Skip to main content

O silêncio que provém após o grito

Todos nós temos energias que buscam eclodir quando somos contrariados ou mesmo quando o nosso ego é diretamente tocado, mas qualquer pessoa de bom senso após o grito, à palavra dura, o coração se enche de culpa e remorso, por isso antes de falar algo que maltrate aquele que fala com você busque saber no seu íntimo se não vai se arrepender após ter dito; pois o silêncio, o vazio que ocupa o espaço após a palavra de agressão geralmente é mais punitivo e doloroso.

Busque sempre anteceder o impulso na mente que se defende o tempo todo, aproveite o instante para nutrir o desejo de dizer coisas boas, justas e alegres e deixe aos outros o aprendizado de sua sabedoria ou do silêncio que escolheram passar.

Pelo espírito Aluísio Fonseca

-Mensagem recebida pelo médium Fernando Ben na manhã do dia 29 de outubro de 2017, no centro espírita Lar de Maria – Olinda-PE

Colaboração: Suely dos Anjos

https://www.facebook.com/suely.anjos

Eu quero paz no local de trabalho.

O trabalho reúne, pessoas de diferentes, espíritos que reencarnaram centenas de vezes, com personagens e comportamentos dos mais variados, e isso muitas vezes causa atrito, ressentimento e estresse. Às vezes, o chefe é muito exigente ou sem educação para delegar serviços ou tarefas, os colegas podem ser desagradáveis, pode haver muito trabalho, ou as condições de trabalho podem não ser confortáveis.

Às vezes, pode haver concorrência ou inveja entre os trabalhadores, ou os clientes são muito exigentes ou hostis.

Estas são algumas das razões pelas quais a maioria das pessoas aguarda ansiosamente suas férias. Suas férias lhes proporcionam uma maneira de sair de sua vida diária e encontrar alguma paz. A boa notícia é que você não precisa esperar por suas férias. Você pode aprender a ganhar paz interior e aproveitar todos os momentos, exatamente onde você está. Quando sua mente é pacífica, todo o ambiente torna-se pacífico.

Agora, você provavelmente se pergunta o que você pode fazer para tornar isso realidade. Parece incrível mas uma das melhores técnicas para obter a paz mental é a meditação. No momento da raiva de uma escapadinha em um canto sereno, calmo, pode até ser no banheiro, relaxe, ore, respire profundamente varias vezes.
Por vários momentos, visualize uma bela localização que você ama, ou algum evento que o deixou feliz. Sinta-se como se estivesse lá agora, e desfrute dos sentimentos que se levantam dentro de você.
Abaixo, você encontrará mais algumas sugestões simples para experimentar a paz interior em seu local de trabalho.

Você provavelmente não terá sucesso nas primeiras tentativas, mas se você seguir seguindo estas dicas e sugestões sinceramente, você gradualmente começará a sentir a paz de espírito.

1) Se as pessoas que você conhece falam em voz alta, são descortês e tensas, provavelmente você reagirá e se comportará em conformidade, aumentando seu nível de tensão. Por outro lado, se você ficar calmo, falar, agir e reagir pacificamente, as pessoas imitam de forma inconsciente seu comportamento. Você se torna um poder líder, não importa qual seja sua posição no trabalho.

2) Cada dia, antes de entrar no seu local de trabalho, repita várias vezes a seguinte afirmação , com sentimento, fé e atenção:
“Minha mente é pacífica durante todo o dia.
Eu irradio a paz em torno de mim.
Eu falo pacificamente, educadamente e com um sorriso.

3) Cumprimente as pessoas que conhece no trabalho.

4) Sempre que sentir tensão ou raiva construindo em você, tome três respirações lentas e profundas antes de falar ou agir.

5) Preste atenção às palavras que você pensa, diga ou escreve. Use apenas palavras positivas.

6) Seja educado.

7) Sempre que você se achar elevando sua voz, baixe-a imediatamente.

8) Fale em um tom médio, não muito alto ou muito baixo, e não deixe a voz ou a voz das outras pessoas influenciar a sua.

09) Enquanto trabalha, concentre-se no que está fazendo. Coloque toda a sua atenção. Isso evitará pensamentos perturbadores.

10) Não desperdice seu tempo e análise de energia, e pense nas motivações e no comportamento das pessoas.

11) Antes de falar com alguém com quem você não gosta ou tem medo, ou alguém que faz você se sentir tenso ou irritado, tome algumas respirações profundas e depois visualize seus dois conversando pacificamente e harmoniosamente.
Para finalizar amigos, por melhor que seja o caráter de alguém, os motivos da obsessão no local de seu trabalho variam, mas sua única intenção é o desejo de fazer o mal; como sofrem, querem fazer os outros sofrerem; sentem prazer em atormentar os mais próximos. Esses espíritos agem por ódio e inveja do bem; é por isso que atormentam as pessoas mais honestas.

Os Lobos

 

Esta é uma pequena lição para nosso dia-a-dia, mas que poderá fazer uma grande diferença se aplicada.
Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas.
Ele disse, ‘Meu filho, a batalha é entre dois ‘lobos’ dentro de todos nós.
Um é o Mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego.
O outro é Bom. É alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.’
O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô:
‘Qual lobo vence?’
O velho Cherokee simplesmente respondeu:

O que você alimenta…

Colaboração: Roseli Cia

Prego e tábua

menino com raiva

Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo.
Um dia ele recebeu um saco cheio de pregos e uma placa de madeira.
O pai disse a ele que martelasse um prego na tábua toda vez que perdesse a paciência com alguém.
No primeiro dia o garoto colocou 37 pregos na tábua.
Já nos dias seguintes, enquanto ele ia aprendendo a controlar sua raiva, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradativamente.
Ele descobriu que dava menos trabalho controlar sua raiva do que ter que ir todos os dias pregar diversos pregos na placa de madeira…
Finalmente chegou um dia em que o garoto não perdeu a paciência em hora alguma.
Ele falou com seu pai sobre seu sucesso e sobre como estava se sentindo melhor em não explodir com os outros e o pai sugeriu que ele retirasse todos os pregos da tábua e que a trouxesse para ele.
O garoto então trouxe a placa de madeira, já sem os pregos, e a entregou a seu pai.
Ele disse:
“Você está de parabéns, meu filho, mas dê uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na tábua…
…ela nunca mais será como antes”.
Quando você diz coisas estando com raiva, suas palavras deixam marcas como essas.
Você pode enfiar uma faca em alguém e depois retirá-la.
Não importa quantas vezes você peça desculpas, a cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão ruim quanto uma agressão física.
Amigos são como joias raras.
Eles te fazem sorrir e te encorajam para alcançar o sucesso.
Eles te emprestam o ombro, compartilham dos teus momentos de alegria…
e sempre querem ter seus corações abertos para você.”

Recebido de: Margareth Sia de Fáveri




Francisco e o Lobo

Gúbio, uma cidade na Úmbria,

estava tomada de grande medo.

Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz,

o qual não somente devorava os animais como os homens,

de modo que todos do povoado estavam apavorados!

E todos andavam armados quando saíam da cidade,

como se fossem para um combate.

Por isso,cercaram a cidade com altas muralhas

e reforçaram as portas.

Certa vez, quando Francisco chegou naquela cidade,

estranhou muito o medo do povo.

Percebeu que a culpa não podia ser unicamente

do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa

que era tão destrutiva

Como parecia ser a causa do lobo.

Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar.

Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado,

mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e como dizia às pessoas,

na força da “Cruz”.

O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco,

raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo!

Mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco

e ouviu como este se dirigia a ele como a um “ irmão”, cessou de correr

e ficou muito surpreendido.

As boas vibrações de Francisco de Assis

anularam a vilolência que havia no “irmãozinho”

lobo.

De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade.

Francisco então falou para o lobo: “Irmãozinho Lobo”,

quero somente conversar com você,

“meu irmão” …

E caso você esteja me entendendo,

levante, por favor, a sua patinha para mim!

O “irmãozinho lobo”, então, perante

“tão forte vibração de amor e carinho”,

perdeu toda a sua maldade.

Levantou confiante, a pata da frente,

e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco..

Então, Francisco disse-lhe amorosamente:

Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas

desta cidade, pois de agora em diante

você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais

matar nem agredir ninguém, para sobreviver…”

Querido “irmãozinho lobo”,vou fazer um trato com você!

De hoje em diante, vou cuidar de você

meu irmão!Você vai morar em minha casa,

vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar

e seremos sempre amigos!

Com a promessa de nunca mais lesar nem homem

nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade.

Também o povo da cidade abandonou sua raiva e

começou a chamar o lobo de “irmão”.

Prometeram dar-lhe cada dia o alimento necessário.

Finalmente, o “irmão lobo” morreu de velhice,

pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar.

Ainda hoje se mostra em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados

com grande carinho e respeito durante séculos.

Amigo , a história do Lobo de Gúbio, chama-nos, sem dúvida, à reflexão.

Quantas vezes deparamo-nos com “irmãozinhos” um tanto agressivos, nervosos, impacientes, chegando mesmo a nos agredir com palavras ásperas, levando-nos à decepções e amarguras… Quantas vezes!

Se pararmos para pensar e refletir, talvez cheguemos a triste conclusão, de que esteja ocorrendo com eles,

o mesmo acontecido com o lobo de Gúbio…

Ele, o lobo, acuado, com fome, sem receber compreensão e carinho, respondia também da mesma forma,

com medo ódio e agressividade.

Quando encontrou-se frente a frente com o Amor e a Paz, defendidas por Jesus em Seu Evangelho,e personificada, vivida e exemplificada por Francisco de Assis,

o lobo não teve outra reação senão a de recuar em suas agressões e respondeu também com carinho e compreensão, passando de inimigo à companheiro e amigo de todos.

Assim acontece em nossas vidas!

Se oferecermos aos nossos semelhantes azedume,

palavras de pessimismo, rancor, ódio e intolerância,

receberemos indubitávelmente, na mesma dose,

tudo aquilo que semearmos …

Pois como dizia São Francisco, “é dando que recebemos…”

Recebido de:  Alfred Trautmanis (In memoriam)

Sopre as Cinzas

Quem feriu você já feriu e já passou.
Lá na frente encontrará o inevitável retorno e pelas mãos de outrem será ferido também.
A Vida se encarregará de dar-lhe o troco e você, talvez, nem jamais fique sabendo.
O que importa de verdade é o que você sentiu e, mais importante, é o que ainda você sente:
Mágoa? Rancor?
Ressentimento? Ódio?
Você consegue perceber que esses sentimentos foram escolhidos por você?
Somos nós que escolhemos o que sentir diante de agressões e de ofensas.
Quem nos faz o mal é responsável pelo que faz, mas NÓS somos responsáveis pelo que sentimos.
Essa responsabilidade tem a ver com o Amor que devemos e temos que sentir por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou aí dentro de você?

Mágoa
– Você sabia que de todas as drogas ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde, jogue-a fora.

Rancor
– Ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível: dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças
de cujas origens nem suspeitará.

Ressentimento
– Pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente constantemente poluído, enfumaçado, repleto de
bactérias e de incontáveis tipos de vírus: é isso que seu coração e seus pulmões estão tentando agüentar.
Até quando você acha que eles vão resistir?

Ódio
– Seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse veneno que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Por seu próprio Bem e pelo seu Bem, perdoe.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz.
Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe que seu ofensor lembre-se dele através das conseqüências com que, certamente, virá a arcar.
Mude seu destino … seja o comandante da sua nau!
Escolha o melhor caminho para sua “viagem”
E se outras vezes o ferirem, perdoe …
Perdoe … Como Cristo perdou os que o crucificaram.

“Prado”