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Atendimento espiritual

Temos uma equipe médica espiritual que em uma sala específica e incorporados atendem aos pacientes com problemas físicos. Em outra sala ou na mesma do atendimento anterior, os pacientes que apresentam problemas obsessivos são orientados a freqüentarem as reuniões de desobsessão, por mais tempo até que obtenham melhora. Algum inconveniente nisso?

Em dias de reunião de desobsessão ou da lida com a mediunidade não deve haver público, nem mesmo trabalhadores perturbados. Os pacientes não devem participar das sessões, mas apenas da reunião de explanação do Evangelho, em dia específico, que não seja o dia da desobsessão.
– Não há necessidade dos médiuns atenderem os pacientes, “incorporados”. Esse é um procedimento inadequado e estimula a fantasia nas pessoas atendidas e a vaidade nos médiuns menos vigilantes. É um procedimento que tem origem na Umbanda e foi trazido para as práticas espíritas por quem não tinha conhecimento das orientações de Allan Kardec sobre a mediunidade. Deve ser abolido nas casas espíritas sérias e assistidas por Espíritos superiores. Os passes (comum, desobsessão e cura) devem ser dados de forma simples, por passistas, e mesmo que sejam médiuns ostensivos, não precisam “incorporar”.

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