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Estress – Depressão

O fato de os primeiros sinais e sintomas do stress não serem capazes de provocar altos índices de mortalidade na população faz que geralmente os indivíduos negligenciem os primeiros sinais de alerta de que condições estressantes estão agindo sobre ele. Daí muitos pacientes só procurem tratamento quando os sinais e sintomas já caracterizaram uma ou mais doenças que num grande numero de casos podem ser atribuídas ao estress. Podemos citar como exemplos a arteriosclerose, a parada cardíaca, a doença coronariana, a hipertensão, o derrame cerebral e algumas doenças imunológicas.
A competição no trabalho, as notícias de seqüestros, guerras, gripe suína, roubos, testes nucleares do Irã, a necessidade de obter sempre lucros cada vez maiores no seu negócio, crise política, te estressam? Se você concordou com os fatores acima certamente produzem uma grande parcela do estress. No nosso meio estamos sempre dentro de uma panela de pressão. Tem dias que é uma calmaria, mas tem dias que o vapor é insuportável. Esses agentes causadores associados a nossa vida familiar é um vulcão em constante ebulição que altera nossa postura. Estamos sempre com o acelerador no fundo nas tomadas de decisões, precipitadas às vezes o que deveríamos ter um controle com um pé no freio dessas situações. O estress já é uma doença reconhecida pela medicina. Autores indicam que a ansiedade pode provocar os mesmo sinais e sintomas. E em qualquer conjunto de circunstâncias interferem nas funções vitais e pode ser observado com facilidade nos comportamentos de:
a) trabalhar em excesso.
b) Falar demais.
c) fumar em excesso.
d) caminhar demais.
e)impaciência no local de trabalho.
e) alternar mudança de local para outro sem necessidade aparente.
A maioria dos psicólogos clínicos e psiquiatras reconhecem que a ansiedade patológica é o problema básico e central com o qual eles têm que lidar quase todos os dias com seus pacientes. Eles consideram que é em torno da ansiedade que circulam os outros sinais e sintomas dos pacientes. A ansiedade extrema pode alterar drasticamente o processo de tomada de decisão. Uma pessoa ansiosa pode ficar temporariamente paralisada e sem iniciativa. Quando a ansiedade se acompanha de muita depressão, a pessoa pode apresentar tendências suicidas. Uma das situações psicossociais que mais provoca estress, ansiedade e depressão é a perda de uma relação conjugal. Geralmente a mulher é quase sempre mais afetada com respeito à freqüência de sinais e sintomas do que o homem. Estudos mostram que muitos pacientes se esforçam para camuflar ou mascarar a ansiedade. Do mesmo modo que o estress, esse distúrbio pode se manifestar de várias maneiras em qualquer indivíduo:
a) Fome;
b) Perda de sono ou dificuldades para dormir;
c) Presença de dor;
d) Sudorese;
e) Aumento de batimentos cardíacos;
f) Falar em excesso e interromper constantemente o interlocutor
g) O paciente toma analgésicos
Apesar de muitos indivíduos não conhecerem o estress em todas as variáveis nem estarem familiarizados com todos seus efeitos, muitos costumam afirmar: “É pressão de todos os lados”, “Não resisto mais”, Estou exausto, tenho que tirar umas férias” e assim por diante.
O estress em crianças é tão comum quanto aquele em adultos. Segundo um estudo, as causas mais freqüentes em crianças incluem:
a) Morte do pai ou da mãe;
b) Divórcio dos pais que pode resultar em uma sensação de abandono;
c) Alcoolismo, principalmente por parte do pai;
d) Brigas entre os pais;
e) Ir à escola;
f) Humilhação constante em casa.
Segundo a Dra. Susan Forward, já que as crianças tem poucos padrões de referência fora da família, as coisas que elas aprendem em casa, tanto negativas como positivas, vão ficar gravadas permanentemente em sua memória.
A mulher é mais sujeita ao estress que o homem. Na vida adulta, a mulher tem que demonstrar que é capaz para responder aos novos papéis que lhe são atribuídos. Tem ainda que demonstrar que é responsável, capaz, sensível,auto-suficiente, confiável e determinada ao mesmo tempo.
A solidão, um problema muito comum nos dias de hoje especialmente nas cidades grandes, pode ser o resultado de um conflito interno, falta de parentes ou ainda uma necessidade compulsiva de se socializar pouco e ficar só. A solidão é muito mais comum nas grandes cidades ou metrópoles. Ela pode dar como resultado estress e frustração.

D E P R E S S Ã O

De forma geral a depressão pode ser definida como um estado de tristeza, infelicidade, desencontro emocional, negativismo, vazio, falta de sentido e objetivo nas coisas. O indivíduo pode evitar o conato social, pode se entregar ao choro, e pode usar o isolamento total como uma forma parcial ou total de aliviar o vazio interno.
A depressão, no seu estado crônico, deve ser considerada como estado mais sério que a ansiedade. A pessoa depressiva se isola de tal forma que não participa das atividades que dão prazer e satisfação pessoal, porque ele não esta preparado internamente para vivenciar temporariamente estas emoções. A depressão pode ser considerada como um estado de “morte parcial” do indivíduo. Ela representa uma resignação ou aceitação da derrota, o afastamento, a falta de contato, o isolamento para um local onde possa ficar “com o que restou dele mesmo”. O comportamento corporal sugere o abandono dos laços e mecanismos que o ligam aos outros e ao mundo exterior, numa nítida admissão da derrota. O portador de depressão é derrotado constantemente, visto que o distúrbio pode ser considerado como uma doença crônica exceto nos casos em que após a perda de uma coisa importante, ocorre durante o tratamento uma recuperação psicossocial e “adaptação” positiva que permite que o paciente retorne ao seu mundo e ao mundo dos outros. Um indivíduo depressivo poderia firmar inconscientemente o seguinte:
a)Eu não mereço estar com os outros;
b)O que eu poderia dar ?;
c)Deixem-me sozinho, não quero estar em contato com ninguém;
d)Não mereço que os outros fiquem em contato comigo;
e)Qualquer forma de contato ou de trabalho é fútil;
f)Não quero conversar com ninguém;
Nada e ninguém interessam.
Quando ela apresenta traços ou tendências histéricas, a resposta depressiva pode ser bem maior do que outras situações. Ser positivo, empreendedor, cheio de iniciativa, alegria e prazer são valores que estão ausentes na pessoa com de pressão.
Fonte de pesquisa: Estresse do cotidiano – Omar Franklin Molina
Pancast Editora

Doni – 07/2009

2 comentários em “Estress – Depressão

  1. Cara amiga, Erica.
    Tendo os sintomas característicos do estresse, da ansiedade, do medo ou da depressão,
    O melhor caminho é consultório psicológico ou psiquiátrico.
    Destacamos muitos fatores que resultam, aqui seguem alguns deles: familiares, afetivos, sociais, financeiros e profissionais.
    Agora se estiver aliado ao lado espiritual torna-se mais grave, pelos pensamentos negros, atitudes de revolta ou raiva, conduta péssima e até o desânimo leva a nossa porta que fique aberta, é igual ao lutador de boxe, se baixar a guarda toma murro na cara. Temos que ficar de guarda bem em defesa. Lembre-se o disse Cristo: “ORAI E VIGIAI”. Somos Espíritos e nem tem como fugir dessa regra. Nossa vida não começou no berço e nem termina no tumulo. Você Erica tem uma missão que vc escolheu na vida anterior, então cumpre com vontade, determinação, coragem, mas sempre em harmonia, mesmo nos momentos dificies que vc esta passando. Orar é o melhor remédio para atrair bons espíritos, uma boa harmonia no trabalho, na sua casa. Mude sua rotina com atitudes e condutas que melhorem sua auto estima. Leia, pinte quadros, escreva, envie e-mails para seus amigos, faça caminhada e observe a natureza que Deus nos deixou. Abraços e coragem, não desanime nunca.

    “Seja senhor da tua vontade e escravo da tua consciência” – (Aristóteles)

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