de um mesmo Deus.
Natal é a auto-analise em nossos atos e relacionamentos.
Natal é uma simples palavra de: olá, oi, tudo bem ? Não é preciso quantidade e sim qualidade
Natal é preciso saber ouvir o que as pessoas têm a dizer mesmo que seja criticas.
Natal é o papai Noel que esta dentro de cada um de nós, sempre alegre nos momentos tristes.
Natal é a renovação de nossa fé. Acreditar. Ser perseverante que tudo mudará.
Um bom Natal a todos e que Deus e Jesus possam iluminar e abençoar a todos nós
Esta é a verdadeira lição que Ele nos deixou
“Doni e Rose”

Morrer é preciso

Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto, pós-graduado em marketing, dizia mais ou menos o seguinte:
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas a ausência de vida e isso é um erro existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia
a morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio
a morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo a fronteira entre o passado e o futuro se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo. mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência.
Respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior e qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc. mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o “egoísmo” é o “egocentrismo”, para que nasça o ser que você tanto deseja ser pense nisso e morra.
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda o valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis

F e r n a n d o P e s s o a

Recebido de: Aline Pagliuco

Anjo da guarda

Programa Transição – Entrevistado: do Divaldo P. Franco-Tema: Anjo da Guarda.
Direitos autorais: RedeTV
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Amor incondicional

As vezes nos queixamos por coisas tão bobas e insignificantes, e se a gente esquece de agradecer tudo o que DEUS nos deu…um corpo sadio, saúde perfeita, filhos perfeitos e maravilhosos, um marido excepcional.
Esta mulher ela pode até ter deficiência, mas ela tem alegria de viver, tem garra e ânimo…coisa que as vezes bor bobagem a gente se irrita e esquece de muitas coisas boas. É…como diz o ditado, que amor de mãe é incondicional e eu acredito muito nisso e que se agente colocar o ingrediente mais importante em tudo…..que é o amor…tudo se torna doce e suave !!!
Precisamos agradecer muito mais do que pedir !!!!!

O amor é maior que qualquer problema, cor ou tamanho…

Recebido de: Lourdes Gimenez

Direitos autorais das imagens: ritemail.blogspot.com.

Amor incondicional(1)
Amor incondicional(2)
Amor incondicional(3)
Amor incondicional(4)
Amor incondicional(5)
Amor incondicional(6)
Amor incondicional(7)
Amor incondicional(8)

Cientistas da empresa Intel em Pittsburgh, Estados Unidos dizem que há grandes possibilidades por volta dos anos 2020 de navegar na internet, fazer uma ligação telefônica, trocarem o canal da sua TV, tudo pela força do teu pensamento. Como ?  As chances serão muitas instalando um chip dentro no cérebro para aqueles que querem ter mordomia de acessar toda essa rede. Atualmente estão trabalhando para decodificar as atividades do cérebro humano. Deixando um pouco a noticia de lado, atualmente, não precisamos implantar chips para perceber as variadas e diversas ondas ou fluidos que emitimos e recebemos. Já percebemos que se emitimos uma forma de pensamento negativa direcionada a outra pessoa toda carga voltará para nós mesmos. Se emitimos bons fluidos, ira depender também do estado moral do receptor, ou seja, não adiantará nada se do outro lado o a pessoa esta irada, revoltada, criticando a todos e inclusive ela com total fase de negativismo. É como se o fio estaria cortado e não sabemos onde consertá-lo. O bom pensamento inicia no cérebro, vai até o coração, volta para o cérebro e aparece em forma de sentimento. Por isso nosso mestre Jesus disse que o nosso tesouro está onde está nosso coração. Vejamos um exemplo pratico aqui nesse portal, sempre estamos recebendo boas mensagens e de alguma forma esta confortando alguém que esteja sofrendo, precisando de um apoio ou de preces. Jesus definiu claramente as qualidades da prece.

…“Não orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. “…

Aí está um campo imenso para o estudo e  observação, mas do qual não podemos perceber ainda senão o conjunto; o estudo dos detalhes será a conseqüência de um conhecimento mais completo das leis que regem a ação dos fluidos uns sobre os outros. Uma ótima quinta a todos com bons pensamentos.

Oração de abertura no senado de Kansas.

Talvez queiras ler esta oração que foi feita em Kansas na sessão de inauguração da ‘Kansas House of Representatives.’

Quando solicitaram ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:

“Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direção.

Sabemos que a tua Palavra disse: ‘Maldição àqueles que chamam “bem” ao que está “mal“, e é exatamente o que temos feito.

Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.

Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.

Temos recompensado a preguiça e chamámo-la de “Ajuda Social”.

Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha”.

Temos abatido os nossos condenados e chamámo-lo de “justiça”.

Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamámo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.

Temos abusado do poder e temos chamado a isso: “Política”.

Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado “ter ambição”.

Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado “liberdade de expressão”.

Temos ridicularizado os valores establecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de “obsoleto e passado”.

Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifíca-nos e livra-nos dos nossos pecados.

Amém.

……………………A reação foi imediata.

Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Padre classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.

.

Durante as seis semanas seguintes, a Igreja ~‘ onde trabalha o sacerdote Wright recebeu mais de 5.000 chamadas telefónicas, das quais só 47 foram desfavoráveis.

Esta Igreja recebe agora petições do mundo inteiro, da Índia, África, Ásia, para que o pároco Wright ore por eles.

O comentarista Paul Harvey difundiu esta oração na sua emissão de rádio ‘ The Rest of the Story ‘, (O Resto da História), e recebeu um acolhimento muito mais favorável por esta emissão, que por qualquer outra.

Com a ajuda de Deus, gostaríamos que esta oração se derramasse sobre a nossa nação, e que nasça em nossos corações o desejo de chegar a ser uma ”Nação debaixo do olhar de Deus”.

Curas espirituais

Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevista com: João Berdel

Auto obsessão

Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevistado: Mario Mas

O fenômeno da morte

Programa Transição – Direitos autorais da REDETV – Entrevistado: Divaldo P.Franco

Programa Transição – Direitos autorais REDETV – Entrevistado: Divaldo Pereira Franco

Quem tem medo da morte?

Programa Transição – Entrevistado: Richard Simonetti – Direitos autorais: REDETV

Você poderá estar se perguntando: Porque a menina chinesa Qian HongYan esta passando por esta dificuldade? No senso comum, chamamos a isso sofrimento ou dor? Do ponto de vista espiritual, ela esta sem esperança? Para uns decorrem a revolta ou a procura de um culpado. Muitos compreendem que as forças que governam nossa vida não são cegas, fenômenos que chamamos de “ação e reação”. Geralmente é nesse momento que Deus entra na história dessas pessoas, em meio a tanto sofrimento. Vemos nas fotos abaixo a perseverança, à vontade, a esperança no caso da menina Qian. Ela perdeu as pernas em um acidente, sua família é pobre e não tinha condições de adquirir próteses para as pernas, assim optaram a usar uma bola de basquete para ajudar nos seus movimentos. Qian usa dois apoios para as mãos, e nunca reclama, mesmo após já ter utilizado umas 06 bolas de basquete… ela vai ás aulas como tantas outras colegas, sai para passear, sorri sempre na frente de uma máquina, sempre alegre, e com a ajuda da solidariedade humana Qian consegue próteses para as pernas. As fotos apresentam uma grande lição para todos nós, portanto vamos combinar que, ao sentir alguma dor, física ou moral, vamos compreendê-la no seu real significado e dimensão de aprendizado para as nossas vidas. Assim, conseguiremos superar sem a distorção do sofrimento ou do sacrifício.
Qian Hong Yan
Qian Hong Yan(1)
Qian Hong Yan(2)
Qian Hong Yan(3)Qian Hong Yan(5)
Qian Hong Yan(6)

Porque adoecemos?

Entrevistado: Orson Peter Carrara
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

Significado do Natal

Entrevistado: Raul Teixeira – Programa Transição – Direitos autorais: REDETV

Gostamos muito de reparar nas pessoas seus gestos, comportamentos, na roupa que usa. Enxergamos defeitos dos outros com uma precisão incrível, mas não vemos os nossos. Mas notadamente vemos pessoas que se queixam de estarem deprimidas em dias especiais como hoje Natal e festas do final do ano. Vemos pessoas que se sentem frustradas profissionalmente. Vemos pessoas alegres de mais sem beber e outras que bebem e ficam chatas, arrogantes e até violentas. Vemos pessoas reclamando da vida, que é muito estressante. Vemos pessoas que tem pouco dinheiro e são felizes, outras estão bem financeiramente e reclamam por picuinhas.
Li uma vez uma lenda chinesa onde um homem de meia idade tinha duas esposas. Ao visitar a mais jovem ela disse: Eu sou jovem é vós velho, não quero morar convosco. Vá habitar com sua esposa mais velha. O maridão para ficar mais jovem arrancou os cabelos brancos. Quando foi visitar a mais velha esta lhe disse: Eu sou velha e tenho a cabeça branca, arrancai os cabelos pretos que tendes. Daí o homem arrancou os cabelos pretos para ficar com os cabelos brancos. Com o tempo o maridão ficou calvo sem cabelos brancos e pretos e ambas as esposas o abandonaram. Em suma. Estamos sempre reclamando, exigindo, modificando os nossos gestos, comportamentos.
Nosso planeta turbulento e imediatista dos dias atuais em que a buscamos pelos bens materiais prevalece sobre os valores morais, como a lenda, tentamos agradar uns e outros ao mesmo tempo. Somos galhos fracos emocionalmente, estamos sempre com sensações de insegurança. Muitas vezes vem à tona o medo, a ansiedade, o estress, e com isso aparece à depressão aliada aos problemas financeiros, sociais, profissionais e familiares. E esse mal não escolhe se você é branco, amarelo, negro, mulato, católico, espírita, evangélico, crente, ateu, etc. Você lembra-se dos contos de terror quando éramos crianças que, o vampiro só entra em casa se a janela ficar aberta ? Então, a realidade da depressão é mais ou menos este conto. Nossa vida é uma luta de “boxe” diariamente onde precisamos sempre estar com a guarda levantada em defesa para não tomar murros. Se nossos pensamentos forem desequilibrados, de desanimo, estamos convidando a depressão para entrar na nossa casa. Uma vez esta visita dentro de nossa casa como vamos mandá-la embora? Lembrem que o aniversariante de hoje sempre nos advertiu: “Orai e vigiai”.
Em nossa caminhada encontramos numerosos amigos e inimigos de vidas passadas e devemos estar sempre em sintonia e orar é um grande recurso. O importante não é a quantidade de palavras e sim a qualidade da prece. Não sou da área médica, mas o que leio sobre depressão pode-se desenvolver ansiedade, crises de choro, desinteresse sexual, vontade de sumir, isolamento, idéias de suicídio, hipertensão, gastrite, insônia e tantos outros sintomas prejudiciais. Portanto nestas datas comemorativas freie a sua ansiedade, faça uma caminhada, envie e-mails para seus amigos, leia um livro, ou melhor, você já pensou no seu potencial de escrever um livro? Tudo tem um inicio não é? Lembre-se que muitas das grandes empresas nasceram de uma garagem e hoje são potenciais que faturam bilhões de dólares. Escreva um pouco por dia, invente uma estória maluca, ou a vida de sua família, de uma pessoa, do seu patrão, etc. Nada de afirmar que seu dia começou mal, ou levantou com o pé esquerdo. Todo problema tem solução. Não deixe sua mente vazia. Lembre-se do dito popular: quanto mais vazia a carroça mais barulho faz.
Então …beleza….comece a pensar no assunto e xô depressão.

A transição do planeta

Programa Transição – Entrevistado: André Luiz Ruiz -
Direitos autorais: REDETV

Dependência química

Entrevistado: João Lourenço

Programa Transição

Direitos autorais: REDETV

Entrevistado: Dr Sérgio Felipe de Oliveira

Programa Transição

Direitos autorais: REDETV

*Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos
esforços que faz para domar suas más inclinações. *

(Allan Kardec, ESE., XVII, 4)

Ponderando com Allan Kardec, torna-se simples definir quem é verdadeiro
Espírita, afinal podemos reconhecer pelos esforços que fazem em
transformar-se em pessoas moralmente melhores e em domar suas más
inclinações, geradas pelas imperfeições milenares que todos carregamos na
alma imortal.

No entanto, embora o desejássemos, a temática é mais complexa do que podemos
pensar inicialmente. Observando com um pouco de atenção, podemos facilmente
reconhecer muitos “*espíritas*” ainda adormecidos perante suas
responsabilidades, adquiridas através dos esclarecimentos que a Codificação
oferta a 152 anos.

Vemos pessoas que se intitulam “*espíritas*” apenas porque são ávidas
leitoras de Zíbia Gasparetto, apreciam o seriado *“Médium”*, assistiram a
novela *“A Viagem”*, ou acreditam que viveram como Faraós ou Rainhas no
Egito. Aliás, quando se designam de “*espíritas*” pode-se até respirar
feliz, pois há quem se auto-intitule de *kardecista*, como se o
*Espírita*seguisse a pessoa Kardec e não a obra dos Espíritos que ele
codificou.

Há quem se diga “*espírita*” sem jamais ter lido *O Livro dos Espíritos*(LE) e
*O Evangelho Segundo o Espiritismo* (ESE) – a Codificação toda, então, nem
se comenta! -, e sem nunca ter se comprometido com o Evangelho no Lar,
porque “esquece”, “algo dá errado” ou parece que está “falando sozinho”.

Há quem se afirme “*espírita*” mas ainda faz o “sinal da cruz”, diz “amém”
ao final de suas preces, repete orações decoradas, chama Maria de virgem,
bate cartão no cemitério em dia de Finados, batiza seus filhos em outra
religião, por apego ao rito ou medo dele ser considerado “pagão”, e casa-se
na igreja com a justificativa de que Deus está em todo lugar – e Ele está,
mas é ilógico caminhar por duas estradas ao mesmo tempo, especialmente
quando se contradizem no trajeto.

Há quem se diga “*espírita*” porque vai ao Centro Espírita buscar o passe e
a água fluidificada, e de boa vontade, ouve a palestra esclarecedora sobre
valores morais imprescindíveis à transformação íntima. E na saída compra ou
empresta um romance, retornando ao lar certo de que fez tudo o que podia.
Mas continua sendo assistido em vez de servidor.

Há “*espíritas*” que fazem de Bezerra de Menezes um Espírito santo, em vez
de reconhecê-lo um incansável trabalhador do Bem que todos podemos imitar;
que garantem que Chico Xavier foi Kardec; que fazem tietagem a Divaldo
Pereira Franco; que pensam que André Luiz é Espírito superior e não vai mais
encarnar na Terra; que lêem admirados obras de autores que dizem que
Espírito engravida; que se preocupam em saber se seus filhos são índigo ou
cristal; que conseguem justificar sua ânsia por um bom filé mal passado
através de *O Livro dos Espíritos*.

Há alguns pobres “*espíritas*” que se deixam levar pela vaidade, achando que
são privilegiados por serem médiuns ou expositores, dirigentes de trabalhos
ou de Centros Espíritas; que não saem do Centro sem uma psicografia do seu
mentor, que usam o ESE como bíblia, e para o qual a assinatura de nome nobre
em uma obra é garantia de verdade e por isso não precisa ser questionada.

O verdadeiro *Espírita* realmente o é, repetindo ainda uma vez a Kardec,
reconhecido por sua transformação moral e pelos esforços em domar as más
inclinações que ainda carrega. Mas também o é porque estuda a Codificação
inteira e, além dela, busca completar seu conhecimento estudando outras
obras sérias, discutindo, comparando, usando a razão, nada aceitando sem
refletir a respeito.

O verdadeiro *Espírita* não deseja continuar a utilizar os apoios milenares
que hoje chamamos (por sua função) de “muletas”, e que por séculos
sustentaram-nos a fé cega, frágil e inconstante, muitas vezes manifestada
apenas porque foi gerada pelo medo, não pela compreensão da Vida e amor ao
Criador.

O verdadeiro *Espírita* não faz do passe uma necessidade, nem da água
fluidificada uma vitamina diária. Não faz cara de ingênuo enquanto coloca o
mesmo nome nos pedidos de vibrações de vários Centros, pensando que várias
equipes de Espírito irão ajudar, em vez de uma só. E ele não é feito de
açúcar, se está comprometido com o trabalho, não teme a chuva e o frio,
cumprindo sempre com sua parte.

O verdadeiro *Espírita* não julga todas as dores como atestado de
culpabilidade, porque sabe que além de expiações, também vivemos em provas.
E ele sabe que é preciso confiar que não existem acasos, e sempre será o que
deve ser, mas que neste contexto temos que agir com precaução,
responsabilidade, resignação e coragem.

O verdadeiro *Espírita* não diz que não lê Ramatís porque alguém que também
não leu lhe disse que ele é um Espírito pseudo-sábio, mas se concordar com
essa ideia foi porque tirou suas próprias conclusões, da mesma forma que o
faz com outros autores encarnados ou não. E não esquece da objetiva mensagem
de Paulo de Tarso, em I Tessalonicenses 5:21, que diz “*Examinai tudo.
Retende o que é bom*”.

O verdadeiro *Espírita* não se considera dono da verdade, e por isso não
tenta convencer ninguém a lhe aceitar as opiniões (*aliás, não precisam
aceitar as minhas!*), não se melindra porque seus alvitres não são aceitos,
não se exclui de um grupo porque não foi atendido em sugestão que ofertou
para a resolução de um problema ou organização de um evento. Ele trabalha em
grupo, democraticamente, ocioso de fazer o melhor pelo Espiritismo, pelos
Assistidos, pelos Espíritos, pela Causa Social, e não pelo seu Ego.

O verdadeiro *Espírita* não faz de conta que já vive de bônus-hora,
reconhece que permanece encarnado, cumpre com as responsabilidades para com
“César” (coisas do mundo) sem deixar de lado as coisas de Deus
(espirituais). Ele vota, se candidata, contribui financeiramente com o
sustento da Casa a que se vinculou, sem fingir que despesas se pagam com
preces.

O verdadeiro *Espírita* lerá este texto até o final e reconhecerá que
algumas realidades podem ter sido ditas; verificará se lhe servem,
ponderando nos motivos que ainda o prendem a rituais de outras religiões,
satisfação egoística, fanatismo e cegueira. E se admitir que realmente está
se desviando do sentimento original do Espiritismo, ele procurará domar
estas inclinações, estimuladas pelo mundo competitivo em que vivemos, bem
como por falanges de espíritos inferiores que há muito desistiram de nos
afastar da preciosa Doutrina de Luz, e focam atenção em perverter seus
nobres ideais.

Este é o *ESPÍRITA* que fará diferença no mundo *sob este título*. Aqueles
que se dizem “*espíritas*” mas ainda caminham paralelamente ao Espiritismo,
também são excelentes cristãos, pessoas boníssimas, fazem toda a diferença,
mas não são *Espíritas*, são *simpatizantes* da Doutrina dos Espíritos.

Fraternais abraços!

Vania Mugnato de Vasconcelos
http://espiritismosemmelindres.blog.terra.com.br

O ano novo

Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

05 Anos
Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina.

06 Anos
Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite.

08 Anos
Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso.

09 Anos
Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.

11 Anos
Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão.

12 Anos
Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa.

13 Anos
Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo.

14 Anos
Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada.

25 Anos
Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.

29 Anos
Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda.

35 Anos
Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas.

37 Anos
Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus.

40 Anos
Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles.

42 Anos
Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum.

43 Anos
Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada.

44 Anos
Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.

45 Anos
Aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas.

46 Anos
Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor.

47 Anos
Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles.

48 Anos
Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.

49 Anos
Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.

50 Anos
Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas.

51 Anos
Aprendi que crianças e avós são aliados naturais.

52 Anos
Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo.

54 Anos
Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo.

57 Anos
Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.

63 Anos
Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá.

64 Anos
Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupei nunca acontecem.

66 Anos
Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito.

67 Anos
Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.

72 Anos
Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas.

88 Anos
Aprendi que amei menos do que deveria.

90 anos

Aprendi que tenho muito a aprender.

Pense nisso e viva cada minuto como se fosse o último de sua vida …

©Copyright Esse texto chegou a mim por e-mail e desconheço o autor. Se for você, entre em contato comigo, que eu coloco os créditos. Mas, não vale inventar só pra aparecer :-)

Recebido de: Aline Pagliuco

Definição de saudade

De: Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (…) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional… Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.

Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!

Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção..

— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores… Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!

Indaguei:

— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei “entupigaitado”, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela.

Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!

Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo “meu anjo”, que brilha e resplandece no céu.

Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.

Rogério Brandão

Médico oncologista clinico
RC Recife Boa Vista D4500

Recebido de: Ana Paula Brandão Ferreira

Entrevistado: Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

Consta que no início de abril do ano de 1969, veio ao Brasil um grupo de empresários americanos, de uma mega editora dos Estados Unidos, para ter um encontro com o Chico Xavier, objetivando informá-lo que eles queriam traduzir todos os seus livros para o inglês, além de todos os outros livros espíritas que ele recomendasse, editá-los nos Estados Unidos e lançar as obras no mundo inteiro. Queriam saber se ele concordava com a idéia e se autorizaria.

Ao fazerem a proposta em Uberaba, o Chico emocionou-se tanto e deu mil graças a Deus por aquilo que ele chamou de “uma bênção”.

- “Claro, meus irmãos, que eu concordo! Quanta alegria vocês me trazem, como um verdadeiro presente de aniversário! Isto é uma benção, mas acontece que os direitos das obras foram todos doados à Federação Espírita Brasileira, que certamente autorizará.”

Consta que o velho mineiro ficou tão feliz, os convidou para almoçar, eles ficaram três dias em Uberaba, conheceram os trabalhos e um deles até recebeu uma mensagem psicografada, em inglês, de um parente desencarnado.

De lá os homens partiram para Belo Horizonte e em seguida para Brasília, para um encontro com a diretoria da FEB.

A reunião aconteceu, a proposta foi feita a então diretoria e, pasmem senhoras e senhores, vejam a resposta:

- “Nós não autorizamos. O problema de tradução é muito sério, vocês vão adulterar as obras e o prejuízo para o Espiritismo vai ser muito grande. Lamentamos, mas não autorizamos”.

De fato, não restam dúvidas de que a tradução de obras literárias de um idioma para outro geralmente causa problemas sérios de interpretação de orações, porque os tradutores não podem se limitar apenas a traduzirem as frases como elas aparecem, mesmo com as colocações verbais e gramaticais corretas, porque existe um fator indispensável a considerar que é “como as pessoas do País de origem da língua da obra entendem determinada frase ou determinada colocação”. Este é um problema muito sério e, por incrível que pareça, até mesmo em traduções das obras básicas, do Francês para o Português, existem contradições ao pensamento de Allan Kardec e aos pensamentos dos Espíritos, conforme está no original. As traduções da Bíblia, por exemplo, trazem absurdos terríveis, por causa disto. Mas não é esta a questão que estamos analisando agora.

Concordando com a preocupação da FEB, pertinente com certeza, os editores americanos propuseram o seguinte:

- “Então os senhores indicam uma equipe de tradutores juramentados para acompanharem todo o trabalho de tradução, que nós bancamos todas as despesas e honorários. Só publicaremos cada obra, após o de acordo da FEB, para manter a integridade da mesma”.

Mesmo assim a FEB não autorizou.

Consta que os homens ficaram uma semana em Brasília, voltando lá diversas vezes, solicitando serem atendidos, foram atendidos apenas uma vez, do lado de fora, com todos em pé, e não mais foram recebidos, quando ouviram um funcionário lhes transmitir um recado da diretoria que dizia que o assunto estava encerrado.

Consta que o Chico estava num clima parecido de “lua de mel”, tamanha a sua felicidade, com aquela nova idéia, que só poderia ser trabalho da espiritualidade maior, até que lhe veio a notícia:

A FEB NÃO AUTORIZOU!

Quase o Chico desencarna quando soube daquilo. Custou a acreditar no que estava ouvindo. Tentou falar com alguém da diretoria da FEB, mas consta que não encontrou ninguém que pudesse atendê-lo para falar sobre o assunto.

O notável médium entrou num processo de ira tão grande, chegando a passar mal e até a ser levado a um hospital.

A partir daí decidiu a nunca mais doar os direitos e muito menos autorizar que a FEB publicasse qualquer livro escrito sob a sua psicografia.

Se todos procurarem checar o assunto e observarem a relação de livros psicografados pelo Chico, notará que, de fato, a partir de uma determinada época não consta mais livro nenhum do Chico editado pela FEB.

Existem alguns livros editados, inclusive no ano de 1971, pela FEB, que são, se não me engano, o “Rumo Certo”, que é um livro de mensagens do Emmanuel, e o “Antologia da Espiritualidade”, um livro de poesias de Maria Dolores. Acontece que o Chico havia doado esses direitos antes do acontecido, já que nem sempre os livros eram publicados no ano que o direito foi cedido.

A partir daí, podem observar, os livros começaram a ser editados apenas pelas editoras Clarim, CEC, Edicel, GEEM, FEESP, IDE, LAKE, CEU etc.

No ano de 1992, voltando a São Paulo, já amigo do Teodoro Lausi Sacco, voltei à FEESP para conversar sobre o assunto, indignado ainda com aquilo, e lhe pedi maiores detalhes e informações sobre o acontecido. Ele me disse que pouca gente, do movimento espírita, sabia daquilo e que a lembrança do fato fazia o Chico muito triste.

Tendo que retornar à Belém do Pará, pedi à VARIG que desdobrasse a minha passagem, parando por uns dois dias em Brasília.

Eu já tinha uma certa amizade com o Nestor João Masotti, que hoje é presidente da FEB mas na época (1992) era um dos seus vice-presidentes (a FEB tem mais de um vice-presidente). Ele sempre me tratou muito bem, com muita atenção… aliás, o Nestor sempre trata bem a todo mundo, é um “gentleman”, um espírita do mais alto nível, um homem digno de estar onde está hoje. Não é um espírita de rótulo.

Do aeroporto fui direto à FEB e começamos a conversar a respeito do fato. Eu imaginava que o Nestor soubesse daquilo, por ser um espírita muito influente no País e até no exterior, inclusive ex-presidente da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo). Hoje ele é presidente do Conselho Espírita Internacional. Cheguei até a perguntar a mim mesmo: “Puxa vida, como é que pode, o Nestor um homem de São Paulo, atuante no movimento espírita paulista, não saber disto que me foi informado pelo presidente da FEESP, também grande nome do espiritismo paulista?”. Mas são coisas da vida, ou melhor, coisas de movimento espírita.

Conversamos muito, relatei para ele tudo o que o Lausi Sacco havia me dito e ele manifestou-se surpreso com a notícia.

Saímos para almoçar, juntos, num restaurante de Brasília, a bordo de um Del Rey cinza ou azul que ele tinha e prosseguimos na conversa no restaurante. O assunto tem bem mais detalhes, mas eu tenho que resumir aqui, já que o pessoal reclama que eu escrevo demais.

De volta ao seu gabinete o Nestor me disse que iria procurar ver se existiam registros acerca do fato nos livros de atas da FEB, arquivados desde a sua fundação. Entraria em contato comigo e me diria alguma coisa, caso existisse ou caso não existisse nada registrado.

Um mês depois, mais ou menos, ele me ligou para Belém e me disse o seguinte:

- “De fato o episódio aconteceu. Há registros, sim. Mas aconteceu em uma época em que a FEB atravessou um dos momentos mais difíceis da sua história, momento este em que quase há um rompimento até mesmo com as federativas estaduais…”.

Na oportunidade questionamos, eu e ele:

- “Que tal a idéia de tentarmos descobrir quem são essas editoras americanas hoje, esses homens e vermos se eles ainda existem e estão dispostos a darem continuidade à idéia.”.

Pela cabeça do Nestor Masotti, tenho certeza de que uma idéia desta jamais seria reprovada. Mas será que todos os outros dirigentes espíritas, mesmo os atuais, pensariam como ele?

Será que, pela coisa ser grande demais, não seria reprovada mais uma vez pelos espíritas donos da “pureza” doutrinária que, em nome da “humildade”, continuam a reprovar tudo o que é grande, na concepção equivocada de que pelo Espiritismo só se podem fazer coisas pequenas?

Será que a pessoa espírita brasileira, indicada para acompanhar os americanos no processo das traduções, pessoa esta que certamente seria bem remunerada, obviamente pelas poderosas editoras, não seria acusada de ganhar dinheiro às custas do Espiritismo?

Fica aí a história para a reflexão de todos.

De: Alamar Régis

Nada acontece por acaso!!

Ricardinho
não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência….

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente…

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho…

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo…

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua…

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá….

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada…

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades…

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer…

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho…

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas…

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório…

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada…

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias…

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho…

Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso…

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores…

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho…

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando…

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa…

E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres…

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar…

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta…

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula…

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro…

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno…

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço…

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista…

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um…

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido…

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:

‘Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!’

(História verídica)

Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da fé e da caridade. Fazer obras de caridade não nos garante a salvação, isso é nossa obrigação como cristãos.

Recebido de: Laira Vieira


TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO O LOUVOR PERTENCEM A DEUS. AMÉM.

O momento da transição

Entrevistado: André Luiz Ruiz
Programa Transição
Direitos autorais: REDETV

Reflita…

Ilha do Cardoso

O dia mais belo?

Hoje

A coisa mais fácil?

Errar

O maior obstáculo?

O medo

O maior erro?

O Abandono

A raiz de todos os males?

O egoísmo

A distração mais bela?

O trabalho

A pior derrota ?

O desânimo

Os melhores professores?

As crianças

A primeira necessidade?

Comunicar-se

O que mais lhe faz feliz?

Ser útil aos outros

O maior mistério?

A morte

O pior defeito?

O mau humor

A pessoa mais perigosa?

A mentirosa

O pior sentimento?

O rancor

O presente mais belo?

O perdão

O mais imprescindível?

O lar

A rota mais rápida?

O caminho certo

A sensação mais agradável?

A paz interior

A proteção efetiva?

O sorriso

O melhor remédio?

O otimismo

A força mais potente do mundo?

A Fé

As pessoas mais necessárias?

Os pais

A mais bela de todas as coisas?

O amor

A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor… não tem sentido………

Autor desconhecido

Recebido de:  Elisabeth Flausino Rodrigues

Dra. Marinei Nogueira Rubez

Em mais de vinte anos de vivência na medicina, já presenciei inúmeras cenas e situações que me marcaram. Porém, se eu tivesse que escolher a cena que mais me marcou como médica, escolheria a que mais me marcou como mãe.

Foi em uma visita a uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva), local onde geralmente os pacientes estão em estado grave, necessitando de cuidados o tempo todo. Foi neste ambiente frio, cheio de aparelhos e medicamentos, que vivenciei a importância da maternidade.

Não se tratava de uma paciente grávida. Quem me chamou a atenção foi um velho homem, aparentando bem mais de oitenta anos, deitado em posição fetal, que gritava em meio ao seu delírio:

“Mamãe! Mamãe! Ah, minha mãe…”

Para uma pessoa no fim da vida, doente, com a consciência comprometida, o que lhe restara era chamar por sua mãe. De toda uma vida o que lhe restou foi clamar por sua mãe; e era um clamor que vinha do seu coração, da sua alma.

Somente quem poderia acolher sua dor,

sua solidão, naquele momento, era sua mãe!

Todos os sons e ruídos da UTI desapareceram frente ao chamado choroso daquele homem que, no fim da vida, insistia em resgatar a mais importante de suas memórias:

a sua mãe.

Naquele momento, a médica deu lugar à mãe

e me dei conta do quanto importante é ser mãe…

Quando Deus escolheu a mulher para acolher a vida em seu ventre,

deu-lhe a responsabilidade de gerar seres humanos que são a imagem d`Ele.

E para isto lhe deu uma infinita capacidade de amar, renunciar e esperar.

Amar, sem impor condições.

Renunciar a tudo!

Até a si mesma, pelos filhos,

e esperar com muita paciência

todas as condições que a vida lhe apresentar.

A começar pela espera de nove meses para que a vida

em seu corpo se torne vida para o mundo.

Durante a gestação a mulher é a perfeita moradia.

É no corpo da mulher que Deus

fez a primeira morada de todo ser humano.

E é neste corpo sagrado que abriga a vida,

que a mulher experimenta a plenitude de ser mulher…

Quando seu ventre cresce, seu corpo ganha novas formas,

as mamas se preparam para alimentar sua cria,

todo o ser feminino se enche de glória

para esperar o dia de dar a vida a um novo ser…

E depois, fora do nosso corpo, acompanhamos toda uma trajetória.

Somos o porto seguro

Para passos cambaleantes…

Para abraços aflitos…

Para choros carentes…

Por mais que os homens cresçam e envelheçam,

somos nós, as mães,

que ficamos em suas memórias.

Aquele velho homem, me mostrou o quanto importante

é o papel da mãe para todo ser humano.

Fez-me também questionar porque tantas meninas

na idade de serem filhas e não mães,

violentam seus corpos.

Maquiadas por uma falsa liberdade,

colocam em risco suas e outras vidas inocentes,

com a desculpa de serem modernas.

O corpo sagrado é violado e, muitas vezes, jovens, quase crianças,

tornam-se mães, perdendo a oportunidade de vivenciarem com plenitude

o divino mistério da vida.

Depois daquele dia na UTI,

acrescentei mais uma responsabilidade ao meu papel de mãe.

Pode ser que um dia, quando a gente pensa que os filhos não precisam mais de mãe, que a gente seja a última lembrança na vida deles.

E quero ser não só a última lembrança,

mas a melhor!

Dra. Marinei Nogueira Rubez

Médica Dermatologista – Cruzeiro/SP

Galopando a vida

Quando estiveres em dúvida dá o próximo passo.

A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

Não tens que vencer todos os argumentos: Concorda para discordar.

Duas coisas indicam fraqueza: O calar-se quando é preciso falar, e o falar quando é preciso calar-se.

Exige muito de ti e espera pouco dos outros.

Muito sabe quem conhece a própria ignorância.

O que não te mata torna-te mais forte.

Inveja é perda de tempo: Já tens tudo o que precisas.

Envelhecer é melhor do que morrer jovem.

Aceita por completo a tua presença na Terra e escolhe, a cada momento, a beleza, a bondade, a verdade e a vida, lembrando-te sempre de que tudo isto e Deus é a mesma coisa.

Não te armes em vítima e não te comportes como um salvador.

Faz a paz com o teu passado, para que ele não estrague o teu presente.

O que os outros pensam de ti não é da tua conta.

O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros.

Põe definitivamente de parte o hábito de querer mudar os outros.

Mantém a cabeça sempre fria, o coração sempre quente e a mão sempre larga.

Comporta-te como um “curandeiro” que traz alegria e luz, em vez de críticas ou indiferença.

Deixa-te guiar pela intuição pessoal em vez de agires sob a pressão do medo.

A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.

Quem não pode o que quer que queira o que pode.

É melhor morrer de pé do que viver de joelhos.

Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.

Recebido de: Elisabeth Flausino Rodrigues

Algumas vezes eu representei cenas de perdas de entes queridos em novelas. No dia 17 de novembro de 1995, no velório de minha filha Ana Luisa, nascida em São Paulo no dia 10 de dezembro de 1976, eu não queria acreditar que estivesse vivendo aquilo de verdade.
No dia seguinte, saí para comprar alguns presentes de Natal. Afinal, meus outros seis filhos ainda estavam ali e precisavam da mãe. Mas eu parecia um zumbi. Numa loja, me senti mal. Tontura, fraqueza, parecia que meu peito iria explodir, que eu não iria agüentar tanta dor. Pedi à vendedora que me deixasse sentar um pouco. Eu estava quase sufocando, as lágrimas queriam saltar de meus olhos. Mas eu não queria chorar. Queria esconder minha dor, fazer de conta que aquilo não havia acontecido comigo. Bebi água, respirei fundo e saí ainda zonza.
Eu sempre acreditei que iria terminar de criar minha filha, como todos os outros. Que iria vê-la formar-se em veterinária. Vê-la casada, com filhos. Achava que teria sempre a Aninha ao meu lado.
Um dia, ela me contou que quando era pequena e eu saía pra trabalhar, ela sentia medo de que eu não voltasse. Por isso ficava sempre na porta de casa me olhando até eu sumir de sua vista. Por isso vivia grudada em mim. Imagino que ela já pressentia ainda criança, que iríamos nos separar cedo. Só que foi ela a ir embora. Foi ela que saiu e não voltou mais. Foi ela que me deixou com a sua saudade.
Para amenizar a falta, o vazio que ela deixou, eu ficava horas revendo os vídeos mais recentes com suas imagens. Nossas viagens, festas de aniversários, a formatura da irmã, seu jeitinho lindo tão meu conhecido de sentir vergonha. Ela com o primeiro e único namorado. O gesto característico de arrumar os cabelos. A sua primeira apresentação de piano. Nesse vídeo então, eu ficava namorando suas mãos de dedos longos e finos. Até hoje eu me lembro de cada detalhe das mãos da Aninha. Assim como me lembro de cada detalhe de seus pés, do seu rosto…
Dali pra frente, o que mais me chocava e surpreendia era que todo o resto do mundo continuava igual. Como se nada tivesse acontecido: o sol nascia e se punha todos os dias, as pessoas andavam pelas ruas. O mesmo movimento, barulho. O mundo continuava a girar. Tudo, tudo igual. Só na minha casa, na minha família, dentro de mim, é que nada mais voltaria a ser como antes. Faltava minha filha, Ana Luisa!
Eu passava, quase diariamente, nos lugares comuns: o colégio Imaculada Conceição, em Botafogo. Cinema, lanchonete, restaurante, o metrô, onde tantas e tantas vezes viajamos juntas. A loja das comprinhas, o shopping, o parquinho, o clube onde fazia natação. A praia de Botafogo onde ela foi atropelada, o hospital Miguel Couto, onde passamos as horas mais angustiosas de nossas vidas. O cemitério São João Batista, onde repousam seus restos mortais. Até hoje cada um desses lugares me lembra alguma coisa de minha filha. Até hoje guardo as lembranças de seus abraços, seus chamegos, o cheirinho da sua pele, o calor, seu carinho e aconchego. Ana vivia literalmente pendurada em mim. Já grandona, maior que eu, mas sempre como se fosse meu nenê pedindo colo.
Saudade. Saudade. Saudade, minha Aninha.
Não fosse a minha fé e a convicção de que a vida não termina com a morte, não fossem os outros filhos que ainda precisavam de mim, acho que teria pirado. Além da família, o trabalho, a terapia e o estudo da doutrina espírita me deram forças para superar a separação e a falta da Ana Luisa.
Sou e serei eternamente grata ao meu Pai do Céu, porque fui agraciada com muitos sinais de que a separação é apenas temporária. Alguns dias após sua passagem entrei em seu quartinho que ficou inundado pelo cheiro de rosas. Instintivamente fui olhar pela janela. Naturalmente o cheiro não vinha de fora. O perfume intenso era só ali dentro. Um mês depois, no grupo que eu freqüentava no Centro Seara Fraterna, minha filha se manifestou. Ainda meio confusa pela mudança abrupta e repentina, mas já consciente de sua passagem. Naquela noite, o buraco no meu peito que parecia uma ferida sangrando, mudou de aspecto. Continuava a doer, mas a certeza de que minha filha continuava e continua viva em alguma outra dimensão me trouxe uma nova perspectiva. A de que eu poderia chorar pela sua ausência, nunca pelo seu fim.
Dalí pra frente, algumas vezes vi, em outras pressenti, sua essência ao meu lado. No decorrer desses doze anos, recebi, por acréscimo de misericórdia, um bom número de mensagens dela. Uma das últimas foi através de um médium reconhecido, que foi fazer uma palestra num evento que eu apresentava. Sem que eu esperasse ou solicitasse, ele disse que via uma jovem ao meu lado – me descreveu exatamente minha filha – e que ela me apontava para ele dizendo: é esta aqui, ó. Esta é que é a minha mãe. Quando me sentei, ele disse que ela sentou-se no meu colo. Entre as várias coisas no recado que me mandou, encerrou dizendo que as violetas (enceno a peça “Violetas na janela” há 11 anos) que ela cultiva onde se encontra, não serão colocadas na janela, e sim, serão usadas para fazer um tapete de flores para eu pisar quando chegar lá.

Antigo conselho chinês

Era uma vez um camponês chinês, muito pobre mas sábio, que trabalhava a terra duramente com o seu filho. Um dia o filho disse-lhe: “Pai, que desgraça, o nosso cavalo fugiu.”

Porque lhe chamas desgraça? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.

Passados alguns dias o cavalo regressou acompanhado de uma linda égua selvajem. Pai, que sorte. Exclamou o rapaz.

O nosso cavalo trouxe outro cavalo.

Porque lhe chamas sorte? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.”

Uns dias depois o rapaz quis montar o cavalo novo mas este, não acostumado à sela, encabritou-se e deitou-o ao chão.

Na queda, o rapaz partiu uma perna. Pai, que desgraça, parti a perna. O pai, retomando a sua experiência e sabedoria, disse: Porque lhe chamas desgraça? Veremos o que nos traz o tempo.

O rapaz não se convencia da filosofia do pai. Poucos dias depois passaram pela aldeia os enviados do rei à procura de jovens para levar para a guerra. Foram a casa do ancião, viram o jovem debilitado e deixaram-no, seguindo o seu caminho.

O jovem compreendeu então que nunca se deve dar nem a desgraça nem a fortuna como absolutas mas que, para se saber se algo é mau ou bom, á necessário dar tempo ao tempo,.

A moral deste Antigo Conselho Chinês é: A vida dá tantas voltas e é tão

paradoxal no seu decorrer que tanto o mau pode vir a ser bom, como o bom pode vir a ser mau.

Assim, esperemos o dia de amanhã com alegria e vivamos o de hoje em plenitude

Recebido de:  Alfred J.Trautmanis

Com o tempo

Com o tempo… Você aprende que estar com alguém, só porque esse alguém lhe
oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá
querer voltar ao passado…
Com o tempo… Você se dará conta que casar só porque “está na hora”,
é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso…
Com o tempo… Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja…
Com o tempo… Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa
só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora vai desejar não voltar a vê-la..
Com o tempo… Você se dará conta de que ter amigos vale mais
do que qualquer montante em dinheiro…
…e entende que os “verdadeiros amigos” se contam nos dedos,
e que aquele que não luta para tê-los, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado
unicamente de amizades falsas…
Com o tempo… Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva
podem continuar a magoar a quem você disse durante toda a vida…
Com o tempo… Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, somente as
“almas grandes” conseguem…
Com o tempo… Você compreende que se você feriu muito um amigo,
provavelmente a amizade jamais será a mesma…
Com o tempo… Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada
pessoa é insubstituível e única…
Com o tempo… Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um
ser humano,
mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos, só que
multiplicados…
Com o tempo… Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje,
porque o terreno do amanhã é demasiado incerto para fazer planos…
Com o tempo… Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que
aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava…
Com o tempo… Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o
futuro, mas sim o momento que estava vivendo naquele instante…
Com o tempo… Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão, dizer que ama ou dizer que sente falta, dizer que precisa ou que quer ser… Junto de um caixão… … deixa de fazer sentido…

Por isso, recorde sempre estas palavras:
“O HOMEM TORNA-SE VELHO MUITO RÁPIDO E SÁBIO DEMASIADO TARDE”,
Exatamente quando: “JÁ NÃO HÁ TEMPO”

Sorria e seja feliz!
Você merece, e isso,só depende de você!

Desconheço o Autor
Recebido de: Izabella Faraone

As 7 maravilhas do mundo

Foi solicitado a um grupo de estudantes que escrevessem uma lista do que eles pensavam ser
« As sete maravilhas do Mundo » dos nossos dias.
Houve algumas diferenças mas seguem, os que tiveram o maior nº de votos:
1.As grandes pirâmides do Egipto
2.O Taj Mahal
3.O Grande Canyon
4.O Canal de Panama
5.O Empire State Building
6.A Basilica St-Pierre
7.A Grande Muralha da China

Enquanto se contavam os votos, a explicadora nota que um estudante ainda não tinha entregue o seu papel.
Então ela pergunta ao jovem se estava a ter dificuldades em fazer a sua lista. Ele respondeu, « sim, um pouco. É dificil de escolher porque existem tantas! »
A explicadora diz-lhe, « Diz o que tu já escreveste e talvez te possa ajudar ».
O jovem hesitou mas depois disse:
« Eu penso que as Sete Maravilhas do Mundo são: »

1. Ver

2. Ouvir

3. Tocar

4. Provar

5. Sentir

6. Rir

7. e Amar…

Toda a turma ficou em silêncio absoluto. Estas coisas são de tal maneira simples e corriqueiras que nos esquecemos até que ponto são maravilhosas!

Lembra-te: As coisas mais preciosas não se podem comprar ou serem feitas
pelo homem.

Recebido de: Gislene Sousa

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