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O perispírito

Como será o tecido sutil da espiritual roupagem que o homem envergará, sem o corpo de carne, além da morte?

Tão arrojada é a tentativa de transmitir informes sobre a questão aos companheiros encarnados, quão difícil se faria esclarecer à lagarta com respeito ao que será ela depois de vencer a inércia da crisálida.

Colado ao chão ou à folhagem, arrastando-se, pesadamente, o inseto não desconfia que transporta consigo os germes das próprias asas.

O perispírito é, ainda, corpo organizado que, representando o molde fundamental da existência para o homem, subsiste, além do sepulcro, demorando-se na região que lhe é própria, de conformidade com o seu peso específico.

Formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno.

Organismo delicado, com extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir.

Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço.

O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.

Note-se, contudo, que não nos reportamos aqui ao aperfeiçoamento interior.

O crescimento intelectual, com intensa capacidade de ação, pode pertencer a inteligências perversas.

Daí a razão de encontrarmos, em grande número, compactas falanges de entidades libertas dos laços fisiológicos, operando nos círculos da perturbação e da crueldade, com admiráveis recursos de modificação nos aspectos em que se exprimem.

Não possuem meios para a ascese imediata, mas dispõem de elementos para dominar no ambiente em que se equilibram.

Não adquiriram, ainda, a verticalidade do Amor que se eleva aos santuários divinos, na conquista da própria sublimação, mas já se iniciaram na horizontalidade da Ciência com que influenciam aqueles que, de algum modo, ainda lhes partilham a posição espiritual.

Os “anjos caídos” não passam de grandes gênios intelectualizados com estreita capacidade de sentir.

Apaixonados, guardam a faculdade de alterar a expressão que lhes é própria, fascinando e vampirizando nos reinos inferiores da natureza.

Entretanto, nada foge à transformação e tudo se ajusta, dentro do Universo, para o geral aproveitamento da vida.

A ignorância dormente é acordada e aguilhoada pela ignorância desperta.

A bondade incipiente é estimulada pela bondade maior.

O perispírito, quanto à forma somática, obedece a leis de gravidade, no plano a que se afina.

Nossos impulsos, emoções, paixões e virtudes nele se expressam fielmente. Por isso mesmo, durante séculos e séculos nos demoraremos nas esferas da luta carnal ou nas regiões que lhes são fronteiriças, purificando a nossa indumentária e embelezando-a, a fim de preparar, segundo o ensinamento de Jesus, a nossa veste nupcial para o banquete do serviço divino.

(De “Roteiro”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

Colaboração: Natalina Maria de Oliveira

A medicina e o espiritismo

O que é saúde e o que é doença à luz da doutrina espírita?

* Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo.

* O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se expressam realmente as informações da consciência.

* O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.

* Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde.

* Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia.

* Essa perturbação da harmonia acontece à nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação dessa desarmonia.

* O nosso “não consciente” envia mensagens ao nosso “consciente”, sob a forma de tensões ou sofrimentos físicos e emocionais. Procurando “silenciar” essa tentativa de comunicação, utilizamos medicamentos para acabar com os sintomas, sem perceber o que gerou os mesmos.

* Para se dar conta de onde está situada a causa inicial, médicos e pacientes precisam aprender não apenas a perceber o que é visível na luz, mas também identificar o que está escondido na sombra.

* Por que médicos e pacientes precisam aprender a perceber onde está a causa inicial?
* Médicos porque têm o papel de orientar. Se não souberem a causa, irão tratar apenas a conseqüência.
* Pacientes porque são os principais interessados e responsáveis por sua cura.

Origem da desarmonia no perispírito

* Sabemos todos que o perispírito:
* É preexistente e sobrevivente à morte do corpo material, transmitindo suas vontades ao corpo físico e as impressões do corpo físico ao espírito;

* Que o envoltório carnal se modela e as células se agrupam de acordo com a forma perispiritual;

* Que as qualidades ou defeitos, faltas, abusos e vícios de existências passadas registrados no perispírito reaparecem no corpo físico como enfermidades e moléstias.

* O amar a si mesmo ainda é uma lição que todos temos que aprender. Muitas reencarnações têm como objetivo precípuo restabelecer o desejo de viver e recuperar a alegria de sentir-se em paz. Uma conseqüência da falta do auto-amor é a depressão.

* Inúmeras almas já renascem “adoecidas”, ou seja, com os componentes psíquicos enfermiços. Em grande parte dos casos o componente inicial dessa enfermidade é a falta de auto-amor.

O que é depressão?

Como se pode conceituar depressão à luz do conhecimento espírita?

* Depressão é cansaço de viver, é não aceitar a vida como ela é.

* É a “doença prisão” que cassa a liberdade da criatura rebelde, viciada em ter seus caprichos atendidos.

* É uma intimação de leis da vida convocando a alma a mudanças inadiáveis.

* Em tese, depressão é a reação da alma que não aceitou sua realidade pessoal como ela é, estabelecendo um desajuste interior que a incapacita para viver plenamente.

* No capítulo “Receituário oportuno” do livro “Escutando os Sentimentos” de Wanderley S. de Oliveira, Ermance Dufaux nos diz ser necessário ingerir três medicações com freqüência:

1.Acreditar que merece a felicidade, assim como todos os seres humanos (ser feliz é contentar-se com o que se é, sem que isso signifique estacionar; é o amor a si);

2.Parar de encontrar motivos externos para suas dores, encontrando-lhes as causas íntimas (dentro de cada um está a cura para todos os seus males);

3.Parar de pensar em felicidade para depois da morte e tentar ser feliz ainda em vida (a felicidade resulta da habilidade de consolidar o sentido da vida a partir do “olhar de impermanência”).

As emoções e os chakras

* Sabemos quando a consciência de uma pessoa está desequilibrada, pois a mesma torna visível e palpável na forma de sintomas físicos ou psicológicos o seu desequilíbrio. Existem desarmonias registradas a nível perispiritual. É o ser humano que está doente (espírito) e não o seu corpo físico.

* Como os chakras fornecem energia sutil aos diversos órgãos do corpo, os bloqueios e conflitos emocionais podem resultar num fluxo energético anormal para diversos sistemas fisiológicos. Com o tempo, esses fluxos anormais de energia podem produzir doenças de maior ou menor gravidade em qualquer órgão do corpo.

* O stress emocional é um importante fator no processo de produção das doenças. Os conflitos emocionais, os sentimentos de impotência e a falta de amor por si próprio podem ter efeitos nocivos sobre o funcionamento dos principais chakras.

* A falta de amor a si ou auto-imagem ruim pode causar bloqueio no chakra cardíaco, o qual, secundariamente, afeta o funcionamento do timo, debilitando o sistema imunológico. Também pode afetar os pulmões contribuindo para as doenças respiratórias.

* A forma inadequada de expressar verbalmente o que sente ou a não expressão verbal dos sentimentos internos pode interferir na função do chakra laríngeo. Essa pode ser a causa de muitos casos de amigdalites ou transtornos de tireóide.

* Nossas doenças são freqüentemente um reflexo simbólico dos nossos estados internos de intranqüilidade emocional, bloqueio espiritual e desconforto. Isso sugere que a prescrição de medicamentos de efeito rápido, que aliviem apenas temporariamente os sintomas agudos da doença, não é a solução ideal para minorar os problemas do paciente, dentro de uma perspectiva reencarnacionista.

* A medicina do futuro deverá ensinar os pacientes a reconhecerem os fatores emocionais e energéticos sutis que podem predispô-los a determinados estados mórbidos. Assim, terá mais facilidade em detectar disfunções nos chakras, corpos emocional, etérico e mental.

Hereditariedade

Por que ficamos doentes se aparentemente fazemos tudo certo?

* A hereditariedade existe, mas os registros no perispírito, das experiências passadas da alma (psíquico, intelectual, profissional, moral e emocional), determinam a formação dos órgãos no novo corpo material. A hereditariedade reflete a aproximação por afinidades vibratórias entre os membros de uma mesma família.

* Na fecundação, o gameta masculino vitorioso está impulsionado pela energia do perispírito do reencarnante que encontrou nele os fatores genéticos necessários para a programação reencarnatória. Os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros, vão organizando o corpo físico.

* As enfermidades graves decorrem de faltas passadas e contribuem para o aprendizado, reparação e restauração dos atos inadequados, além da elevação da alma.

* Certos acontecimentos e doenças são permitidas pelo plano espiritual para estimular o espírito a cumprir compromissos com a sua jornada evolutiva.

* Assim, enfermidades ou acidentes inesperados, carência afetiva, dificuldades econômicas, são meios utilizados para despertar da anestesia da ilusão ou da intoxicação do orgulho, egoísmo, cólera, etc, a que muitos se submetem .

* Tabaco, álcool, drogas, excesso no sexo e na alimentação, são de livre opção atual, não incursos originalmente no processo evolutivo de ninguém. Quem a qualquer deles se vincula, colherá o efeito prejudicial, não se podendo queixar ou aguardar solução de emergência.

Energia vital. Como equilibrá-la?

* Do ponto de vista energético, o corpo físico debilitado oscila numa freqüência diferente daquela quando em estado saudável.

* Quando a pessoa é incapaz de alterar o seu modo energético para a freqüência adequada, talvez seja necessário aplicar-lhe certa dose de energia sutil, o que pode fazer com que seus sistemas bioenergéticos passem a vibrar de forma apropriada.

* Existem formas de tratamento que interagem também com a energia do ser humano como a acupuntura, a homeopatia, a antroposofia, a cromoterapia, os florais, os fatores de auto-organização, os elixires de pedras preciosas, o passe magnético, a prece, a água fluída, etc.

* No entanto, a medicina não deve ter como foco apenas o tratamento do corpo, pois dessa forma não obterá a cura, mas apenas a melhora dos sintomas.

* O ideal é que se possa detectar as doenças num estágio suficientemente precoce para impedir a manifestação física da doença em nível celular.

* A doença é o caminho pelo qual o ser humano pode seguir rumo à cura. Quanto maior for nossa compreensão, maior nosso aproveitamento das coisas que nos cercam.

* A cura acontece através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência.

Responsabilidades de médico e paciente no processo de cura.

Papel do espiritismo

* O princípio mais importante para a medicina que trabalha com as vibrações é o conceito de que os seres humanos são sistemas dinâmicos de energia, refletindo padrões evolutivos do crescimento da alma.

* O médico não deve ser apenas um agente promotor da cura, mas também um educador. No entanto, o paciente é o principal responsável pela sua cura.

* É muito mais fácil tomar um comprimido que proporcione um rápido “conserto” do organismo, do que modificar os hábitos potencialmente insalubres que possam contribuir para o problema da saúde.

* Cada ser humano é responsável pela busca do seu equilíbrio e da sua harmonia. O espiritismo auxilia no tratamento da consciência humana, lhe apresentando novos valores, educando o espírito.

* Muitos pacientes só adotam hábitos mais saudáveis após algum acontecimento traumático ou o diagnóstico de uma doença grave.

* O médico do futuro combinará o conhecimento científico e o conhecimento espiritual a fim de promover a cura em todos os níveis.

De: José Carlos Pereira Jotz

Recebido de: Luiz Carlos Buzinari

BIBLIOGRAFIA

– Porque adoecemos? Novos horizontes do conhecimento médico espirita – Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

– Porque adoecemos? Volume II Principios para a medicina da alma. Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

– Doenças, cura e saúde a luz do espiritismo. Geziel Andrade.

– Medicina Vibracional. Uma medicino para o futuro. Richard Gerber.

– Escutando os sentimentos. Wanderley S. de Oliveira.

– Diga-me onde doi e eu te direi por quê. Michael Odoul. Editora Campus.

A MEDICINA E O ESPIRITISMO

José Carlos Pereira Jotz

Porto Alegre – 2007
O que é saúde e o que é doença à luz da doutrina espírita?

Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo.

O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se expressam realmente as informações da consciência.

O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.

Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde.

Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia.

Esta perturbação da harmonia acontece à nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação desta desarmonia.

O nosso “não consciente” envia mensagens ao nosso “consciente”, sob a forma de tensões ou sofrimentos físicos e emocionais. Procurando “silenciar” esta tentativa de comunicação, utilizamos medicamentos para acabar com os sintomas, sem perceber o que gerou os mesmos.

Para se dar conta de onde está situada a causa inicial, médicos e pacientes precisam aprender não apenas a perceber o que é visível na luz, mas também identificar o que está escondido na sombra.

Por que médicos e pacientes precisam aprender a perceber onde está a causa inicial?

Médicos porque tem o papel de orientar. Se não souber a causa, irá tratar apenas a conseqüência.

Pacientes porque são os principais interessados e responsáveis por sua cura.

Origem da desarmonia no perispírito

Sabemos todos que o perispírito:

É preexistente e sobrevivente à morte do corpo material, transmitindo suas vontades ao corpo físico e as impressões do corpo físico ao espírito;

Que o envoltório carnal se modela e as células se agrupam de acordo com a forma perispiritual;

Que as qualidades ou defeitos, faltas, abusos e vícios de existências passadas registrados no perispírito reaparecem no corpo físico como enfermidades e moléstias.

Inúmeras almas já renascem “adoecidas”, ou seja, com os componentes psíquicos enfermiços. Em grande parte dos casos o componente inicial desta enfermidade é a falta de auto-amor.

O amar a si mesmo ainda é uma lição que todos temos de aprender. Muitas reencarnações têm por objetivo precípuo restabelecer o desejo de viver e recuperar a alegria de sentir-se em paz. Uma conseqüência da falta do auto-amor é a depressão.

O que é depressão?

Como se pode conceituar depressão à luz do conhecimento espírita?

Depressão é cansaço de viver, é não aceitar a vida como ela é.

É a “doença prisão” que cassa a liberdade da criatura rebelde, viciada em ter seus caprichos atendidos.

É uma intimação de leis da vida convocando a alma a mudanças inadiáveis.

Em tese, depressão é a reação da alma que não aceitou sua realidade pessoal como ela é, estabelecendo um desajuste interior que a incapacita para viver plenamente.

No capítulo “Receituário oportuno” do livro “Escutando os Sentimentos” de Wanderley S. de Oliveira, Ermance Dufaux nos diz ser necessário ingerir três medicações com freqüência:

1.Acreditar que merece a felicidade, assim como todos os seres humanos (ser feliz é contentar-se com o que se é, sem que isso signifique estacionar; é o amor a si);

2.Parar de encontrar motivos externos para suas dores, encontrando-lhes as causas íntimas (dentro de cada um está a cura para todos os seus males);

3.Parar de pensar em felicidade para depois da morte e tentar ser feliz ainda em vida (a felicidade resulta da habilidade de consolidar o sentido da vida a partir do “olhar de impermanência”).

As emoções e os chakras

Sabemos quando a consciência de uma pessoa está desequilibrada, pois a mesma torna visível e palpável na forma de sintomas físicos ou psicológicos o seu desequilíbrio, existem desarmonias registradas a nível perispiritual. É o ser humano que está doente (espírito) e não o seu corpo físico.

Como os chakras fornecem energia sutil aos diversos órgãos do corpo, os bloqueios e conflitos emocionais podem resultar num fluxo energético anormal para diversos sistemas fisiológicos. Com o tempo, esses fluxos anormais de energia podem produzir doenças de maior ou menor gravidade em qualquer órgão do corpo.

O stress emocional é um importante fator no processo de produção de doenças. Os conflitos emocionais, os sentimentos de impotência e a falta de amor por si próprio podem ter efeitos nocivos sobre o funcionamento dos principais chakras.

A falta de amor a si ou auto-imagem ruim pode causar bloqueio no chakra cardíaco, o qual, secundariamente, afeta o funcionamento do timo, debilitando o sistema imunológico. Também pode afetar os pulmões contribuindo para as doenças respiratórias.

A forma inadequada de expressar verbalmente o que sente ou a não expressão verbal dos sentimentos internos pode interferir na função do chakra laríngeo. Esta pode ser a causa de muitos casos de amigdalites ou transtornos de tireóide.

Nossas doenças são freqüentemente um reflexo simbólico dos nossos estados internos de intranqüilidade emocional, bloqueio espiritual e desconforto. Isto sugere que a prescrição de medicamentos de efeito rápido, que aliviem apenas temporariamente os sintomas agudos da doença, não é a solução ideal para minorar os problemas do paciente, dentro de uma perspectiva reencarnacionista.

A medicina do futuro deverá ensinar os pacientes a reconhecer os fatores emocionais e energéticos sutis que podem predispô-los a determinados estados mórbidos. Terá mais facilidade em detectar disfunções nos chakras, corpos emocional, etérico e mental.

Hereditariedade

Por que ficamos doentes se aparentemente fazemos tudo certo?

A hereditariedade existe, mas os registros no perispírito, das experiências passadas da alma (psíquico, intelectual, profissional, moral e emocional), determinam a formação dos órgãos no novo corpo material. A hereditariedade reflete a aproximação por afinidades vibratórias entre os membros de uma mesma família.

Na fecundação, o gameta masculino vitorioso está impulsionado pela energia do perispírito do reencarnante que encontrou nele os fatores genéticos necessários para a programação reencarnatória. Os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros, vão organizando o corpo físico.

As enfermidades graves decorrem de faltas passadas e contribuem para o aprendizado, reparação e restauração dos atos inadequados, além da elevação da alma.

Certos acontecimentos e doenças são permitidas pelo plano espiritual para estimular o espírito a cumprir compromissos com a sua jornada evolutiva.

Assim, enfermidades ou acidentes inesperados, carência afetiva, dificuldades econômicas, são meios utilizados para despertar da anestesia da ilusão ou da intoxicação do orgulho, egoísmo, cólera, etc, a que muitos se submetem .

Tabaco, álcool, drogas, excesso no sexo e na alimentação, são de livre opção atual, não incursos originalmente no processo evolutivo de ninguém. Quem a qualquer deles se vincula, colherá o efeito prejudicial, não se podendo queixar ou aguardar solução de emergência.

Energia vital. Como equilibrá-la?

De um ponto de vista energético, o corpo físico debilitado oscila numa freqüência diferente daquela quando em estado saudável.

Quando a pessoa é incapaz de alterar o seu modo energético para a freqüência adequada, talvez seja necessário aplicar-lhe certa dose de energia sutil, o que pode fazer com que seus sistemas bioenergéticos passem a vibrar de forma apropriada.

Existem formas de tratamento que interagem também com a energia do ser humano como a acupuntura, a homeopatia, a antroposofia, a cromoterapia, os florais, os fatores de auto-organização, os elixires de pedras preciosas, o passe magnético, a prece, a água fluída, etc.

No entanto, a medicina não deve ter como foco apenas o tratamento do corpo, pois desta forma não obterá a cura, apenas melhora dos sintomas.

Pesquisas realizadas com ajuda de clarividentes sugerem que as doenças iniciam-se primeiramente no corpo etérico e em outros veículos de freqüências superiores. Neste caso os sinais de doenças poderão ser percebidos no corpo etérico antes que seja possível detectá-los no corpo físico.

O ideal é que se possa detectar as doenças num estágio suficientemente precoce para que impeça a manifestação física da doença no nível celular.

A doença é o caminho pelo qual o ser humano pode seguir rumo à cura. Quanto maior for nossa compreensão, maior nosso aproveitamento das coisas que nos cercam.

A cura acontece através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência.

O desenvolvimento de valores como paciência, humildade, bondade, perdão, tolerância, caridade e amor, são características de consciência plenamente desperta, de unidade perfeita e de perfeito entrosamento de Deus para com o homem. Este é o caminho da cura.

Responsabilidades de médico e paciente no processo de cura.

Papel do espiritismo

O princípio mais importante para a medicina que trabalha com as vibrações é o conceito de que os seres humanos são sistemas dinâmicos de energia que refletem os padrões evolutivos do crescimento da alma.

O médico não deve ser apenas um agente promotor da cura, mas também um educador. No entanto, o paciente é o principal responsável pela sua cura.

É muito mais fácil tomar um comprimido que proporcione um rápido “conserto” do organismo, do que modificar os hábitos potencialmente insalubres que possam estar contribuindo para o problema da saúde.

Cada ser humano é responsável pela busca do seu equilíbrio, da sua harmonia. O espiritismo auxilia no tratamento da consciência humana, lhe apresentando novos valores, educando o espírito.

Muitos pacientes só adotam hábitos mais saudáveis após algum acontecimento traumático ou o diagnóstico de uma doença grave.

O médico do futuro combinará o conhecimento científico e o conhecimento espiritual a fim de promover a cura em todos os níveis.

BIBLIOGRAFIA

– Porque adoecemos? Novos horizontes do conhecimento médico espirita – Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

– Porque adoecemos? Volume II Principios para a medicina da alma. Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

– Doenças, cura e saúde a luz do espiritismo. Geziel Andrade.

– Medicina Vibracional. Uma medicino para o futuro. Richard Gerber.

– Escutando os sentimentos. Wanderley S. de Oliveira.

– Diga-me onde doi e eu te direi por quê. Michael Odoul. Editora Campus.

Enviado por: Rosely Pedro

Perispírito

Conheça este corpo responsável direto pela organização, formação e saúde do corpo físico denso.

Perispírito, corpo astral, corpo fluídico, ou ainda, corpo espiritual é no dizer dos espíritos um corpo fluídico que envolve o espírito.

Kardec é quem deu a este corpo fluídico o nome de perispírito, em alusão ao perisperma, membrana que envolve a semente de um fruto.

O perispírito é um dos produtos mais importantes do Fluido Cósmico Universal. “É uma condensação deste fluido em torno de um foco inteligente ou alma”.

Tanto o corpo carnal como o perispírito são matéria e derivados do Fluido Cósmico, porém a matéria de ambos se encontra em diferentes condições vibratórias, como diria o espírito André Luiz.

Praticamente, todas as civilizações humanas do passado falaram no perispírito. Os egípcios o conheciam como o KHA; na índia, no Rig Veda fala-se em Língua-Sharira; no esoterismo judeu, Nephesh; Paracelso o chamou de Corpo Astral ou Evestrum; Paulo de Tarso de Corpo Espiritual ou Corpo Incorruptível.

Formado dos fluidos espirituais de cada globo, o perispírito varia de acordo com o meio onde se encontra. Suas características dependem do nível moral e espiritual alcançado em cada individualidade, pois é esta moralidade e espiritualidade alcançadas em numerosas experiências reencarnatorias que irão funcionar como um foco de atração para este ou aquele elemento (átomo) da matéria espiritual, de sorte que o perispírito irá retratar sempre o nível espiritual de cada criatura.

Portanto, o corpo espiritual ou perispírito tem uma forma para constituir-se bem distinta do corpo físico. Enquanto este é formado basicamente dos elementos carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio (constituintes básicos da matéria orgânica), os átomos espirituais que compõem o perispírito variam de acordo com sua evolução.

Kardec nos ensina que o perispírito, por meio de uma expansão do mesmo, se une ao ser humano desde o momento da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. Daí para frente, orienta a divisão celular do mesmo, unindo-se ao corpo físico, célula a célula, órgão a órgão, molécula a molécula, átomo a átomo. Esta união permanece por toda a vida física do indivíduo. Só quando por ocasião da morte do corpo físico é que ocorre a desunião do perispírito com o corpo físico, quando o espírito desencarnado volta ao Mundo Espiritual.

Orientando a divisão celular, o perispírito é por isso mesmo a matriz do corpo físico. Numerosos fenômenos podem ser explicados quando conseguimos perceber que a matriz do corpo físico se encontra fora do mesmo, embora agregado a ele. Um deles é o intrincado fenômeno da embriogênese.

É muito conhecido entre os embriologistas e curiosos fatos que quando nos estágios iniciais de formação do embrião, se for colocada uma célula que no seu lugar de origem já estava sendo diferenciada para dar formação a uma estrutura, por exemplo, do aparelho digestivo, se for colocada em um outro local que deverá redundar no olho do organismo, esta célula, que já se estava diferenciando, regride para o seu estágio de indiferenciação e começa agora a diferenciar-se novamente, de sorte a ajudar a formar o olho do organismo. Tudo se passa como se por trás da gênese orgânica houvesse “algo” que orientasse a sua formação.

É a este “algo” que a fisiologista francesa Claude Bernard dá o nome de “Idéia diretriz”. Hans Driesch dá o nome de “Intelékia” e o dr Hermani Guimarães Andrade, parapsicólogo brasileiro, dá o nome de “Modelo Organizador Biológico – MOB”

O espiritismo nos ensina que esse “algo”que organiza a matéria orgânica nada mais é que uma das propriedades do perispírito que se manifesta como a matriz orientadora do corpo físico.

O leitor poderá objetar que tal princípio está concentrado nos genes, que estão inseridos nos cromossomos da células, como tão bem vem demonstrando a genética, ciência que estuda os fenômenos da hereditariedade. Sem dúvida, a genética vem elucidando muitas das leis que regem a hereditariedade, porém, está longe de conhecer e explicar todos os fenômenos da organogênese.

Dentre os muitos fatos que a genética ainda não consegue explicar, poderíamos citar, como exemplo, o curioso fato das moscas sem olhos.

Dr. Hermani Guimarães Andrade relata em seu livro Psi Quântico que “realizando o cruzamento entre si, as moscas das frutas (Drosophila melanogaster), portadoras dos genes recessivos correspondentes ao caráter “mosca sem olhos”, podem ocorrer o aparecimento de moscas sem olhos. Neste caso a linhagem é pura com relação a este caráter. Isto quer dizer que, de acordo com as leis da genética, as descendências deverão ser sempre moscas sem olhos.Entretanto, não é isto exatamente o que ocorre. Depois de um certo número de gerações por entrecruzamento de moscas cegas, surgirão novamente moscas com olhos normais.

Diante de fenômenos como este, os geneticistas se perguntam o que aconteceu ou o que interferiu nos genes para provocar tal mutação e corrigir o defeito da cegueira das moscas? Para tal pergunta, a genética não tem resposta. No entanto, se a genética não responde, o espiritismo o faz quando nos afirma que toda a experiência da vida no planeta está registrada no perispírito e que, por isso mesmo, quando ocorre alguma anomalia no código genético da matéria, o espírito lança mão do arquivo mnemônico do perispírito corrigindo a anomalia, provocando pequenas alterações nos genes no transcorrer das gerações, até que o defeito ou anomalia seja corrigido.

O espiritismo não veio para desacreditar a genética ou qualquer outra ciência, mas veio para associar-se às mesmas a fim de permitir explicar numerosos fatos que a ciência, por si só, logra fazê-lo.

FORMAS FÍSICAS DOS SERES VIVOS

É bem conhecido o fato de que, no ser humano, todas as células físicas se desgastam e são substituídas, de sorte que, excetuando-se as células do sistema nervoso, todas as outras células são substituídas e, no espaço de aproximadamente oito anos, todas as células do organismo foram substituídas e no entanto, a criatura conserva os seus traços fisionômicos. Esta “memória” que permite a recomposição celular sem perda dos sinais fisionômicos do indivíduo é mais uma das propriedades do perispírito.

Como foi mencionado, a energia agregada ao corpo espiritual depende do grau de desenvolvimento moral e espiritual, do que decorre que no que diz respeito ao corpo espiritual, o que a pessoa é está estampado em sua fisionomia.

O PERISPÍRITO E AS INFLUÊNCIAS MENTAIS

Umas das características da “matéria espiritual é o fato dela ser muito dócil à ação plasmatizante do pensamento. Ela sofre a ação do,pensamento e se modela de acordo com as sugestões do mesmo. Isto nos permite compreender uma série de fenômenos do plano espiritual. Um deles é o fato de, estando o espírito condicionado que está doente, enferidado, ou aleijado, por mecanismos de auto-sugestões mentais, plasma em seu organismo os sinais das moléstias que acredita possuir, enferidando-se ou provocando aleijões. Basta, no entanto, libertar-se dos condicionamentos para que o organismo espiritual volte a se apresentar totalmente saudável.

Estas sugestões podem também chegar ao espírito por via indireta através de forte sugestão mental vinda de um outro espírito. André Luiz, espírito que nos escrevia através da mediunidade psicográfica de Chico Xavier, nos conta em seu livro Libertação, como uma mulher no plano espiritual, após sofrer fortes sugestões mentais hipnóticas de um outro espírito, de que era uma loba, acabou por acatar estas sugestões e as incorporou ao seu perispírito, cuja matéria espiritual se modelou de acordo com estas sugestões, e gradativamente as expressões fisionômicas dessa senhora foram se modificando até tomar a forma de uma loba.

Estes fenômenos de transformação fisionômica de espírito por sugestões hipnóticas é conhecido como licantropia. No entanto, é preciso esclarecer que esta é uma alteração provisória e não definitiva já que. Depois de cessadas as sugestões hipnóticas, imediatamente o indivíduo recupera sua fisionomia humana. Portanto, não se trata, de um retrocesso evolutivo, o que nunca acontece conforme nos esclarece a doutrina espírita.

A matéria espiritual atua em um espaço diferente do nosso. Possivelmente em um espaço de mais de três dimensões. Isto nos permite compreender o porquê do corpo espiritual ou perispírito pode atravessar a nossa matéria sem impedimento. Um espírito pode atravessar as nossas paredes e as nossas portas mesmo que fechadas.

PERCEPÇÕES E SENSAÇÕES

No corpo físico, a percepção do mundo exterior é feita através dos órgãos dos sentidos, exceto o fato que nos permite perceber o meio que nos cerca através de todo o nosso organismo. Nós só podemos ouvir pelos nossos ouvidos, ver pelos olhos, degustar pelo paladar e sentir os odores pelo nosso olfato.

No entanto, no plano espiritual podem perceber o mundo espiritual através de todo o seu perispírito. Isto é, podem ver, sentir, ouvir, perceber odores e o gosto das substâncias, por qualquer parte do seu perispírito e não somente pelos seus órgãos dos sentidos.

Alguns fatos paranormais estudados pelos nossos cientistas parecem apoiar estes conceitos. Dr. César Lombroso, famoso metapsiquista italiano, teve no transcorrer de sua vida médiuns de renome à sua disposição e que lhe permitiram interessantes pesquisas e estudos. Certa feita, trabalhou com sensitivas que apresentavam uma sensibilidade exacerbada quando em estado hipnótico. Estas sensitivas, quando em transe hipnótico, eram capazes de perceber odores e sons petas mais variadas localizações de seu corpo. Eram, por exemplo, capazes de sentir odores pelos pés ou ouvir pelos joelhos.

Se formos explicar o fato pela teoria espírita, ocorre que no indivíduo em transe hipnótico, o perispírito se expande e se exterioriza além dos limites corporais. Como a sensibilidade do perispírito é global, a capacidade de penetrar o meio externo pode acontecer em qualquer ponto do organismo. No entanto, quando o indivíduo sair do estado hipnótico, o perispírito se recolhe aos limites do corpo físico e a percepção exterior volta a ser percebida só, através de sentidos físicos.

Outros fatos que também parecem cooperar para que se acredite na sensibilidade global do perispírito são as experiências conscientes de desdobramento.

O sr. Monroe, de nacionalidade americana, apresenta esta interessante característica de se desdobrar conscientemente. Muitas dessas experiências ele relata em seu livro Viagens Fora do Corpo.

Em uma dessas viagens, conta o sr. Monroe que andava por um determinado local quando, sem que virasse a cabeça, teve a sensação de ter visto um determinado objeto que estava situado atrás. Ao voltar a cabeça para trás, constatou a presença do objeto. Em inúmeras outras experiências de desdobramento, percebeu que poderia ver sem os olhos, até tomar consciência de que estando desdobrado e com sua consciência trabalhando em seu perispírito poderia ter uma visão de 360 graus e de que não necessitava dos olhos para ver. O “ver pelos olhos” era somente um condicionamento que adquirira com o seu corpo físico.

LOCOMOÇÃO AÉREA E LUMINOSIDADE

Como já conhecemos, a matéria que compõe o perispírito dos espíritos depende do grau evolutivo do mesmo. Quanto mais evoluído, maior é a capacidade do espírito de atrair “átomos” mais sutis da matéria espiritual para formar o seu perispírito. Estes átomos mais sutis são de pouca densidade e muitas vezes emitem luminosidade. Esta baixa densidade permite a esses espíritos sofrerem uma atração gravitacional muito pequena do planeta onde se encontram, o que lhes facilita a locomoção permitindo mesmo a alguns deles a volitação, isto é, a capacidade de voarem. A luminosidade irradiada pelos “átomos” espirituais permitem a esses espíritos irradiarem luz e até mesmo poderem ser reconhecidos pelo seu espectro luminoso.

Todos os fenômenos mediúnicos acontecem graças às propriedades do perispírito.

Portanto, no perispírito se encontra a chave para o conhecimento dos fenômenos mediúnicos.

Para que aconteça o fenômeno mediúnico é preciso que o perispírito se expanda e que se exteriorize para além do corpo físico. E o que Kardec chama de exteriorização do perispírito. Assim, expandido, o persipírito passa a exibir as suas propriedades, apercebendo-se do meio espiritual que o cerca. Se essa percepção não impressionar nenhuma área específica do cérebro, o indivíduo tem uma percepção geral do plano espiritual inespecífica, que em geral lhe chega à consciência em forma de impressões emocionais como de agrado ou desagrado. Quando estas impressões conseguem impressionar determinadas áreas cerebrais, elas podem ser específicas e o indivíduo pode “ver” ou “ouvir” o mundo espiritual.

Os espíritos podem, peta sua vontade, e isto também está na dependência de suas aquisições evolutivas, condensar as moléculas de seu perispírito até que as mesmas se aproximem das características das moléculas da matéria física, o que permite que sejam vistos pelos médiuns videntes.

Bicorporcidade é a visualização do espírito de um vivo, isto é, um indivíduo encarnado. O indivíduo em desdobramento, ou com o seu perispírito afastado de seu corpo físico, poderá também sofrer uma condensação de suas moléculas, que se for de grande intensidade poderá impressionar até os olhos físicos de qualquer criatura, dando a impressão de que o indivíduo tem dois corpos, o que vulgarmente é conhecido como “homens duplos”.

TRANSFIGURAÇÃO

O médium em transe mediúnico sofre um apagamento de seus traços fisionômicos e aparece a fisionomia da entidade comunicante.

O que parece ocorrer é o seguinte:

Há uma exteriorização do perispírito do médium além dos limites de seu corpo físico. Ocorre, por mecanismos de afinidades, uma sintonia do perispírito da entidade que deverá se comunicar. Forma-se uma atmosfera psíquica perispiritual comum entre o médium e a entidade. Através desta atmosfera perispirítica comum há uma simbiose de pensamentos, sentimentos e sensações de ambos. Em seguida, as moléculas do perispírito do médium sofrem uma condensação, formando uma névoa brumosa em torno do médium, escondendo os seus traços fisionômicos. Por mecanismos telepáticos, o médium recebe as impressões fisionômicas da entidade comunicante e o próprio psiquismo do médium impressiona o seu perispírito com os traços fisionômicos da entidade comunicante, dando a impressão ilusória de que a entidade entrou no corpo do médium. Este fenômeno é bastante raro.

Fenômeno ainda mais raro é quando o médium sofre uma transfiguração e com o seu perispírito exteriorizado e as moléculas do mesmo condensadas, permite que se veja o seu estágio evolutivo estampado em seu perispírito.

O estudo do perispírito é muito apaixonante e no conhecimento de sua natureza e propriedades, se encontra a chave que nos permite compreender uma gama enorme de fenômenos biológicos, psíquicos e paranormais.

Notas: (Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 25, páginas 32-36)
Por:  Edvaldo Kulchesk