Skip to main content

Campos eletrodinâmicos da vida

Estudos feitos pelo dr. Harold Saxton Burr, Ph.D., membro docente da Yale
University School of Medicine, onde ensinou durante quarenta e três anos,
trazem importantes demonstrações sobre os campos eletrodinâmicos de vida
(campos de energia, ou campos vitais) que circundam as coisas vivas.

Esses estudos, puplicados em seu livro Blueprint for Immortality, The
Electric Patterns of Life, Neville Spearman, Londres, 1972, constatam
importantes vinculações com a teoria da herança genética, além de proverem
uma demonstração plausível de que a essência psíquica — espiritual — do ser
humano, consiste, primariamente, em uma inteligência organizadora do corpo
físico.

Examinando o campo de vida de um ovo de rã

Utilizando voltímetros ultra-sensíveis, o dr. Burr fornece motivos para
concluirmos que o campo eletrodinâmico (a aura dos seres vivos), tem a
função de molde — molde matriz —, que preserva o formato de qualquer coisa
nele derramado, sem importar por quantas vezes o material moldado seja
mudado. Didaticamente, comparou esse processo a uma cozinheira que olha para
uma forminha de geléia e já sabe o formato que a geléia adquirirá ao sair
dali.

Explica o cientista que, exatamente da mesma maneira, a inspeção feita com
instrumentos no campo de vida, em seu estágio inicial, é capaz de revelar o
formato ou arranjo futuro do material que será moldado ali. “Quando, por
exemplo, é examinado eletronicamente o campo de vida de um ovo de rã, é
possível perceber-se a localização futura do sistema nervoso da rã, uma vez
que o campo de vida da rã é a matriz que determinará a forma que dali se
desenvolverá”, constata o dr. Burr.

O campo de vida controla o código genético

As experiências feitas pelo dr. Blurr evidenciam que não é apenas o código
genético, dentro das células físicas, que cria o desenvolvimento do feto,
mas um campo de vida, exterior, que evidentemente governa o próprio código
genético.

Assim, as células não são especializadas, mas tornam-se especializadas
devido ao poder do campo de vida, organizador do código genético. Sabemos
que uma única célula traz em si mesma o código do ser inteiro, podendo dali
formarem-se pernas, cabeça ou sistema nervoso. Essas formações dependem
tão-somente das determinações do campo de vida. Rãs inteiras têm sido
desenvolvidas, partindo-se de células intestinais, que não são células
reprodutivas.

O campo da vida persiste em caso da perda de alguma contraparte física
correspondente

A presença de rumores malignos nos ovários foram demonstrados mediante
medições do campo de vida, antes que quaisquer sinais clínicos fossem
observados. Padrões anormais de voltagem, ocorrido nessas medições, indicam
anormalidades físicas a eles correspondentes.

Constatou-se também que o campo de vida persiste, caso haja a perda de
alguma contraparte física correspondente. A fotografia Kirlian mostra o
delineamento de pés ou dedos perdidos por amputação.

Os campos de vida fazem parte da organização do universo e são influenciados
pelas vastas forças cósmicas

Através do resultado de seus experimentos, Burr expôs interessantes
conclusões metafísicas:

“Embora quase inconcebivelmente complicados, os campos de vida são da mesma
natureza que os campos mais simples conhecidos pela física moderna, e
obedecem às mesmas leis. Tal como os campos da física, os campos de vida
fazem parte da organização do universo e são influenciados pelas vastas
forças cósmicas. E, à semelhança dos campos da física, ainda, possuem
qualidades organizadoras e direcionais que têm sido reveladas por muitos
milhares de experiências. Ora, organização e direção, o inverso direto do
acaso, subentendem propósito. Assim, os campos de vida oferecem uma
evidência puramente eletrônica, instrumental, de que o homem não é um mero
acidente. Pelo contrário, o ser humano faz parte do cosmos, —incrustrado em
seus todo-poderosos campos, sujeito às suas flexíveis leis, participante do
destino e do propósito do universo”.

Inteligência organizadora dos campos

Os estudos do dr. Burr nos conduzem, teologicamente, à afirmação espírita
contida na questão número 1 de O Livro dos Espíritos, quando aquelas
entidades codificadoras definem o conceito sobre Deus como sendo a
Inteligência Suprema do Universo.

Segundo o cientista, existimos, assim como tudo existe, mantidos pelos
campos de vida organizadores. O que pressupõe uma Inteligência Suprema que
governa as leis por detrás desses campos. Sem ela, diz ele, “o universo
desintegrar-se-ia no caos em um milissegundo”.

Somos a conseqüência de um desígnio

Burr faz uma afirmação ousada para um cientista:

“É impossível imaginarmos que o desenvolvimento, estágio por estágio, do
sistema nervoso tenha ocorrido ao acaso, sem qualquer diretiva. Você e eu,
portanto, somos produtos de um padrão de organização; ou, dizendo a mesma
coisa com outras palavras, somos a conseqüência de um desígnio. E é
dificílimo pensarmos em um aparelho qualquer — quer se trate de um ferro
elétrico ou de um ciclotron — que não tenha sido produto da mente de um
planejador qualquer. Portanto, visto que o universo exibe desígnio, não se
trata de dar um salto muito grande no espaço quando concluímos que o
universo seja produto de um Planejador”.

Considerando sua abordagem modesta e humilde ante à complexidade desses
campos vitais e os enigmas da vida e do universo, o dr. Burr nos chama a
atenção para o fato de que precisamos admitir uma “desoladora ausência de
conhecimento, não apenas da verdadeira natureza da mente ou da emoção, mas
também do mecanismo de relacionamento entre mente e corpo”.

E reflete sensatamente: “A natureza parece relutante em revelar seus
segredos ao intelectualismo arrogante”.
………………………………………………..
Fontes de consulta:
“Você Vive Depois da Morte”, Russel Norman Champlin, Ph.D., Nova Época
Editorial
Blueprint for Immortality, The Electric Patterns of Life, dr. Harold Saxton
Burr, Ph.D.,Neville Spearman, Londres, 1972

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *