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O que nos leva a doar para a caridade?

 

Você esta seguindo o fluxo na avenida e o sinal fechou e um homem sem teto lhe pede umas moedas ou um malabarista de bolinhas a frente de seu veiculo impressiona e também pede alguns trocados.

Você sai do supermercado e lhe pedem qualquer alimento do seu carrinho para a entidade “x” ou “y”.

Oportunidades para dar dinheiro as pessoas que precisam de ajuda estão em todos os lugares.

Mas quais são as situações para chegar a sua carteira? Será que depende do seu humor ou caridade?

Ou depende de seu fluxo do caixa do mês?

De acordo com um estudo, um dos principais fatores que podem determinar se devemos ou não doar é onde nós estamos em dois traços morais: empatia (Capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. ) e justiça.

Embora ambos são características positivas, que muitas vezes parecem nos puxar em duas direções diferentes.

Por exemplo, se você acredita que um drogado sem teto causou seu próprio infortúnio, então provavelmente você vai inclinar-se para não dar qualquer dinheiro.

Por outro lado, se você relacionar a dor que ele poderá causar a alguém se  voltar a se drogar, então  provavelmente você mudará a sua postura e  doara alguns trocados.

Os resultados da pesquisa mostraram que alguns participantes viam como imoral  dar uma doação a pessoas que eram “responsáveis” pela sua própria situação.

Embora existam vários fatores que levam em consideração antes de doar para uma instituição de caridade, a pesquisa confirma o imenso poder de compreender o sentimento dos outros. É o que nos conecta uns aos outros. O sofrimento é universal.

Interessante nesta pesquisa é que, quando pesquisadores pediram aos participantes para recordar suas próprias dificuldades do passado, os participantes pareciam capazes de sentir empatia com aqueles que estavam sofrendo.

Como resultado, eles eram mais propensos a doar.

Nós brasileiros somos pessoas generosas? As estatísticas apontam que não.

Cada cidadão que paga Imposto ao Leão desembolsa R$ 23,00 por ano para alguma entidade,  enquanto nos EUA são R$ 780,00.

Você pode não concordar com estes valores, por ser o brasileiro que recebe menos que os americanos. Mas esta é mais complicada, não está na nossa cultura praticar a filantropia, mas sim comprar picanha e cerveja para seu churrasco em abundância, reunir os amigos e descer para o litoral sem medo de estourar o cartão ou o cheque especial.

Pense bem. Agradeça a Deus todos os dias a situação boa que você vive.

Escolha uma instituição de sua cidade, veja as dificuldades , é hora de você começar a ajudar e inicie mesmo que seja uma pequena doação.

Ligue, pergunte onde é aplicado seu dinheiro. Como é aplicado na instituição. Peça informes periódicos para a entidade. Seja um sócio efetivo.

Se você não pode doar em dinheiro. Seja um voluntário. Aproveite seu conhecimento ou experiência em determinada atividade e ponha isso em prática.

Lembre-se : O voluntário de hoje pode ser o doador de amanhã.

Afinal, “um dia pode ser você” do outro lado, precisando na outra vida.