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Pequenas agressões

Importante percebermos que, quase sempre, nossos destemperos, nossas crises de desequilíbrio, esses rompantes que nos acometem no dia a dia, vão se construindo aos poucos.

Muitas vezes não é um fato isolado ou apenas uma situação que pode nos levar à mudança de humor, ou ao abalo emocional.

São pequenas e corriqueiras ocorrências que vão se acumulando e, aos poucos, desequilibram nossas emoções.

Acontece, por exemplo, de manhã, a xícara de café nos escapar da mão sujando-nos a roupa; o filho teimar em não se vestir, ignorando o tempo escasso; o trânsito nos apresentar pessoas apressadas e imprudentes.

No trabalho, encontramos o colega mal humorado e grosseiro, aliando-se ao acúmulo dos compromissos da agenda profissional.

Em família, os imprevistos que sempre acontecem, exigindo-nos uma atitude, uma providência…

Tudo isso vai se somando e fazendo o dia pesar nos nossos ombros. Também os afazeres se acumulam, sem que os consigamos vencer.

Quantas vezes despertamos com os resíduos emocionais de situações do dia anterior, que insistem em permanecer em nosso íntimo?

A isso se adicionam as situações do amanhã… E, logo mais, estamos transbordando transtornos, chegando a ser rudes com as pessoas.

do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,

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