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O de que o mundo mais carece

Pode um ateu ter uma personalidade e um caráter ilibados.

Mas é o espiritualismo uma possante coluna de sustentáculo do que poderíamos chamar
de o fundamento da ética e da moral.

Um ateu é honesto por uma certa necessidade, enquanto que o espiritualista é honesto por princípio. Mas, para que o espiritualismo produza bons frutos, como os da honestidade, é imprescindível que ele seja desvencilhado de doutrinas fantasiosas e mitológicas.

Não tem, destarte, mais sentido o homem do Terceiro Milênio, já bastante evoluído, ficar acreditando em certas doutrinas religiosas em que só crêem crianças, adultos cegos de crença e fanáticos, e aqueles “crentes” por conveniência, como o fazem alguns líderes religiosos, que fingem para seus fiéis aceitarem alguns dogmas, por ser a crença neles um meio de eles, os fiéis, serem mais facilmente manipulados.

E temos para com essas crenças religiosas o conluio dos políticos egoístas, que, à moda dos líderes religiosos, têm a política como um meio de servir também aos seus próprios interesses.

Por isso digo que existe a separação oficial do Estado e da religião, sim, mas, na realidade, ambos estão unidos como se fossem as unhas com a carne, pois a religião e a política têm um objetivo em comum, isto é, arrebanharem as massas.

O Mestre deu o exemplo para os políticos e, principalmente, para os líderes religiosos, dizendo que não veio para ser servido, mas para servir! (Mateus 20,28).

Autor: José Reis Chaves

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