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Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes

Hoje de manhã mais precisamente às 11h00min horas assistindo o Grande Premio de Abu Dhaqui de F1 nos Emirados Árabes fiquei impressionado com tamanho investimento de bilhões de euros utilizados neste circuito.

O que quero dizer realmente neste tópico é que aproximadamente 1.500 Km esta a Índia ao qual existem milhares de analfabetos ou cidadãos que mal aprenderão a escrever o próprio nome , país cheio de problemas sociais, onde a fome e saúde beira ao caos total em algumas regiões, pobreza rural, corrupção, etc.

Muitas perguntas surgem:

O porquê de uns com fartura e outros destinados ao fracasso.

Esses príncipes das arábias não poderiam ajudar com um mínimo de suas riquezas para esta ajuda humanitária ?

Surgem sempre perguntas sem respostas.

Vivemos um momento de transição em que talvez não sejam encontradas as soluções ideais para este problema e para outros, igualmente cruciais, mas temos de lutar com de modo para encontrar as melhores soluções possíveis.

Somos responsáveis pelos nossos próprios atos.

Voltaremos a reencarnar quantas vezes forem necessárias seja por expiação ou missão.

Sabemos do alto investimento pelos países desenvolvidos para fomentar as guerras, mas esses governantes dão as costas para erradicar a pobreza humana.

Como acertar a balança da desigualdade ?

De que forma diminuir a violência nas mais diversas nuanças ?

Quando ocorrerá um Ministério da Fraternidade para conquista da paz ?

Estamos sempre igual à mariposa, rodamos em volta dos velhos e eternos problemas sem solução pela ganância, vaidade e orgulho dos nossos governantes.

A população faminta na Somália é dispersa a tiros na rua. Na Indonésia quase 100 milhões são de extrema pobreza.

Isso sem contar o que ocorre no Paquistão, Gana, Bangladesh, Mianmar. Há fome pelo planeta todo.

Que mundo deixaremos para aqueles que irão reencarnar ?

Portanto, na bandeirada final desta corrida a melhor direção é lembrar-se das mensagens do Cristo e torcer que os futuros políticos e governantes possam incluir em suas agendas de trabalho a palavra “fraternidade”.

 

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