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Experiências científicas sugerem haver reencarnação

Ricardo Di Bernardi

O autor francês Léon Denis, no livro O Problema do Ser do Destino e da Dor, no capítulo XIV, intitulado as Vidas Sucessivas – Provas Experimentais, apresenta diversos relatos de regressão hipnótica em indivíduos sensitivos, denominados pelos pesquisadores “sujets”. As mais interessantes e volumosas pesquisas comentadas pelo autor são de Albert de Rochas que escreveu a preciosa obra Les Vies Sucessives.

Nas experiências desenvolvidas pelo pesquisador, conseguiu-se retroagir os “sujets” a diversas encarnações pretéritas e colher vasto material em termos de documentação.

Ian Stevenson catedrático de neurologia e psiquiatria na Universidade de Virgínia, EUA, escreveu a obra Twenty Cases Sugestive of Reincarnation.

Na citada obra, o autor investiga inúmeros casos, mas seleciona vinte mais evidentes em termos do renascimento. Observamos o título cauteloso de “casos sugestivos…”

Na realidade, em todos os continentes, em dezenas de Universidades ou em instituições científicas de parapsicologia, psicobiofísica e outras áreas, se estuda e documenta a reencarnação.

O psicólogo clínico norte-americano Morris Netherton desenvolveu uma técnica denominada Terapia das Vidas Passadas.

Há por parte de muitos psicólogos, inclusive do Brasil, a preferência pelo nome terapia de vivências passadas, para desvincular filosoficamente ou mesmo religiosamente do conceito de reencarnação.

Isto por que os terapeutas têm como absolutamente desnecessário ou indiferente crer ou não crer nas vidas pretéritas para que o tratamento beneficie o paciente.

O Dr. Netherton, apesar da reação cética de muitos segmentos da Psicologia, tem logrado obter inúmeros adeptos entre profissionais sérios e competentes.

No Brasil, foi fundado o Instituto Nacional de Terapia de Vivências Passadas (INTVP), entidade de caráter científico-cultural, sem conotação ou vínculo religioso e filosófico de qualquer espécie.

A Terapia Regressiva de Vivências Passadas, para adaptarmos a denominação preferida pelo órgão oficial (INTVP), é um recurso psicoterápico que utiliza como método a regressão de memória, pelo qual o paciente permite que superficialize, ao seu consciente atual, ocorrências traumáticas do passado recente ou remoto (isto é, desta ou de outras encarnações), que estavam arquivadas ou bloqueadas no seu inconsciente gerando-lhe distúrbios psicológicos.

“A evidência das vidas passadas e sucessivas é facilmente detectável por esta técnica terapêutica”.

A TVP tem embasamento científico que é reconhecido por grande número de terapeutas, médicos ou psicólogos, conceituados e idôneos, do exterior e do Brasil.

Na realidade, regressão de memória já era praticada pelos egípcios 3000 anos antes de nossa era.

No entanto, só após os trabalhos de Morris Netherton esta abordagem terapêutica se divulgou.

No Brasil, só a partir de 1980 foi introduzida pelo casal Prieto Perez, através de ciclos de estudos, seminários para profissionais e Work-Shops realizados por Netherton, bem como a publicação do seu livro em português, “Vidas Passadas, em Terapia”.

O INTVP visa elaborar cursos de especialização para médicos, e psicólogos graduados no mínimo há um ano, devidamente registrados em seus Conselhos de Classe.

Forma profissionais de alto nível, que atuam com conhecimentos sólidos na área de regressão de memória exclusivamente para fins terapêuticos.

Todo médico consciente está atento às conquistas que possam ampliar seus recursos técnicos.

A existência de um novo método terapêutico obtendo resultados expressivos passa a chamar a atenção. Isto vem ocorrendo com a TVP.

Nesta terapia, observa-se que todo trauma psicológico o paciente associa a um dano físico ocorrido na vida anterior ou a um sofrimento psíquico que vivenciou em estâncias pretéritas, muitas vezes longínquas.

Espírito ou mente com o corpo interagem constantemente e os registros permanecem nos arquivos espirituais ou seja, arquivos do inconsciente.

A evidência das vidas passadas e sucessivas é facilmente detectável por esta técnica terapêutica.

Quase invariavelmente, os pacientes chegam à conclusão de que seus tomentos mentais atuais podem ser explicados com precisão por uma situação física de uma encarnação pretérita.

Exemplificando: uma pessoa que possua importante fobia por alturas descobrirá, recorrendo a vidas passadas, situações em que sofreu muito ou morreu em decorrência de acidentes por queda de locais altos.

As quedas das vidas anteriores poderiam ser interpretadas como criações ou fantasias do inconsciente,mas a evidência palingenésica maior está em função dos dados minuciosos fornecidos pelo paciente.

À medida que ele descreve a situação não o faz maquinalmente, mas vivenciando intensamente, de forma emocional, em pratos, gemidos ou até gritos em certos casos.

O paciente regredido descreve a época, o lugar, as condições e a linguagem envolvendo os fatos ocorridos na vida anterior.

Como os detalhes podem ser importantes no processo terapêutico, há riqueza de dados que podem ser recolhidos por esta técnica.

Todos os casos do livro Vidas Passadas, em Terapia são belíssimos, tanto do ponto de vista do aspecto palingenésico (reencanacionista), como sob o ponto de vista clínico.

Citaremos, de passagem, apenas o caso de Henry Aiken, no capítulo 6, intitulado: Problemas Sexuais Masculinos.

Trata-se de um caso, aliás muito comum, de ejaculação precoce.

O paciente atribuía, inclusive, seus dois divórcios e a sua atual crise de casamento a esta dificuldade.

Durante as sessões de TVP, ficou evidenciada a sensação inconsciente, ou medo, de ser observado por outrem no momento do ato sexual.

De forma aparentemente irracional, parecia que as relações necessitavam de ser rápidas, embora conscientemente não as desejasse desta forma.

Henry Aiken, regredido a vidas anteriores, vê-se como escravo negro, traficado na África e comprado na América, onde é escolhido como reprodutor.

Obrigado a inúmeras relações sexuais por dia, rápidas e sob a ameaça de feitor, escuta a frase: Rápido! Rápido! Faz se quer continuar vivendo!

Há, no relato do autor, uma infinidade de dados e correlacionamentos estabelecidos entre as situações psicológicas de Henry Aiken com seus traumas vivenciados nas vidas anteriores.

Deixaremos ao leitor a surpresa de constatar os detalhes da história ao ler o livro citado. São surpreendentes e lógicos.

Há quem se refira à Parapsicologia como uma ciência que representaria uma outra tese a respeito da reencarnação.

A Parapsicologia surgiu como herdeira histórica da Metapsíquica, cujo expoente máximo foi Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, Charles Richet, até o momento da premiação, considerado gênio.

Posteriormente, pelo fato de seus trabalhos possibilitarem provar as realidades do mundo espiritual, a sobrevivência e a comunicabilidade dos espíritos, passou a ser considerado “precipitado” em suas conclusões.

A prudência e o temor à opinião do meio científico fez com que a Parapsicologia, ao retomar as investigações dos fenômenos inabituais e não explicáveis pelos nossos sentidos convencionais, criasse termos frios, sem qualquer conotação filosófica ou emocional para designar o que estava sendo investigado.

“Indivíduos travestidos de parapsicólogos dizerem às crédulas ovelhas, ingenuamente pastoreadas por eles, que a Reencarnação é “explicada” pela Parapsicologia.”

Assim, todos os fenômenos são englobados sob a designação de fenômenos psi ou paranormais. Psi é a letra grega escolhida como nomenclatura básica, nada mais.

Os fenômenos foram inicialmente subdivididos e agrupados em dois blocos, até o surgimento de um tipo incômodo de fenômeno, que parecia perturbar os investigadores; os fenômenos ligados à morte ou aos mortos.

Criou-se então um terceiro grupo para estudá-los.

O primeiro grupo de fenômenos Psi, os chamados Psigama, compreende aqueles que se caracterizam por efeitos mentais e não de manifestações físicas.

São incluídos neste grupo de fenômenos todos aqueles que relacionam uma mente à outra, ou simplesmente percepções extra-sensoriais a nível mental.

É usada a sigla ESP que significa Extra-Sensorial Perception .

Os fenômenos ESP são classificados em Psigama Tp ou Telepatia, Psigama Cv ou clarividência e Psigama Pcg ou Precognição, também conhecido como Premonição.

Os fenômenos paralelos à Premonição são os de Retrocognição, que comentaremos mais adiante. Voltamos a chamar a atenção para uso das letras do alfabeto grego para as denominações técnicas, sempre na intenção de evitar conotações religiosas ou emocionais nos termos criados.

Assim, Psigama é simplesmente a junção da letra psi à letra gama.

O segundo grupo dos fenômenos compreende aqueles ligados a efeitos físicos e recebe a designação de fenômenos Psikapa, nome resultante da fusão das letras psi e kapa, simplesmente. Os fenômenos do grupo Psikapa são basicamente a Psicocinesia ou Telecinesia, que seria a ação da mente sobre a matéria.

A movimentação de objetos pela ação da força mental seria um exemplo. Cinesia é relativo a movimento. Tele, do grego, é relativo à distância e Psico se relaciona com mente ou alma.

O terceiro grupo que mencionamos se refere aos fenômenos ligados à morte ou aos mortos. Tanatologia é a ciência ou mais precisamente a disciplina científica que estuda os fenômenos da morte.

A palavra Tanatos do grego se refere à morte, em função disto foi escolhida a letra Theta para este grupo de fenômenos, criou-se assim o termo Psitheta.

No entanto, a parapsicologia, apesar de denominar, classificar os fenômenos e ter contribuído muito para provar aos céticos a existência dos mesmos, demonstrando que não são produtos da imaginação de mentes férteis, no sentido pejorativo, nem da ingenuidade crédula, ou ainda simplesmente pura fraude ou engodo, não consegue explicá-los satisfatoriamente. A parapsicologia na realidade ainda engatinha, buscando se posicionar melhor.

“Este inconsciente coletivo, tal qual um saco de Papai Noel onde cabe potencialmente tudo que existe e existiu, realmente é demais para uns “pobres limitados” como nós”.

Cada fenômeno psi é apenas uma conseqüência, que deve ter uma causa responsável por ele.

Como não se logrou obter uma causa claramente identificável, os parapsicólogos criaram o termo “função psi” para responsabilizar ou seja para dar uma causa a cada fenômeno.

Assim, é muito simples tapar o sol do esclarecimento com a “peneira furada” das denominações técnicas.

Vejamos por exemplo a “explicação” parapsicológica para o fato de alguém ter lido a página de um livro trancado à chave em uma gaveta.

Que fenômeno é este?

Ora nos respondem os doutos, trata-se “apenas” de um fenômeno psigama do tipo clarividência. Mas o que é clarividência?

Simples, trata-se da visão sem ser pelos órgãos visuais, extra-sensorial.

Ela existe, está perfeita e cientificamente comprovada por testes que é um fenômeno real como todos os psigama.

Até aí concordamos plenamente. E quando fazemos a pergunta chave:

A que se deve este fenômeno?

Vem a resposta decepcionante: Deve-se “simplesmente” à função psi mais precisamente uma função de clarividência…

Quem escuta, parece estar tudo tão bem esclarecido como se cada fenômeno paranormal tivesse já uma causa definida.

Não queremos ser excessivamente mordazes em nossa referência a Parapsicologia, e reconhecemos que há inúmeros cientistas sérios e dedicados, percorrendo a árdua trilha das investigações paranormais.

Paralelamente, no entanto, o que não podemos deglutir são indivíduos travestidos de parapsicólogos dizerem às crédulas ovelhas, ingenuamente pastoreadas por eles, que a Reencarnação é “explicada” pela Parapsicologia.

Assim como no exemplo da clarividência, onde o fenômeno já é aceito cientificamente, há apenas hipóteses parapsicológicas para as causas, as chamadas funções psi, responsáveis pelo mesmo.

No que tange à reencarnação, tivemos o espanto de escutar de passagem, um curioso diálogo:

– Como os parapsicólogos explicam a reencarnação?

– Muito simples, trata-se de um fenômeno do inconsciente.

– Como assim?

– O que ocorre é um fenômeno psigama, já estudado pela Parapsicologia.

Mais precisamente, um fenômeno Rcg ou de Retrocognição, quando um indivíduo retroage mentalmente no tempo, ele capta algum tipo de informação que os adeptos da reencarnação dizem ter sido uma outra vida.

_ Por que ocorre este fenômeno, ou seja, qual a causa do mesmo?

– Simplesmente, devido a uma função parapsicológica chamada função psi.

Esta função é mais precisamente uma função psigama Rcg.

– E como são obtidas as informações das vidas passadas?

– Fantasias do Inconsciente.

-Mas quando elas são tão minuciosas e precisas, podendo ser inclusive documentadas as vidas passadas?

Ou ainda, quando fornecem dados preciosos e precisos sobre outras pessoas ou locais que não são do conhecimento de nenhum dos presentes?

– Todos nós temos o Inconsciente coletivo (?) que, como o nome indica, é intercomunicado a todos os outros inconscientes coletivos da humanidade de todos os tempos da história , permitindo que qualquer informação possa nos chegar.

Até a vida de uma outra pessoa, existente em época remota pode ser captada e reproduzida em detalhes…

-(?)

Pois é… Depois somos nós os reencarnacionistas que vivemos em castelos imaginários!

Este Inconsciente coletivo, tal qual um saco de Papai Noel onde cabe potencialmente tudo que existe e existiu, realmente é demais para uns “pobres limitados” como nós.

Para alguns, nos porões do inconsciente temos um gênio oculto e adormecido que, se sacudido, o dorminhoco pode elaborar maravilhas… (Que saudades do jornalista Herculano Pires que assim já se expressava) !!!

A Retrocognição é considerada como um fenômeno paralelo à precognição.

No tempo, tem o sentido inverso.

Quando se profetiza, ou se prevê um acontecimento, está se projetando em nosso consciente algo de uma dimensão de tempo mais adiante, ocorrendo a premonição.

Na Retrocognição a mente sintoniza com os arquivos energéticos de fatos pretéritos seus e acessa os mesmos trazendo a nível do consciente atual as informações.

Graças à retrocognição há uma infinidade de autores que passam a recolher dados concretos sobre a reencarnações passadas.

A Parapsicologia, portanto, longe está de ser a adversária temida pelos reencarnacionistas.

Pelo contrário, temos muito a agradecer à ciência (séria ) pela documentação cada vez maior dos casos de reencarnação estudados.

A propósito, estes agradecimentos e louvores não são extensivos a todos aqueles que manipulam a terminologia técnica da Parapsicologia com finalidades outras que não as de esclarecer…

6 comentários em “Experiências científicas sugerem haver reencarnação

  1. Prezada Mari.
    Agradecemos seu comentário. Respeito sua opinião. Você tem livre-arbitrio de opinar.
    Frequento sim a igreja católica também, tenho muitos amigos lá.
    A reencarnação não é princípio exclusivo nosso, mas de muitas outras correntes filosóficas. Você pode pensar que a reencarnação é somente para pagarmos os nossos pecados anteriores não é? Essa é a pergunta clássica sob o objetivo da reencarnação. O principal motivo de reencarnarmos é para progredirmos, pois, somente através de inúmeras vidas é que teremos condições de progredir: “Sede perfeitos, como perfeito é o vosso Pai Celestial”.Porem, por falta de conhecimento é que muitos dizem ter a reencarnação somente o objetivo de expiação. Eu mesmo pensava assim Mari, mas com o tempo, estudando, analisando os livros fui entendendo que a vida não acaba no tumulo e nem inicia no berço. E, para surpresa geral, muitos “espíritas” ainda têm suas duvidas com esse pensamento.
    Outros que não acreditam na reencarnação é supor que Deus tenha apenas criado espíritos para viverem aqui na Terra. Mas, se Jesus disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”, para que serviriam os outros planetas?
    A reencarnação fortalece os laços de família, pois, os que aqui nesta vida viveram ligados por laços familiares, voltarão um dia a viverem juntos aqui na Terra, até que um dia todos possam estar juntos no mundo espiritual.
    Ainda não pensam assim os que acham que ele e todos os seus familiares irão para o céu, mas a realidade da vida terrestre não nos mostra isso. Na verdade ocorrerá que muitos pais e mães serão afastados para sempre de seus filhos, já que irão para o céu e os seus filhos fatalmente irão para o “inferno”, por não merecerem o céu. Se a reencarnação não existir, aí sim é que os laços que nos unem aos nossos filhos seriam de casualidade, só não vê quem não quer.
    E a tal proibição da evocação dos mortos, que muitos são contra. Perguntamos: existe algum santo vivo? Então, por que ficam a evocá-los? Os pedidos, que os fiéis fazem a eles, e diga-se de passagem são atendidos, só têm algum sentido porque de alguma maneira existe a comunicação entre os dois planos da vida, o plano dos vivos e o dos mortos. A não ser que alguém nos prove biblicamente que somente os santos católicos podem se comunicar, já que acreditamos que todos os espíritos desencarnados o podem.
    Abraços. Doni.

  2. que coisa mais ridicula tem que acreditar em DEUS E EM JESUS voes nao vao numa igreja?é o lugar mais iluminado que ha na fac da terra e eles nao tomam seu dinheiro falando besteiras

  3. Abil, boa noite. Reencarnação não é só vc que não entende. Estamos neste mesmo barco. Saberemos exatamente como é quando estaremos do outro lado da vida. Sobre nosso passado não temos consciência o que ocorreu nas reencarnações anteriores. Necessitamos sim de reparar nossos erros e nosso Pai nos dá essa oportunidade para recomeçarmos a corrigir já nesta vida para que na próxima estejamos na contabilidade com nosso débito um pouco abaixo do que é hoje. O que vc passou em dar assistência a tua mãe, e ao seu filho, certamente Ele esta anotando na coluna crédito. É de grande valor essa assistência dada por você. Não desanime nunca. Não vale a pena pensar em ceifar sua vida… só vai piorar. Você tem uma missão aqui na Terra. Você escolheu essa missão antes de reencarnar junto aos seus familiares. Mas você não se lembra. Procure seguir os ensinamentos de Jesus e ao abrir a janela de manhã agradeça a Ele por tudo que há nesse mundo, começando pelo ar, …esta aí mas nós não vemos, o calor do Sol sentimos na pele, …mas, não vemos. Viva feliz mesmo nos momentos mais difíceis que vc enfrenta, olhe para trás, há milhões que estão em péssimas situações piores que a tua. Você certamente receberá em dobro todo bem que fez e continuará fazendo. Não desanime nunca. Seja forte. Abraços.

  4. Nao entendo de reencarnação,Mas Tenho curiosidade de saber o q fiz na minha vida anterior.Pois nesta tenho passado por cada uma. Primeiro cuidei da minha mae por tres anos e meio paralitica fiz de tudo,maiis nada adiantou,depois q ela se foi ,tive um derrame com 6 meses apos que ela tinha morrido.Quando começava a respirar ,meu filho caçula de 18 anos sofreu um avidente depois de ter passado 29 dias em coma descansou.Estou sem enteder nada.Quero enterder se comunique comigo.Nao quero morrer mas se precisar quero ajuda-los ou me ajudar

  5. Caro Ailton, pelo seu comentário isso já prova que reencarnação é um fato !
    Na Revista Espírita de novembro de 1864, diz: “Deus permite a lembrança retrospectiva, de vez em quando, a fim de trazer os homens ao conhecimento da grande lei da pluralidade das existências, a única que explica a origem das qualidades boas ou más, mostra-lhe a justiça das misérias que suporta aqui e lhe traça a rota do futuro”,
    Allan Kardec também pesquisou a reencarnação, (vide a mesma revista em julho de 1860). Ali buscou compreender em detalhes a vida anterior do Sr. V…, oficial da marinha francesa, que teria sido São Bartolomeu. Em uma das perguntas deixa claro o móvel da pesquisa: “Não se trata de satisfazer uma vã curiosidade, mas de constatar, se possível, um fato interessante para a ciência Espírita, o da recordação de sua vida anterior”. Fica evidente que devido ao gênero da morte as lembranças, apesar de muito raras, são possíveis e úteis para o estudo e a pesquisa.
    Portanto Ailton entendemos que pesquisar nossa vida passada possa ser aceito pela comunidade cientifica. Você já pensou se vc descobrir que nos tempos de Jesus vc ajudou crucificá-lo ?
    Existem casos especiais em que a TVP (Terapia de Vidas Passadas) pode auxiliar a lembrança de vidas passadas. Mas os próprios Espíritos dizem:
    “As pessoas que tanto se interessam por saber o que foram em vidas anteriores, devem prestar atenção as suas tendências atuais.”
    Acredito que esse é o melhor caminho para identificarmos nossas atuações em outras vidas.
    Abraços.
    Doni

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