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		<title>Para uma grande mulher</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 13:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Amanhã segunda feira será  comemorado o dia da mulher. Muitos anos passaram e ainda tem muitos marmanjos que não vê o papel essencial que representa no lar, no trabalho e na sociedade. Vinicius de Moraes comentou: “Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas”. Compreendidas como conseguem administrar seus negócios, funcionários, família, volta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!--CusAds1--><p><a href="http://www.luzespirita.net/wp-content/uploads/2010/03/mulher.1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3577" title="mulher.1" src="http://www.luzespirita.net/wp-content/uploads/2010/03/mulher.1.jpg" alt="mulher.1" width="127" height="98" /></a></p>
<p>Amanhã segunda feira será  comemorado o dia da mulher. Muitos anos passaram e ainda tem muitos marmanjos que não vê o papel essencial que representa no lar, no trabalho e na sociedade. Vinicius de Moraes comentou: “Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas”. Compreendidas como conseguem administrar seus negócios, funcionários, família, volta para casa, faz faxina, cuida dos filhos, lava e passa roupa, vai no supermercado, põe os filhos para dormir, e ainda acha um tempo para pintar as unhas, arrumar o cabelo e fazer uma leitura ou ficar na frente na TV. Isso sem contar os minutos no fone para uma boa fofoca. E aquela mulher aposentada que fica na fila do banco para sacar sua pequena aposentadoria, fazendo milagres para sustentar a família. No comportamento sexual os marmanjos dizem ter a fantasia de fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo. Elas concordam num ponto; pelo menos teriam com quem conversar depois que ele pegasse no sono. Passar a mulher para trás, traí-la é fácil, o difícil é o que vem depois, igual ao tsunami, vem uma onda que leva tudo: carro, dinheiro, casa, divórcio, pensão. Comece a entender as mulheres antes que seja tarde. Quando falamos em mulher, vem a mente aquela loira siliconada de 1,80 altura, seios fartos, toda reboleixon, tipo Sandra Bullock, Adriana Galisteu, mas esquecemos das mulheres que ficam nas filas nas madrugadas para matricular seus filhos, ou nos postinhos de saúde com seu filho doente. Mulheres, como entendê-las  essa força mágica? E aquelas mulheres que varrem nossas ruas debaixo de um Sol de 40 graus e que Boris Casoy expressou preconceito com a infeliz declaração: “Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”. Um estudo britânico aponta que pessoas que trabalham fazendo faxina em hospitais, vias públicas, têm mais valor para a sociedade do que os funcionários de alto escalão de um banco, concluiu. Portanto você ai que esta esparramado no sofá tomando sua cervejinha enquanto sua esposa, irmã, filha, amiga, ou avó esta nas tarefas, encontre um tempo e paciência, por que elas tem até de mais, e transmita o mínimo de seu apreço. Uma flor, mesmo que seja virtual, será certamente bem recebido e acredito que nunca faltará tua “cerva” na sua geladeira. “Doni Cia”</p>
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		<title>Mal olhado e feitiçaria</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 11:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programa Transição-RedeTV]]></category>
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		<description><![CDATA[Entrevistado:
Divaldo Pereira Franco
Programa Transição
Direitos: RedeTV




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			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevistado:<br />
Divaldo Pereira Franco<br />
Programa Transição<br />
Direitos: RedeTV</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9920811&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=f5460c&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9920811&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=f5460c&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Reunião de desobsessão fechada e pública</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reuniões de desobsessão]]></category>

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		<description><![CDATA[De:Eduardo Augusto
Americana,SP


Envio a vcs. uma pesquisa sobre alguns aspectos do espiritismo. Nesta pesquisa tem alguns assuntos como: reunião de desobsessão, sessão mediúnica aberta ou fechada ao público e passe magnético. O srs. analisarão que alguns autores de renome possuem opiniões diferentes Herculano e Divaldo.
- Reunião de Desobsessão:
Há uma recomendação difundida no movimento espírita brasileiro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De:Eduardo Augusto</p>
<p>Americana,SP</p>
<p><a href="mailto:eduardoalourenco@hotmail.com"><br />
</a></p>
<p>Envio a vcs. uma pesquisa sobre alguns aspectos do espiritismo. Nesta pesquisa tem alguns assuntos como: reunião de desobsessão, sessão mediúnica aberta ou fechada ao público e passe magnético. O srs. analisarão que alguns autores de renome possuem opiniões diferentes Herculano e Divaldo.</p>
<p><strong>- Reunião de Desobsessão:</strong></p>
<p>Há uma recomendação difundida no movimento espírita brasileiro para que não se permita a presença de assistidos em reuniões de desobsessão realizadas nas casas espíritas e muito menos exercitar a mediunidade fora do centro espírita. E o que se observa é que essa sugestão é, amiúde, fundamentada nalgumas obras psicografadas, principalmente em livros do espírito André Luiz, através das mediunidades de Francisco Xavier e de Waldo Vieira, e nalgumas psicografias do médium Divaldo Franco. A própria Federação Espírita Brasileira (FEB), em seus textos e manuais, também recomenda essa diretriz para tais reuniões.</p>
<p>Kardec, trata deste assunto completamente diferente na Revista espírita descrevendo os procedimentos do grupo a qual pertencia o Sr. Dombre em processos de desobsessão em Marmande. A passagem citada, contida na Revista espírita de fevereiro de 1866, não é a única que relata os fatos ocorridos em Marmande, há ainda outras cinco citações, respectivamente em fevereiro, março e junho de 1864, janeiro de 1865 e em junho de 1867. Todas essas descrições do Sr. Dombre sobre os fatos ocorridos em Marmande e circunvizinhança trazem os procedimentos de seu grupo no acompanhamento e cura de processos obsessivos. Um dos casos mais interessantes é, sem dúvida, o da jovem Thérèse B., que tinha crises regulares, todas as tardes, havia mais de oito meses, narrado nos textos de 1864. Ao entrar em contato com o guia espiritual do médium, Sr. L., que acompanhara o Sr. Dombre, foram instados a evocar todas as noites o espírito obsessor e a moralizá-lo, chamando-o pelo nome de Jules. Do dia 11 de janeiro, dia da primeira reunião, ao dia 18, os procedimentos foram feitos regularmente na casa da jovem vitimada pela grave obsessão, com as presenças de parentes e da própria menina. É no dia 16 de janeiro que Jules, o espírito obsessor, vira-se para a jovem e diz: “Terna criança (se dirige à sua vítima presente à sessão), tu que escolhi por minha presa, como o abutre a doce pomba, ora por mim, e que o nome de condenado se apague de tua memória. Recebi o batismo de amor das mãos do anjo do Senhor, e hoje visto a roupa da inocência. Pobre criança, desejo que tuas preces dirigidas por mim ao Senhor me livrem logo do remorso que vai-me seguir como uma expiação justamente merecida” (Kardec, 1993a, p.176). Ao final do relato do Sr. Dombre, Kardec tece alguns comentários: “Devemos um justo tributo de elogio aos nossos irmãos de Marmande, pelo tato, a prudência e o devotamento esclarecido dos quais deram prova nessa circunstância. Por este brilhante sucesso, Deus recompensou sua fé, sua perseverança e seu desinteresse moral, porque nisso não procuraram nenhuma satisfação de amor-próprio; provavelmente, não teria ali ocorrido o mesmo se o orgulho tivesse deslustrado a sua boa ação” (p.178). Os textos falam por si, não seriam necessários comentários adicionais, mas por conta da evidência, ressalta-se o procedimento do Sr. Dombre nesse caso, que mantém a presença da menina (de apenas treze anos!) durante a evocação do espírito que a atormenta; e, mais importante, os comentários gravemente elogiosos de Kardec aos procedimentos corretos do grupo de Marmande, refutando qualquer hipótese de fundamentar a ausência do assistido nas reuniões de desobsessão através de textos kardecistas.</p>
<p>Já no texto de janeiro de 1865, num novo relato de cura de obsessão feita pelo círculo espírita de Marmande, vê-se outra jovem, também de treze anos, Valentine Laurent, ter crises convulsivas que se renovavam várias vezes por dia. Após o uso de recursos vários, médicos e párocos, o grupo resolveu evocar seus guias espirituais e receberam a recomendação de evocar o espírito obsessor, nomeando-o Germaine. Convidando o pai da jovem, realizaram uma primeira sessão em 16 de setembro de 1864, com a finalidade de iniciar o trabalho de moralização de Germaine e de mostrar ao pai da vítima a verdadeira razão do problema de sua filha. A partir do dia 17 de setembro, o Sr. Dombre freqüentou a casa da família diariamente para testemunhar as crises e conhecer melhor o problema. No dia 21 de setembro, convidou pai e filha, a menina Valentine, para estarem presentes à reunião (Kardec, 1993b, p.10), e, lá, o grupo recebeu de seus guias uma mensagem a ser passada ao espírito: “Germaine, sois nossa irmã; esta jovem é também nossa irmã e a vossa. Se outrora alguma ação funesta vos ligou, e fez pesar sobre vós duas a justiça divina, não podeis dobrar o Juiz supremo. [...] Nesta família onde provocais a maldição, não será falado de vós senão o bem; haverá ali reconhecimento; essa criança pedirá também por vós, e se o ódio vos desuniu, o amor um dia vos reunirá” (p.10-11). Continua mais adiante o Sr. Dombre: “O dia 23 passou sem crise, como o da véspera. À noite a jovem vai com seu pai à sessão, para ouvir Germaine por quem ela já levava muito interesse” (p.16). E ainda no mesmo texto, após o processo de moralização de Germaine já ter resultados, lê-se o diálogo entre a menina e o espírito: “‘Dizei-me todos, tu sobretudo, pobre jovem, que me perdoais. Tenho necessidade de ouvir esta palavra sair de teu coração. Dai-me, se vos apraz, essa consolação’. A jovem Valentine lhe disse: ‘Sim, Germaine, eu vos perdôo; muito mais, vos amo!’” (p.17). Aqui, mais uma vez, os textos citados são límpidos, não restando qualquer argumentação contrária quanto ao fato da presença da jovem nas reuniões, e mais, participando inclusive dos diálogos com o espírito obsessor.</p>
<p>Só os fatos relatados nos casos de Marmande já seriam bastante suficientes para rechaçar qualquer argumentação contrária à presença dos assistidos nas reuniões de desobsessão. Todavia, não se limitará a eles, para não haver qualquer possibilidade de dúvidas sobre esse ponto. Visita-se agora um caso relatado pelo Sr. Delanne, no número de maio de 1865, no qual conta: “Numa outra sessão, fez-se a evocação do espírito que obsidiava, há dez anos, um operário chamado Joseph, agora em vias de cura. Jamais fiquei tão penosamente emocionado quanto em presença das dores do paciente no momento da evocação; calmo de início, foi tomado de repente de sobressaltos, de espasmos e de tremores nervosos; assim tomado por seu inimigo invisível e se agitou em convulsões terríveis; o peito se enche, sufoca, depois, retomando sua respiração, se contorce como uma serpente, rola na terra, se levanta de um pulo, se bate na cabeça. Não pronunciava senão palavras entrecortadas, sobretudo a palavra: Não! Não! O médium, que é uma senhora, estava em prece; ela tomou a pena, e eis que o invisível deixando sua presa por um instante, se apoderou de sua mão, e o teria assassinado se o deixasse fazê-lo” (Kardec, 1993b, p.143). Aqui Delanne relata curas através de seu grupo espírita, com a presença do assistido.</p>
<p>Ainda outro caso, relatado no número de junho de 1865, de uma cura realizada pelo grupo de espíritas de Barcelona, na Espanha, informa que a Sra. Rose N., atingida muitos anos “por ataques espasmódicos que se repetiam muito freqüentemente e com violência” (Kardec, 1993b, p.173), recorreu a vários recursos médicos e religiosos, sem qualquer resultado. Em julho de 1864 o grupo teve notícias do fato e se propôs a auxiliar a pobre senhora, afirmando o relato: “Aceitamos com zelo essa ocasião de fazer uma boa obra; reunimos vários adeptos sinceros, e fizemos vir a doente. Alguns minutos bastaram para reconhecer a causa da doença de Rose; era, com efeito, uma obsessão das mais terríveis. Tivemos muita dificuldade em fazer o obsessor vir ao nosso chamado. Ele foi muito violento, nos respondeu algumas palavras sem nexo, e logo se lançou com uma fúria sobre sua vítima, à qual deu uma crise violenta que foi, no entanto, logo acalmada pelo magnetizador” (p.174). O relato afirma que depois de algumas reuniões mediúnicas de moralização do espírito, sempre com a presença da vítima, essa estava completamente curada. Após o caso exposto, Kardec faz algumas considerações e afirma: “Os fatos de curas como este, como os de Marmande e outros não menos meritórios, sem dúvida, são um encorajamento; são também excelentes lições práticas que mostram a quais resultados se podem chegar pela fé, pela perseverança, e uma sábia e inteligente direção” (p.177). Aqui cabem alguns comentários adicionais, além de Kardec elogiar peremptoriamente o trabalho realizado pelo grupo de Barcelona.</p>
<p>Se ainda restar um mínimo de dúvida sobre esse ponto, cita-se ainda o caso relatado na Revista espírita de junho de 1867, no artigo Nova sociedade espírita de Bordeaux, no qual o seu presidente, Sr. Peyranne, descreve as atividades desse grupo espírita no seu relatório anual, e dentre essas atividades fala da desobsessão: “Há de resto, em Bordeaux, muitos casos de obsessão, e uma sessão por semana especialmente consagrada à evocação e à moralização dos obsessores está longe de ser suficiente, uma vez que o médium curador, acompanhado de um médium escrevente, de um evocador e, freqüentemente, de certos de nossos irmãos, vai ao domicílio dos doentes, a fim de treinar os obsessores e ali virem mais facilmente, lado a lado” (Kardec, 1993d, p.178). Após esse e outros relatos, Kardec comenta: “Não podemos senão aplaudir o programa da Sociedade de Bordeaux e felicitá-la por seu devotamento e a inteligente direção de seus trabalhos. [...] A maneira pela qual ela procede para o tratamento das obsessões é ao mesmo tempo notável e instrutiva, e melhor prova de que essa maneira é boa, é de que ela triunfa” (p.181). Aqui se vê Kardec, mais uma vez, elogiando a direção da casa pela forma como conduz seus trabalhos, e sobre a reunião de desobsessão, especificamente, é contundente, adjetivando-a de “notável e instrutiva”.</p>
<p>Como já dito no início desse estudo, e demonstrado pelas citações da Revista espírita, Kardec dá preferência à presença dos assistidos nas reuniões de acompanhamento mediúnico de desobsessão, não obstante não invalidar a possibilidade do atendimento à distância. Inclusive, na região de Marmande, no artigo de fevereiro de 1866, que foi utilizado para afirmar a contrariedade de Kardec em relação à presença de assistidos em reuniões de desobsessão, há um relato de uma cura de obsessão operada à distância. Nele, o assistido, um camponês vitimado “de uma loucura de tal modo furiosa, que perseguia as pessoas a golpes de forcado para matá-las, e que na falta de pessoas, atacava os animais do galinheiro” (Kardec, 1993c, p.40), residia numa aldeia distante algumas léguas da região de Marmande. A família do camponês foi orientada a interná-lo em uma casa para alienados, mas antes de executar tal orientação, “um de seus parentes tendo ouvido falar das curas obtidas em Marmande, em casos semelhantes, veio procurar o Sr. Dombre e lhe disse: ‘Senhor, me disseram que curais os loucos, é por isso que venho vos procurar’” (p.40). A partir desse momento, não sem antes consultar seus guias espirituais, o grupo de Marmande passou a evocar o espírito obsessor do camponês, e solicitou que o parente os procurasse em Marmande a cada dois dias para dar notícias sobre o assistido. Após oito dias de reuniões, conseguiram moralizar o espírito que perseguia o camponês, que passou a apresentar melhorias sensíveis em seu comportamento social. Kardec se vê admirado com o resultado e comenta: “Poder-se-ia colocar à conta da imaginação as curas operadas à distância, sobre pessoas que jamais se viram, sem emprego de nenhum agente material qualquer” (p.41). Percebe-se, portanto, que Kardec, longe de recriminar a presença do assistido, antes se entusiasma com os resultados obtidos, apesar da sua ausência.</p>
<p>Mas em vários casos cuja presença do atendido é inviável, talvez pela distância ou pela impossibilidade de locomoção (problema bem superado pelo grupo de Bordeaux), o acompanhamento à distância e as preces são o melhor meio de assisti-lo. Um exemplo que se vê na Revista espírita de janeiro de 1863, quando discute os fenômenos de Morzine, ilustra essa possibilidade. É uma cura através de preces relatada por um membro da Sociedade Espírita de Paris, de uma jovem que casou de forma contrariada, o que “levou-a a uma alteração em suas faculdades mentais” (Kardec, 2000, p.5). Um espírito superior orientou-o assim: “A idéia fixa dessa senhora, por sua própria causa, atrai, ao seu redor, uma multidão de espíritos maus que a envolvem com seu fluido, mantendo-a em suas idéias, e impedindo que cheguem a ela as boas influências. Os espíritos dessa natureza pululam sempre nos meios semelhantes ao que ela se encontra, e são, freqüentemente, um obstáculo à cura dos enfermos. No entanto, podeis curá-la, mas é preciso para isso uma força moral capaz de vencer a resistência, e essa força não é dada a um só. Que cinco ou seis espíritas sinceros se reúnam todos os dias, durante alguns instantes, e peçam com fervor a Deus e aos bons espíritos para assisti-la; que vossa ardente prece seja, ao mesmo tempo, uma magnetização mental; não tendes, para isto, necessidade de estar junto dela, ao contrário; pelo pensamento podeis levar sobre ela uma corrente fluídica salutar [...]” (p.6).</p>
<p>Em fevereiro de 1863, ainda tratando dos problemas de Morzine, Kardec relata um delírio sofrido por um senhor de seu conhecimento que reside em outra cidade da província. Atendido por médicos, foi diagnosticada loucura e recomendado que fosse internado numa casa de saúde. Dispondo-se a ajudar, Kardec consulta um espírito sobre o problema, e esse afirma: “Esse senhor não é louco, mas da maneira a que isso se prende, poderia tornar-se; bem mais, poderia matá-lo. O remédio para o seu mal está no próprio espiritismo, e é tomado em contra-senso” (Kardec, 2000, p.35). Kardec então pergunta: “Poder-se-ia agir sobre ele daqui?” (p.35), e o espírito responde: “Sim, sem dúvida; podeis fazer-lhe o bem, mas vossa ação é paralisada pela má vontade daqueles que o cercam” (p.35). A pergunta de Kardec, se para ele fosse normal a ausência do assistido em suas reuniões, soaria incompreensível. Claro que se perguntou, é porque não estava convicto da eficácia do atendimento à distância.</p>
<p>Citam-se agora alguns trechos do Evangelho, conforme o capítulo 15 de A gênese, nos quais Jesus opera curas em homens possessos. Em Mc 1, 21-27, lê-se que “achava-se na sinagoga um homem possesso de um espírito impuro, que exclamou: – Que há entre ti e nós, Jesus de Nazaré? Vieste para nos perder? Sei quem és: és o santo de Deus. – Jesus, porém, falando-lhe ameaçadoramente, disse: Cala-te e sai desse homem. – Então, o espírito impuro, agitando o homem em violentas convulsões, saiu dele. Ficaram todos tão surpreendidos que uns aos outros perguntavam: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele dá ordem com império, até aos espíritos impuros, e estes lhe obedecem” (Kardec, 1984, p.327-328). O homem doente estava na sinagoga, no meio de todos, e lá Jesus expulsa o espírito impuro. Em Mt 9, 32-34, apresentam a Jesus “um homem mudo, possesso do demônio” (p.328), que ele cura no meio do povo. Em Mc 9, 13-28, Jesus pede, em torno de uma grande multidão, ao pai de um rapaz, possesso de um espírito mudo, que lho traga para curá-lo. Em Mt 12, 22-28, apresentam-lhe um possesso surdo e mudo que ele cura no meio do povo. Há ainda outras passagens de curas de obsessões realizadas por Jesus, e vê-se, em quase todas, o procedimento de levar os doentes à presença de Jesus, e a cura acontecer à vista de todos. Kardec, comentando essas passagens, diz que a “prova da participação de uma inteligência oculta, em tal caso, ressalta de um fato material: são as múltiplas curas radicais obtidas, nalguns centros espíritas, pela só evocação e doutrinação dos espíritos obsessores, sem magnetização, nem medicamentos e, muitas vezes, na ausência do paciente e a grande distância deste” (p.329-330), ressaltando, mais uma vez, o fato de que a cura das obsessões na ausência dos assistidos ser também uma possibilidade real.</p>
<p>A desobsessão é tarefa essencial de qualquer casa espírita que queira seguir as orientações dos espíritos que participaram da obra kardecista, como se vê em O livro dos médiuns, no qual os espíritos propõem como atividade regular, após pergunta de Kardec, reuniões que visassem o auxílio aos espíritos errantes: “P. Não se pode também combater a influência dos maus espíritos, moralizando-os? R. Sim, mas é o que não se faz e é o que não se deve descurar de fazer, porquanto, muitas vezes, isso constitui uma tarefa que vos é dada e que deveis desempenhar caridosa e religiosamente. Por meio de sábios conselhos, é possível induzi-los ao arrependimento e apressar-lhes o progresso” (Kardec, 1996, p.322); ou ainda em O livro dos espíritos, pergunta 476: “P. Mas, não pode acontecer que a fascinação exercida pelo mau espírito seja de tal ordem que o subjugado não a perceba? Sendo assim, poderá uma terceira pessoa fazer que cesse a sujeição da outra? E, nesse caso, qual deve ser a condição dessa terceira pessoa? R. Sendo ela um homem de bem, a sua vontade poderá ter eficácia, desde que apele para o concurso dos bons espíritos, porque, quanto mais digna for a pessoa, tanto maior poder terá sobre os espíritos imperfeitos, para afastá-los, e sobre os bons, para os atrair. Todavia, nada poderá, se o que estiver subjugado não lhe prestar o seu concurso. Há pessoas a quem agrada uma dependência que lhes lisonjeia os gostos e os desejos. Qualquer, porém, que seja o caso, aquele que não tiver puro o coração nenhuma influência exercerá. Os bons espíritos não lhe atendem ao chamado e os maus não o temem” (Kardec, 1995, p.251). E o método de evocação de espíritos também é colocado em O livro dos médiuns: “Convém igualmente que só com muita prudência se façam evocações, na ausência das pessoas que as pediram, sendo mesmo preferível que não sejam feitas nessas condições, visto que somente aquelas pessoas se acham aptas a analisar as respostas, a julgar da identidade, a provocar esclarecimentos, se for oportuno, e a formular questões incidentes, que as circunstâncias indiquem. Além disso, a presença delas é um laço que atrai o espírito, quase sempre pouco disposto a se comunicar com estranhos, que lhes não inspiram nenhuma simpatia” (Kardec, 1996, p.351).</p>
<p><strong>- Sessão mediúnica deve ser aberta ou fechada ao público:</strong></p>
<p>Vemos Kardec comentar que: 331 – “Uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e formam como que um feixe. Ora, este feixe tanto mais força terá, quanto mais homogêneo for. Se se houver compreendido bem o que foi dito (n. 282, pergunta 5), sobre a maneira por que os Espíritos são avisados do nosso chamado, facilmente se compreenderá o poder da associação dos pensamentos dos assistentes. Desde que o Espírito é de certo modo atingido pelo pensamento, como nós somos pela voz, vinte pessoas, unindo-se com a mesma intenção, terão necessariamente mais força do que uma só; mas, a fim de que todos esses pensamentos concorram para o mesmo fim, preciso é que vibrem em uníssono; que se confundam, por assim dizer, em um só, o que não pode dar-se sem a concentração”. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).<br />
“Toda reunião espírita deve, pois, tender para a maior homogeneidade possível. Está entendido que falamos das em que se deseja chegar a resultados sérios e verdadeiramente úteis. Se o que se quer é apenas obter comunicações sejam estas quais forem, sem nenhuma atenção â qualidade dos que as dêem, evidentemente desnecessárias se tornam todas essas precauções; mas, então, ninguém tem que se queixar da qualidade do produto”. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).<br />
332. Sendo o recolhimento e a comunhão dos pensamentos as condições essenciais a toda reunião séria, fácil é de compreender-se que o número excessivo dos assistentes constitui uma das causas mais contrarias à homogeneidade. Não há, é certo, nenhum limite absoluto para esse número e bem se concebe que cem pessoas, suficientemente concentradas e atentas, estarão em melhores condições do que estariam dez, se distraídas e bulhentas. Mas, também é evidente que, quanto maior for o número, tanto mais difícil será o preenchimento dessas condições. Aliás, e fato provado pela experiência que os círculos íntimos, de poucas pessoas, são sempre mais favoráveis às belas comunicações, pelos motivos que vimos de expender. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).<br />
340. Contra um outro escolho têm que lutar as Sociedades, pequenas ou grandes, e todas as reuniões, qualquer que seja a importância de que se revistam. Os ocasionadores de perturbações não se encontram somente no meio delas, mas também no mundo invisível. Assim como há Espíritos protetores das associações, das cidades e dos povos, Espíritos malfeitores se ligam aos grupos, do mesmo modo que aos indivíduos. Ligam-se, primeiramente, aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando fazê-los seus instrumentos e gradativamente vão envolvendo os conjuntos, por isso que tanto mais prazer maligno experimentam, quanto maior é o número dos que lhes caem sob o jugo. (Livro dos Médiuns – capítulo “Reuniões e Sociedades Espíritas”).</p>
<p><strong>CAPÍTULO III – Das sessões da obra “Livro Dos Médiuns”:</strong><br />
Art. 17° – As sessões da Sociedade se realizarão às sextas-feiras, às 8 horas da noite, salvo modificação, se for necessária.<br />
As sessões serão particulares ou gerais; nunca serão públicas. Todos os que façam parte da Sociedade, sob qualquer título, devem, em cada sessão, assinar os nomes numa lista de presença.<br />
A Sociedade reserva para as sessões particulares todas as questões concernentes aos negócios administrativos, assim como os assuntos de estudo que mais tranqüilidade e concentração reclamem, ou que ela julgue conveniente aprofundar, antes de tratá-lo em presença de pessoas estranhas. Têm direito de assistir às sessões particulares, além dos sócios titulares e dos associados livres, os sócios correspondentes, que se achem temporariamente em Paris, e os médiuns que prestem seu concurso à Sociedade. Nenhuma pessoa estranha a esta será admitida às sessões particulares, salvo casos excepcionais e com assentimento prévio do Presidente.<br />
Nas sessões gerais, a Sociedade autoriza a admissão de ouvintes estranhos, que poderão a elas assistir temporariamente, sem tomarem parte nelas. Cabe-lhe retirar essa autorização, quando julgue conveniente. Ninguém pode assistir às sessões, como ouvinte, sem ser apresentado ao Presidente, por um sócio, que se torna fiador de seu cuidado em não causar perturbação, nem interrupção.</p>
<p>Já o Sr. José Herculano Pires no livro “Mediunidade”, no Capítulo 7 chamado “A Mesa e o Pão” diz que:</p>
<p>“Não há regras específicas e formais para a realização das sessões espíritas. Entre a prece de abertura e a de encerramento desenvolvem-se as manifestações mediúnicas, sob a orientação e muitas vezes a interferência de espíritos dirigentes. O sistema autoritário, em que o presidente determina aos médiuns receberem as comunicações, uma de cada vez, provém da recomendação do Apóstolo Paulo à comunidade de Corinto. Nas reuniões de Kardec, mesmo nas psicográficas, havia ampla liberdade, permitindo as conversações entre espíritos comunicantes, às vezes através de vários médiuns. Léon Denis usava também de liberdade em suas sessões. Cabe aos espíritos protetores determinar quais os espíritos que devem comunicar-se e quais os médiuns em condições de recebê-los. O presidente ou dirigente humano da sessão tem a função de mantê-la equilibrada, orientar o decorrer dos trabalhos e intervir, quando necessário, nas doutrinações e no reajustamento da concentração. Se há muitos médiuns à mesa, há naturalmente a possibilidade de se atender a número maior de espíritos comunicantes, através de vários doutrinadores. O que importa na doutrinação não é o muito falar, mas o falar com propriedade e com amor, procurando-se atingir a consciência e o sentimento do espírito”.<br />
“Tratamos aqui da sessão mediúnica comum, não da sessão específica de desobsessão. A sessão rotineira dos Centros é a que se realiza todas as semanas, em dias e horas certos, dispondo de freqüência regular. Há quem discorde desses trabalhos públicos, alegando as exigências de Kardec na Sociedade Parisiense, quando não permitia a presença nas sessões de pessoas que não tivessem algum conhecimento doutrinário. A medida de Kardec era justa e necessária, numa fase em que o Espiritismo nascia, sob um alarido universal de protestos e ameaças. Hoje estamos a mais de um século dessa fase e o Espiritismo só é combatido por pessoas sistemáticas ou ignorantes. A maioria absoluta das pessoas que procuram as sessões é necessitada, tratando-se geralmente de médiuns em franco desenvolvimento de suas faculdades. Negar-lhes acesso às sessões seria como negar a um sedento acesso a uma fonte. A mediunidade não se desenvolve por acaso e muito menos sob o poder mágico da vara de Moisés, que tirou água da rocha. Em geral, o desenvolvimento mediúnico começa por diversas perturbações e não raro por processos obsessivos. Não se pode querer que uma pessoa em estado de alteração psíquica vá primeiro estudar uma doutrina através de cursos demorados para depois submeter-se aos métodos de cura. Por isso, nas instituições bem dirigidas as sessões mediúnicas normais não se restringem à prática mediúnica”.</p>
<p>J. Herculano Pires, na obra “O Espírito e o Tempo”, no capítulo “Sessões de doutrinação”, diz que: “Há dois tipos fundamentais: o das sessões livres ou abertas, em que muitos espíritos se comunicam ao mesmo tempo e são doutrinados por vários doutrinadores. O ambiente parece tumultuado e muitas pessoas sistemáticas condenam esse sistema. É o mais eficiente e produtivo, o mais conveniente numa fase de transição como a nossa, em que os problemas de obsessão se multiplicam. São consideradas como de Pronto Socorro Espiritual, em que dezenas de doentes são socorridos ao mesmo tempo. O dirigente controla a ação dos médiuns e os Espíritos agem de duas maneiras, controlando o acesso dos espíritos necessitados e ajudando muitas vezes na doutrinação dos casos mais difíceis. Há barulho, muita gente falando ao mesmo tempo, mas não há desordem. Os espíritos mais rebeldes são controlados pelos médiuns devidamente instruídos e pela assistência espiritual. Não se submetem os médiuns a cursos complicados e longos, mas a instruções práticas e objetivas, que são de grande eficiência. O volume de pessoas atendidas e de espíritos beneficiados é grande, mas vai diminuindo na proporção em que o tempo do trabalho se esgota. São encerradas com uma prece de agradecimento, às vezes precedidas de breves explicações sobre os casos mais difíceis, já então num ambiente de absoluta tranqüilidade”.</p>
<p>“O outro tipo, de sessões fechadas ou autoritárias, é dirigido pelo presidente dos trabalhos, que submete as comunicações ao seu controle absoluto. As comunicações são reduzidas ao mínimo. Os médiuns não se deixam envolver pelas entidades sem que o presidente os autorize. Se ocorre uma comunicação demorada, vários médiuns permanecem inativos, à espera da sua vez. Não têm o sentido dinâmico de atendimento simultâneo num Pronto Socorro. Parecem-se mais a consultórios médicos em que os clientes têm hora marcada. Não obstante, produzem os seus resultados. Muitas entidades são doutrinadas indiretamente assistindo à doutrinação de outras. Quando não se dispõe de médiuns e doutrinadores em número suficiente, esse sistema de controle fechado dá mais segurança ao presidente. Mas há a grande desvantagem de se colocar o presidente numa posição que lhe excita a vaidade e o autoritarismo. Os adeptos desse sistema apoiam-se nas instruções do Apóstolo Paulo em sua I Epístola aos Coríntios. Paulo, de formação judaica, aconselha o uso controlado dos dons espirituais, cada médium falando por sua vez. Acontece que são bem diferentes as condições do tempo apostólico e as de hoje. As sessões livres ou abertas atendem melhor às necessidades atuais. Kardec, num país em que o analfabetismo não contava, dedicou maior interesse às sessões de psicografia. Mesmo porque essas sessões correspondiam às exigências de documentação de suas experiências”.<br />
<strong>Divaldo Franco no livro “Diretrizes de Segurança“ no CAPÍTULO 42 na pergunta: As reuniões mediúnicas devem ser públicas? Por quê?</strong><br />
Resposta – Uma reunião mediúnica de caráter público é um risco desnecessário, porque vêm pessoas portadoras de sentimentos os mais diversos, que irão perturbar, invariavelmente, a operação da mediunidade. Afirma os Benfeitores que uma reunião mediúnica é um grave labor, que se desenvolve no campo perispirítico, e se a equipe não tem um conhecimento especializado, é compreensível que muitos problemas sucedam por negligência da mesma. A reunião mediúnica não deve ser de caráter público, porque teria feição especulativa, exibicionista, destituída de finalidade superior, atitudes tais que vão de encontro negativa-mente aos postulados morais da Doutrina.<br />
<strong>CAPÍTULO 45 = Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser encaminhada, sem risco, para uma reunião mediúnica?</strong><br />
Divaldo – A pergunta já demonstra que a pessoa tendo problemas, deve primeiro eqüacioná-los, para depois estudar e aprimorar a faculdade que gera aqueles problemas. Como na mediunidade os problemas são do espírito e não da faculdade mediúnica, é necessário que primeiro se moralize o médium.<br />
Emannuel no livro “Seara dos Médiuns” Capítulo 12 Na mediunidade, tem uma opinião contrária a Divaldo dizendo que: “Assim também na mediunidade. Seja qual for o talento que te enriquece, busca primeiro o bem, na convicção de que o bem, a favor do próximo, é o bem irrepreensível que podemos fazer. Desse modo, ainda mesmo te sintas imperfeito e desajustado, infeliz ou doente, utiliza a força medianímica de que a vida te envolve, ajudando e educando, amparando e servindo, no auxílio aos semelhantes, porque o bem que fizeres retornará dos outros ao teu próprio caminho, como bênção de Deus a brilhar sobre ti”.<br />
- Passe Magnético:</p>
<p><strong>Ação magnética curadora (Livro dos Médiuns)</strong></p>
<p>131. Esta teoria nos fornece a solução de um fato bem conhecido em magnetismo, mas inexplicado até hoje: o da mudança das propriedades da água, por obra da vontade. O Espírito atuante é o do magnetizador, quase sempre assistido por outro Espírito. Ele opera uma transmutação por meio do fluido magnético que, como atrás dissemos, e a substância que mais se aproxima da matéria cósmica, ou elemento universal. Ora, desde que ele pode operar uma modificação nas propriedades da água, pode também produzir um fenômeno análogo com os fluidos do organismo, donde o efeito curativo da ação magnética, convenientemente dirigida. (Livro dos Médiuns)<br />
Sabe-se que papel capital desempenha a vontade em todos os fenômenos do magnetismo. Porém, como se há de explicar a ação material de tão sutil agente? A vontade não é um ser, uma substância qualquer; não é, sequer, uma propriedade da matéria mais etérea que exista. A vontade é atributo essencial do Espírito, isto é, do ser pensante. Com o auxílio dessa alavanca, ele atua sobre a matéria elementar e, por uma ação consecutiva, reage sobre seus compostos, cujas propriedades íntimas vêm assim a ficar transformadas. (Livro dos Médiuns)<br />
Tanto quanto do Espírito errante, a vontade é igualmente atributo do Espírito encarnado; daí o poder do magnetizador, poder que se sabe estar na razão direta da força de vontade. Podendo o Espírito encarnado atuar sobre a matéria elementar, pode do mesmo modo mudar-lhe as propriedades, dentro de certos limites. Assim se explica a faculdade de cura pelo toque e pela imposição das mãos, faculdade que algumas pessoas possuem em grau mais ou menos elevado. (Livro dos Médiuns)</p>
<p>Especificamente sobre a mediunidade de cura, em O Livro dos Médiuns (capítulo XIV da segunda parte), nos itens 175 e 176, encontramos “(…) Diremos somente que esse gênero de mediunidade consiste principalmente no Dom que certas pessoas têm de curar pelo simples toque, pelo olhar, por um gesto mesmo, sem o socorro de nenhuma medicação. Dir-se-á, sem dúvida, que isso não é outra coisa do que o magnetismo. É evidente que o fluido magnético desempenha aqui um grande papel; mas, quando se examina este fenômeno com cuidado, pode-se reconhecer sem esforço que há alguma coisa a mais. (…) Todos os magnetizadores estão mais ou menos aptos a curar</p>
<p>“E rogava-lhe muito dizendo: – Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva”.(Marcos 5:23)</p>
<p>“Um leproso, se aproximou, adorou a Jesus, se colocou de joelhos e disse: “Senhor, se você quiser, sei que pode me purificar!” Jesus estendeu a mão e tocou no homem e então disse: “Eu quero! Seja purificado!”</p>
<p>Percebemos que Kardec diz que o magnetismo pode ser passado através do toque ou da imposição das mãos, como fez Jesus. As seguintes respostas dtanto de Herculano como de Divaldo não recomendam o passe de toque.</p>
<p>No Livro “Diretrizes de Segurança” do autor Divaldo Franco no CAPÍTULO 75, pergunta: Há necessidade do médium tocar ou encostar as mãos na pessoa que recebe o passe?<br />
Divaldo – Desde que se trata de permuta de energias, deve-se mesmo, por medida de cautela e de zelo ao próprio bom nome, e ao do Espiritismo, evitar tudo aquilo que possa comprometer, como toques físicos, abraços, etc.</p>
<p>Herculano Pires no livro “Mediunidade” diz que: “Nas reuniões de passes proíbe-se o toque dos médiuns nos pacientes, a não ser para ajudá-los em casos extremos, para evitar mal-entendidos e suspeitas maliciosas que atentam contra o médium, a instituição e a doutrina. Não é necessário de maneira alguma o toque do médium, nem mesmo a pretexto de transfusão fluídica, como se faz em algumas modalidades do sincretismo religioso afro-brasileiro. As mãos do médium funcionam nos passes como antenas captadoras e emissoras de vibrações dos espíritos, o que pode ser feito até a grandes distâncias”.</p>
<p>- Conclusão: Vemos às vezes informações dentro da “Doutrina Espírita” com diferentes opiniões em certos aspectos doutrinários. Mas Jesus nos pediu no evangelho de Marcos 16 versículos 15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão”. Mateus 10 versículo 8, O Mestre diz: “Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí”. No evangelho de Lucas 10 versículo 9, o Mestre recomenda: “E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus.<br />
Voltaram depois os setenta com alegria, dizendo: Senhor, em teu nome, até os demônios se nos submetem”.<br />
Atos 9 versículo 34 “E disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou”.</p>
<p><strong>O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – CAPÍTULO XXVI DAI GRATUITAMENTE O QUE GRATUITAMENTE RECEBESTES</strong></p>
<p><strong>Dom de curar</strong></p>
<p>1. Restituí a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios. Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido.<br />
(S. MATEUS, cap. X, v. 8.)</p>
<p>2. “Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido”, diz Jesus a seus discípulos. Com essa recomendação, prescreve que ninguém se faça pagar daquilo por que nada pagou. Ora, o que eles haviam recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, isto é, os maus Espíritos. Esse dom Deus lhes dera gratuitamente, para alívio dos que sofrem e como meio de propagação da fé; Jesus, pois, recomendava-lhes que não fizessem dele objeto de comércio, nem de especulação, nem meio de vida.</p>
<p>Assim, Jesus deu aos apóstolos poder e autoridade sobre todos os maus Espíritos, o poder de curar todos os males e enfermidades, de restituir a saúde aos doentes, de ressuscitar os mortos, de purificar os leprosos, de expulsar os Espíritos maus, chamados ao mesmo tempo “demônios” e “Espíritos impuros” – dando-lhes a assistência, o apoio e o concurso dos Espíritos superiores, sustentados estes pelos Espíritos puros, que tinham poder imediato sobre todos os maus Espíritos, bem como o de curar todas as enfermidades, ressuscitar os mortos segundo o entender dos homens. Os apóstolos eram médiuns, quer dizer: intermediários entre os Espíritos superiores que os assistiam e os homens. Com o auxílio das faculdades mediúnicas, sob a ação e a influência medianímicas, é que eles obraram e falaram, a fim de concorrerem para a obra de redenção. Para expulsarem os maus Espíritos, isto é, para libertarem os homens da subjugação, tanto corporal, como corporal e moral, ordenavam aos obsessores que se afastasse da vítima, empregando as mesmas palavras de que usava Jesus: “Sai desse homem”. E os obsessores se afastavam no mesmo instante por ato da vontade dos Espíritos superiores, sustentada, se necessário, pela dos Espíritos puros. Para restituir a saúde aos doentes, limpar os leprosos, curar todos os males e enfermidades, impunham as mãos ou ungiam com óleo os enfermos, obrando por ato da própria vontade e pela ação magnética humana. Ao mesmo tempo, os Espíritos superiores, associando sua vontade à deles por meio do magnetismo espiritual, escolhiam e lhes punham ao alcance os fluidos apropriados aos efeitos, aos resultados que tinham de ser obtidos, à cura que se havia de operar.</p>
<p>Os evangelistas, médiuns historiadores inspirados, reproduziram, debaixo da influência e da inspiração mediúnicas, tal qual Jesus as pronunciara, estas palavras: “Ide… e ressuscitai os mortos”. Empregaram as expressões de que dispunham para relatar os fatos, mas sem possuírem o segredo do pensamento que Jesus ocultara sob aquelas palavras, as quais, para eles como para os outros homens, ficavam sujeitas às interpretações humanas. Já o dissemos e explicamos: todas as ressurreições de pessoas consideradas mortas pelos homens, de que falam tanto o Antigo Testamento como a Boa-Nova, não foram mais do que a cessação do estado cataléptico. Todos os indivíduos tidos por mortos se achavam nesse estado, não se havendo produzido neles o rompimento do laço que prende o Espírito ao corpo. Considerados por todos como mortos, mortos teriam eles ficado realmente, se não fora o socorro dos Espíritos puros, dos Espíritos superiores que, com a sua vontade poderosa e com o seu poder magnético, assistiam – tanto aos profetas que, inconscientes dessa assistência e desse concurso, atribuíram, do mesmo modo que os outros homens, a ressurreição do morto a uma ação direta do próprio Deus – como aos apóstolos que, inconscientes também dessa assistência e desse concurso, atribuíam, do mesmo modo que os outros homens, a ressurreição a uma ação direta do próprio<br />
Mestre.<br />
Quer com relação aos profetas, quer com relação aos apóstolos, os Espíritos puros, os Espíritos superiores obravam sob a direção de Jesus, pois, como sabeis e nunca deveis perder de vista, Jesus é o protetor e o governador do vosso planeta, é quem presidiu à sua formação e quem desde então o dirige, como também o é da humanidade terrena, que será por ele conduzida à perfeição.</p>
<p><a href="mailto:eduardoalourenco@hotmail.com">eduardoalourenco@hotmail.com</a></p>
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		<title>Cérebro humano tem aversão à desigualdade social</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:00:38 +0000</pubDate>
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Cérebro igualitário
O cérebro humano acredita fortemente na igualdade entre as pessoas.
Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso</p>
<p><strong>Cérebro igualitário</strong></p>
<p>O cérebro humano acredita fortemente na igualdade entre as pessoas.</p>
<p>Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso.</p>
<p><strong>Rico, mas humano</strong><em></p>
<p>A equipe descobriu que os centros de recompensa do cérebro de uma pessoa respondem mais fortemente quando ela vê alguém que é pobre receber uma recompensa financeira do que quando ela vê uma pessoa rica ficar ainda mais rica.</p>
<p>E o que é mais surpreendente: Este padrão de atividade é válido mesmo se este cérebro que observa os dois episódios estiver equipando a cabeça de uma pessoa rica. Ou seja, mesmo um rico fica mais feliz em ver um pobre recebendo alguma coisa, do que ao ver um colega rico ganhando ainda mais dinheiro.</p>
<p>E vai além: uma pessoa rica fica mais feliz ao ver um pobre recebendo dinheiro do que quando ela própria recebe dinheiro.</p>
<p>As conclusões do estudo foram publicadas no último exemplar da revista Nature.</p>
<p><strong>Natureza humana</strong></em></p>
<p>&#8220;Esta é a última imagem em nossa galeria da natureza humana&#8221;, diz o Dr. Colin Camerer, coautor da pesquisa.</p>
<p>Há muito se sabe que nós, humanos, não gostamos da desigualdade, especialmente quando se trata de dinheiro. Diga a duas pessoas que trabalham no mesmo emprego que os seus salários serão diferentes e você vai ter problemas, observa John O&#8217;Doherty, outro participante do grupo.</p>
<p>Mas o que não se sabia era quão biologicamente programados nós somos para isso. &#8220;Neste estudo, estamos começando a ter uma ideia de onde vem essa aversão à desigualdade,&#8221; diz O&#8217;Doherty. &#8220;Não é apenas a aplicação de uma regra social ou convenção; há realmente alguma coisa sobre o processamento básico de recompensas do cérebro, que reflete essas considerações&#8221;.</p>
<p><strong>Centros de recompensa do cérebro</strong><em></p>
<p>O cérebro processa as &#8220;recompensas&#8221; &#8211; coisas como comida, dinheiro, e até mesmo uma música agradável &#8211; gerando respostas positivas no corpo. Isto pode ser visto em áreas como o córtex pré-frontal ventromedial (CVM) e o estriado ventral.</p>
<p>Em uma série de experimentos, os pesquisadores observaram como o CVM e o estriado ventral reagiam em 40 voluntários que assistiam a uma série de eventos de ganhos e de transferências de dinheiro &#8211; tudo enquanto eles ficavam deitados dentro de uma máquina de ressonância magnética.</p>
<p>A forma de reação dos voluntários aos diversos cenários, mais precisamente dos centros de recompensa dos seus cérebros, mostrou uma forte dependência da situação inicial &#8211; se eles começaram o experimento com uma vantagem financeira sobre os seus pares.</p>
<p>&#8220;As pessoas que começaram pobres tiveram uma reação mais forte do cérebro para coisas que lhes davam dinheiro, e essencialmente nenhuma reação ao dinheiro que era dado para outra pessoa&#8221;, diz Camerer. &#8220;Por si só, isso não foi muito surpreendente.&#8221;</p>
<p><strong>Preferência pela igualdade</strong></em></p>
<p>O que foi surpreendente foi o outro lado da moeda. &#8220;No experimento, as pessoas que começaram ricas tiveram uma reação mais forte para as outras pessoas recebendo dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro,&#8221; explica Camerer. &#8220;Em outras palavras, seus cérebros gostaram mais quando os outros recebiam dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nós agora sabemos que essas áreas do cérebro não se atêm apenas ao auto-interesse&#8221;, acrescenta O&#8217;Doherty. &#8220;Elas não respondem exclusivamente às recompensas que se obtém como indivíduo, mas também respondem à perspectiva de outros indivíduos obtendo um ganho.&#8221;</p>
<p>O que foi especialmente interessante sobre a descoberta, diz ele, é que o cérebro responde &#8220;de forma muito diferente a recompensas obtidas por outros sob condições de desigualdades desvantajosas versus desigualdades vantajosas. Ele mostra que as estruturas básicas de recompensa no cérebro humano é sensível mesmo a diferenças sutis no contexto social.&#8221;</p>
<p>Autor: Imprensa<br />
Fonte: Diário da Saúde<br />
<em>http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&#038;idnot=5306</em></p>
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		<title>Nicolas Winton</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 22:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[fraternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Winton]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande relato de um herói com  atitudes de um
 anjo. Protegeu as crianças vitimas da guerra. 
O final é surpreendente. Vale a pena divulgar
::
Colaboração:Cila Casati



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Grande relato de um herói com  atitudes de um</p>
<p> anjo. Protegeu as crianças vitimas da guerra. </p>
<p>O final é surpreendente. Vale a pena divulgar</em></p>
<p>::<object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/-G16E-6gxEU" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-G16E-6gxEU" /></object></p>
<p>Colaboração:<strong>Cila Casati</strong><em></p>
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		<title>Mulherão</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Riqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Peça para um homem descrever um mulherão.
Ele  imediatamente vai falar  no tamanho dos
seios, na medida da cintura, no volume dos lábios,
nas  pernas, e cor dos olhos&#8230;
Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,
1.80m, siliconada e com um lindo sorriso.
Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:
Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu,
Letícia Spiller, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Peça para um homem descrever um mulherão.</p>
<p style="text-align: left;">Ele  imediatamente vai falar  no tamanho dos</p>
<p style="text-align: left;">seios, na medida da cintura, no volume dos lábios,</p>
<p style="text-align: left;">nas  pernas, e cor dos olhos&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,</p>
<p style="text-align: left;">1.80m, siliconada e com um lindo sorriso.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:</p>
<p style="text-align: left;">Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu,</p>
<p style="text-align: left;">Letícia Spiller, Lumas   e Brunas.</p>
<p style="text-align: left;">Agora, pergunte para uma mulher o que ela considera</p>
<p style="text-align: left;">um mulherão você vai descobrir que tem uma em cada esquina&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é aquela  que pega dois ônibus para ir ao trabalho</p>
<p style="text-align: left;">e mais dois para voltar e,<br />
quando chega em casa, encontra um tanque lotado de roupa</p>
<p style="text-align: left;">e uma família morta de fome.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir</p>
<p style="text-align: left;">matrícula na escola e</p>
<p style="text-align: left;">aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco</p>
<p style="text-align: left;">para buscar uma pensão abaixo do salário mínimo.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários</p>
<p style="text-align: left;">de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias</p>
<p style="text-align: left;">sacolas depois de ter</p>
<p style="text-align: left;">pesquisado preços e feito malabarismo  com o orçamento.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia,</p>
<p style="text-align: left;">que  faz dietas, que malha, que usa</p>
<p style="text-align: left;">salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se  perfuma,</p>
<p style="text-align: left;">mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola,</p>
<p style="text-align: left;">leva os filhos na natação,</p>
<p style="text-align: left;">busca os filhos na natação, leva os filhos para a  cama, conta histórias,</p>
<p style="text-align: left;">dá um beijo e apaga a luz.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme</p>
<p style="text-align: left;">enquanto ele não chega.</p>
<p style="text-align: left;">É quem,</p>
<p style="text-align: left;">de manhã bem cedo, já está de pé, esquentando o leite.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,</p>
<p style="text-align: left;">é quem faz  serviços voluntários,</p>
<p style="text-align: left;">é quem colhe uva, é quem opera pacientes é quem lava  a roupa para fora,</p>
<p style="text-align: left;">é quem bota a mesa, cozinha</p>
<p style="text-align: left;">o feijão e, à tarde, trabalha atrás de balcão.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem cria os filhos sozinha, é quem dá expediente</p>
<p style="text-align: left;">de 8 horas e enfrenta</p>
<p style="text-align: left;">menopausa, TPM e menstruação.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,</p>
<p style="text-align: left;">fecha a cortina</p>
<p style="text-align: left;">para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia</p>
<p style="text-align: left;">e os cinzeiros vazios.</p>
<p style="text-align: left;">Mulherão é quem sabe onde cada coisa está,</p>
<p style="text-align: left;">o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.</p>
<p style="text-align: left;">Lumas, Brunas, Carlas, Luanas e Sheilas: mulheres nota</p>
<p style="text-align: left;">10 no quesito linda  de morrer,</p>
<p style="text-align: left;">mas mulherão mesmo é quem mata um leão por dia!</p>
<p style="text-align: left;">Passe a todas  suas amigas que você considera um mulherão&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">E aos amigos  pra que fique claro o quanto  é   importante que seja</p>
<p style="text-align: left;">dado o devido valor  as suas mães, esposas,  irmãs, namoradas,  amigas, filhas&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Recebido de: <em>Rosely Pedro</em></p>
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		<title>Você tem experiência?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>

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		<description><![CDATA[Num  processo de seleção  da Volkswagen,
os  candidatos deveriam responder à  seguinte pergunta:
“Você tem experiência”?
A  redação a seguir foi  desenvolvida por um  dos candidatos.
Ele  foi aprovado e seu  texto está fazendo  sucesso,
e  ele, com certeza, será  sempre lembrado por  sua criatividade,
sua  poesia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num  processo de seleção  da Volkswagen,</p>
<p>os  candidatos deveriam responder à  seguinte pergunta:</p>
<p>“Você tem experiência”?</p>
<p>A  redação a seguir foi  desenvolvida por um  dos candidatos.</p>
<p>Ele  foi aprovado e seu  texto está fazendo  sucesso,</p>
<p>e  ele, com certeza, será  sempre lembrado por  sua criatividade,</p>
<p>sua  poesia, e acima de  tudo por sua alma,</p>
<p>embora  seu nome não tenha  sido divulgado.</p>
<p><strong><em>REDAÇÃO  VENCEDORA</em></strong></p>
<p>Já fiz coceguinhas na minha irmã só  pra ela parar de  chorar,</p>
<p>já  me queimei brincando  com vela.</p>
<p>Já fiz  bola de chiclete e  melequei todo o rosto, já  conversei com o espelho,</p>
<p>e  até já brinquei de  ser bruxo.</p>
<p>Já quis ser astronauta, violonista, mágico,  caçador e trapezista.</p>
<p>Já me escondi atrás da cortina e  esqueci os pés pra  fora.</p>
<p>Já  passei trote por telefone.</p>
<p>Já tomei banho de chuva e  acabei me viciando.</p>
<p>Já  roubei beijo.</p>
<p>Já  confundi sentimentos.</p>
<p>Peguei  atalho errado e  continuo andando pelo  desconhecido.</p>
<p>Já raspei o fundo da panela de  arroz carreteiro,</p>
<p>já  me cortei fazendo a  barba apressado, já  chorei ouvindo música  no ônibus.</p>
<p>Já tentei esquecer algumas pessoas, mas  descobri que essas</p>
<p>são  as mais difíceis de  se esquecer.</p>
<p>Já  subi escondido no telhado pra  tentar pegar estrelas,</p>
<p>já  subi em árvore pra  roubar fruta, já  caí da escada de  bunda.</p>
<p>Já fiz juras eternas, já  escrevi no muro da  escola,</p>
<p>já  chorei sentado no chão  do banheiro, já  fugi de casa pra  sempre</p>
<p>e  voltei no outro instante.</p>
<p>Já  corri pra não deixar  alguém chorando, já  fiquei sozinho no meio  de mil pessoas</p>
<p>sentindo  falta de uma só.</p>
<p>Já  vi pôr-do-sol cor-de-rosa  e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar,</p>
<p>já  bebi uísque até  sentir dormentes os  meus lábios,</p>
<p>já  olhei a cidade de  cima e  mesmo assim não encontrei  meu lugar.</p>
<p>Já senti medo do escuro, já  tremi de nervoso, já  quase morri de amor,</p>
<p>mas  renasci novamente pra  ver o sorriso de  alguém especial.</p>
<p>Já  acordei no meio da  noite e  fiquei com medo de  levantar.</p>
<p>Já  apostei em correr descalço  na rua, já  gritei de felicidade,</p>
<p>já  roubei rosas num enorme  jardim.</p>
<p>Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas  sempre era um “para  sempre” pela metade.</p>
<p>Já  deitei na grama de  madrugada e  vi a Lua virar  Sol,</p>
<p>já  chorei por ver amigos  partindo, mas  descobri que logo chegam  novos,</p>
<p>e  a vida é mesmo  um ir e vir sem  razão.</p>
<p>Foram tantas coisas feitas, momentos  fotografados</p>
<p>pelas  lentes da emoção, guardados num baú chamado  coração.</p>
<p>E  agora um formulário  me interroga, me  encosta na parede e  grita:</p>
<p>“Qual sua experiência”?</p>
<p>Essa  pergunta ecoa no meu  cérebro:</p>
<p>Experiência&#8230;  Experiência&#8230;</p>
<p>Será  que ser “plantador  de sorrisos” é uma boa experiência? Não!</p>
<p>Talvez  eles não saibam ainda  colher sonhos!</p>
<p>Agora, gostaria de indagar uma  pequena coisa</p>
<p>para  quem formulou esta pergunta: Experiência?</p>
<p>Quem  a tem, se a todo  momento tudo se renova?</p>
<p>Recebido de: <em><span>Elisabeth Flausino Rodrigues</span></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nunca se justifique para ninguém</title>
		<link>http://www.luzespirita.net/index.php/nunca-se-justifique-para-ninguem/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 23:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[justificativas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca  se justifique             para ninguém.                            Porque a pessoa que gosta de você  não precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca  se justifique             para ninguém.                            Porque a pessoa que gosta de você  não precisa que você faça isso, e  quem não gosta não acreditará.</p>
<p>Não  deixe que alguém se torne uma prioridade  em sua vida, quando você é somente  uma possível opção na vida dessa pessoa.</p>
<p>Relacionamentos  funcionam melhor quando são equilibrados.</p>
<p>De  manhã quando você acorda, você tem  simplesmente duas opções: voltar a dormir  e a sonhar ou levantar e correr atrás  dos seus sonhos.             A escolha é sua.</p>
<p>Nós  fazemos chorar aqueles que cuidam de nós.</p>
<p>Nós  choramos por aqueles que nunca cuidam  de nós.</p>
<p>E  nós cuidamos daqueles que nunca vão  chorar por nós.  Essa é  a  vida,                                         é estranho mas  é verdade.</p>
<p>Uma  vez que você entenda isso, nunca será  tarde demais para mudar.</p>
<p>Não  faça promessas quando você estiver alegre.</p>
<p>Não  responda quando você estiver triste.</p>
<p>Não  tome decisões quando você estiver zangado.</p>
<p>Pense  duas vezes&#8230;</p>
<p>Seja esperto.</p>
<p>O  tempo é como um rio.</p>
<p>Você  nunca poderá tocar a mesma água duas  vezes, porque a água que passou nunca  passará novamente.</p>
<p>Aproveite  cada minuto                    da sua vida&#8230;</p>
<p>Se  você continuar dizendo que está ocupado,  então você nunca estará livre.</p>
<p>Se  você continuar dizendo que não tem tempo,  então você nunca terá tempo.</p>
<p>Se  você continuar dizendo que fará isso  amanhã, então o amanhã nunca chegará.</p>
<p>Procura-se  o autor:</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Que tal começar a dizer &#8217;sim&#8217; para a Vida?</title>
		<link>http://www.luzespirita.net/index.php/que-tal-comecar-a-dizer-sim-para-a-vida/</link>
		<comments>http://www.luzespirita.net/index.php/que-tal-comecar-a-dizer-sim-para-a-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 13:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[comparações]]></category>
		<category><![CDATA[intrigas]]></category>
		<category><![CDATA[julgamentos precipitados]]></category>
		<category><![CDATA[novas amizades]]></category>

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		<description><![CDATA[Peço que preste atenção quando sua mente começa a negar as coisas, a querer brigar com as pessoas, a implicar com você.
Estamos sempre rodando em torno de crenças antigas e ultrapassadas, subjulgando nosso potencial e possibilidades ao rejeitar o novo.
 Por que? Simplesmente porque não se encaixa em nossos rigidos planos, escapa o alcance de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Peço que preste atenção quando sua mente começa a negar as coisas, a querer brigar com as pessoas, a implicar com você.<br />
Estamos sempre rodando em torno de crenças antigas e ultrapassadas, subjulgando nosso potencial e possibilidades ao rejeitar o novo.<br />
 Por que? Simplesmente porque não se encaixa em nossos rigidos planos, escapa o alcance de nossos julgamentos ou nos assusta porque comparamos com antigas experiências.<br />
Julgamos as pessoas porque &#8216;achamos&#8217; que podem erradas, sem nunca termos tido a generosidade de tentar entendê-las. Assumimos que não vamos gostar de fazer isto ou aquilo sem antes sequer refletir sobre o assunto. E assim vamos agindo, fazendo nossas escolhas que formam as experiências em nossas vidas, baseadas em velhas e rançosas crenças.<br />
Então, volto a pedir que preste mais atenção a quantas vezes você nega, julga, compara e responde com um &#8216;não&#8217; às novas experiências que a Vida lhe propõe.<br />
Comece a frequentar lugares diferentes, a conversar com pessoas diferentes, a fazer coisas que nunca fez na vida &#8211; na maioria das vezes por puro &#8216;pre-conceito&#8217;.<br />
Permita-se explorar coisas que estão completamente fora dos seus planos.<br />
Finja que cada pessoa que se aproxima de você está lhe trazendo um presente &#8211; um conhecimento diferente, uma experiência diferente, uma forma diferente de amor.<br />
Permita-se receber estes presentes e agradeça, do fundo do seu coração.<br />
A Vida é um banquete e existem muito pratos diferentes sobre a mesa diante de você. É tempo de experimentar algo novo e diferente, é tempo de aventura!<br />
- Eu digo sim a tudo que o Universo me traz. Digo sim à Vida. Digo sim ao amor. Eu digo sim ao diferente.<br />
Recebido de: <em>Sueli Veiga</em><strong></p>
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		<title>Sexto sentido?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 22:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[sexto sentido]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem coisas que não se explica&#8230;é o sexto sentido, ou quem sabe, nosso anjo da guarda nos orientando&#8230;
Como muitos sabem, costumo ouvir muito ao meu Anjo da Guarda e hoje não foi diferente&#8230;
André faz aniversário hoje, como todos sabem&#8230;mas só farei a festinha dele dia 13 de março&#8230;pois bem&#8230;ele estava todo tristinho porque ele queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem coisas que não se explica&#8230;é o sexto sentido, ou quem sabe, nosso anjo da guarda nos orientando&#8230;<br />
Como muitos sabem, costumo ouvir muito ao meu Anjo da Guarda e hoje não foi diferente&#8230;<br />
André faz aniversário hoje, como todos sabem&#8230;mas só farei a festinha dele dia 13 de março&#8230;pois bem&#8230;ele estava todo tristinho porque ele queria ir comigo numa lanchonete aqui perto comprar uma tortinha pequenininha para a gente cantar parabéns&#8230;<br />
Bem, eu disse:<br />
-&#8221; Ah, você jura que quer ir na lanchonete?&#8221;<br />
ele respondeu:<br />
-&#8221;Mamãe, eu quero sim! Eu vou te dar um presente: quero comprar para você uma torta alemã, daquelas pequenas!<br />
Eu fiquei comovida, mas disse:<br />
-&#8221; ah, vamos pedir uma pizza!&#8221;<br />
Ele respondeu:<br />
-&#8221; Ah, não! já estamos muito gordinhos! eu quero dar uma torta para você, minha mamãe querida!&#8221;<br />
Pessoal, meu coração doeu&#8230;eu pensei..pensei&#8230;e disse:<br />
-&#8221; Dedé, eu não vou não! Vou pedir uma pizza para você e a gente canta parabéns com a pizza de brigadeiro, tá?<br />
E fomos para sala&#8230;<br />
Uns 15 minutos depois, ouvimos uns fogos&#8230;eu disse:<br />
-&#8221; viu, André&#8230;é seu aniversário e tem até fogos!&#8221; ( eram mais ou menos 20hs30).<br />
Mas, passou-se alguns minutos e a vizinha veio aqui em casa para dizer que tinham acabado de assassinar o segurança da área onde vivo&#8230;e sabe onde ele ficava?<br />
Quase em frente a lanchonete que André queria ir!!!!<br />
Algumas pessoas que estavam perto, foram baleadas também&#8230;o segurança levou tiros de fuzil e foram dados muitos tiros. ( era muito barulho de fogos&#8230;).<br />
No momento em que o segurança foi assassinado, seria o momento em que estaríamos passando perto dele, ou até estaríamos na lanchonete.<br />
Eu disse para André&#8230;<br />
_&#8221; Meu amor, tá vendo como muitas vezes, um NÃO, faz bem? Imagine se a gente estivesse na lanchonete?<br />
Oremos pelas pessoas feridas e oremos pelo segurança que foi morto.<br />
Aprendizado de hoje:<br />
Muitaz vezes, por mais que doa nosso coração, quando sentimos que devemos dizer Não&#8230;que assim seja feito! Talvez seja nosso anjo guardião querendo nos alertar!</p>
<p>Pensativa sobre a violência local, e ainda pensando no quanto eu e André fomos protegidos ontem, quando desisti de ir na lanchonete comemorar o aniversário do André, justamente minutos antes de bandidos soltarem de um carro na frente da lanchonete e sairem atirando contra o segurança do bairro, penso no que teria acontecido se eu e André estivessemos lá&#8230;fatalmente ele ou eu, estaríamos baleados agora&#8230;o dono da lanchonete, o Luan, foi atingido, mas graças a Deus está bem agora!<br />
Eu gostaria de dizer que sou muito grata a Deus e ao meu anjo guardião por ter sido protegida e poder ter protegido meu filhote!<br />
Quero dizer a você, que todos nós temos um Anjo da Guarda e que ele sempre cuida de cada um de nós!<br />
Acredite, tem um Anjo aí, bem pertinho de ti!<br />
Abaixo, o link da reportagem sobre o acontecido:<br />
http://tudoglobal.com/blog/editorias/policia/30713/rio-um-morto-e-dois-feridos-em-tiroteio.html<br />
Peço que reflitam sobre a vida&#8230;e que sempre vale a pena ouvir nosso coração&#8230;e mesmo que um Não muitas vezes doa, lá na frente vc com certeza vai saber que o Não que muitas vezes vc disse para seu filho, o protegeu de muitas situações de perigo!<br />
Nunca fique triste por ter que dizer Não às vezes, para as pessoas que vc ama! Este Não, em muitos casos, vale uma vida e muitos sorrisos felizes!<br />
Jesus abençõe cada família e cada amigo que ora e torçe pelo André.<br />
Agradeçemos os votos de feliz aniversário para ele, com certeza ele ficou feliz! Ainda não respondeu todos, mas hj , com certeza o fará!<br />
Beijos para todos!<br />
Ana e André Peters<br />
<em>analuciapeters@gmail.com</em></p>
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