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Quem são os guias espirituais

 

Os bons espíritos procuram socorrer e orientar os encarnados independentemente de qualquer interesse ou determinação superior; fazem o bem pelo bem, mas devem atender somente àqueles que realmente estão interessados na sua reforma espiritual.

Eles não se submetem aos médiuns despreocupados dos objetivos sérios da vida, que os evocam com assiduidade para resolver os assuntos mais triviais da vida humana. Vivem assoberbados com o serviço de proteção aos desencarnados que ainda se debatem em dificuldades no além.

Só empregam o seu tempo nas obras que produzem resultados benéficos e definitivos nas almas (espíritos encarnados) atribuladas, enquanto se afastam das consultas imprudentes e da negligência dos encarnados.

Os Espíritos socorristas não se irritam nem se mostram magoados pelas solicitações absurdas, cômodas e inconvenientes dos seus tutelados da Terra. Mas, ao verificarem a inutilidade do seu esforço para elevar-lhes o padrão espiritual, deixam-nos, para orientar e servir a outros mais sensatos. A vaga então é preenchida imediatamente pelas entidades mistificadoras e irresponsáveis que, adotando nomes pomposos e consagrados pela história religiosa, passam a satisfazer a vaidade, o interesse e os caprichos tolos dos seus consulentes comodistas.

Há casos em que os guias, precisam adotar providências rigorosas contra os seus protegidos e deixá-los à mercê da sua própria experiência dolorosa…

Do livro Mediunismo, do espírito Ramatís, psicografado por Hercílio Maes.